sexta-feira, janeiro 07, 2005

Senta, que lá vem a história...











Sexta à noite, eu sentadinha à frente do micro, café passado com um pedacinho de canela na xícara, banho tomado, ouvindo Rita Ribeiro.



Rita Ribeiro até me faz pensar em 2004. Ah, já acabou o ano, né? Paciência.



Acordei cedinho na quinta-feira. Sim, estamos 2004, 30 de dezembro, rumo à viagem do reveillon. Últimas arrumações, banho. Nem tomei café, nem tinha fome. Talvez em função da comida, melhor, dos petiscos mexicanos da noite anterior, e das várias margueritas frozen. Infelizmente não enchi a cara de marguerita, como supunha, mas tive um puta prejuízo financeiro, um rombo no orçamento muito maior do que eu poderia dar conta. C´est la vie. Dias melhores virarão.



Eu jurei que estivesse com tempo sobrando, quando cheguei na sala e peguei a mochila, dei uma última olhada no celular, 6h20. Meu ônibus saía às 7h da rodoviária!!! Fui para a parada de ônibus, esperei, esperei. Estava começando a suar frio. O ônibus chegou. Sentei a bunda e relaxei, se me atrasasse, paciência. Eu não iria ficar me estressando com algo que não poderia mudar. Sim, eu estava no clima zen.



Cheguei na rodoviária, peguei dinheiro - porque não tinha um puto centavo -, passei na farmácia para comprar Buscopan - vai que dá dor de estômago (aham, Buscopan relaxa os músculos lisos, logo, os do estômago, e por isso serve não apenas para cólicas menstruais mas para dores de estômago) - e encontrei com a Soraia, beijinho de fim de ano e rumei para o setor de embarque. Olhei para umas maquininhas ( está tocando "Uma noite sem você" ...uma noite sem você é muito tempo e uma vida com você é muito pouco... ), enfim, olhei para as maquininhas, parecendo aquelas de metrô, sabe? Onde tem que se colocar um ticket para liberar a catraca. Pois é, eu lembrei que quando comprei as passagens a menina havia me dado uns ticketzinhos daqueles (...te amei tanto que eu não imaginava, que sozinha ficaria triste e oco, quando o mundo me chamava eu tava mouco...). Entretanto, quem diz que eu sabia onde estavam os ditos? Aí falei com o segurança e ele disse que eu deveria ir no guichê e pedir outro.



- A que horas é teu ônibus?

- Às 7h.

- Ah, então não vai dar tempo. Vais perder o ônibus.

cara de espanto, resignação e tontice

- Qual o teu nome?

- Katemari. (com cara de cu zen)

- Faz assim dá a volta e embarca pelo desembarque. Fala com o segurança de lá.

daí ele pegou o walkie talkie e fez um H.



Dei a volta, com meu mochilão nas costas, caminhando rapidinho, falei com o guardinha, procurei o busum, despachei a mochila, ainda tive que preencher o bagulho da passagem com meu nome e rg e subi no ônibus. Olho para a minha poltrona número 11 e tem uma vaca sentada, com sua amiga vaquinha. Aí com minha cara de cu zen e resignado - porque isso sempre acontece nos ônibus e teatros e quaisquer lugares que se tenha assento numerado - fui procurar um assento vazio, quando escuto:



- Olaaaaaaa!

Ops

- Oi.

com cara de 'ai meu jesus cristinho, já me descobriram aqui'.

- Ahhh mas tu vais pra Chapada?

(Não, é claro que os 'tu vais' e sulismos afins são adaptações minhas.)

- É vou.

com cara de quem diz, não, eu resolvi subir num ônibus na rodoviária às 7 da manhã só para ver se tu estavas por aqui.



Não, estou brincando, eu estava zen. Tri zen. É sério. Viajar para mim é algo tão necessário, tão maravilhoso. É como ir ao cinema no Circuito Sala de Arte. Sabe? Não tem como ficar estressada.



Tem várias formigas suicidas dentro do resto do café na minha xícara.



Pois é, encontrei com o Stefano, meu professor - sim o de Quântica, para quem eu devo uma prova. Imagina a situação, eu fugindo dele para não fazer a prova (tá, nem tanto) e encontro com ele no ônibus indo para a Chapada. E mais, ele estava indo para o Capão também! Sei que conversamos um monte durante a viagem.



Ai, ai, a viagem...







Estávamos felizes e contentes na estrada quando de repente, não mais que de repente, o ônibus estraga. Então descemos todos, vamos num posto de gasolina... eu e o Stefano tomamos um suco de laranja delicioso e comi um queijo minas. E aguardamos até que a empresa mandasse outro ônibus, para continuarmos a viagem. Nisso aproveitei para abordar uma senhora que havia visto:



- Tu não és a cunhada da Sarah?



Pronto, mais um conhecido no ônibus! Tri, né? Ficamos de papo.



Aí o ônibus chegou, trocaram as malas de ônibus e seguimos viagem. É tão bom olhar pela janela.



Quando chegamos em Feira de Santana subiram outras pessoas no ônibus. Como a vaca e a vaquinha continuavam sentadas no meu lugar, mesmo no novo ônibus, eu e o Stefano tínhamos sentado em outro lugar. Só que quem subiu em Feira clamou pelo lugar, daí o Stefano foi para o dele, de direito. E viajamos separados, conversando de vez em quando - porque ele ficou sentado logo atrás de mim.



Depois o ônibus parou em Itaberaba, onde tomei um suco de laranja com beterraba. Acho que era por volta de 12h. Acho que foi R$ 2,00 o suco. O de laranja no posto tinha sido R$ 1,50.



A parada seguinte foi Lençóis, onde várias pessoas desceram, inclusive a cunhada da Sarah, e outras subiram, incluindo uma super figura: Rosa, 58 anos, natural de Porto Alegre, paulista de coração, moradora de Ilhéus. Ela deu uma agitada no ônibus e estava sentada relativamente perto de mim, nas primeiras poltronas também.



Eu desci na parada seguinte, em Palmeiras e o busum ainda seguiu para Seabra, seu destino final.



... amou sua mulher como se fosse a única, beijou sua mulher como se fosse a última, e cada filho seu como se fosse o único... ai, eu amo esse homem!



Sim, o Stefano e a Rosa também desceram em Palmeiras. E o menino mega quieto que sentou ao meu lado também.



Logo que desci conversei com a Rosa e nos organizamos para rachar uma 'rural', precisávamos formar um grupo de 8 pessoas, para dar 5 reau para cada um o frete até o Capão. Convoquei o Stefano. E em poucos minutos já estávamos com um grupo completo. Outros grupos organizaram-se e havia umas 5 'rurais'. Todas partiram, menos a minha. Claro.



Ficamos cerca de 30 minutos em frente à rodoviária de Palmeiras, esperando o Stefano comprar a passagem da volta e outra menina trocar a dela. E então partimos.



Poeira, muita poeira. São 20 e tantos quilômetros de chão batido. Não, entenda: é muita poeira.



Lá pelas tantas a 'rural' pára. Furou o pneu. Então foram trocar o pneu. Daí um menino, namorado da Camila (acho que é Camila, um casal paulista super queridos) foi pegar cerveja. A galerinha juntou dinheiro e ficaram bebendo cerveja enquanto os tios trocavam o pneu. E nóis dentro da rural, mâno.



Seguimos.



Lá pelas tantas... a 'rural' pára. Sobem a vaca e a vaquinha. Não sei o que aconteceu com o transporte delas, sei que elas tiveram que trocar no meio do caminho e ohhh vieram para o nosso.



...chega de saudade a realidade é que, sem ela não há paz, não há beleza...



E seguimos.



Lá pelas tantas... SIM, a 'rural' pára. Acabou o gás. Trocaram o gás.



Seguimos até que a vaca e a vaquinha desceram.



Foi engraçado, foi só as meninas descerem e surgiram comentários em relação a elas. E juro que não foram meus!!!



Eu sabia que tinha que descer na padaria, antes de chegar na vila. O Stefano desceu antes. Quando chegou na tal padaria, o tio me avisou, desci e me despedi de meus companheiros maravilhosos de viagem. Bando de mochileiro sangue bom. Adorei-os.



...abre a cortina do passado, tira a mãe preta do serrado...



Mochila nas costas e fui seguir para a 'casa de Zéu'. Estou subindo a rua, poeira dos pés à cabeça, saco a máquina e bato umas fotinhos... e encontro a Maia e a Juliana, filha da Ester e amiga da filha, respectivamente. Mais atrás desciam a Marisa e a Ester, daí voltamos, deixei minhas malas, tomei banho e rumamos para a vila - o centro da cidade. A cabaninha onde ficamos era muito fofa. Ideal para um casal e dois amigos, ou três amigos. Não mais do que isso. Estávamos em 5. Foi bom, mas não o ideal. Especialmente 5 mulheres, 2 não mochileiras, 2 (pelo visto) pseudo mochileiras. Leia-se: muitos sabonetes, muitos cremes, muita roupa, muito muito. Sim, eu me acho A mochileira. Não, na real não me acho A A A, mas sou boa de mochila, com orgulho.



... não adianta nem tentar, me esquecer... durante muito tempo em sua vida, eu vou viver...



(a rádio uol tá se puxando nos clássicos da mpb, né? só para inspirar a escrita deste texto.)



Na vila fomos ao supermercado, que agora aceita visa electron (e cartão de crédito) e depois ficamos no bar Flamboyant. Tomamos um vinho, comprei queijinhos e comemos queijo. Comprei um licor fantástico e ficamos bebendo. As meninas beberam cerveja também, e comeram pastéis e coxinhas de palmito de jaca. É bom, eu provei o recheio. Só não comi porque fritura não rola, mesmo e eu não estava querendo ficar passando mal o resto dos dias. Vimos a feirinha de artesanato, eu e a Marisa compramos sabonetinhos esotéricos naturebas para equilibrar os lances dos signos e elementos. Eu tenho excesso de ar. Oh, vou dizer hein, o lance funciona, tá! Digo, não sei se tomar banho com o sabonete equilibra, mas eu acabo gostando dos aromas que me desequilibram, ou seja, eu insisto em ter excesso de ar. Estranho, né? Ai, não entendeu? Vai lá no Capão que a mina explica!



Então encontrei com o Stefano. Ele falou que faria a trilha da Fumaça. Assim, Fumaça é uma cachoeira que tem lá. Para se chegar na Fumaça pode-se ir por cima, ou seja, por um lado que sai na parte de cima da cachoeira, ou por baixo, e subir depois.



...já conheço os passos, sei que não vai dar em nada, seus segredos sei de cor... já conheço as pedras do caminho e sei também que ali sozinho vou ficar tanto pior o que é que posso contra o encanto deste amor que eu nego tanto...



Como ninguém tinha planos para o dia seguinte, eu combinei de fazer a Fumaça, por cima, com o Stefano. No dia seguinte acordei, banhinho, me arrumei e estava sainda. A Marisa resolveu ir também. Fomos. Tomamos café na padaria. Hmmmm um suco tri bom e um cacetinho com queijo: R$ 2,40. E quem eu encontro? A Rosa. Lembra dela? Papeamos.



... as rosas não falam, simplesmente as rosas exalam o perfume que roubam de ti...



Depois o Stefano chegou e tal... resumo da ópera, subimos a Fumaça, cerca de 2h30 caminhando, um sol do cão, uma subida tipo escada de pedras, uma parte (de 1h mais ou menos) plana. Pena que a Fumaça estava seca. É, não tinha água. Deu para a gente andar onde a água supostamente deveria estar, onde supostamente cairia. Mas valeu a pena cada passinho.



essa música SEMPRE me lembra minha vó...

... eu preguntei oh deus do céu, uai, porque tamanha judiação...






Na subida tem três 'paradas', assim, três pontos de venda de água, refrigerante e afins. Um no início, um no meio e um no fim. No do meio rola caldo de cana moidinho na hora (eu experimentei mas achei muito doce, argh). Legal é o valor agregado. Fala sério, quanto vale uma garrafinha de água mineral geladinha no topo da Fumaça? Diz aí se tu não pagas R$ 3,00 e ainda fica feliz? Pois é, lá em cima são 3 contos, mais abaixo, 2 reau. Eu comprei a de 2 reau. Porque eu tinha água, mas fiquei com medo de ficar sem. Aliás, comprei duas bananas também. A 50 centavos cada uma. E diz que não vale?



Outra coisa, ninguém dá a informação correta. As pessoas dizem que se sobe em 1h30. Mentira!!! Para os guias sarados e treinados, tudo bem, mas para os pobres mortais, não é tão rápido assim. E põe o sol aí. É foda, solaaaaaaaço. Aliás, resultado disso é que estou descascando (ou despelando como falam aqui) e que estou com uma fitinha do Nosso Senhor do Bonfim 'tatuada' na pele, em função do sol. De 3 horas de caminhada para 5h é uma puta diferença! O que me irrita não é pela caminhada mas por não me permitir a ideal preparação, levar mais água, por exemplo. E outra, sem saber o tempo real, lá pelas tantas dá para pensar que se está perdido, porque se pensa que já deveria ter chegado.



Na entrada da trilha tem uma casinha lá onde a gente escreve o nome, o lugar de onde vem, e o horário em que está subindo e na volta temos que dar o ok. Senão voltarmos eles vão à cata.



Isso foi no dia 31, o último dia do ano. De 30 para 31 eu dormi mal pra caralho, colchão fininho, num chão de madeira, foi foda. Mas de 31 para 01, noooossa, dormi feito pedra. Ainda assim, não acordava às 10h, o que acho um total desperdício. Não sei como minhas companheiras de viagem tinham tanto sono. Afe!



Ah, a virada, né?





Bem, foi uma dificuldade escolher as roupas para levar para a viagem, já que eu não conhecia o lugar e as companheiras de viagem meio que se negavam a dar uma informação precisa. Aliás, informações precisas não é o forte delas. Assim eu fui com algumas opções de vestuário, acabei usando uma saia jeans e uma bata indiana no reveillon, que não foi nada emocionante, a não ser por conseguir falar com minha mãe ao telefone e com a Cristina, que falou algo tão lindinho "você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida em 2004". Não é fofo começar o ano assim?

Então... quem for para o Capão, o que vestir: leve em consideração que tudo lá é chão batido, é muita poeira. O estilo é riponga. Não se engane, entretanto, o lugar é cheio de paty e mauricinho, elite de Salvador dando uma de natureba, de alternativo. Chinelo, tênis, papete. Algodão, cargo e hippie style. Montanhismo style também. Mochila, barraca, cantil. E tem muito mochileiro de verdade, muitos campings. Bem, como lugar para posers e abonados.



No 31 jantamos uma lasanha integral e bebemos vinho, no restaurante do Diego, um argentino que serve comida deliciosa. No dia 01 fomos almoçar num restaurante que o antigo nome é da Jaqueira. Foi o dia que melhor comi lá, e nem foi caro (R$ 7,50 o almoço - em tese). Eu me esbaldei em saladas e naturebices, estavam uma delícia. O ambiente é mais do que agradável, e fizemos uma caminhada de, sei lá... 1h para chegar lá. À noite fiquei "em casa", ainda bem, porque caiu moooooita chuva. Dormi bem novamente.



No dia 02, domingo, acordar tarde, aquela coisa, de sempre, fomos tomar café no Diego, comi iogurte natural com granola e banana e um beiju com queijo e café. Quase explodi e foi delicioso. Depois fomos para o Riachinho, de carona com uns amigos das meninas, e tomamos banho de rio. Elas tomaram banho de cachoeira, eu não, porque tinha que atravessar o bagulho lá nadando. E eu ainda não nado, né! Mas foi bem bom, apesar da água mega gelada.



Quando estávamos saindo do Riachinho, encontramos o Stefano chegando. Voltamos de carona com um amigo das meninas e fomos direto para a vila, jantamos numa pizzaria famosa que tem lá, de um suiço. Interessante como tem points com donos estrangeiros, não é? Aham, hippie, sei.



Segunda-feira foi dia de voltar para casa e de descobrir que a diária que haviam me dito ser de R$ 5,00 era, na verdade, de R$ 15,00. Não, lá não tem banco. Não, os lugares (exceto o supermercado, agora) não aceitam cartão. Logo, tens que levar todo o dinheiro que precisas. Eu não morri, não passei fome, consegui chegar em casa - como veremos a seguir - mas, desculpa, tenho ascendente em virgem e gosto de me planejar, de ser organizada, especialmente quando viajando. Mas tá sussu, eu estava no clima zen, lembra?

Pois é, seguindo a linha zen, peguei minha mochila e uma carona na traseira de um caminhão que passaria em Palmeiras. A viagem dura cerca de 1h, um pouco menos.



Cheguei em Palmeiras, larguei minha mochila na lancheria da rodoviária, pedi um suco e um cacetinho com queijo. Melhor cacetinho com queijo da minha vida. Fiquei lá, sentada. Acho que era 9h30. Ou por aí, e meu ônibus chegaria às 12h15. Aí veio um cara, sentou, ficamos de papo. Gente boa, do interior da Bahia, mas vivia em sp. Tinha corrido a São Silvestre. Pelo papo ele é sambista e compôs o samba de não sei que escola. Pelo papo eu deveria conhecê-lo mas, sinto muito, não conhecia. Acho que ele era famoso e eu nem sabia, pelo menos foi essa a impressão que ele deixou.

Depois as meninas passaram por lá. Ah, sim, elas foram e voltaram de carro, e passaram em Palmeiras para ver se eu havia chegado direitinho. Como eu ficaria ali esperando um tempão, peguei um vinho que havíamos deixado semi-aberto na noite anterior, para ficar bebendo. Elas partiram. Daí um menininho - para quem, na linguagem dele, a Juliana tinha ficado pagando pau - chegou, sentou e ficou por ali. Ficamos de papo. Depois a tia dele veio. E então ele me convidou para tomar banho de rio, eu fui. Deixei minha mochila ali na rodoviária - sabe, né, cidade do interior, é só largar ali e deu - e fomos.

Ficamos tomando vinho e tomando banho de rio. Depois voltamos. Eu tinha um ônibus para pegar, né?



Sentei novamente na lancheria, ele foi ajudar a prima a carregar um cesto de roupa. Vinícius, 22 aninhos, gaaaaaaaaaaaato até não poder mais. Rústico, trabalha com caçamba e eletricidade. Foi uma espera de ônibus divertida.



Então chegou um menino que se dizia de Roma. Eu o havia conhecido no Capão, daí sentou. Ficamos de papo. Depois o Vinícius voltou, com outra garrafa de vinho. Ruim, desta vez, mas foi legal. Um vinho doooooooce. E seguimos bebendo, e o ônibus filho da puta chegou. Não, é claro que ele não iria quebrar agora, né?



A volta foi então mais tediosa. Tinha umas meninas, uma do meu lado, outra atrás, que vieram de papo a viaaaaaaagem inteira, e cada papinho. E um menino também. Mas foi sussu. Demorada mas sussu.



Quando cheguei em Salvador passei no Iguatemi e comprei uma salada, para levar. Cheguei em casa, desfazer malas, banhinho merecido, saladex e ver emails, conversar com mommy no msn... essas coisas.



Na terça?



Bem, trabalhar pela manhã... fiquei no Instituto até à noite. Quarta trabalhei, quinta trabalhei, sexta trabalhei.



É... de volta ao mundo dos pobres mortais.



Agora é contagem regressiva para o Rio!!!



E tem lavagem do Bonfim no dia 13. E Festival de Verão, que poderei pegar o dia 19, mas acho que não vou.



Ah, legal, agora que vou publicar meu pc parece que está travando. Eu mereço!



Ah, sim, sim, tirei várias fotinhos com minha câmera. Ainda não revelei. Assim que o fizer tentarei conseguir um scanner e darei um jeito de colocá-las online.





Hmmmmm e terei uma novidade boooooooa semana que vem, quiça, amanhã!



Fala sério...

"oieeh!!! tp rezolvi ti adiciona nu meu orkut pq komu t vi na komunidade du funk kariok i axei ki c tnha mt kra d funkera!!!.....i komu eu amu funk axei ki a genti pudia fla mtmtmt d funk!!!! bjx =]



This message was sent by Marja Goulart to Katemari Rosa."



É cada um que me aparece no Orkut...

Desilusão

Se você sonha com um homem que te dê todo carinho que você precisa, que te ame incondicionalmente, estando você gorda ou magra, que esteja sempre com você, mesmo nos momentos de tristeza, que durma e acorde com você e nunca saia de casa para ficar com os amigos, é melhor arrumar um gato (e castrado!).





By Su, in a quick msn message.

segunda-feira, janeiro 03, 2005

Meu trabalhinho

PRODUÇÃO TEXTUAL NO ENSINO DE FÍSICA: O ESTÍMULO À ESCRITA ATRAVÉS DA HISTÓRIA COM O USO DE MATERIAL PARADIDÁTICO



Perdão pelo excesso de caps, apenas copiei e colei.



Enfim, o trabalho que será apresentado no Rio de Janeiro. Sim, além de carnaval vou para o Rio à trabalho.



Eu voltei...





Mas tô podre.



Dani (do RS), senti taaaaaaaaaaanto a tua falta. Não adianta, melhor cia para viajar não há!

quarta-feira, dezembro 29, 2004

Tchau, tchau, tchau...











... eu vou viajar, tchau, tchau, tchau, logo, logo, eu vou voltar!



Buenas, amanhã, na madrugada (7h da manhã) estarei entrando no ônibus rumo ao Vale do Capão, na Chapada Diamantina. Isso significa que terei que acordar bem cedinho, para sair de casa ali pelas 6h. Portanto não sei se terei tempo e disposição para escrever mais tarde o último texto do ano. Sim, sim, chegamos ao final de 2004. Sim, sim, passarei o Reveillon na Chapada.



Não escreverei num clima de Restrospectiva, porque isso me lembra especial da Globo. Nem ficarei pensando na morte da bezerra, nem desejando isto ou aquilo para 2005.



Tá bom, tá bom, mas só um poquinho, tá?



Então... aconteceu um monte de coisas legais, conheci um monte de gente legal, aconteceu muita merda, conheci um monte de gente medíocre; chorei muito, ri muito. Trabalhei muito, vadiei muito. Sim, tudo é muito, não enche, retrospectiva é assim! Fazer top 5? Ah, não dá. A gente sempre lembra das últimas coisas. Então não rola top 5.



Ah, sim os desejos para o ano que se aproxima, né? Hmmmm.... saúde, paz, amor, dinheiro. Se bem que não se pode pedir dinheiro, né? O lance é dizer que só saúde, porque é o mais importante e o resto vem e não sei o que... e todas aquelas filosofias de romper anos (sim, sim, entenda o trocadinho nada sutil, por favor). Ah, faço um desejo sincero, que meus vizinhos parem de ouvir música de modo que eu possa escutar o que eles ouvem, que esta criança da vizinha pare de chorar o tempo todo, amém.



Hoje vou nos correios, finalmente, despachar uns negócios lá. E tem a natação e depois encher a cara de tequila. Tenho que arrumar a mochila.



Ontem, no encontro gordo na confeitaria, quase ninguém compareceu. Uma pena. As tortas (sic) eram horrorosas. Afe, que tanto este povo gosta de bolo seco e chama de torta. O conceito de torta deles é totalmente equivocado. Bolo é bolo. Torta é torta. Eles têm ótimos bolos, ok. Mas não são tortas. E numa casa de chá eu quero torta com chá. Ou com café expresso. Sem açucar, por favor. Ah, mas não, nem café serviam naquela casa ontem. Uma lástima. Lástima maior é ingerir uma bomba calórica num negócio ruim. Gosto de manteiga. Argh, credo. Agora lancei a campanha Visite o Café do Bahiano ou do Museu. Lá sim saboreia-se tortas... e um café... bah, delícia. O resto é bolinho e sou mais o que eu faço em casa - exceção àquele bolo pudim que comi no são joão lá nas barraquinhas na Praça da Sé, aquilo sim que é bolo!



Bem, hoje é 29, dia de nhoque, né? Como meu saldo bancário nunca esteve tão baixo nesse ano, vou lá encher o... o... o estômago de nhoque e colocar moedas, cédulas, talão de cheques, cartões de crédito, ..., embaixo do prato, para ver se funciona e no(s) próximo(s) mês(es) role fartura - estava escrevendo e pensando se colocava no plural ou singular, tem que ser singular, né, senão não se teria que repetir mês após mês o lance do nhoque; assim, coloca dia 29 pra garantir até o próximo 29, daí tem que fazer denovo.



Ah, e espero que em 2005 as pessôa que vêm aqui no meu blog cliquem mais ali no link "fale alguma coisa" e, de fato, escrevam algo, deixem algum recadinho. É um saco ver uma centena de visitas num dia e nem um "oi, cachorra". É triste. :'(



E que também sempre que se use emoticons, não importa onde, elas se transformem nas gifs animadinhas do MSN. O mundo seria (será) muito melhor.



Ah, e também que a Tripod, meu adorável servidor, me dê mais espaço, porque o blog já ocupa quase tudo o que eu lá tenho e volta e meia tenho que apagar arquivos da minha página. Qualquer dia não mais terei página pessoal, só o blog - que é apenas um link do meu website.



Agradecimentos? Certo.

Agradeço a todos que de alguma forma contribuiram para que esse ano fosse possível, obrigada. Um beijo pra minha mãe, pro meu pai e pra você!

terça-feira, dezembro 28, 2004

Eu, eu, eu.







Ah...Librianos. Sem eles o mundo seria deselegante e grosseiro. O que mais identifica os librianos e sua maneira elegante e requintada de se portar nas relações com as pessoas. Eles têm uma maneira tão descontraída de ser que sempre parecem estar de bem com a vida. Seu estilo de vida se resume em uma só palavra : Estilo. São atraentes por natureza e têm um modo de se vestir com sofisticação e uma certa sensualidade, o que os deixa muito charmosos. Sempre se preocupam em demonstrar o bom gosto na hora de apresentarem-se em público, e sempre se saem bem, tanto homens como mulheres. Sempre se mostrando calmos e tranqüilos, ninguém imagina que eles podem esconder sua angústia em tomar decisões, talvez a coisa mais difícil para eles. Sempre buscando o equilíbrio em tudo, escolher entre uma coisa e outra os deixa em pânico, ainda mais quando há pessoas envolvidas. Eles não suportam magoar as pessoas e não será difícil eles concordarem com todo mundo e se mostrarem sem opinião.





















Libra está associado anatomicamente aos rins, ovários aparelho circulatório, região lombar e vesícula. É comum os librianos terem dores na região lombar e em alguns casos desenvolverem problemas nos rins, tais como infecções e cálculos renais.



Por isso sempre são simpáticos, claro. Sempre preocupados com os outros, eles esperam agradar você, mas esperam também ser elogiados e reconhecidos por isso. Para conquistar um libriano é melhor você dizer logo que, antes mesmo de eles agirem, apreciará qualquer coisa que venha deles. Librianos são amantes da paz e não suportam discussões e brigas, fazendo o máximo para que as pessoas ao seu redor cheguem a um acordo. São os primeiros a apartar as brigas, mesmo que eles tenham que brigar por isso. Dificilmente você verá um libriano nervoso, mas se você conseguir será por conta de alguma injustiça. Sempre um bom papo, os librianos são ótimos anfitriões e sabem deixar as pessoas muito à vontade, mesmo que a festa não seja deles. Puxam conversa facilmente, e falam com todo mundo, desde o companheiro no ponto de ônibus até um desconhecido que está sozinho numa festa, mas faz todos se sentirem bem. Eles detestam ficar sozinhos e talvez seja por isso que puxam conversa facilmente, o que os torna muito agradáveis. Perfeitos esses seres, né ? Pois é. Assim, com um bom papo, conversa aqui e ali, eles sabem um pouco de todo mundo, e se forem atacados, sabem ser intrigantes como ninguém, sendo capazes de levar as pessoas a ficarem umas contra as outras. Claro, se você não lhes der atenção. Aí eles ficam um tanto rabugentos e resmungões. Um típico ?barraco hight society?. Eles podem ser bastante fúteis e o mundo das frivolidades pode atraí-lo. Festas, coquetéis, encontros... um mundo chique, digno que qualquer coluna social. Simplesmente um luxo.

Previsões 2005

Gaiastral: "Ah...Librianos. Sem eles o mundo seria deselegante e grosseiro. O que mais identifica os librianos e sua maneira elegante e requintada de se portar nas relações com as pessoas . Um luxo !"



2005? Amigos são para sempre

Neste ano muitas coisas importantes estarão acontecendo em termos pessoais e profissionais. Para poder atravessar melhor este ano é importante voltar a atenção para os amigos. Eles sempre estão prontos a conversar, rir, aconselhar e ouvir.





O Melhor do Ano

Chegou a sua vez. 2005 será um ano de reconhecimento de seu potencial e desenvolvimento pessoal. Claro que vai ser exigido certo esforço de sua parte, mas com certeza será um ano de crescimento. Aproveite todas as oportunidades que forem oferecidas e este será um ano cheio de prosperidade.





A Desenvolver

Cuide mais de sua saúde neste ano. Com tantos afazeres diários você acabou esquecendo de cuidar de seu físico, que já começa a dar mostras de desgaste.Mude seus hábitos e comece a dar mais atenção ao seu condicionamento físico.





A Aprender

Muitas oportunidades estão marcadas para este ano. Entretanto o resultado de seu esforço e dedicação virá em médio e longo prazo. Tudo tem seu tempo, e quanto mais você respeitar o ritmo que se configurar em seus trabalhos e projetos, mais garantia de estabilidade você terá no futuro.





A Realizar

Procure realizar alguns de seus desejos. Permita que pequenos gostos sejam satisfeitos para que haja mais colorido em sua vida. Se puder realize alguma coisa que utilize sua criatividade e lhe dê prazer. Dê vazão à sua sensibilidade e viva a vida com mais alegria.





Atenção

2005 será um bom ano, mas muitos obstáculos deverão ser transpostos. Quando surgirem os problemas procure resolvê-los o mais rapidamente possível. Deixar de resolvê-los somente irá atrapalhar o andamento de seus projetos. Descarte logo o que tem que ser descartado.





Elemento: Ar

Modo: Cardinal

Planeta regente: Vênus

Cor: Rosa e Azul-claro

Metal: Cobre

Pedra: Safira



Sim, eu acredito em duendes, e daí?

Ai meus sais











Estou em 'férias', até 03 de janeiro, né? E sabe o que tenho feito? Dormir. Durmo. Durmo muito. Durmo horas e horas e horas. Muitas horas. Não, é sério: muitas horas mesmo. Doze horas seguidas. Eu durmo. Tá, eu acordo ali pelas 6h ou 7h da manhã, escovo os dentes, tomo água, faço xixi, e deito novamente. E durmo, durmo, durmo.



Ontem fui para a natação, finalmente fiz uma aula inteirinha sem ficar acabadaça, sem ser matada. Eu andava tão esgotada ultimamente que não conseguia fazer todos os exercícios da aula. Ontem eu fiz, e me diverti. Tenho dois colegas na natação, um de 15 anos e o outro deve ter uns 7, os dois são irmãos. E eu brinco muito com eles, a gente fica de frescura na piscina. Pareço criança. Eu implico tanto com o gurizinho de 7. Uma figurinha ele.



Hoje tem confraternização do pessoal da natação/hidro. Olha só, resolveram ir numa casa de chá. Afe, gordo tem pensamento fixo em doces, né? Impressionante. Eu havia sugerido um drink (olha A alcoolatra) e jazz no Albert´s, que é ali pertinho, é um ambiente super agradável, tem um suco de maçã delicioso, mas não, os gordos preferiram a doceria. Então tá, né? Como eu sou gorda e gosto de doces, mesmo. Só que não curto como programa social obrigatório, e sim comer quando estou com vontade, maaaas, pode ter certeza que ficarei com vontade na hora. Aliás, é daqui a uma hora. Vou me arrumar.



Amanhã, pós-natação, vou para uma confraternizaçãozinha de fim de ano com minha ex-professora de francês e ex-colega do curso de degustação de vinhos. Vamos encher a cara de drinks com tequila, no Las Margaritas.



Eu falei que já estou boiando? Eu fiquei tão feliz de estar boiando. E ontem eu até estava nadando. É, sem pranchinha e sem nada. Nadando toda errada, confesso, mas nadando.



Estou usando direeeeeeeeto a panela que ganhei da minha mãe. Super prática. Qualquer coisa eu faço lá. Falei da panela que ganhei? E das váaaarias coisas que ela me mandou? Numa daquelas caixinhas gigantes que chegam por aqui de vez em quando? Pois sim, ganhei.



Estou louca para tirar fotinhos na Chapada. Essa viagem para o Capão será boa, não importa o que aconteça. Pra começar, vou bem acompanhada. Não tem lugar com a Ester e a Marisa que não seja divertido. Pra segundar, vou com minha máquina. Pra terceirar vou descansadinha, pronta pra entrar no espírito paz, amor e natureza. Pra quarteirar, adoro lugares com pouca ou nenhuma presença de civilização. Para quinteirar, mêu, eu vou viajaaaaaaaaar!!!! Todos sabem o quanto eu amo viajar. Não é à toa que este blog é o diário de uma pós-adolescente com sangue cigano.



Pérolas fotologisticas...

Fotologger Voyeur

sábado, dezembro 25, 2004

A fé manipulada dos cristãos*











Finalmente meu quarto tem prateleirinhas. Várias delas. O menino colocou na quinta-feira. Depois eu limpei todo o quarto, faxinão e tal, coloquei livros e pastas nas prateleiras, limpei-os um a um... é tão bom quarto limpinho, roupa de cama limpinha. A Maria José, senhora que leva minhas roupas sujismundas e traz cheirosinhas e passadinhas, passou aqui e levou uma puta sacola de roupas. Espero ter várias roupas limpinhas na semana que vem.



Agora com esse verão dos infernos e tendo voltado a trabalhar tenho sujado ainda mais roupa. Ficar em casa é muito mais econômico, eu fazia toda minha comidinha, eu não sujava muita roupa. Sei lá, acho que o negócio seria receber e não ter que trabalhar, a vida seria muito mais legal.



Depois do meu quarto impecável, fui no mercadinho e comprei carne, um vinho e mais umas coisinhas. Chegou a Vida Simples deste mês e, inspiradora como sempre, me motivou a voltar a cozinhar. Eu estava super cansada, acabadaça, mas fiz uma massa, ratatouille de pobre (ou seja, sem pimentões), um bifão, assim, pequeno e alto, sabe? Manteiga, alho e cebola. Delícia. E um vinho tinto gostosinho que eu tinha aqui. Banhinho, óleo, incenso, musiquinha e minha janta. Ô, maravilha. É recompensador. Então lembrei-me porque eu gosto de cozinhar e de 'morar sozinha'. Sim, a flatmate não tinha chegado ainda. Aliás, eu estava jurando que ela iria viajar na sexta pela manhã.



Quando acordei, depois de dormir por 12 horas, ela não estava em casa. Achei que já tivesse viajado. Daí pensei, espetáculo, sozinha no findi inteiro... coloquei toalhinhas limpinhas no banheiro, tapete, casa cheirosinha. Tá. Belê. O Dani veio aqui para instalar o Linux... daí quando ele tocou a campainha fui atender, né? E quem chega junto com ele - e diz que eu não estava em casa! - a flatmate. Ainda bem que abri a porta antes do menino ir embora. Sei que ele ficou aqui à tarde e não terminou de fazer os troços todos. Só terminou minha garrafa de vinho. Disse que vem na segunda-feira denovo e que daí quer bolo de cenoura com calda de chocolate. Argh, como é que não enjoa, credo!



Bem, isso significa que ainda estou no Windows.



À noite encontrei-me com a Cris e fomos na Perini, compramos coisinhas pra beliscar (amendoins, castanhas, nozes, torradinhas, queijos, salame, chá gelado, chocolate, etc). Sim, só besteirinhas. Fomos para a casa delas, comemos, vimos dvds de shows, depois assistimos A Era do Gelo. Depois chamei um táxi e vim pra minha casinha. Ainda entrei na internet - ô, vício - e conversei um montão com o Fran, que é muito divertido.



Hoje acordei com o telefone tocando, era a Greice. A novidade é que comprou um apartamento. Fiquei super feliz por ela. Putz, é muito legal ver minha amiguinha com a vida se arrumando, feliz, trabalhando e agora proprietária de um ap, e na Carlos Gomes, olha que fresca! Além de tudo casada com um carioca... sim, aqueles seres que falam fóxforo. Ui!



(Ninguém merece ficar ouvindo musiquinha natalina em ritmo de sambinha/pagodinho/mpb, né? Perai que vou trocar de rádio, ou colocar um cd. Desisti da rádio, na vitrola: Santorini Blues, Herbert Vianna - aliás, esse cd traz lembranças, tem história...)



Hoje é aquele diazinho mais ou menos. Fala sério, ninguém faz altas comemorações no natal. É uma baita propaganda, uma forçassão de barra para que o natal seja um festão e tal, mas não rola. Daí fica um tal de Feliz Natal pra cá e pra lá. Troca de presentes, uma comilança básica no dia 24, restos dia 25 - que é um dia morto. Uma obrigação de se pensar em família e não sei o quê. E se a gente não está no climinha é porque está negando o sei-lá-eu-o-quê, é porque está deprimido, é porque está negando o raio-que-o-parta. Ai, que saco, viu? Parece o mesmo papo de "sábado à noite". Sabe aquela coisa de "o queeeê??? Em casa numa noite de sábado?" como se as pessoas tivessem que sair aos sábados, aliás, como se as pessoas tivessem que viver na rua, viver em festas, viver em bares.



Não se pode ser antissocialzinha, não? Não se pode gostar de ficar em casa? Pô, eu amo ficar em casa e não acho isso deprimente. E também amo sair. Mas prefiro estar em casa. Eu me divirto cozinho só para mim, ouvindo musiquinha, tomando banhinho com meus óleos diversos. Não, esse não é um discurso para me convencer que eu amo muito tudo isso. Ou é? Será? Bem, eu não acredito que seja, e... sabe, às vezes um charuto é apenas um charuto. Vale o que está escrito.



Esse cd é muito bom. Valeu a pena.



Hoje falei com o Dani (de poa) e com o Pedro Paulo. Rápido, com ambos. Tomara que a Greice vá para o Rio também. Putz a Taciane disse que vai pro Rio no carnaval. Eu nem acreditei. Imagina só: Richard e Taci, Luciano e Philippe. Bah. Não vai prestar, não vai prestar...



Buenas, buenas... vou ler um pouco, depois vou ao cinema. Eu acho.











* trecho de música do cd-tema deste texto.



segunda-feira, dezembro 20, 2004

Olha lá atrás





Agora que eu vi que quando a gente salva em rascunho o texto sai na data em que foi feito o primeiro rascunho, então volta lá em domingo para ver o que eu escrevi hoje.



Ou clica aqui.



Cigana do Orkut









Sim, sim, eu confio!



Today's fortune:

Everything will now come your way.




E interessante que essa foi a sensação que tive durante o dia inteiro.



Aliás, vou pegar um texto que está salvo no rascunho e colocar aqui. Contar porque estou muito feliz hoje.



domingo, dezembro 19, 2004

Fragmentos











1978... não sou assim tão experiente mas já posso usar o argumento do tempo de vida a meu favor. Já posso sentar-me sozinha num desses bancos altos, assento em couro, com essas mesinhas altas, de alguma pedra, ou num balcão de bar, pedir uma bebida e ficar imersa em meus pensamentos. Observo que só há homens sós ou acompanhados de outros homens. Por que será que as mulheres não conseguem sentar-se sozinhas e beber? Duvido que não apreciem a idéia. Suspeito que pensem mais no que os outros irão pensar sobre o que elas estariam fazendo, ali, sozinhas.



Preciso fazer isso mais vezes. Eu mesma estou aqui sozinha sentada, vendo o movimento e escrevendo. Entende? Estou ocupada. Não, não estou esperando por ninguém. Entretanto não estou como este homem a minha frente, sozinho, bebendo cerveja, apenas olhando e pensando.



Acho que consegui, no fim das contas, parei de escrever. Terminei minha bebida. E só fiquei ali. E é por essas e outras que amo muito tudo isso. Eu nao me acho, eu me sei. Eu me sou!









Acho que o namorado da flatmate se mudou pra cá. Desde quinta-feira ele dorme aqui. E agora está até usando meu sabonete.







Hoje fui ao cinema, assisti Nina. Filme muito interessante, acho que conseguiu refletir um pouco da tormenta vivida pela personagem de Dostoievski que inspirou a película. Foi uma sessão surpreendentemente boa, no Iguatemi. A sala estava vazia, e ninguém comeu pipoca! A companhia estava boa também, apesar de eu estar puta no início, mas passou. Tudo passa.









Será que teremos hoje mais uma sessão de cama rangendo e gemidos? Pode me chamar de invejosa. Apesar de eu não querer estar na pele da flatmate.









Será que tem gente que não entende o que é "eu não quero sair contigo"? Não, não adianta eu ser lacônica, não adianta eu falar pelos cotovelos, não adianta eu esclarecer mil vezes. Parece que não adianta. Acho que o prazer de certas pessoas e me lembrar, sempre que possível, qual é a Nova Ordem.

***** diz:

se não aparecer nada, já falei com Manu pra a gente reunir os desocupados de plantão.

***** diz:

Se vc não tiver nada certo até a semana que vem, podemos reunir os desocupados de plantão... o que acha?



Será, será??? Eu estou é parecendo propaganda da Skol (é skol?)!!!











Falemos sobre o tal nouveau rich ... Aliás, trés nouveau, como diria um amigo meu ...

Tem coisa melhor do que homem muito rico que acha o máximo vc ser fina, fresca, educada e gostosa mesmo 10kgs acima do peso? Vocês sabem que quem gosta de magrela é homem fino, pobre gosta mesmo é de uma bela popozuda rechonchuda (façam o teste ... coloquem eu e Gisele na frente de uma obra - vamos ver quem ganha os assovios da peãozada)... e, como todo pobre é fiel às origens, continua achando gorducha gostosa mesmo depois que ele fica rico!

De mais a mais, como diria vovó, mais vale um burro que me carregue do que um cavalo que me derrube! (Dá pra ver que eu tive berço, né?)

Enfim, só para terminar, pobre gosta de suar, pobre acha que sexo é diversão, pobre nem sabe o que é celulite ou estria, pobre diz "Vem cá sua gostosa que eu tô morrendo de tesão n'ocê!", pobre nem se incomoda se vc solta um punzinho de vez em quando, pobre gosta de ouro e brilhante, pobre deixa a patroa administrar o salário, pobre gosta de ver a mulher com as coxas grossas de fora e os peitão à mostra, pobre investe na roupa da mulher só para se exibir para os vizinhos, pobre adora dançar às 6as e sábados, pobre adora carnaval e é louco para desfilar na Mangueira, pobre não reclama quando sua mãe se hospeda na casa dele, pobre está acostumado a ver a mulher de bobe, pobre não sai para jogar golfe no final de semana e te deixa sozinha em casa, pobre não viaja à negócios com a secretária a tiracolo e o melhor: Pobre, mulher nenhuma quer, mesmo quando fica rico (vide vcs ai em cima!) ... Então me digam: Tem coisa melhor do que dar para um pobre que tem dinheiro?



Retirado de: Post no Orkut.











Meu computador está semi-funcionando. Aliás, vou enviar este texto, antes que dê problema por aqui. A partir de quarta - se o Dani vier aqui - começarei a usar o linux. Sim, sim, vou aderir.







Durante vários anos minhas agendas não foram escolhidas, era "função" da Panzinha me dar uma agenda. O ano passado o Diego me deu uma. E este ano, finalmente, tive que comprar uma agenda. Sei lá, não é tão legal. Já tinha me acostumado a ganhar, a não ter escolha. Gosto quando alguém decide coisas por mim. Enfim, tenho uma nova agenda e tenho que começar a usá-la e anotar as resoluções e objetivos para 2005. Lembra qual é a primeira resolução? Não preocupar-se em ser magra e gostosa, apenas continuar gostosa.









Sim, sim... mais uma sessão de gemidos e cama rangendo começando. E hoje com requintes de tapas, porque está dando para escutar daqui.







O Dani foi muito fofo, tadinho do guri. Gastou horas no meu pobre pc. Até fiz bolinho de cenoura com calda de chocolate pra ele - que comeu metade! E falando em Dani, o outro, o bedmate, é um super fofo, ele mandou um email esta semana, falando sobre o testimonial que deixei pra ele. Dani, tu sabes que eu te adoro, né? Quem mais aturaria minha sessão de cremes e me ouvir falando do Thomas por horas, quem, quem, queeeemm????



Ainda na linha fofos, falei com o Luciano hoje, que já chegou em Nova Iorque. Daí eu vi o ap do irmão dele e tal... ele tá todo gatinho de barbinha feita. Dá para acreditar que o guri tirou 130 fotos só hoje??? É um menino, mesmo! E hoje foi a primeira vez que ele pegou na neve. Ai que todo fofo. Eu queria estar lá também. :'(












Ué, a porta do quarto abriu, será que acabou a sessão? Já?



Maldade Off [On] Ele tomou banho quando chegaram, há pouco, ela, como sempre, não. Ela não toma banho antes de dormir, mesmo estando mega suada. Maldade [Off] On













Aliás, nenhuma São Paulo Fashion Week Session nesta semana que passou. Pena. Grande pena.







sábado, dezembro 18, 2004

Paixões da minha vida











Ontem, fui passar a roupa pro casório e liguei o ferro... *puf* queimou o fusível lá do meu negocinho... daí fui comprar um hoje, fui lá no Pelourinho, no caminho... entrei no sebo Brandão. Andei, andei. E achei algo que estava procurando há um tempão: um dicionário de francês-francês. Liiiiiindo, ilustrado. Adorei. R$ 110,00. Sairia por R$ 85,00.



Bem, saí de lá, comprei o fusível, mas não parava de pensar no meu dicionário. Ai, é foda ser pobre. Vim, pra casa, o Dani veio pra cá... acho que já contei essa parte (é que parte deste texto estava salvo como rascunho, porque comecei a escrevê-lo no cyber sábado à tarde e acabou meu tempo).



À noite, eu SONHEI com o dicionário, acredita? É sério, pô!



E domingo eu fiquei toda preocupada pensando se alguém iria comprar o meu dicionário.



Hoje, segunda-feira, acordei, tomei café, banhinho e fui direto para o Brandão, no caminho entrei numa loja que consertava máquinas fotográficas. Ihhh isso me lembra outra história. Lá vou eu para uma sessão minha mãe e começar a falar de outra coisa e emendar histórias e encompridar assunto...



Mas bem... ontem à noite eu conversei com o Lu e ele falou duma cam digital que ele comprou e papo vai papo vem começamos a negociar para ele trazer uma para mim. Fui falar com o Fran, meu super consultor para assuntos fotográficos digitais e ele me aconselhou a comprar uma canon... até aí tudo bem. Só que ele disse que compra uma Canon A80 em Porto por 750 reais e o Lu me faria por 999, daí não seria negócio, né?



Enfim, estava com essa coisa de euqueroumamáquinafotográficaparavoltarabricardefotógrafa na cabeça.



Aí, indo para o Brandão entrei nessa assistença de maquininhas e perguntei se vendiam máquinas usadas. Ela disse que não mas que sabia que o fulano-de-tal que trabalha na loja lá da esquina estava vendendo uma. Ok, cartãozinho do fulano no bolso e fui pro Brandão.



Entrei, olhei trocentos livros, me apaixonei por vários, escolhi alguns, peguei meu dicionário, depois outro dicionário, uns textos de teatro, aquela coisa toda... e fui para o balcão de negociações. Chora de cá, chora de lá, avalia os livros, desiste de alguns, aquela coisa toda. Acabei trazendo um de sociologia da ciência, um de história da ciência, um de educação popular, contos, texto de teatro, e, e, e.... um dicionário lindo fofo adorável de francês. E não o primeiro pelo qual eu havia me apaixonado, mas outro maior, melhor e sem cortes, uh! Sem ilustrações, porém. Total da brincadeira: R$ 150,00. Em três vezes. Sou pobre mas sou feliz, tá?



Beeeeeeeem, saí de lá me achando a pessoa mais sortuda da face da Terra. Feliz como gaúcho de bombacha! Daí passei na loja da esquina e falei com o fulano-de-tal. Ele não estava com a máquina ali, perguntei onde eu encontraria, em Salvador, um lugar que tivesse máquinas usadas. Ah, na ladeira da praça, ele me disse. Sim, beim, onde, raios, fica a ladeira da praça?



Fui na tal da loja e daí começou a tortura. Fiquei horas e horas e horas lá dentro. Saí achando que fiz um ótimo negócio. Mas como meu cartão de pobre já não tinha mais saldo, vim em casa, peguei outro cartão, almocei e voltei laaaaaaaah no Pelô pra comprar minha super hiper ultra máquina fotográfica, mais a minha mega tetra tri lente. Já estou me achando uma fotógrafa profissional. Não renovarei a assinatura da Vida Simples (minha revista favorita) e passarei a investir em literatura sobre fotografia. Agora que já sou uma sommelier (juuuuuura), voltarei a me dedicar à fotografia. Meu trauma por ter minha Ricoh roubada já passou. Mas não, não estou pronta para que roubem essa nova máquina!!!



Tenho que me organizar para umas saídas fotográficas agora. Ainda mais que ganhei do tio mega simpático lá da loja a minha primeira revelação di grátis. Aliás, o atendimento lá foi sensacional, assim como no Brandão. Voltarei em ambos. Juro! A menina lá da loja da máquina... nossa, muito querida, super gente boa, super profissional. Perfeito. Sim, eu sei que sou chata, mas eles foram exemplares.



Vai dizer que não é para ganhar o dia.



Eu hoje tô que tô.



Depois vim pra casa (denovo), daí vi o sabonete que a flatmate deixou na porta do meu quarto, porque o namorado dela havia pegado o meu. Eu cheguei a comentar isso, né? E então parti para a natação. Minha professora querida amada não avisou que resolveu trocar o horário. Linda ela, né? Bem, fiz hora e depois fui para a casa da Ester, onde havíamos combinado um lanchinho com torta, com a Sarah. Torta delícia, vinho, queijo, pães... essa coisa toda. E papo, papo, papo. A Ester é fantástica.



Ah, sim, não trabalhei à tarde porque uma aluna 'não estava em condições de ir para o estágio', o pai dela havia me ligado na sexta, dizendo que ela havia sofrido uma queda. Isso me lembra a história do jacaré, tipo... merdas acontecem e eu acredito que a menina de fato esteja lesionada, só que de tanto ela enrolar ela acaba tendo a credibilidade abalada. Foda.



Buenas, quase meia-noite, vou-me ao berço. E achando que minha vida é maravilhosa. Hoje, quando estava caminhando para a casa da Ester, no corredor da Vitória, estava pensando... estou num momento muito bom da minha vida. Mesmo com falta de grana aqui e acolá, me endividando pra 2005, morando num lugar que não gosto (aliáaaaaas, vi um ap pra alugar lá no prédio da Ester, vou ligar amanhã, deve ser uma fortuna), mesmo estando sozinha, mesmo com tudo isso minha vida está um espetáculo.



Ah, talvez eu vá para a Chapada Diamantina no ano-novo, vou ligar para a rodoviária amanhã e ver se tem passagem.



Noticias do front offline







Ontem o dia foi tri bom, sem precisar sair cedo de casa pude ficar lendo a manhã inteira. Depois almocei em casa e fui no Iguatemi, depois passei no Empório Gourmet, na Graça e fiz as compras de natal. Gastei uma pequena fortuna em presentes para pessoas fofas. Fui pra casa rapidinho, banhex e tal. Liguei para a minha amiga linda fofa um amor e pedi pra ela me fazer companhia no casamento da minha orientadora. E ela aceitou após um apelo básico e uma chantagem emocional. Fomos para a cerimônia na igreja e depois para a recepção.



Ela já tinha compromisso e eu estava morrendo de fome, então saimos todas para jantar: eu, Cris e Mônica. Pizza Hut. Essa guria só gosta de junkie food. Foi tri bom, divertido, companhias agradáveis.



O Fábio está bem, e passou na seleção do mestrado. Agora ele é um misto de meu aluno e colega. Parabéns pra ele. Aliás, agora fiquei sabendo que o guri lê meu blog. Mais um filtro para ser adicionado... alunos não deveriam ler blog de professores, né? Se bem que professores não deveriam escrever blog. Enfim, é o ônus de estar na mesma faixa etária dos pupilos.



Voltei pra minha casinha banhinho, cama e filme nonsense da Globo. Lá pelas tantas, começou a trilha sonora do quarto ao lado. Aquela coisa de cama rangendo, gemidos. Sim, sim, a flatmate e o menino que ela conheceu no sábado, começou a 'namorar' na terça e que já dormiu lá em casa duas vezes. Sim, sim, a mesma flatmate que pregava que as brasileiras eram muito diferentes, que lá não era assim, e todo aquele bla bla bla. Nada como um... bem... digamos... "nativo autêntico" não faça para mudar a idéia de uma eurpéia, né?



Abafa...

quarta-feira, dezembro 15, 2004

Aviso aos navegantes: estou offline





Meu computador não está funcionando, aliás, estou aqui na Ufba escrevendo este post. Quando uma alma caridosa resolver me ajudar com o micro, eu voltarei ao mundo.



Enquanto isso, trabalhando muito, dormindo pouco e lendo.



Ontem foi aniversário da Ana, e vivi uma aventura, depois conto com mais detalhes. Na segunda recebi a 'visita' do Washington, assim, tipo... Hey, hey, você se lembra da minha voz? O menino tinha aula à tarde, daí almoçou e passou lá, ficou fazendo hora e batendo papo lá em casa.



Bem, está dado o recado, vou parar de abusar do micro aqui da ufba.



Quer falar comigo? Só por telefone!





Ahhhhhhh, registre-se: recebi um cartão de natal muitíssimo fofo, e eu gostaria mesmo que tivesse menos gente uoh na minha vida em 2005, Du. Obrigada, só porque eu sei que é sincero. :-*

domingo, dezembro 12, 2004

E no domingo???











Fala sério...



Fiquei em casa, conversei com minha mommy, vi Riquinho Rico na tv, fiz sobrecoxa de frango assada, arroz, salada e bolo de cenoura com calda de chocolate, para o lanche da tarde.



Li um pouco, entrei no Orkut, bati papo no msn. E fiz porra nenhuma. Vidão, hein?



Até a última gota



Meu momento fófis







Estou dormindo, profundamente, tentando recuperar meu corpitcho da noite anterior quando o telefone toca, é dona Cristina, avisando-me que virá aqui em casa. Aham, tá. E volto a dormir. Passa uma eternidade e a campanhia toca. Landlady aqui, flatmate abre a porta. Levanto e vou atender minha visita mala-sem-alça-que-aparece-na-casa-dos-outros-ao-meio-dia-da-madrugada.



Aí ficamos conversando e tal e depois fomos almoçar no shopping Barra. Sim, vou fazer uma carteirinha de Cliente Frequente Shopping Barra. Comi comida chinesa, já que fazia muito tempo que eu não sabio o que isso era. Putz e é bom, né? Eu já tinha me esquecido. Claro que não supera uma saladinha com um peixe, nem o churrasquinho do marido da Di com uma salada, mas é tri bom.



Depois ela voltou pro trabalho e eu vim pra casa. Tomei um banhinho fiz umas coisinhas por aqui, li um pouco e depois uma sessão São Paulo Fashion Week. E desmaiei. Acordei com o telefone tocando...



É foda, eu nunca tenho nada para fazer nos sábados à noite (sessão melodrama), mas quando tenho, são trocentas coisas. Sim, eu assisto Zorra Total, tá?



Só que ontem tinha uma festa com o DJ Patife, em Stella Mares, o aniversário de uma colega do mestrado e uma reunião na casa de uma amiga. Só que eu não sabia que era o aniversário dessa amiga. A cretiiiiiiiiiiiina não me falou. Eu sei que levantei, tomei banho, comi chocolate (o que me acorda) e fui para o niver dela, que é um amor de pessoa, que eu adoro, que é super divertida, e de quem eu não deixaria de estar presente (embora sem presente) no aniversário dela, ora bolas!!!



Fui e me diverti muito, ri muito, foi uma noite super agradável, e comi muito e bem, além de ter bebido vinhos excelentes. O que me faz lembrar que preciso reabastecer minha "adega". Eu, praticamente uma sommelier (juuuuuuuuuuura). Ai, eu quero um Xerez!!!! Ó, tô aceitando de presente de natal livrinhos (tenho lista lá na Livraria Cultura e na Amazon e vinhos - brancos, tintos, espumantes, fortificados -, tá bom?).



Depois ganhei caroninha pra casa.



Cheguei morta de cansaço, mas antes de sair da casa da minha amiga, tomei um cafezinho, o que não me tiraria o sono, se não fosse combinado a negrinhos (=brigadeiro, para não-gaúchos). Chocolate me tira o sono, é fogo.



Enfim, cheguei em casa, tomei um banho, deitei, virei pra cá, pra lá. Liguei para minha mãe, não estava em casa. Revirei, revirei. Liguei pro Pedro Paulo, estava dormindo, tadinho. É foda este negócio de horário de verão no resto do mundo, eu me sinto isolaaaaaaaada. Era 1am eu acho, mas lá no país do PP já eram 2 da manhã. Conversamos, conversamos, ele contou as novas, eu contei as velhas e depois fui dormir. Não sem antes dar mais uma reviradinha na cama, porque o sono ainda não tinha sobre mim se abatido.



Mas o sábado pegou todas minhas energiazinhas, até a última gota.



Como ser alternativa em Salvador











Bem, eu nunca acredito muito quando vejo anúncio de rave em Salvador... mas dessa vez resolvi dar um crédito e me empolguei toda com a festa Pulsar, organizada pela Soononmoon. Foi na sexta-feira, lá na puta que o pariu. Longe pra caralho. (Sim, deixe-me usar meu requintado vocabulário, e não enche o saco!)



Combinamos de nos (Dani, Cristiano, Julio, Soraia, Silvana) encontrarmos no aeroporto (ó como é longe). Na sexta trabalhei até 20h30, saí da universidade, vim pra casa, tomei banhinho, comi alguma coisa (massa) e peguei o busunzinho rumo ao aeroporto. No caminho, pela orla, fui observando o movimento da cidade... várias festas rolando, monte de gentes pelas ruas, um calor do cão, um acidente feeeeeeeio de carro. E o ônibus sacolejando... e a massa subindo e descendo. E eu prevendo a hora em que tudo percorreria o caminho inverso ao estômago. Melhor tomar uma Smirnoff Ice pra ver se passa, né? Não funcionou.



Enfim, no aeroporto, encontrei o povo. E seguimos para o sítio no cusemacento do mundo. Para isso, pegamos um táxi. Imagine... visualize... 6 criaturas dentro de um táxi, fora o motorista. Sim, eu carimbei minha carteirinha da Funai (traduzindo para não-gaúchos: estava pronta para indiadas = programas de índio). Sério, eu estava psicologicamente preparada para toda essa função pobre e adolescente. Nada tiraria meu quase bom humor.



Chegamos no tal sítio, bem legalzinho o lugar e tal... o line up foi um pé no saco, os dois primeiros dj´s insistiram num psytrance. Imagina 4 horas de viajandão? Foda, né? No 3o Dj, às 4 da manhã - sim, meu bem, manhã, com direito a sol e tudo - é que mudou o dj e a música começou a "bombar". Mas eu já estava bombada. Pô, não dá para aguentar. Bando de paty e mauricinho, bando de adolescente filinho de papai, que foram para lá (de carro, claro, porque nós éramos os únicos à pezito) curtir uma festinha "alternativa". Alternativa o meu cusemacento, pô! Saco isso.



Saímos de lá às 6 da manhã, com o sol escaldante, pegamos um ônibus cheio de caixas de bananas e abacaxis e um povo trabalhador e simples. Essa parte foi bonita. Eu achei. O ônibus tinha um perfume, não um fedor de frutas, sabe? Ou vai ver era sono, mesmo.



Sei que às 8:00 eu cheguei em casa, banhinho e tomei um cafezinho com leite e comi cacetinho (pão francês de 50g para não-gaúchos) com queijo e peito de peru. Ahhh como minha cama é uma delícia!!!



Buenas...











Na quarta-feira foi o dia do inimigo secreto. Fez um calor do cão, como tem feito todos os dias aqui em Salvador. À tarde eu fui para o shopping Barra, cheia de paciência... e fui fazer o cartão da Riachuelo. Na terça eu já tinha separado uma roupitchas lá e reservado. Fui, sentei na cadeirinha tranquila e bela e esperei.



Depois de não sei quanto muito tempo, fui atendida. Depois de também não sei quanto muito tempo, estava com meu cartãozinho em mão. Aí fui retirar minhas roupitchas reservadas.... de 10 peças que eu tinha deixado lá, estavam apenas 3. Que óooodio!!!

Resultado, desci e fui olhar as roupas da loja novamente e experimentar. Isso tomou mais tempo do que eu esperava. Enfim, saí de lá cheia de roupitchas brancas novas.



Depois segui comprando mais umas roupinhas e dei cabo integralmente ao meu super hiper ultra 13o de 300 reais.



Saí do shopping super tarde e liguei pra Sarah, com quem me encontrei pertinho do shopping e me deu carona até em casa. Vim, tomei banho, mudei de roupa à jato e fomos pra casa da mãe da Diana, para o inimigo secreto.



Estava tri bom lá, ri muito, me diverti muito e comi muitcho bem. Noooossa, comi até não querer mais. E o marido da Di fez um churraquinho de-li-ci-o-so. Impressionante, carne boa, macia, espetáaaaaaaculo. O inimigo secreto em si foi algo à parte: deveras engraçado! Foi uma noite em que eu, literalmente, chorei de tanto rir. A Marisa e a Ester são sempre divertidíssimas. Tão bom ter bons coleguinhas...



Ah, sim... ganhei um chaveiro. Inimigo, né?



A novela da mala sem alça











Outro dia fiquei sabendo que haveria um show da tal da Maria Rita aqui em Salvador, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA). Daí eu avisei/convidei a Cris, que adora a tal da cantora. Dias depois ela me liga da bilheteria do TCA perguntando se queria que eu comprasse o meu ingresso. Eu titubeei e aceitei.



Só que a irmã dela e o cunhado também iriam ao show, então eu resolvi não mais ir, afinal a Cris teria companhia. Porque eu iria no show apenas para acompanhá-la. Veja bem:



1) A Cris tinha companhia

2) Eu não gosto da Maria Rita

3) Eu não gosto da Concha Acústica

4) Eu não estou nadando em dinheiro



Logo, não havia razão alguma para eu ir! Daí começou a tentativa de vender o tal ingresso (a 20 reau, diga-se de passagem). "Anunciei" no MSN, onde todos me perguntavam qual a razão de eu querer vender o ingresso e eu ficava explicando pra cada viva alma. Até que resolvi salvar um arquivo texto com a ladainha, daí só copiava e colava.



Bem, o negócio é que devolvi o ingresso para a Cris e ela vendeu hoje lá na entrada do show.



E eu me livrei de ver a malinha sem alça. Sim, sim, a Maria Rita.





Mantra do dia: Resignação











Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis



Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis


terça-feira, dezembro 07, 2004











O dia hoje foi de cão. Acordei cedo, terminei a monografia, fui trabalhar, depois direto para a casa da Sarah, um almoço divino. De volta para a ufba, entregamos a monografia, depois fui pro shopping. Experimentei trocentas roupas, estou aproveitando a época pré reveillon para me abastecer de pecinhas brancas. Só nessa época pra ter algo branco e com o meu tamanho. Quem mandou ser gorda...



Comprei o presente do meu inimigo secreto e para fazer a linha intelectual - já que é com o povo do mestrado - comprei um livro: dicionário de porto-alegres, porque eu nem sou bairrista.



Depois de estar mega exausta de tanto andar e experimentar roupitchas, tomei um capuccino light delícia que eu aaaamo ali no Barra. E um bolinho de chocolate, nada light. E fui trabalhar. Fiquei um tempãaaaaaao esperando o ônibus e depois perguntei prum estúpido dum menino que estava sentado ao meu lado:



- Quando o ônibus entra na Garibaldi ele dobra à direita ou à esquerda?

- À esquerda.

- Esquerda, esquerda? Essa mão aqui?

- É.



Passou um tempo, quase chegando na Garibaldi...



- Tu tens certeza que ele dobra à esquerda, né?

- É.

- A mão do relógio?

- É, pra lá.

- Olha, lá, hein, guri, não vai me fazer andar um monte.



O ônibus entra na Garibaldi (à direita, porque só pode entrar à direita, mas logo em seguida tem um retorno para quem vai à esquerda).



- Tá agora ele vai fazer o retorno, né?

- Não, ele segue por aqui sempre.

- Ué, mas tu não falou que dobrava à equerda??????



E saio correndo e peço pro motorista parar. Isso me rendeu uma super caminhada, com os pés cansados e uma raiva descomunal do mundo. E fui trabalhar.





Babado...



Notícia* publicada** em 07/12/2004 às 08:36



Caetano Veloso e Paula Lavigne se separam





Caetano Veloso e Paula Lavigne decidiram oficializar a separação no último final de semana, segundo a colunista da "Folha de S. Paulo" Mônica Bergamo. Depois de muitas especulações sobre a crise no relacionamento do casal, que vivia junto havia 19 anos, Caetano e Paula resolveram assumir o fim do casamento.



Durante uma entrevista para o jornal, o cantor e compositor afirmou que tem muito orgulho da ex-mulher e, se depender dele, ela continuará sendo sua empresária.



- Além de termos um escritório juntos, tenho muito orgulho do modo como a Paulinha entrou no mundo da produção de cinema. A presença dela muda o ambiente. Não é só o sucesso da competência: é principalmente a grandeza da visão. De perto ou de longe eu sempre seria parceiro dela, afirmou.



Nesta semana, eles viajam juntos a Porto Alegre e vão a São Paulo para lançar o filme Meu Tio Matou um Cara, produzido por Paula e sob responsabilidade musical de Caetano Veloso.







* E dá para considerar isso "notícia"?

** E dá para considerar o site do Babado como local de "publicação", hein?



segunda-feira, novembro 29, 2004

Bagaaaaaaaaaaaço









Sei que estou repetitiva, mas tenho eu culpa de estar tri cansada? Acabadaça? Não tenho, né?



Na sexta dei uma saída curta com a Soraia, o Julio, Marcos, e uns amigos da Soraia. Fomos no Quintal, um butequinho bem legal, mas com a comida tri caro e um atendimento que deixa a desejar. Quando estávamos indo embora a Cris chegou. Íamos para aquele bar que eu fui com o Dani, no Politeama, mas daí acabei vindo embora, com a Cris.



Sábado tive prova de francês, saí de lá e fui para uma peregrinação em lojas de móveis, disposta a pesquisar algo para meu quartinho. Tudo isso por causa do rato. Eu já falei do rato? Sim, aqui na favela tem rato, né? E entrou um rato na minha há quase um mês. É um inferno, primeiro porque todo mundo achava que eu estava inventando, que estava exagerando. Depois, quando viram que era verdade, acharam que não tinha nada demais.



Será que eu sou a única que acha ter um rato em casa um ultraje? O cúmulo da coisa nojenta? Um risco à saúde? Parece. Todo mundo ri da minha cara: a flatmate, a landlady, os filhos dessa. É um saco. Eu sou tida como "a fresquinha". APA*, né?



Enfim, passei no shopping, fui nas Americanas, comprei várias coisinhas, um container de plástico e vários potinhos Plasvale. E dois bombons também, tá?



Vim pra casa e esvaziei a cômoda do meu quarto, passei álcool em TUDO e deixei meu quarto todo limpinho e esterilizado (pelo menos eu me convenci disso).



À noite, estava morta.



No domingo tentei trabalhar na monografia, mas não tive muito sucesso. Almocei, vi Temperatura Máxima, fiquei de papo com a flatmate e à noite fui no Pelourinho na sorveteria do francês, lá, bater papo com a Daniela e com o Cristiano.



Hoje, pela manhã fui para a peregrinação 2 - A missão, no tal de Aquibadã do raio que o parta, e entrei em trocentas madeireiras e lojas de material de construção, fiz vários orçamentos para as tais prateleiras e cheguei a conclusão que esta história de mestrado e academia é bobagem, o lance é virar marceneira ou abrir uma madeireira, porque os preços pra se fazer umas prateleirinhas de nada são uma fortuna absurda! E eu com aulinha. É foda.



Vim pra casa, comi um nhoque porque hoje é dia 29 e fui para a Ufba. Saí de lá e fui para a academia: natação, hidro e alongamento. Uma overdose, hoje. É que a piscina estava tão boa e eu não queria sair. E a professora deixou eu ficar nadando (jura, né?) um pouquinho além do meu horário.



Vim pra casa, jantei: nhoque, nhoque. Bah, nem tomei um vinhozinho... esqueci. Não, mãe, não coloquei dinheiro embaixo do prato. Será que não vai funcionar o lance?



Vi um pedaço da novela, o filme total sem noção que passou na Globo, li meus emails, Orkut, msn, revisei uns trabalhos da flatmate. E vim aqui dar o ar da graça. Mas o chamado da minha cama está altamente sedutor...



Espero dedicar-me à monografia amanhã. É um saco não ter tempo corrido para ela.



Preciso de férias.



Preciso de um apartamento, pequeno, clean, arejado, para morar sozinha. Sem flatmates, sem landlandies, sem ratos, sem baratas, sem vizinhos que escutam arrocha, pagode, axé, hinos, de modo que eu saia que eles estão escutando. Preciso de silêncio, de paz, de privacidade. De um banheiro sempre limpo. Ou seja, sempre como eu deixo. Quero férias de pedreiros, pintores e enjambradores em geral. Férias de reformas, de vazamentos.



Apesar de toda a choradeira, as coisas estão bem por aqui. Tudo sussu. Ninguém para me encher o saco, nenhum desorientador com crises de falta de educação a minha volta, nenhuma flatmate abusada e mega porca, tudo bem que minha conta bancária não tá das melhores, mas tenho dinheiro pra luz, pro supermercado, e pra sair de vez em quando.



Putz, agora que me dei conta, eu sei qual o meu problema: FALTA DE CINEMA!!!



É isso. Preciso ir ao cine. Mas se eu for ao cine ficarei com sentimento de culpa porque deveria estar trabalhando na monografia. Pelo menos esse trabalho é para o dia 07, aí termina essa fase. Se bem que tem o trabalho de Quântica, que é uma real dor de cabeça.



Tá! Pára quieta. Uma coisa de cada vez. Não soframos por antecipação.



Vai dormir que teu mal é sono - além de falta de cinema.













*APAputa que pariu!



quinta-feira, novembro 25, 2004

Resoluções

"E desisti de ser magra e gostosa, vou continuar só gostosa, mesmo."

Cansada









Estou cansadinha.

De tanta coisa. Queria férias. Por outro lado, está tri bom trabalhar, pelo menos pela manhã. À noite me desanima um pouco. Tem uns alunos que são tão desestimulantes...



Aliás, me cansa tanta coisa. Estou cansada de marcar com as pessoas e levar bolo. E é sempre assim, quando marco alguma coisa, sempre aparece uma outra, que eu nego, afinal, sou decente, e já marquei uma outra antes... maaaaaaassss, a do antes sempre fura. Foda, né? Isso realmente cansa.



Enfim, estou trabalhando numa monografia, versando sobre um assunto que me apaixona. Isso é bom.



Frequentando o curso de degustação de vinhos, nadando, malhando na academia. Saindo pouco, pouquíssimo.



Sábado passado fui na casa do Diego com o Olavo. Ficamos lá, bate-papo, rede e vinho. Vinho pra mim, cerveja pra eles. E só. Depois eles me trouxeram em casa.



Não sei o que será do natal nem do ano novo. Gostaria de viajar, mas meu saldo bancário não me permitiria ir para além de Salvador.



Ontem fui pruma degustação de vinhos e queijos da galícia, estava bem legal. Eu poderia ter levado um acompanhante, não sabia, senão teria convidado a Ester, ela iria gostar.



No fim nem contei, né? Que fui para uma praia naturista no último feriado. Foi... interessante. O lugar é lindo, tem rio, praia... é estranho tirar a roupa, entretanto. Mas eu nem fiquei pelaaaaaaaaaaaaaaaaada, pelada, fiz um topless básico e fiquei com a parte de baixo do biquini.



A casa aqui está um inferno, acho que há duas semanas está em reforma, pintura e essas coisas. Estou me sentindo intoxicada com a tinta, já me estressei com a landlady. Até a flatmate surtou com essa função toda.



Estou cheia de cravos e espinhas. Saco.



Estou louca para chegar no Rio. O Luciano disse que vai!!!

Seria tão bom se o Dani fosse...

Talvez o Philippe vá também, imagina que tri!

O Richard vai e acho que a Bruna também.

Espero que o Fausto apareça, já que está morando em Macaé. E a Letícia, bem, a Letícia é a representante LNB no Rio. Convidei a Pan pra ir, mas ela tá se amarrando. Aposto que não vai.

Já disse pra Anna que estarei por lá. Aliás, ficarei em Niterói, no Walter e estamos programando várias coisinhas. Vai ser tri. Espero.



Ah, sim, e vou trabalhar também, né? Afinal, estou indo pra lá por isso.



O dia tem menos horas do que eu preciso.



O mês tem mais dias do que meu saldo bancário permite.



Enfim, sou uma pobre mortal.



terça-feira, novembro 16, 2004

Incrivel





Quando eu achei que teria um tempinho pra postar, não consegui.



Continuarei tentando.



Não me deixe esquecer de contar como eu fui parar no feriadão numa praia naturista!!!





quarta-feira, novembro 10, 2004











Estou aqui, trabalhando muito, sem tempo para estudar, ouvindo muito Henri Salvador e ainda aprendendo a nadar.



Tenho me divertido bastante também, passei um final de semana bem legal na praia - onde, aliás, engordei 2kg.



Puta calor por aqui, gastos e gastos. Gostaria de ter mais tempo. Acho que na próxima semana as coisas melhoram. Primeiro o encontro de filosofia, depois o de jornalismo, agora o de físicos. Amanhã vou para Feira de Santana apresentar um trabalho. Hoje tenho mais uma aula do meu curso de Degustação de Vinhos, estou gostando.



Tenho tanto para falar, mas agora preciso terminar um trabalho e depois ir levar a inscrição de mestrado de um amigo do Domingos lá na Escola de Saúde Pública. Esta noite dormi bem, mas foi curta. Acordei com o telefone tocando. Há quase uma semana não consigo acordar espontaneamente e isso para mim é muito, muito ruim.



Continuo reencontrando amigos no Orkut, agora foi o Valter, dos idos de 1995. Vortex, votex...



Bem, 10h. Ah, eu já disse que vou para o Rio? Pois bem, explicarei tudo na quinta ou sexta-feira.



Ainda bem que existe música. E estou tranquila e feliz.

segunda-feira, novembro 01, 2004

O orkut disse!

"Today's fortune:

The time is right to make new friends."



Então, tá, né?

Estou apenas seguindo os astros. Isso não é considerado caça.

domingo, outubro 31, 2004

"Manter o que está bom e mudar o que não está"

Fogaça derrota Pont e é o novo prefeito de Porto Alegre

Depois de 16 anos, PT deixa o comando da capital gaúcha









Neste dia 31 de outubro, a maioria dos eleitores porto-alegrenses optou pela mudança. Com 94,55% dos votos apurados, o candidato José Fogaça (PPS) já é o novo prefeito de Porto Alegre, colocando fim a 16 anos de administração petista.



Por volta das 19h30min, o ex-senador tinha 411.320 votos (51,43 % dos votos válidos) e já estava matematicamente eleito. O ex-prefeito e atual deputado estadual, Raul Pont (PT), fez 357.241 votos (44,67% dos votos válidos) e não tinha mais como mudar o cenário.



O número de votos em brancos registrados até o horário ficou em 1,63% (12.996) e votos nulos em 2,27%% (18.155 ). Foram registradas 155.985 abstenções (16,32%). Além do título de novo prefeito de Porto Alegre, Fogaça também comemora uma façanha: depois de três eleições tentando tirar o PT do governo municipal, finalmente a oposição conseguiu.



Mesmo fechando o primeiro turno em segundo lugar, a vitória já estava ao alcance. A diferença entre os dois candidatos foi de apenas 75 mil votos. Para se ter uma idéia do que isso significa, no primeiro turno de 2000, o atual ministro da Educação, Tarso Genro (PT), conseguiu uma vantagem de mais de 220 mil votos sobre o seu aversário, o deputado federal Alceu Collares (PDT).



Com a possibilidade de ganhar tão próxima, Fogaça soube agir rápido. A primeira ação foi garantir o apoio dos demais partidos da oposição ? PTB , PFL, PMDB, PDT, PV e PSDB. O PMDB, antigo partido de Fogaça, deixou os ressentimentos pela ruptura para trás e entrou na batalha para acabar com a dinastia petista. Um grande aliado foi o governador Germano Rigotto (PMDB) que declarou abertamento apoio a Fogaça, chegando a participar do comício de encerramento da campanha. Assim como no primeiro turno, a militância se mobilizou e foi às ruas, tendo que disputar espaço com os eleitores do PT que, amedrontados com a possibilidade de derrota de Pont, reagiram e foram às ruas fazer campanha.



Fogaça soube atacar os pontos fracos da administração petista: alagamentos, transportes, ensino por ciclos, saúde, empregos não criados. Soube também valorizar dois grandes êxitos do PT na admistração municipal e as meninas dos olhos do partido do presidente Lula: o Orçamento Partipativo e o Fórum Social Mundial. Desde o início, o candidato deixou claro que o OP e o FSM, assim como as demais obras e iniciativas boas, seriam mantidas e melhoradas ? seu slogan era "manter o que está bom e mudar o que não está". E soube, principalmente, mostrar que, depois de 16 anos, o PT já estava enfraquecido e Porto Alegre merecia uma mudança.



Esta foi a segunda vez que Fogaça concorreu pelo PPS. Em 2002, tentou permanecer no Senado por mais um mandato, mas ficou na quarta colocação com 1,8 milhão de votos e não conseguiu garantir uma das duas vagas. O resultado das urnas naquele pleito refletiu a frágil estrutura da legenda no Estado na época, fato que contribuiu para a derrota. O PPS até 2000 era um partido com baixa densidade eleitoral no RS, mas ganhou fortes nomes do PMDB em 2001, quando o grupo do ex-governador Antônio Britto deixou a tradicional sigla para ingressar no PPS.



Em 2002, o ex-governador saiu candidato pelo novo partido na disputa pelo governo estadual, mas não conseguiu chegar nem mesmo ao segundo turno. No entando, a sigla conseguiu crescer no Estado em suas representações parlamentares elegendo seis deputados estaduais e um federal. Neste ano, desde o início da campanha, o PPS despontou como a principal força de oposição na disputa pela prefeitura, e a única capaz de vencer o PT.



Pont não estava em situação de vantagem. O enfraquecimento do PT era evidente, inclusive na própria militância, que durante o primeiro turno optou por uma campanha discreta. O ex-prefeito carregou o desgaste de 16 anos à frente de um governo e teve de responder pelas promessas não cumpridas e obras não acabadas durante este tempo. Em cada discurso, era preciso lembrar das coisas boas implantadas, como a Terceira Perimetral e a centralização da cultura, e reforçar a idéia de que a continuidade era a chave para o sucesso. A união da oposição em torno de Fogaça, apesar de não ser supreendente, foi um golpe crucial que deixou o ex-prefeito praticamente isolado, apenas com o apoio do inexpressivo PSB de Beto Albuquerque.



Após quatro vitórias consecutivas e perto de aumentar o recorde para conquistar pela quinta vez uma prefeitura, o PT de Raul Pont amarga neste 31 de outubro um dolorosa derrota, que deverá abalar as estruturas da legenda em todo os país. Desde 1989, Porto Alegre foi o exemplo de sucesso na administração petista. Olívio Dutra, Tarso Genro por duas vezes, e o próprio Pont, em 1997, consolidaram um modelo de governo que fortaleceu o partido em âmbito nacional. Mas, como o próprio Fogaça pregou, 20 anos era tempo demais de governo e os porto-alegrenses optaram pela mudança.



Em 2005, um novo partido assume o comando da capital gaúcha. Fogaça pega a prefeitura com o compromisso de mudar o que não está bom e cheio de propostas novas. Recebe uma cidade que viveu durante 16 anos sob um modelo de administração e tem o compromisso de atendar às expectativas da população que optou por outra perspectiva.

terça-feira, outubro 26, 2004

Om Shanti!*









*Eu sou um ser de paz!







Respira fundo





Eu até estava disposta a postar hoje e contar tudo o que vem acontecendo nos últimos dias mas recebi uma notícia tão surpreendente. Aliás, quer saber. Vou aproveitar meu inferno astral ao contrário. Sim, porque parece que tudo que é merda está acontecendo pós-aniversário.



Quando foi a última vez que eu escrevi? Nem lembro... Tá, teve o niver... depois no domingo foi sussu, descansei, fiquei em casa, não tive coragem de ir na feira do livro. Bla bla bla... na terça fui no cinema. Ah, tá, na terça eu escrevi, foi o sequestro da Naiara. Quarta fui para o Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF. Passei na biblioteca da Escola de Enfermagem. E fiz jejum.



Sim, jejum. Passei o dia inteirinho sem comer. É que eu havia lido na Vida Simples deste mês sobre o jejum, a prática em diferentes religiões e afins, e resolvi fazer, para ver se eu aguentava. É um exercício interessante de meditação.



Na quinta passei mais um dia inteirinho na ANPOF e à noite fui com o Fred e seus alunos no planetário itinerante que estava lá no Iguatemi.



Sexta? Mais ANPOF. O Encontro foi lindo, gigante, genial. Assisti excelentes mesas. Adorei. Depois fui para o Instituto de Física, trabalhei um pouco. Casa rapidinho e natação. Saí da natação, tomei uma sopinha no Chicafé e fui direto pro cinema Bahiano, para o Festival Varilux de cinema frances.



Nem preciso dizer que cheguei em casa mortinha, né?



Tá, no sábado, francês. De lá fui direto para o Iguatemi e comprei dois chinelos. Almocei por lá e depois vim pra casa e já eram 5 da tarde. Fui estudar um pouco e depois fui para o TCA ver o show "Mulheres de Holanda", com a Cris, a irmã e o cunhado.



No domingo descansei, estudei, fiquei na internet, e fui para o Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico. A palestra de abertura foi com o historiador inglês Peter Burke, depois teve o coquetel e o acesso de cólera do meu orientador.



Na segunda, mais congresso e terça também. Ontem fui para a natação, depois sopinha no Chicafé eeeee cineminha! Aliás, os dois filmes que vi no Festival foram ótimos: Depuis qu'Otar est parti e Monsieur Batignole. Imperdíveis.



Meu orientador, educadamente, não me cumprimenta, nem me dirige o olhar. Não imaginei que existisse tamanha infantilidade na academia.



O Washington ligou hoje e deu felicitações pelo aniversário, disse que só ficou sabendo depois. Mas eu disse que avisei antes e que havia falado com a Lucia e ela tinha dito que eles Então tá, né, eles que são baianos que se entendam.



Até pensei em ir no cinema hoje, novamente (o Festival termina na quinta-feira), mas estava tão cansada que vim para casa. E já vou-me ao berço porque amanhã preciso acordar cedo para ir para o Congresso. Estou fazendo um mini-curso de História e Filosofia da Ciência que começa às 7h30 da madrugada. Ninguém merece.



No mais, tudo bem. Sessão de Tui-Na marcada para quinta-feira, incensos novos e muito exercício de meditação.



Respira fundo, conta até dez, e boa noite.







domingo, outubro 24, 2004

Pára o mundo.





Juro que tentarei escrever aqui hoje, mais tarde, quando voltar da abertura do Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico, com a palestra do historiador inglês Peter Burke.



Aliás, vou para lá agora.



E meu maxilar dói, de tensão.



terça-feira, outubro 19, 2004

Nonsense











Hoje aconteceu algo absurdo. Eu estava em casa, lendo e o telefone toca: é a Ticiana, perguntando se eu conhecia uma Rafaella, colega de trabalho da Naiara. Eu falei que não. Perguntou se eu tinha o telefone do Bruno, também não. Então ela disse para eu entrar no MSN porque a Rafaella estava procurando contato do Bruno pois eles (Bruno e Naiara) haviam sido sequestrados!



Eu não estava acreditando na história. Liguei para a Casa da Naiara. Ninguém falou nada.



Conversei com a Rafaella. Voltei a ligar para a casa da Naiara e contei a história, então a empregada me disse que a família já estava sabendo, pelo jeito a história era verdadeira.



Fiquei nessa agonia sem saber o que fazer, com quem falar, como ajudar, pensando o que estaria acontecendo, pensando na mãe da Naiara, que está lá em São Paulo, o quanto ela estaria preocupada.



Pô, logo a Naiara? A Naiara é uma das pessoas mais meigas, queridas, inteligentes, simpáticas, batalhadoras, lindas, carinhosas que eu conheço aqui em Salvador.









Fui para o cinema, assisti Balzac e a costureirinha chinesa. Ótimo filme.



Depois tinha que fazer hora para ir pra pizzaria, então liguei pro Daniel e ele estava saindo do trabalho. Então nos encontramos no Campo Grande e fomos bater papo. Fomos num bar bem legal, ali no Politeama, gostei. A caipirinha era boa e comemos uma alcatra assada, na horinha. Tri boa, apesar de estar passada demais pro meu gosto.



Aí fui para a pizzaria, fiquei lá com as meninas, conversamos, despedidas e vim para casa.









Sim, a Naiara está bem, falei com ela assim que saí do cinema. Antes do cine não tinha notícias ainda, depois do cine liguei novamente e ela já estava em casa, e bem. Os sequestradores não fizeram nada, fisicamente. "Apenas" roubaram tudo, levaram eles ao shopping, fizeram compras, foram ao banco, efetuaram saques. Essas coisas.



Tadinha da Nai Nai.





Segue o baile











No domingo fiquei em casa, descansando. Não fiz nada de útil. Até fiquei com vontade de dar uma passadinha no Rio Vermelho, mas não tive coragem. Pensei em ir na I Feira do Livro de Salvador, mas o sol me espantou.



Estou tendo progressos na natação e ontem usei meu óculos pela 1a vez, foi tri!!! É legal enxergar o fundo da piscina e tal, até estou conseguindo coordenar melhor o respirar e bater pernas. E ontem ainda respirei, bati pernas e dei uma mexida com os braços. Agora estou usando "apenas" um espaguethi. Progresso, viu? A professora sugeriu que eu levasse um roupão para sair da piscina, eu falei que o meu é gigante, mas ela disse que mesmo assim, seria bom. Isto para eu não ficar gripada, porque tem uma super corrente de ar no corredor que leva ao vestiário. E como minhas aulas são à noite, sempre tá ventando. É um convite para minhas tonsilas inflamarem. Acho que vou comprar uma toalha de banho gigante e usar na saída da piscina. Levar meu roupão é que não vou.



Já estou bem melhor da amigdalite, mas tomando Barita direto.



Nos próximos dias, quem quiser ver fotinhos dos meus presentinhos de niver, basta ir no flog. Estarei colocando uma por dia. Depois, se a Ticiana me mandar as outras fotos, coloco lá também.



Ontem estudei bastante durante o dia, e hoje seguirei com meu 'ciclo de leituras'. À tardinha irei ao cinema, no Museu, e depois para a Cia. das Pizzas, no Rio Vermelho, claro. Será a despedida da Marcella e da Cris, as cariocas.



Falando em cariocas... não, ainda não arranjei o carioca da minha vida, e também ainda não saiu o resultado do SNEF. Que saco. Hoje é dia 19, o resultado era para ter saído no dia 30 de setembro!!! Que absurdo. Como é que vou conseguir passagens baratinhas pela Gol para janeiro se demorarem tanto assim? Cristo!!!



Hoje fiz uma super hiper ultra faxina no meu quarto. Não foi uma hexa, mas foi uma grande limpeza. Tão bom, tudo com cheirinho de limpo, carinha de limpo, e limpo. Lençóis limpinhos, chão limpinho, tudo 'alcoolizado', pó free. Dá goooosto de ver. Um insensinho básico e pronto, eu fico feliz.



Ontem fiz arroz, feijão (leia-se: abri a lata e coloquei o conteúdo na panela), salpicão. Hoje acho que vou refogar uma abobrinha e agregar aos restos de ontem. Aliás, está na hora do almoço, depois a siesta, a sessão leitura e o cinema.



Beijos para quem fica.

domingo, outubro 17, 2004

Queres um email com 3Gb?

O endereço do lugar onde podes fazer um email gratuito com capacidade de 3Gb.



http://unitedemailsystems.com/index.html



Divirta-se!

São tantas emoções...











Bem, eu deveria falar do meu aniversário, eu acho.



Pro Aniversário, Aniversário em si, eu não ligo muito, não. Porém é um momento interessante porque para algumas pessoas é uma data, um momento, em que elas podem demonstrar o carinho que têm pela gente. Foi isso que senti ontem. Algumas pessoas ligaram e foi muito legal. Receber uma ligação da Greice, por exemplo, foi uma surpresa muito gostosa de alguém com quem eu não falava há anos. O fofo do Dani também foi uma surpresa querida.



O dia foi assim, entre dormir, semi-sedada por remédios, visto que eu estava doente. Sim, não comentei? Pois é, na quinta-feira eu resolvi ter uma crise de amigdalite acompanhada de gripão, ou vice-versa. E fiquei malzona. A sexta-feira foi corrida e nem tive tempo de descansar. Sexta à noite eu estava muito ruim. No sábado, não fui para o francês e dormi.



A flatmate fez uma coisa para mim tão linda, fiquei emocionada. Ela pegou uma (várias) receita com a mãe dela, comprou os ingredientes, pegou fôrma e apetrechos emprestados com uma amiga e cozinhou uma torta típica alemã para mim. Não é fofo?



À tardinha, antes de irmos para o Bar onde encontraríamos meus amigos, comemos a torta e tomamos chá.



Fui no Iguatemi à tarde e comprei meus óculos de natação e créditos para o celular.



À noite, Bar do França, no Rio Vermelho. Cheguei atrasada, porque fui com a flatmate levar a fôrma e apetrechos de volta na casa da amiga dela. Encontrei alguns convidados, depois chegaram outros, uns foram embora. Mais outros chegaram. Foi uma noite colorida, de mistureba. Amigos e conhecidos de vários grupos diferentes, como sempre. Lembro-me da panzinha, toda vez que isto acontece, ela diz que eu tenho esta mania de misturar gente que não tem nada a ver umas com as outras.



Ganhei vários presentinhos tão lindos. Ganhei uma sacola de praia e uma canga tão, tão, tão lindinhas... da Ester. Lindas! A blusinha e a lingerie da Polly também, muito fofas. Foram tantas coisas meigas, demonstrações de afeto. Isso é bonitinho, né?



Esse é o lado interessante do aniversário, as demonstrações de afeto a que as pessoas se permitem (dar e receber).



Há o lado contrário, do momento em que as pessoas têm a oportunidade de demonstrar carinho e não o fazem. E se, nem neste momento elas o fazem, eu não esperaria que o fizessem em outro.



Depois do França, fomos para a Borracharia, a minoria. A maior parte do povo foi para o Nhô Caldos. Vários outros foram embora. Estava legal na Borracharia, boa música, como sempre. Gente interessante. Apesar de estar cheio de gente da Faced/UFBA ontem. Sim, apesar.



Ficamos um pouco lá e resolvi vir embora, estava cansada e minha garganta havia fechado novamente. O Valfrido e o Robson vieram dormir aqui em casa e me fizeram relembrar porque eu não gosto de fazer festinhas em casa: quando chega a hora em que eu quero dormir, eu quero dormir e eu vou dormir.



Hoje entrei na internet, e no Orkut e vi as dezenas de scraps que os amigos ou conhecidos deixaram. E os cartões virtuais, os emails.



Aliás, recebi um email da Adriana Fonseca e fiquei morrendo de vergonha, porque eu nem mandei um oi para ela na segunda-feira, quando ela fez aniversário. Eu nunca esqueço do niver dela, é um dos poucos que não esqueço - sou péssima para datas de aniversário. E nunca esqueço dela, mas não lembrei de escrever para ela na segunda. Mea culpa.



Mas eu fico feliz por estar aqui há um ano e ter conhecido tanta gente com quem eu gosto de estar. Meus amigos maluquinhos, meus amigos divertidos, meus amigos naturebas, meus amigos de todos os tipos para todas as horas. E fico triste por julgar por amigos pessoas que não passam de conhecidos. Triste não pelas pessoas, mas por tê-las julgado como amigas.



Se eu tiver doação das fotos de ontem, colocarei por aqui.



De qualquer forma, deixo público meu muito obrigada por todas as lembranças pela data de ontem.





quarta-feira, outubro 13, 2004

Eu jurooooooooooo









Que eu nunca mais irei beber álcool em toda a minha vida até a sexta-feira, inclusive!





Ai, que sede... acordei hoje (à tarde) com uma sede medonha. Nem sei porquê.

Alguém já viu que hoje é 13 de outubro, quase 14, ou seja, quase metade do mês? O tempo voa!!!



Bem, ontem fui para o Café Cancun, boate patyzinha aqui de Salvador (que tem em Floripa e em Brasília também), com uns amigos, comemorar a prévia do aniversário da Silvana (27/out) e do meu (16/out, não esqueça a minha Caloi!). Caralho, eu me diverti muito, ri muito, dancei muito, pulei muito, brinquei muito. Foi tri, tri, tri.



À tarde eu havia ido ao Cinema do Museu e me encontrei com a Cilene, tomamos um café e comemos tortinha. Hmmmm delícia. Fui a pé até o Museu, caminhada gostosa, sol baixando...



Na segunda-feira rolou uma super sessão de queijos, vinhos, pasqualina e bom papo, na casa de uma amiga minha. Eu enchi a cara de vinho e me diverti um montão com as gurias.



Sei que meu "feriadão" foi encerrado com chave de ouro, graças às noites de segunda e terça feira!



terça-feira, outubro 12, 2004

segunda-feira, outubro 11, 2004

domingo, outubro 10, 2004

Itamaraty









Porque o Itamaraty não escuta o que o Orkut tem a dizer?





Today's fortune:

You are sociable and entertaining.



Oscar Wilde















"It is absurd to divide people into good and bad. People are either charming or tedious."



Aliás, aceito como presente de aniversário livros do Oscar Wilde. Sinto falta.



sábado, outubro 09, 2004

Noite de sábado







Ontem foi um dia cansativo e angustiante, mas que terminou bem. À noite fomos no Teatro Castro Alves, assitir uma apresentação dentro do Projeto Pixinguinha, que contou com a presença de alguns sambistas da Velha Guarda da Portela e uma menina, cantora, novinha, carioca, Tereza Cristina.



Depois a flatmate ficou no Rio Vermelho, no Nhô Caldos, e eu e o Carlos2 fomos para o Habib´s da Barra. Ficamos de papo e comendo, e comendo e de papo. Depois vim para casa.



Apesar da tensão do dia, dormi bem. Acho que estava tão cansada que desmaiei. Aliás ando super cansada ultimamente, os dias têm passado muito depressa, soa clichê, mas sinto o tempo escorrendo por entre os dedos.



Hoje, acordei cedinho e fui andando pro francês. Aulinha. Vim pra casa, fiz almoço, li emails, fiquei batendo papo com a flatmate e fui dormir. A landlady desceu, fez uma limpezinha básica, e eu dormindo. O carpinteiro veio, fez umas prateleiras para o guarda-roupa do 3o quarto, bateçada, e eu dormindo. Pesadelos. E mais pesadelos. E não me podia mover. E o telefone tocou... era a Cris.



Ainda me sentia dormente enquanto conversava com ela, mal podia mover o corpo e o pesadelo ainda presente na minha mente. Levantei, conversei com a landlady e fui estudar. É impressionante como meus olhos ardem e minha concentração está prejudicada. No meio da semana consegui render muito mais estudando. Não adianta, tardes de sábado não foram feitas para ler livros, apenas artigos. Domingos são dias para ler livros. Espero que amanhã seja rentável.



Hoje teve show do Djavan na Concha Acústica do TCA, mas eram 25 reais. Eu não tenho dinheiro para essas coisas.



Uma semana para meu aniversário. Fico feliz que existam pessoas queridas que eu quero ver, e espero que elas apareçam. Aliás, para quem estiver lendo este post, sábado que vem, 16 de outubro, no Bar do França, no Rio Vermelho, a partir das 20h, estarei comemorando meu XX aniversário. Quem não souber onde é o França, me liga que eu explico, mas é ali, num beco entre um posto de gasolina e o Largo da Mariquita.



Aliás, eu ia para o Rio Vermelho hoje, mas não consegui falar com a Tici, e nem liguei para a Cilene. Na verdade estou com meu olhos bem irritados e com uma preguicinha, mas tenho que ligar para a Cilene, não posso esquecer. Amanhã farei isso.



Tomara que o Robson vá no meu niver, ele é tão querido.



Esta semana falei com mommy ao telefone.



Hoje recebi um email que jamais pensei que receberia um dia. Fiquei muito surpresa.



Segunda-feira será o aniversário da Raquel, da Adriana Fonseca e do Eraldo. Tri, né? Pena que não estarei em Porto para dar um beijão na fofa quél. Mas tudo bem, estarei enchendo a cara de vinhos e queijos com umas colegas... elas são umas figurinhas, são muito divertidas.



É tão bom ter pessoas interessantes a nossa volta, pessoas inteligentes, bem-humoradas, pessoas queridas, amigas.



Sabe quem me escreveu esta semana? O Gary. Aquele que trabalhava comigo lá no Imperial College, o menino (todo gatinho e fofo) do Zimbabwe. Ele é muuuuito fofo e escreveu um email todo meiguinho e mal educadinho, me chamando de velha, pra variar. Saudadinhas dele.



Já que estamos no ala Londres da vida, o Thomas me disse hoje que talvez vá se mudar para a Espanha. Então tá, né? Tudo de bom pra ele. Quando ele me perguntou para onde eu achava que ele iria eu disse Suécia, Espanha (porque o approach line dele hoje foi "Hola"), depois França. Ele perguntou por que França e eu respondi: Delphine. E ele no maior tom "ihhh nada a ver", disse que isso foi a ages atrás. Então taaaaaaaaaá, né?



Já falei que estou adorando este negócio de ter minhas roupinhas lavadinhas e passadinhas? Ai, que coisa boa. Foi um super aumento na minha qualidade de vida.



E nada de eu saber se vou ou não para o Rio de Janeiro em janeiro. Ô, saco!





Bem, vou-me ao berço.

Today's fortune

"Our first and last love is.. self-love."



Orkut é tudo.

quinta-feira, outubro 07, 2004

Mortinha da Silva









Putz, estou muito cansada, ao mesmo tempo que feliz. Não radiaaaaaante, mas estou feliz. Sabe? Aquela sensação de dever cumprido, de que fiz tudo o que tinha que fazer, li o que deveria, trabalhei no que precisava, me diverti, cuidei de mim. Isto!!! É uma sensação de ter cuidado de mim, em todos os aspectos.



Tudo isso pra justificar a chegada do meu primeiro Renew. :D



Aie, nem vem, eu não tô ficando velha, é que estava em promoção e como eu nunca usei, resolvi experimentar. Também chegaram meus produtinhos especiais para pele com acne, pele adolescente, tá? Ou seja, minha pele. Sim, porque eu sou praticamente uma adolescente.



Então vou tomar um banhinho e cair na cama.



quarta-feira, outubro 06, 2004

Brilho eterno de uma mente sem lembranças



capa do disco que a minha vó tinha







Ontem fui no show do Alceu Valença, no Teatro Castro Alves.

Nunca fui uma super fã de Alceu Valença, mas ele sempre me fez lembrar minha vó (mãe da minha mãe). Lembro que minha vó tinha um disco do paraibano, eu era pequena. Lembro do colorido da capa do disco, nunca esqueci a capa e lembro que achava o disco chato. Preferia A Turma do Balão Mágico ou a Chispita, claro.



Sei que o espetáculo foi lindo, o cantor é carismático, a música é excelente e ainda conheci a Foluqe, uma amiga nigeriana da flatmate.





. . . . .




Dani, meu amor, não fale em Nutella. Tem dias que fico com uma saudade de Londres e, mais estranhamente, muitas saudades da França. Quiça, mais saudades do que de Porto Alegre. It really frights me. Am I developing a fleeing behavior or what?



cena de Eternal Sunshine of the Spotless Mind, filme de Charlie Kaufman







"O amor nada mais é do que um agrupamento bagunçado de carência, desespero, medo da morte, insegurança sobre o tamanho do pênis e a necessidade egoísta de colecionar o coração de outras pessoas."


[citação de um roteiro escrito por Charlie Kaufman]



Da série "Eu tenho Houaiss em casa"











Outro dia alguém que conheço foi chamado de verborrágico. A pessoa riu e, pelo jeito, tomou como elogio. Eu teria enchido de porrada alguém que me tivesse feito tal cumprimento.



terça-feira, outubro 05, 2004

Eu não reclamo, e você?







Sim, estou viva. Ocupada, como sempre, mas viva.



Rapidinhas:



  • Seminário na terça, sussu.



  • Quinta passada, lançamento do CD da Mariane de Castro, que ganhou o prêmio Brasken de música, um evento chique com a elite casual intelectual de Salvador, no Gantois.



  • Sexta, defesa da Soraia, almoço com a Sarah, Lenir e o coordenador do mestrado.



  • Natação: segunda, quarta e sexta. E melhoras!



  • Provinha de francês no sábado pela manhã.



  • Saidinha tragicômica nos embalos de sábado à noite.



  • Não-votação mais rápida da história. Justificar foi tão fácil, tão sem stress, tão do-outro-lado-da-rua-e-sem-fila...



  • E já é segunda denovo: estudar, estudar, natação, niver do Maurício, janta divina, sobremesa mais ainda.



  • E sigo nessa vidinha mais ou menos...



    Como diria o filho da puta do Washington: que vida triste, hein?