sábado, setembro 17, 2005

Tem gente que se aaaacha...



Cristina 9/7/2005 3:03 AM
Fácil de responder em si tratando de pior!!! E dificil em si tratando de melhor!!!! Mas vamos lá:
O melhor de salvador sem dúvidas na minha opinião é o soho em si tratando de um bom ambiente,serviço e cozinha!!!, Depois vem o Benigam no Shopping iguatemi Mas atendimento é o que falta nos e bares de salvador!!!! O serviço é simplismente péssimo (em comparação aos serviços europeus, quem conheçe sabe do que estou falando) eu quando estou em Salvador morro com esse atendimento !!!!!

Da comunidade Salvador - Guia de Serviços.

Pra quem não é de ssa, Soho é um restaurante carinho, e metido a besta, é bonitinho sim, a vista é perfeita, dá até para ver o mar olhando pelo chão de vidro, e etcetera... mas a mocinha aí se puxou no comentário dela no orkut.

Ai, meu Deus!!! Eu fui olhar o perfil da menina... Olha a comunidade em que ela está: Eu falo português corretamente.

Cotidiano.




Ontem a Ana (ex-flatmate) veio aqui me fazer uma visita, tomamos chá, conversamos, vimos o DVD do Chico... depois fui pagar o aluguel e então pra academia. Fiz uma aula de Body Combat, que o Eduardo tanto fala, mas não gostei muito, achei meio parada. Tá, parada não é a palavra, sei lá, não gostei da música. Esse negócio de dar soquinho e chutinho. Não sei. Saí da aula e fui jantar onde eu costumava jantar quando fazia natação no Campo Grande. Tomei uma sopinha e fiquei fazendo hora. Nisso eu vi um casal, lá no Chicafé, lugar da sopa, muito interessante: uma mulher nos seus 42 anos e um menino nos seus 20. A diferença era, no mínimo, por aí. E era visível porque ele era cabeludo e com cara de guri e ela com cabelos compridos, uns fios brancos, uma pele meio acabada... não estou falando por maldade, é só que era um casal esteticamente díspare, ela estava bem mal tratada, só isso. Ele estava cheio de love... ficava pegando na mão dela, e com olhar de apaixonado, e fazendo carinho. Eu mal olhava porque ela parecia estar pouco à vontade, não sei. Depois voltei pra academia e fiz uma aula de jump, tri boa.

Vim pra casa tentei trabalhar mais um pouco, jantei denovo, mas comida comida desta vez: arroz, feijão e salada. Foi difícil dormir. Acorde na madrugada. Depois acordei ali pelas 5 da manhã e, finalmente, às 8h. A manhã foi ruim mas ao longo do dia as coisas foram melhorando. Trabalhei, fiz comida... aliáaaas, fiz um feijãozinho tri bom, que eu havia deixado de molho ontem à noite, antes de dormir. Coloquei pedaços do que aqui na Bahia eles chamam de chupa-molho, seja lá qual for este corte no RS. Pro almoço fiz arroz, temperei parte do feijão (o resto congelei), fiz um bifezinho, abobrinha, berinjela, cebola... ficou bem bonzinho. Na sobremesa fui comer um sorvete, mas não aguentei, estava ruim e joguei todo fora, um pecado. É que ele havia descongelado todo e congelado depois, só que já estava assim no momento da compra e eu não vi. Muito pecado.

À tarde vi um filme: Doze homens e outro segredo (Ocean´s twelve). Foi legal.

Depois voltei para o micro até me fartar de ler e tentar escrever algumas linhas sobre transposição didática. Já não aguento mais. E é impressionante a quantidade de tempo que eu tenho que ficar olhando pro Word e ele olhando pra mim para eu conseguir traçar meia dúzia de linhas. Uma vergonha.

Amanhã tem churrasco lá no CTG e eu não estou com a menor vontade de ir. Deixe-me quieta em casa. Se puder me deixar quietinha na cama, dormindo, melhor ainda. Se eu pudesse dormir agora, e só acordar em fevereiro, no dia da defesa, com a dissertação pronta, seria perfeito. Pronto, depois pegava e ia-me embora. Deitava na minha caminha em Porto Alegre e dormia. Dormia. Bem, o Alberto e o Alysson estão interessados em ir no churrasco, se eles ligarem querendo ir amanhã, eu vou, afinal fui eu quem primeiro convidou, mas se não ligarem, ou se titubearem, eu não farei o menor movimento para convencê-los a ir. Eu nem sou lá muito tradicionalista, então faltar ao churras de domingo da semana Farroupilha não será falta tão grande.

Já disse que estou desenvolvendo uma tendinite no braço direito? Uma chatice, uma graaaaande chatice.

Vou deitar.

Até amanhã.

sexta-feira, setembro 16, 2005

Eu tenho cérebro pra caraaaalho*

Brain Lateralization Test Results
Right Brain (34%) The right hemisphere is the visual, figurative, artistic, and intuitive side of the brain.
Left Brain (68%) The left hemisphere is the logical, articulate, assertive, and practical side of the brain
Are You Right or Left Brained?
personality tests by similarminds.com



Left brain dominant individuals are more orderly, literal, articulate, and to the point. They are good at understanding directions and anything that is explicit and logical. They can have trouble comprehending emotions and abstract concepts, they can feel lost when things are not clear, doubting anything that is not stated and proven.



Right brain dominant individuals are more visual and intuitive. They are better at summarizing multiple points, picking up on what's not said, visualizing things, and making things up. They can lack attention to detail, directness, organization, and the ability to explain their ideas verbally, leaving them unable to communicate effectively.

Overall you appear to be Left Brain Dominant

-----------------------------------------

According to Darwinian theory, optimal evolution takes place with random variation and selective retention. The evolution savvy individual will try many different approaches when faced with a problem and select the best of those approaches. Many historical intellectuals have confessed their advantage was simply considering/exploring/trying more approaches than others. The left brain dominant type suffers from limited approaches, narrow-mindedness. The right brain dominant type suffers from too many approaches, scatterbrained. To maintain balanced hemispheres, you need to exercise both variability and selection. Just as a company will have more chance of finding a great candidate by increasing their applicant pool, an individual who considers a wider set of options is more likely to make quality decisions.


*Tá ligado que 68+34=102, né?

quinta-feira, setembro 15, 2005

Cecília, Cecília...




Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar

Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre de meus dedos
colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça,
e o meu navio chegue ao fundo
e o meu sonho desapareça.

Depois, tudo estará perfeito;
praia lisa, águas ordenadas,
meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas.

Persuasão




Ontem eu saí da academia, depois de ficar pulando e pulando - sim, foi uma aula de jump-, e encontrei com o Johnny ao subir no ônibus, viemos conversando, descemos na mesma parada e ele e o amigo... hmmm... não, não vou lembrar o nome agora, deram uma passadinha aqui em casa. Descobri que eu não sou uma paranóica asséptica total, afinal o Johnny também não gosta que sentem na cama dele com roupa da rua. Vimos uns pedaços do DVD do Chico, pelo menos do único que eu abri. Eu já mencionei que ganhei um box lindo, maravilhoso, perfeito, deslumbrante, fabuloso do Chico Buarque? Mas só abri um dos três DVDs que vêm na caixa, me dá até dó. O Chico é tão lindo, tão tudo... ai, ai... bem, ficamos vendo um pouco do gostoso-de-olhos-verdes e depois eles foram embora. Levei-os até o portão e ficamos de papo lá na frente quando, de repente, passa o Julio Cesar, eu nem vi, então o Johnny chamou o Julio e conversamos ali rapidamente.

Eu tento me convencer de que tudo está bem, e acho que tenho me esforçado para ficar bem, mas começo a achar que eu não sou lá muito convincente.

Tenho que fazer as unhas, meu pé está deplorável.

quarta-feira, setembro 14, 2005

Recorrências




Tenho tido sonhos recorrentes. Todas as noites meus sonhos acabam sendo povoados pelo mesmo tema. Tenho dormido relativamente cedo, acordado mais ou menos no mesmo horário e tido noites tranquilas. A rotina é a mesma: mais ou menos às 23h ligo a tv, troco, troco de canal, vejo uma coisa ou outra, pedacinhos, depois aciono a função 'soneca' para uns 30 ou 45 minutos, me agarro aos travesseiros, solto o cabelo, me ajeito novamente com os quatro travesseiros, e fico pensando na morte da bezerra. Adormeço com o som da tv, e transformam-se em sonhos os últimos pensamentos/lembranças de antes do adormecer. Depois entro num sono profundo e acordo ali pelas 8h, quase na mesma posição em que adormeci.

Lembro-me agora do meu cd do Eric Clapton, está lá em Porto Alegre, vou tentar achar a música Old Love em mp3, se algum leitor aí tiver, por favor, mande pra mim!

I can feel your body
When I'm lying in bed
There's too much confusion
Going around through my head

And it makes me so angry
To know that the flame still burns
Why can't I get over?
When will I ever learn?

Old love, leave me alone
Old love, go on home

I can see your face
But I know that it's not real
It's just an illusion
Caused by how I used to feel

And it makes me so angry
To know that the flame will always burn
I'll never get over
I know now that I'll never learn


It couldn´t be more me!

sábado, setembro 10, 2005

Lutos





Quando eu tinha 8 anos, creio, minha avó morreu. Lembro que minha mãe pediu para uma amiga dela ir me pegar em casa, mais tarde ela - a mãe - me encontrou na casa da tal amiga e foi cheia de tato me dizer o que tinha acontecido. Tá, tudo bem, eu entendi. Paciência, né? Assim é a vida. Velório. Enterro. Dias, e dias, semanas se passaram até que eu me dei conta que nunca mais veria minha avó, que não havia a possibilidade, nem remota, de tê-la por perto, de viver histórias de vó que todos têm pra contar, de eu mesma não ter histórias para contar sobre minha avó. Às vezes leva mais tempo, às vezes menos tempo.

Quando dei por mim da dimensão dos acontecimentos, desabei em lágrimas que pareciam sem fim.

quarta-feira, setembro 07, 2005

So just... give up.



Tem horas que cansa, e que não importa o que você faça ou diga, tudo o que consegue é provocar nos outros justamento o sentimento que você não gostaria, exatamente o contrário. Então, como diria Aimee Mann, give up. Por mais que você queira tentar mais um pouco, se esforçar mais um pouco, aguentar mais um pouco... não vale a pena, não vai funcionar. Oxalá tudo na vida se resolvesse simplesmente virando pra trás e pegando um táxi. Give up, Katemari!

A dentista sádica recomenda





(11:12:39) Raquel: Sumisô - molho p/ salada: 3 colheres d missô, 3 colheres d açucar, meia xícara (d chá )d vinagre, gengibre descascado em fatias generosas (ou à gosto), meia colher rasa d glutamato monossódico(aji-no-moto), uma colher(d chá) d hondashi
(11:12:50) Raquel: bater tuudo no liquidificador
(11:14:05) Raquel: corta beringenla ou outro vegetal em tirinhas bem fininha sem cozinhar (só deixa de molho um tempo na agua e depois escorre e torce bem pra remover toda a agua)e coloca por cima esse molhinho por cima
(11:14:29) Raquel: fica tuuuuuudo d bom

terça-feira, setembro 06, 2005

Rapidinhas





Por aqui tudo bem. Comprei vários livros ultimamente: 3+1+1+2+4+2. É, treze livros. Pô, agora que eu vi que foi um monte. Tenho visitas gaúchas em casa: o Jules chegou aqui ontem. Ele e vários potes de Nuttela que minha mãezinha mandou. Delícia. Descobri que estou no SPC e no Serasa, por causa de uma conta da Intelig que não veio para o telefone novo porque a imbecil da Telemar não atualizou meu endereço junto à Intelig (apenas junto à Embratel, por que será?). Hmmm deixe-me ver o que mais? Trabalhando, lendo, escrevendo a tal da dissertação... quer dizer, tentando escrever. Estou com uma dor gigante no ouvido, preciso de um otorrino urgente. Preciso de um dentista também, caiu-me uma obturação. O Pedro vai embora no sábado. Não tenho saído muito, tenho visto dvds. E acho que é isso.

quinta-feira, setembro 01, 2005

Eu joguei pedra na cruz!




♥naThalie: oieee x]] tp, eu te add pq vi q tu eh professora :T preciso da tua ajuda urrrrrgeeeeenteeeeeeee >) ontm eu nao consegui estuda pras duas provas q tiveram hj, aí eu keria consiguir um atestado mas nao tm como :/ o conselho d classe eh segunda e se eu conseguisse um atestado pra amanha dae eu pudia faze amanha!! me ajuda porr favorrr! e se pude nao manda scrap, pq tenho medo q alguem tp a minha mae leia, intao se for possivel me manda um e-mail ta? ;] \o/ bjaoooo ;D


João Ricardo: oi negra tudo bem com vc naum te conheço mais gostaria de te conhçer vc parece ser um apessoa muito gente boa,intao caso vc queira me conhçer tmb deixe uma mensagem pra gnte se conhçer blz tenha um bom dia


Tem coisas... que só o Orkut faz pra você!

Camela offline





Estou cansada, muito cansada. Anteontem fui dormir às 15 pras 2 da madruga... acordei às 15 pras 6 da manhã. Fui dormir tarde ontem, andei (literalmente) pra lá e pra cá o dia inteiro. Estou sem computador em casa. Morrendo de medo de ter perdido trabalho da dissertação. Ontem dormi tarde novamente, acordei cedinho hoje e andei, andei, andei. Trabalho hoje à noite e vou rezar pro Daniel aparecer lá em casa para ver o micro, já que ele ficou de ir hoje ao meio-dia, eu fiquei esperando... cancelei um almoço com a Sarah... e ele me deu um bolo, pra variar.

Ontem fui em todas as 4 livrarias de Salvador (Siciliano, LDM, Civilização Brasileira e Salvador) e não encontrei um livro que preciso. Foda.

Os funcionários da UFBA entraram em greve, não tenho acesso às bibliotecas. Espetáculo. Maravilha, né? Sem livros, sem computador. Como se trabalha assim?

Estou podre de cansada, acho que esta noite dormirei um pouco mais. Não sei. Tenho que terminar um trabalho para enviar no sábado, para o Encontro de Físicos do Norte e Nordeste. Eu disse começar o trabalho? Não? Sim, começar e terminar.


Sigo trabalhando feito um camelo.

domingo, agosto 28, 2005

Le weekend





Falando em vícios, estou viciada em tentar resolver enigmas no ClueSide. Você também está jogando? Em que nível está? Diz aí, use o espaço dos comments aí embaixo.

Na quinta eu trabalhei, na sexta fiquei em casa o dia inteiro e continuo na tentativa de transcrever as entrevistas. Estou completamente de saco cheio disso e não consigo terminar e estou irritada com a tal da dissertação e não tenho vontade de fazer nada relacionado a ela, apesar de sonhar toda bendita noite com a maldita da cria. Á noite fui na locadora, peguei um filme, meu dia estava tri bom. Mas à noite acabei ficando um pouco estressada, joguei paciência no computador, e depois dormir. Pela manhã já não mais estava estressadinha. Passei o dia em casa vendo filmes: Janela secreta, Solaris (não consegui terminar ainda), Invasões Bárbaras, Durval Discos.

Terminando o post só hoje, segunda-feira, porque ontem acabei indo para Ondina.

Continuando... no domingo ligou minha mãe, minha tia, o Olavo, o Pedro... o muuuuundo todo resolveu falar comigo. :-D

Acho que foi para provar que o telefone ainda funciona, já que ninguéeeeeem me liga, ninguém lembra da minha existência!

E a quem interessar possa (já que todo mundo vive me perguntando isso), eu já decidi o que quero da vida: casar, ter filhos, uma casa, carro, cachorro e trabalhar duas ou três vezes por semana, só pelo prazer de trabalhar.

E eu sigo feliz, pena que é segunda-feira.
;-)

Doce Vício




Eu pensei que pudesse esquecer um amor errado
Indo embora de casa, cortando o cabelo, escrevendo cartas
Eu sonhei que o tempo bastaria
Que nunca mais quando fosse noite
Viria o rosto, o volume dos ombros
O cheiro de pescoço encostado...

Acreditei em poder suportar certas misérias, deitada sozinha
Não percebi que o amor estava confundido às ferragens da alma
Ele vem atrás, ele vem atrás até quando estamos dormindo...dormindo!

Eu pensei que ele aceitasse ser abandonado
Mas percebi que fica enroscado nos tornozelos da gente
Rosnando baixinho para ser ouvido até mesmo, até mesmo debaixo de chuva, debaixo de chuva.

Eu pensei que pudesse esquecer um amor errado
Eu pensei que pudesse esquecer um amor errado
Debaixo de chuva...

Não sem razão, estou viciada nesta música da Fernanda Porto, que tem no cd que ganhei no Dotz.

terça-feira, agosto 23, 2005

Who are you??? (Editado*)

Estou muito curiosa... há tempos vejo você por aqui... Mata minha curiosidade???





Ok, já descobri quem o o sbs.de

Não, não é um alemãozinho gostosinho super meu fã. Se bem que... gostosinho ele é.
;-)


*Editei o post para melhorar a vizualização do blog, assim o menu da direita não fica lá embaixo.




Ontem chegou meu tão esperado dvd player. Ontem finalmente paguei o condomínio. Acho que uma obturação que eu fiz há dois anos está caindo. Ontem eu estava triste. Ontem eu estava feliz. Eu e minha montanha russa. O dia estava bom ontem. O dia foi bom ontem. E fui na locadora e peguei um filme que eu queria muito rever. E paguei caro pra caralho pela locação (9 reais). Não alugo mais filmes, só compro.

Eu fiquei feliz por meu aparelho de dvd. Uma dissertação, um trabalho, internet e dvd. Pronto. Meus dias já estão planejados/ocupados até o ano que vem. Ahhh o ano que vem, que será da minha vidinha no ano que vem???

Tá, eu sou 8 ou 80. Eu sou, eu sei, sabemos, todo mundo sabe! Mas eu até que sou um amor de criatura, né?

Ontem enviei o trabalho para o Enpec, e o cheque da inscrição. Semana que vem é o limite para o pagamento da inscrição do EFNNE.

É estranho que de ontem pra hoje váaaarias pessoas escreveram no meu scrapbook. Ok, dois convites para comunidades e um convite para uma festa. Ah, sim, e uma corrente lá para eu repassar e algo bom acontecer na minha vida, senão... azar no amor. Azar por azar...

Aleeeeas, cheguei a conclusão que eu não levo jeito para Maria. Sabe, aquele tipo que lava, passa, cozinha, arruma a cama, lava louça, limpa casa, etc, tudo com um lindo sorriso e levando chinelos, fazendo massagem nos pés. Não, Amélia, não. E também estou repensando o valor de certas coisas no mercado... esse negócio de vender gato por lebre não dá certo. Ou melhor, até pode dar certo, mas não é justo. Já que sou de libra, tem a lenda de eu buscar justiça, equilibrio da balança e o raio que o parta, né? Então tá.

Já são 16h, tenho que ir pra ufba. Tenho que devolver o filme na locadora, se bem que o prazo é amanhã. Ai, me arrependi de não ter comprado o Kill Bill. Ah, acho que meu dvd tem poblemas.

Está fresquinho em Salvador, é... meio friozinho. E chove. Bom para deitar, ver filmes, dormir, comer pipoca. Sim, sim, esqueci de dizer: sem fotos por um bom tempo, esqueci o cabo da câmera lá em Porto Alegre. É. Sinto muito.

Heiko voltou. Ainda bem. Estava com saudadinhas... ele é muito querido, e divertido. Sempre uma boa companhia.

Voltar do trabalho com chuva, frio e à pé vai ser foda.

Com tudo (não, não é contudo), acho que não procuraria a Lacuna, a empresa lá do Eternal sunshine of the spotless mind - o filme de 9 reau. Ah, não viu? Veja. Lágrima na certa. Ao menos para seres 8 ou 80.

" Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um poder começar agora e fazer um novo fim "
Chico Xavier

domingo, agosto 21, 2005

O diário de Bridget Jones




Impressionante, as 3 primeiras partes do filme me fizeram sentir uma grande identificação com a personagem principal, de tal forma que me levaram às lágrimas. Decadência. Domingo à noite + eu + tv + álcool + azeitonas + overoveroverweight + internet... a diferença é que eu não fumo. Ainda. Não, mas acho que não vou fumar, já que tenho amigdalite crônica. Acho que eu serei uma solteirona clássica.

O domingo pós conversa com o Patrick - que me fez ganhar o dia - e pós Bridget me fez pensar que quero, realmente, em algum momento da minha vida, morar novamente em Londres.

Belo começo de semana.

Quote of the day



Good sex is like good bridge. If you don't have a good partner, you'd better have a good hand.

Mae West

4 anos depois...





patrick diz:
some second for me?
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
hey
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
how are you, married man?
patrick diz:
i am very well, how are you?

...

patrick diz:
i want to tell you something, honey
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
tell me
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
(and i want to see the wedding pics)
patrick diz:
during the wedding, i went up in flames
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
why?
patrick diz:
no, honeymoon, just reconvalescence
patrick diz:
i was spitting fire and then suddenly was fire myself, from my breast upwards, just a tork...
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
:o
patrick diz:
just this evening somebody called and told me she still saw me burning in her dreams
patrick diz:
hot guy

...

C'est la vie, c'est ma vie! diz:
I cant imagine you, getting married, and a cake!
patrick diz:
why
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
I dont know.
patrick diz:
why not?
patrick diz:
you are still young, babe
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
yes, I am.
patrick diz:
lovely young girl,
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
its not that i cant imagine you in a marital situation, its just to hard to imagine you in this kind of ceremony.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
how old are you now, by the way?
patrick diz:
turnig 30 next march...
patrick diz:
ooooold
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
you are so young.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
actually I thought you were older.
patrick diz:
what?
patrick diz:
what!!!!???
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
lol
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
thought you were around 32/33

...

patrick diz:
then how old have you been in london, 22?
patrick diz:
just out of the teens?
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
yes, thats me!
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
:p
patrick diz:
uhhh, freshhh, ooohh
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
and now you are married.
patrick diz:
that's it, but i do not feel any different yet
patrick diz:
was waiting for a change, did though not happen

...

C'est la vie, c'est ma vie! diz:
when are you guys going to have the honeymoon then?
patrick diz:
will see, right now i went back to work and things are kind of busy...
patrick diz:
then there is allways the very bad winter in switzerland...

...

patrick diz:
so winter-time will be a good time
patrick diz:
... to go to brazil
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
exactly.
patrick diz:
although i would prefer to come alone ... to visit you
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
im living in this very very beautiful state here.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
it is amazing, concerning natual beauties.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
well, me too (about you coming alone)
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
;)
patrick diz:
in such a moment i can not really believe we were so casual in london...
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
:$
patrick diz:
uhhhhhhh
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
silly you. as always.
patrick diz:
aha, i see. just a serious person, i am

...

C'est la vie, c'est ma vie! diz:
nerd.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
:p
patrick diz:
so, sweety, that is right
patrick diz:
but still a man
patrick diz:
not a computer...
patrick diz:
;)
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
i guess i do remember this man part
patrick diz:
coming back to it!
patrick diz:
after all it turns me on ...
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
it what?
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
(just wondering what turns you on)
patrick diz:
even if i do not see your lovely picture
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
(may want to keep this information, for the future)

...

C'est la vie, c'est ma vie! diz:
you cant see the pics then? pitty.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
anyway... http://katemari.multiply.com/photos
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
for remembering how do i look like.
patrick diz:
i wen t through all the galleries, late in the nights ....
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
hmmmm
patrick diz:
yeah, you are really nice...
patrick diz:
Na primeira manhã na terrinha. (1200x1600)
patrick diz:
this is a lovely one

...

patrick diz:
anyway, i do not want to make you feel bad, this photo is very nice, it touches my heart...
patrick diz:
and lets me remember the nice time we had in london
patrick diz:
your very friendly smile
patrick diz:
your warm eyes
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
thank you. thats sweet from you.
patrick diz:
yeah, it was very nice
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
one sec
patrick diz:
a next time we can explore some other territory

...

C'est la vie, c'est ma vie! envia:

A transferência de "f9fe[1].jpg" está concluída.

patrick diz:
ok, that was the evening i met you with your then boyfriend and i was kind of in a bad mood afterwards
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
:
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
yes, that was that evening.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
you have a good memory.
patrick diz:
well, that was a moment when i lost hope to take to ......
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
ahhh this guy in the edinburgh picture, next to me, he is brazilian, remember? And more than that, he lives in a city next to Porto Alegre, and we are very very very good friends nowadays. we are always in touch. Iaeste was a very good experience after all. breakfasts with patrick...
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
dont say that.
patrick diz:
ok, sorry
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
well... and he was a jerk after all.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
you would have been a much better choice, im very sure.
patrick diz:
thanks a lot
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
but i was in love that time AND your girlfriend (now your wife) was going to be there in few weeks...
patrick diz:
yeah, i did not realize you were in love
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
but you were such a temptation.
patrick diz:
too late at least...
patrick diz:
ok, you still are to me ...
patrick diz:
tempting
patrick diz:
very tempting, just a little far away
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
oh my, oh my...
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
thats why you say that... because im far away.
patrick diz:
it is kind of abstract i agree, on the other hand, i think i would not hesitate a second
patrick envia:

Abrir(Alt+P)
patrick diz:
a wedding photo, after all i found one
patrick diz:
but i hope it does not distract from the topic we finally agreed upon
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
no matter what, i loved to get to know you, and I think you do know that. Im pretty sure my time in London wouldnt be as fantastic as it was if it was not for you and your company for the breakfast, for lunch, for night walks, for drinking, for movies, for doing the laundry...
patrick diz:
yes, my compliments to you
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
well, better agreeing after 4 years, then ever.
patrick diz:
right, so we will be waiting for the right moment
patrick diz:
in the mean time
patrick diz:
i will look at your lovely pictures

...

C'est la vie, c'est ma vie! diz:
thats it... you always make me laugh. and i love that.
patrick diz:
thank you

...

patrick diz:
well my brazilien hottie, i will go to sleep, drean a wet dream about you
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
I wont say anything about how nice and sexy and funny you are.
patrick diz:
...
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
very wet, i hope.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
have a good night.
patrick diz:
you can bet
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
no...
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
i wont say.
patrick diz:
thanks, have a nice evening
patrick diz:
tell me
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
i do remember your kiss in my neck.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
in ana's barbecue.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
because that you probably dont remember, as you had drank a lot.
patrick diz:
i am getting excited, really excited now

...

C'est la vie, c'est ma vie! diz:
good night, patrick baby.
C'est la vie, c'est ma vie! diz:
(K)
patrick diz:
(K) and bye bye katybaby

comentários no blog alheio


Meus pitacos neste post do blog do Johnny.

Discordo! Num primeiro momento eu achei legal esse negocinho da MTV, mas depois, pensando bem... puta que o pariu, quem a MTV pensa que é? Se eu quero ler um livro, eu pego leio um livro, na hora que me der na telha ou me for possível. Aí vem a MTV cheia de moral para me dizer que eu tenho que desligar a tv naquele horário e ler um livro? Se eu liguei a tv era porque queria ver tv. Tudo bem, tudo bem... eu, Katemari, que já leio, que 'estou recém saindo da adolescência' (aham, sério :-p ) talvez não precise de um aviso desses da MTV. Entretanto, com uma criança, um adolescente, ou seja lá quem for, não acredito que mandar ler um livro seja uma atitude que realmente incentive uma mudança de comportamento. Quer incentivar a leitura? Então faça um bom programa televisivo (sim, MTV é TV) que agregue literatura. Agora, não me venha colocar aquela msg para eu ler um livro na tentativa de justificar a queda da qualidade dos programas - sim, pq a MTV piorou muito nos últimos anos - com um cartazinho politicamente correto! Se a MTV faz programa para beijar sapo, pode tentar fazer programa literário. Aproveita então que trabalha para um público jovem, com apresentadores que utilizam uma linguagem acessível para esse público e façam discussões sobre livros, autores. Para mim incentivo à leitura se faz mostrando que se lê e mostrando o quanto isso pode ser legal, mostrando-se empolgado com um livro. Não adianta eu chegar para meu aluno e dizer "esse livro aqui vocês deveriam ler", é mais 'eficiente' eu dizer "eu li um livro tri bom esta semana, fala disso e daquilo, o cara é muito interessante. Tem uma passagem que ele fala isso e aquilo..." Acaba gerando curiosidade. E essa peça da MTV, para mim, chega a ser ofensiva: primeiro porque diz o que eu devo fazer e quando, segundo porque parte do princípio que eu vou acreditar que um canal de televisão, que vive em função de propaganda, realmente quer que os telespectadores desliguem o aparelho. Ai, vai acabar o espaço denovo!
Só uma coisinha, é que eu acredito que nossa educação deve ser pela autonomia, nesse sentido é que essa 'coisa' da MTV me irrita, porque não dá ao sujeito os elementos para decidir o que quer fazer, ver clipes ou ler, ou ouvir rádio, ou dormir, ou escrever...
Tá, não vou escrever mais.:-)O que eu estou lendo?Várias coisas técnicas em paralelo, mas fica esse registrado: Documentos de Identidade - Tomaz Tadeu da Silva - ed. Autêntica.
Acho tri bom discordar de vez em quando. Senão fica tão chato. :-p
Beijo.

Pára o mundo, que eu quero descer!





O domingo está lindo. O tempo lá fora, ao menos. Eu, nem tanto. Como toda volta de Porto Alegre exige, estou a evitar objetos pontiagudos: posso explodir. Sim, gorda, gorda, gorda, gorda. Gigante. É sério. Minhas roupas que o digam. Quer dizer, nem preciso que elas me digam.

Na sexta fui ao boliche, acompanhada da Ticiana, Silvana e Fred, Pollyana e Rodrigo, Cristiano e Aline, Pedro e Fábio. Depois a San e uma amiga foram pra lá, assim como o Alberto e o Alysson, o Johnny e uma amiga. O Chico apareceu também. Saímos do Aerohell e fomos para o Crepe da Cidade, onde rolava um sonzinho nacional anos 80. Lá encontrei o Olavo e o Vini. Comi crepe. Mas tinha muita fome e o crepe demoraria anos, então fui com o Fábio e o Olavo pegar um abará na Dinha, não tinha, então comi acarajé mesmo. A fome é o melhor tempero. Tomei duas roskas de morango e me arrependi de ter bebido a 2a.

No sábado fiquei o dia todo em casa, fazendo nada. Comi pizza e fiz mais um pouco de nada. À noite, saí com a Sarah, a Marisela e a Cris, fomos no Takê, um restaurante japonês no Rio Vermelho. Estava bem bom, gastei os tubos. Que ninguém me ouça, mas prefiro o buffet do Riversides, em se tratando de sushi/custo/benefício. Depois o Fábio ligou e convidou para um cinema no Iguatemi, já que eles estavam de carro, mas acabei ficando em casa vendo tv. Experimentei a tal da Sagatiba, a cachaça que tá gastando mundos e fundos em propaganda. Gostei. Na madruga vi um filminho legal na tv, com o gostoso do Andy Garcia e a talentosa Emma Thompson.

Domingo, niver da minha mãe, niver da Naiara. Liguei pras duas, beijos pras duas. Estava com desejo de churrasco e salada de maionese. Acabei comendo feito uma vaca canibal - já que não foi só mato - lá no Iguatemi mesmo. Pedi uma salada de vegetais e pela primeira vez comi tooooodo o trocinho lá. É que vem um mundo de alface, cenoura e beterraba ralada, e isso demora um tempão para se mastigar e tal, sempre como só metade. Enfim, estava bom. Pena que não comi a tradicional bananinha e sim uma salada de manga. Era para ser uma salada de frutas, mas pela quantidade de manga que tinha... acabei comendo uma casquinha de baunilha no McDonalds. Acho que mais para aplacar a raiva do que por desejo pela sobremesa.

Putz, eu odeio quando me tratam como se eu fosse uma neurótica, daquelas que ficam imaginando coisas, vendo bruxas onde não têm. Especialmente quando há bruxas. Odeio quando faço uma pergunta e as pessoas se fazem de louca, como se eu estivesse fazendo uma pergunta absurda e totalmente sem sentido.

Eu quero um mouse novo. Eu quero hibernar. Eu poderia virar religiosa, né? Mas dá trabalho. Muito trabalho. Se bem que ser nerd também. Cara, eu tô numa pindaíba que puta que o pariu, viu? Acho que até vou jogar no loteria esta semana, para ver se sai alguma coisa. Sei lá, ir num bingo. Desgraça pouca é bobagem. Não é sorte no jogo, azar no amor? Então já era para eu ter tirado várias mega senas acumuladas. E bem acumuladas, ora!

Às vezes eu fico pensando que seria bom ficar morando mais um ano em Salvador. Acho que penso isso quando lembro do trabalho que dará me desfazer de tudo aqui, sair do apezinho, caminha, banheiro, minhas coisinhas. Estou pensando seriamente em voltar para a graduação. Sei que isso é um retrocesso. Eu sei.

Ai, ai, tenho que fazer as correções de um artigo para enviar até amanhã. Vou preparar um café e fazer isso agora. Já que meu domingo acabou sendo uma merda. Tá, não foi tão ruim assim. É engraçado, teve um dia esta semana que passou, nem lembro que dia foi, que eu estava tão feliz. Acho que foi quinta. Foi estranho, sem razão alguma eu estava apenas feliz. Tudo bem que a noite foi um pouco estressante, no trabalho. Sei lá. Estou/Sou essa montanha-russa.

quinta-feira, agosto 18, 2005

Correria, correria





Primeira semana de volta ao trabalho em Salvador. Bah, muita correria. Muita coisa para fazer, mas está tri bom estar de volta a minha casinha, ao calorzinho, ao meu silencinho. Só estou puta com a Americanas.com, que deveria ter entregado meu pedido ontem e apenas ontem é que enviaram-no para a transportadora. Chegará aqui apenas na semana que vem. Decepcionante.

A turma deste semestre parece ser bem legal e agora estou trabalhando à noite, o que me dá mais tempo durante o dia para trabalhar na dissertação. Espetáculo. Melhorou muitíssimo, sem dúvida.

Ao que tudo indica, irei jogar boliche amanhã, vou até cortar minhas unhas. Falando em unhas... eu comentei que fiz as unhas no trajeto poa-ssa? Pois é, uma demão entre poa-sp, após o suquinho e amendoins, e outra demão entre sp-ssa, uma mão antes de comer, outra depois de comer. Essa viagem foi ótima, deu pra fazer a mão, passear na Paulista, despachar 32kg de bagagem, ficar só com minha mochilinha mega leve e não pagar excesso de bagagem. Além de um dia ensolarado em sp. Fala sério, foi ou não foi tri bom?

Beijos, vou trabalhar.

sábado, agosto 13, 2005

Querida, cheguei!

A hot dry wind blows right through me.
The baby's crying and I can't sleep,
but we both know a change is coming,
coming closer sweet release.


Cheguei em Salvador. A viagem foi longa, mas foi a melhor escala que fiz até hoje. Três horas e meia em são paulo, passeando pela paulista, indo à igreja, shopping, livraria. Foi bem bom. Quando cheguei em ssa ganhei uma carona do Pedro até em casa. Desfiz as malas, guardei tudo, arrumei tudo, varri a casa, troquei lençóis, toalhas... chazinho e fiz alguma coisa para comer: arroz, e o churras que trouxe de poa. Aliás, ficou pronto. Vou comer. Depois ver tv, talvez ler um pouco e dormir.

sexta-feira, agosto 12, 2005

Último dia...

Parque Farroupilha



O último dia útil em Poa foi corrido, não diferente dos outros. Aliás, foi diferente sim, porque não trabalhei e passei o dia todo com a minha mãe, que tinha pedido um dia reservado só pra ela, e para almoçarmos juntas. Eu não tinha vido a Greice ainda nesta minha passagem, e ela juntou-se a nós no almoço. Fomos lá no Prato Verde e comi como uma vaca. Literalmente, já que é restaurante natureba, mais do que isso, vegetariano, portanto não comi carne.

Fomos do Bom Fim ao Menino Deus à Assis Brasil ao Centro. Pra lá e pra cá. Estressei-me com o bando de incompetentes irresponsáveis da MaxColor (www.maxcolor.com.br). Minha dica é, não confiem no serviço deles de impressão de fotos digitais. Se você não quer ter dores de cabeça, procure outra loja, pelo menos não a MaxColor do Bourbon Assis Brasil. Não vou contar a história toda aqui porque já enchi o saco de repetí-la e não mudará nada. Apenas acredite, não vale a pena o (não)trabalho que eles fazem.

O dia estava lindo hoje, um céu azul, limpo, 15 graus, mas não estava tão frio quanto ontem, que fazia 18. Vai por mim, um ventinho bem batido na nuca aqui no RS faz tooooda a diferença! E o nariz? Bah. Uma pedrinha de gelo.

Nem vi o fofo do Dani, nem meus brincos... mas assim fico com uma desculpa para ir na casa dele na minha próxima vinda a Porto.

Terminei de arrumar a mochila. Estou levando meio mundo: jogos de lençol, jogos de banho, tapetinhos, toalha de mesa, meias, Tupperware. Sim, eu fiz o shopping nos armários da minha mãe. Além de livros, material impresso de trabalho, comidinhas... Até vidro de Nuttella está indo. Aposto que passarei dos 20kg permitidos. Shame on me!

Buenas, é tarde e o vôo amanhã é bem cedo. Até outra hora, capital gaúcha que eu tanto admiro. Posts novamente, só na soterópolis.

quinta-feira, agosto 11, 2005

In a hurry




Quinta-feira, o tempo voa. Amanhã é meu último dia em Porto Alegre.
Foi uma estada muito boa e bem diferente da primeira/última/anterior. Na outra fiz muita festa, vi muitos amigos, me diverti horrores. Nesta, trabalhei bastante, fiquei com minha mãezinha, curti uma caminha-friozinho-tv-dvd. Fui ao cinema, saí pra jantar, um churrasquinho. Digamos que esta estada foi mais família. E estava tri bom!

Ok, está, porque ainda não acabou. Hoje não vou trabalhar, e vou visitar minha afilhada. Ontem comprei presentes para ela e para o irmão dela... váaaarios livrinhos infantis, 10 no total. Que já estão embrulhadinhos para presente e serão parcelados em 'agora', 'dia das crianças' e 'natal'.

Os dias têm voado, agora já são 11h, por exemplo. Ontem fui ao médico, entregar alguns exames e fiquei bem feliz por meu corpitcho ser coerente e exibir números condizentes com a minha alimentação, ou seja, meu colesterol está baixo, sendo que o 'colesterol bom' está alto, não estou anêmica, mas tenho que cuidar a tal da glicose, que está dentro dos níveis normais, entretanto próxima dos limites superiores da normalidade. É, eu amo doces.

Já são 13h30 e eu ainda não saí de casa, só resolvendo coisas por aqui. Bem, agora vou no Banco, encerrar uma conta que está me dando um super prejuízo.


domingo, agosto 07, 2005

Quanto mais eu conheço os homens...



... mais eu gosto dos cachorros!


As pessoas se superam na arte de me surpreender com suas (não)atitudes.
Ok, ok, e eu não aprendo a não esperar nada de ninguém. Mas, convenhamos, coerência não faz mal a ninguém. Não, pedir consideração, isso sim seria demais.
Definitivamente, preciso de um puppy.

sexta-feira, agosto 05, 2005

coríntios 1, cap 13:1



Eu poderia falar todas as línguas que são faladas na terra e até no céu, mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o som do gongo ou como o barulho de um sino.
Poderia ter o dom de anunciar mensagens de deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e ter tanta fé, a ponto de tirar as montanhas do seu lugar, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada...
Poderia dar tudo o que tenho e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado, mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada.
Quem ama é muito paciente e bondoso.
Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso.
Quem ama não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas.
Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo.
Quem ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência.
O amor é eterno.
Existem mensagens espirituais, mas durarão pouco.
Existe o dom de falar em línguas estranhas, mas acabará logo.
Existe o conhecimento, mas terminará também.
Pois, os nossos dons de conhecimento e as nossas mensagens espirituais são imperfeitos.
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que é imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança, falava como criança e pensava como criança.
Agora que sou adulto, parei de agir como criança.
O que agora vemos é como uma imagem imperfeita num espelho embaçado.
Mas, depois veremos face a face.
Tudo o quanto sei agora é obscuro e confuso...
Mas, depois verei tudo com clareza.
Tão claramente como Deus esta vendo agora mesmo o interior do meu coração.
Agora, portanto, permanecem três coisas:
A fé, a esperança e o amor.
Porém, a maior delas é o amor.


Poliana




Sinto-me fraquinha... ontem eu fui coletar sangue. Meu corpo ainda sente falta de dois tubinhos de sangue. Tadinha de mim.

Às vezes bate a Poliana e eu me sinto uma pessoa muito sortuda. O dia de ontem, finalmente, foi de total preguiça. Não trabalhei. Nadinha. Não fiz nem uma transcrição, nem uma entrevista, não li, não escrevi. Nada. Vi tv, fiquei no computador, aliás, fiz umas atualizações e umas limpezas no micro aqui. E conversei horas e horas (literalmente) com meu Heiko pelo telefone. Cara, ele é muito divertido. Então, eu sou tri sortuda, né? Porque tem pessoas bem legais que tenho o prazer de conviver. E hoje falei com o Eduardo, é bom ter alguém que me entenda mesmo. Ainda que para isso tenha que passar por situações similares, o que eu não desejo para meus amigos.

Ah, e a mãe do Du me mandou um beijo, ela gosta de mim!

E meu amigo Patrick casa-se amanhã. :'(
Adeus as minhas chances de ver o que é que a Suiça tem de bom.

Eu falei que está acontecendo um Festival de Cinema Gaúcho? Perdi de ver Meu tio matou um cara. Eram todos os filmes de graça. Sim, ainda está acontecendo mas... eu não saio de casa hoje nem por decreto. Só colocarei meu rico narizinho para fora de casa após terminar todas as transcrições das entrevistas feitas até agora. Que não chegam a metade do que eu tenho que fazer. Masss, tudo bem, semana que vem tentarei fazer TOOOOOODAS as entrevistas. E se eu não conseguir, não tem problema. É a vida.

Ah, sim, eu já disse que não vou para Brasília?
Acontece que não posso nem cancelar nem reitinerar o vôo da Gol. Só perder. Ou mudar a data. Mudando a data, significaria ter que vir mais uma vez a Porto Alegre e ir mais uma vez para Salvador, no período de um ano. E não planejo fazer isso. No máximo em março quero estar aqui. A não ser que eu arranje um emprego em Salvador, aí fico lá por mais um ano, até março de 2007. Se bem que Salvador depois de 12 de setembro, tornar-se-á o lugar mais desinteressante da face da Terra. Muito, aliás, ficará desinteressante.

Já estou fraca e hopeless. São os dois tubinhos de sangue. É isso.

quinta-feira, agosto 04, 2005

Maldade [On] Off




Mensagem de uma menina numa comunidade minha no orkut:

Por que amo Londres? 5/27/2005 2:12 PM
Vem de cada pub antigo, cada cor de cabelo, cada tom de pele. Amar Londres é celebrar o contato interpessoal com o mundo. É tudo e nada. Cidade de indas e vindas, mas intrigante e adorável. É caminhar pelo Green Park numa tarde ensolarada de novembro, curtir o frio de dezembro e se encantar com as vitrines. Desejo toda felicidades aqueles que tb amam essa cidade de tantos mistérios e encontros com os amigos. Saudade da minha linda Londres.

A resposta para a perguntinha-tópico dela deveria ser:
Porque eu escrevo mal pra caralho.

Afe!

Maldade On [Off]

49499





Fui olhar o blog e vi que o número de visitantes, contando a partir do antigo blog, era de 49499.

Fala sério, vai dizer que não te despertou desejos cabalísticos de fazer uma fezinha? Hein, hein?

quarta-feira, agosto 03, 2005

O tempo voa...



Passei a tarde inteira no Campus e consegui fazer uma entrevista que foi difícil, o moço é super ocupado. E fiquei enchendo o saco do pobrezinho do meu amigo Jules. Coitado, tem me aturado muito nos últimos dias com minhas frequentes visitas ao campus. O legal de estar andando por lá é ver velhos professores e funcionários. Surpreendentemente o pessoal permanente de lá é mais, muito mais, legal do que os 'passageiros' (em bom português, só os colegas eram malas, os professores e funcionários são gente boníssima).

Aliás, estou só numas de encher o saco alheio, quem tem sofrido comigo também é o pobre do Heiko, mas ele é muito divertido, e me faz bem. Acho que vou para Brasilia, after all. O Jules vai. Eu havia me inscrito para um evento que irá ocorrer lá, mas estava em dúvida se iria ou não. Agora vi que a Luzia também está inscrita. Fiquei mais animada para ir. Bem, isso me custará alguns, vários, reais a mais, entretanto pode ser bacana, mais pelo evento do que pela cidade satélite. E há a possibilidade de eu finalmente conhecer a Alessandra! Vai que eu fique ainda mais incentivada para fazer uma tatuagem?

À noite jantei com minha mãe e minha tia. Ai, foi tão bom. Minha tia não gosta de cozinhar e raramente o faz, mas ela fez taaaanta coisa. Achei tão fofo. E foi tri bom ficar um pouquinho com minha mãezinha e com a minha madrinha também. Estou sempre numa correria e quase nuuuunca passo um tempinho com elas.

O tempo voa. Semana que vem já vou embora. Não vou conseguir fazer todas as entrevistas a que me propunha. Paciência. Tentarei, evidentemente, mas estou vendo que não vou conseguir. E não irei cortar os pulsos por causa disto. Não mesmo.

Recebi um email do Stefano e parece que a situação está melhorando, ele talvez não vá embora no dia 13, então finalmente farei a tal prova e acabará a novela da Mecânica Quântica.

Hoje falei com a Daniela Castilho, loooongo tempo que não a via. Chame-me de egoísta mas foi bom falar com alguém que passou mais ou menos pela mesma situação que eu estou passando/vou passar.

Se alguém de bsb estiver lendo este blog, favor deixar recado... talvez me anime mais para ir à capital brasileira.

Agora é tarde, vou dormir, acordar cedo amanhã, fazer transcrições, exame de sangue, casa, almoço, campus. Acho que tenho ido mais ao campus agora do que quando eu estava na graduação!

Boa noite.


Desequilíbrio





Ontem acordei bem tarde, despedi-me da minha amiga Anna, que veio do RJ passar uma semana aqui em casa. Depois conversei com o Heiko, transcrevi uma entrevista, comi chocolate e fui pegar o carro na oficina. Ah sim, não contei que do sábado, né?

Sábado acordei, tomei café, vi um filme, tomei banho e fui, com a Anna, pegar o Renana, filho da Eliane, e depois fomos na casa da Eliane, lá no fim do mundo, coladinho com a Restinga. De lá fomos para a sede campestre do Banrisul, que é mais no fim do mundo ainda, acho que é Ponta Grossa, sei lá. Passamos o dia lá, comendo e bebendo. E o Marcelo se supera em fazer caipirinhas tri boas. O churrasco estava tri bom e eu relaxei o dia todo, foi bem bom. Apesar dos momentos em que tudo o que eu queria era não estar ali. Saímos de lá já no final da tarde, passei na casa da Raquel e fomos dar uma caminhada em Ipanema, para a Anna conhecer. Deixei a quél em casa e fomos em direção ao Mont Serrat, para jantarmos na casa do Flávio, que estava nos esperando com mais churrasco. Acontece que no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho... Buenas, pela manhã, quando saímos do Renan, eu vi a luzinha lá no painel do carro acendendo. Ai, uma luzinha lá, não importa o que é. Daí parei num posto de gasolina para perguntar ao frentista o que era e tal. Aíii, ele olhou lá na frentinha e disse que estava tudo bem, a água estava no nível e a ventoinha estava funcionando, deveria ser algum problema elétrico. Então tá. No caminho de volta do fim do mundo para a civilização, eu parei em outro posto, só por descargo de consciência, já que a luzinha continuava acendendo. Quando o carinha abriu o trocinho da água, saiu váaaarias fumaças. Ficamos uma meia hora no posto, até esfriar o carro. Saímos, andamos 10 metros e a luzinha acendeu novamente. Paramos, ao lado de um trailer, a Anna ficou tomando uma cervejinha, ficamos batendo papo, e eu chamei o seguro, que iria trazer um guincho. Só que os queridos só mandaram um auto socorro, sem guincho. O guri ficou lá jurando que iria resolver o problema, né. Eu nem tchum. Depois, claro, teve que rolar o guincho. Então levamos o carro pra oficina. Depois o motorista do guincho deu uma carona até a garagem da Carris, de lá pegamos um T9 e fomos pra janta no Flávio, isso já era quase meia noite. Comemos e tal, conversamos e o Flávio nos deu uma carona até em casa.

Tá, então ontem fui buscar o carro na oficina e ficar 300 contos mais pobre. Depois fui para o campus do Vale. Na av. Bento Gonçalves, a caminho do Campus, tinham vários motoristas se arrastando pela pista, daí fui ultrapassar um deles, e logo depois que passo, vejo atrás da moitinhas uns queridos fiscais de trânsito. Toooma, além de tudo, levei uma multa por excesso de velocidade. Caraaaaalho! Fiz uma entrevista, marquei outra para hoje - aliás, é daqui a pouco - e depois fui buscar minha mãe no serviço, na ida vi o pôr-do-sol mais bonito da minha vida, e comi mais um pouco de chocolate, no carro. Na volta, trazendo-a pra casa, pegamos um PUTA engarrafamento na Antônio de Carvalho... sei que saímos dali, pegamos o Ipê, a Cefer, fizemos altas voltas e saímos na Protásio pela Bom Jesus. Só larguei a mãe em casa e fui direto ao encontro do Sandro e do Sérgio, no Moinhos Shopping. Assistimos A Fantástica Fábrica de Chocolate e terminei de comer o chocolate, depois fomos para a Lancheria do Parque e eu comi um cachorro-quente, para ter algum sal no organismo, já que toda a minha alimentação do dia tinha sido uma barra de chocolate. E tomei uma caipirinha de abacaxi com maracujá. Delícia. E foi tri bom sair com os guris. Depois vim pra minha casinha, falei com o Pedro, e fui dormir.

Hoje levantei mega tarde, nem parecia eu. Minha mente ficou a manhã toda martelando várias coisas. Muitas coisas. Toma decisões, volta a trás. Ai, muito confuso. Vontade de não levantar da cama e só ficar dormindo. Aliás, o que eu queria era ficar aqui em casa, aqui em Porto Alegre e nunca mais ter que fazer nada na vida. Só dormir. Só, só, só. Não quero pensar nada. Como isso não é possível, acho que a solução é trabalhar, trabalhar muito. E esquecer de todo o resto. Ah, sim, sou eu, A dramática. Ontem, comecei o dia sendo acusada de muito emocional, e terminei como a dramática. De qualquer forma, acho que estou making my mind up. Logo o universo encontrará o curso natural das coisas. Pelo menos o meu natural, né, em que o universo só conspira contra.

E o dia foi assim, como tem sido os últimos dias. Altos e baixos, a todo momento. Um desiquilibrio total.

terça-feira, agosto 02, 2005

Quando eu crescer eu quero ser assim





"finding a balance of caring about what others want, and what one needs and wants for oneself is hard."

by Heiko

When I'm good, I'm very good, and when I'm bad, I'm even better.




Não, não estou com instintos suicidas em alta.
Mas só estou a meter os pés pelas mãos nos últimos dias. Acho que eu sou melhor quando incorporo a máxima da Mae West, mesmo. Sabe? Quando sou egoísta e quando não dou a mínima para o outro. Aí, não só eu fico bem, não me estresso, como as pessoas não ficam magoadinhas comigo, nem esparandinho coisinhas, nem os seres adorados ficam pisandinho em ovinhos como se eu fosse de porcelaninha.

The most I can do for my friend is simply be his friend.

Henry David Thoreau

segunda-feira, agosto 01, 2005

Sutilezas



Acho que não gosto de sutilezas. Não sei. É um conceito que estou (re)pensando no momento. De qualquer forma... parece que tenho estado sempre no lugar errado, na hora errada.

Talvez ter vindo para Porto Alegre tenha sido um erro. Primeiro, porque não estou em férias, mas creio que só eu sei disso. Segundo, porque sinto falta da minha casa em Salvador. Terceiro, porque me sinto completamente anulada. Ainda bem que existe Directv e Mommy.

quinta-feira, julho 28, 2005

Eu não acredito!!!




Katemari: É estranho... eu lembro do nome, claramente... Liano Lippert, mas não lembro da pessoa. Como te vi na comunidade do Balduíno, sei que é de lá que te conheço mas... será que fomos colegas?

Liano: Katemari, Olá! Lembro de você muito bem!!! como tu não te lembras de mim?? Cansei de ir ao seu apto na Av. Bento Gonçalves fazer trabalhos para escola!!! Viu como lembro... andavamos sempre juntos.. eu você a Luciane Shuck, acho que é assim que se escreve... a Renata tb.. lembra??? Teve até uma época que faziamos pecinhas de gesso e pensamos em vender.. coisas de moleque... flash back!!! ahahahahaha... Estou morando em São Paulo... Não vamos perder contato.. e você está bem??? Lembro-me da sua Mãe tb...
Bjs...
Liano Lippert

Tem coisas, que só o Orkut faz por você!
É tri bom reencontrar amigos, mesmo que a gente não lembre deles...


segunda-feira, julho 25, 2005

Quotes...




"(...) É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata, trazendo tudo que poderia ter sido e não foi
(...) Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou
(...) Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna..."

domingo, julho 24, 2005

Today's fortune:





Stop searching forever, happiness is just next to you


A cigana que falou, foi ela, foi ela.

sábado, julho 23, 2005

Bem aventurados os esquecidos, pois eles não têm do que se arrepender




Eloisa to Abelard


In these deep solitudes and awful cells,
Where heav'nly-pensive contemplation dwells,
And ever-musing melancholy reigns;
What means this tumult in a vestal's veins?
Why rove my thoughts beyond this last retreat?
Why feels my heart its long-forgotten heat?
Yet, yet I love! — From Abelard it came,
And Eloisa yet must kiss the name.

Dear fatal name! rest ever unreveal'd,
Nor pass these lips in holy silence seal'd.
Hide it, my heart, within that close disguise,
Where mix'd with God's, his lov'd idea lies:
O write it not, my hand — the name appears
Already written — wash it out, my tears!
In vain lost Eloisa weeps and prays,
Her heart still dictates, and her hand obeys.

Relentless walls! whose darksome round contains
Repentant sighs, and voluntary pains:
Ye rugged rocks! which holy knees have worn;
Ye grots and caverns shagg'd with horrid thorn!
Shrines! where their vigils pale-ey'd virgins keep,
And pitying saints, whose statues learn to weep!
Though cold like you, unmov'd, and silent grown,
I have not yet forgot myself to stone.
All is not Heav'n's while Abelard has part,
Still rebel nature holds out half my heart;
Nor pray'rs nor fasts its stubborn pulse restrain,
Nor tears, for ages, taught to flow in vain.

Soon as thy letters trembling I unclose,
That well-known name awakens all my woes.
Oh name for ever sad! for ever dear!
Still breath'd in sighs, still usher'd with a tear.
I tremble too, where'er my own I find,
Some dire misfortune follows close behind.
Line after line my gushing eyes o'erflow,
Led through a sad variety of woe:
Now warm in love, now with'ring in thy bloom,
Lost in a convent's solitary gloom!
There stern religion quench'd th' unwilling flame,
There died the best of passions, love and fame.

Yet write, oh write me all, that I may join
Griefs to thy griefs, and echo sighs to thine.
Nor foes nor fortune take this pow'r away;
And is my Abelard less kind than they?
Tears still are mine, and those I need not spare,
Love but demands what else were shed in pray'r;
No happier task these faded eyes pursue;
To read and weep is all they now can do.

Then share thy pain, allow that sad relief;
Ah, more than share it! give me all thy grief.
Heav'n first taught letters for some wretch's aid,
Some banish'd lover, or some captive maid;
They live, they speak, they breathe what love inspires,
Warm from the soul, and faithful to its fires,
The virgin's wish without her fears impart,
Excuse the blush, and pour out all the heart,
Speed the soft intercourse from soul to soul,
And waft a sigh from Indus to the Pole.

Thou know'st how guiltless first I met thy flame,
When Love approach'd me under Friendship's name;
My fancy form'd thee of angelic kind,
Some emanation of th' all-beauteous Mind.
Those smiling eyes, attemp'ring ev'ry day,
Shone sweetly lambent with celestial day.
Guiltless I gaz'd; heav'n listen'd while you sung;
And truths divine came mended from that tongue.
From lips like those what precept fail'd to move?
Too soon they taught me 'twas no sin to love.
Back through the paths of pleasing sense I ran,
Nor wish'd an Angel whom I lov'd a Man.
Dim and remote the joys of saints I see;
Nor envy them, that heav'n I lose for thee.

How oft, when press'd to marriage, have I said,
Curse on all laws but those which love has made!
Love, free as air, at sight of human ties,
Spreads his light wings, and in a moment flies,
Let wealth, let honour, wait the wedded dame,
August her deed, and sacred be her fame;
Before true passion all those views remove,
Fame, wealth, and honour! what are you to Love?
The jealous God, when we profane his fires,
Those restless passions in revenge inspires;
And bids them make mistaken mortals groan,
Who seek in love for aught but love alone.
Should at my feet the world's great master fall,
Himself, his throne, his world, I'd scorn 'em all:
Not Caesar's empress would I deign to prove;
No, make me mistress to the man I love;
If there be yet another name more free,
More fond than mistress, make me that to thee!
Oh happy state! when souls each other draw,
When love is liberty, and nature, law:
All then is full, possessing, and possess'd,
No craving void left aching in the breast:
Ev'n thought meets thought, ere from the lips it part,
And each warm wish springs mutual from the heart.
This sure is bliss (if bliss on earth there be)
And once the lot of Abelard and me.

Alas, how chang'd! what sudden horrors rise!
A naked lover bound and bleeding lies!
Where, where was Eloise? her voice, her hand,
Her poniard, had oppos'd the dire command.
Barbarian, stay! that bloody stroke restrain;
The crime was common, common be the pain.
I can no more; by shame, by rage suppress'd,
Let tears, and burning blushes speak the rest.

Canst thou forget that sad, that solemn day,
When victims at yon altar's foot we lay?
Canst thou forget what tears that moment fell,
When, warm in youth, I bade the world farewell?
As with cold lips I kiss'd the sacred veil,
The shrines all trembl'd, and the lamps grew pale:
Heav'n scarce believ'd the conquest it survey'd,
And saints with wonder heard the vows I made.
Yet then, to those dread altars as I drew,
Not on the Cross my eyes were fix'd, but you:
Not grace, or zeal, love only was my call,
And if I lose thy love, I lose my all.
Come! with thy looks, thy words, relieve my woe;
Those still at least are left thee to bestow.
Still on that breast enamour'd let me lie,
Still drink delicious poison from thy eye,
Pant on thy lip, and to thy heart be press'd;
Give all thou canst — and let me dream the rest.
Ah no! instruct me other joys to prize,
With other beauties charm my partial eyes,
Full in my view set all the bright abode,
And make my soul quit Abelard for God.

Ah, think at least thy flock deserves thy care,
Plants of thy hand, and children of thy pray'r.
From the false world in early youth they fled,
By thee to mountains, wilds, and deserts led.
You rais'd these hallow'd walls; the desert smil'd,
And Paradise was open'd in the wild.
No weeping orphan saw his father's stores
Our shrines irradiate, or emblaze the floors;
No silver saints, by dying misers giv'n,
Here brib'd the rage of ill-requited heav'n:
But such plain roofs as piety could raise,
And only vocal with the Maker's praise.
In these lone walls (their days eternal bound)
These moss-grown domes with spiry turrets crown'd,
Where awful arches make a noonday night,
And the dim windows shed a solemn light;
Thy eyes diffus'd a reconciling ray,
And gleams of glory brighten'd all the day.
But now no face divine contentment wears,
'Tis all blank sadness, or continual tears.
See how the force of others' pray'rs I try,
(O pious fraud of am'rous charity!)
But why should I on others' pray'rs depend?
Come thou, my father, brother, husband, friend!
Ah let thy handmaid, sister, daughter move,
And all those tender names in one, thy love!
The darksome pines that o'er yon rocks reclin'd
Wave high, and murmur to the hollow wind,
The wand'ring streams that shine between the hills,
The grots that echo to the tinkling rills,
The dying gales that pant upon the trees,
The lakes that quiver to the curling breeze;
No more these scenes my meditation aid,
Or lull to rest the visionary maid.
But o'er the twilight groves and dusky caves,
Long-sounding aisles, and intermingled graves,
Black Melancholy sits, and round her throws
A death-like silence, and a dread repose:
Her gloomy presence saddens all the scene,
Shades ev'ry flow'r, and darkens ev'ry green,
Deepens the murmur of the falling floods,
And breathes a browner horror on the woods.

Yet here for ever, ever must I stay;
Sad proof how well a lover can obey!
Death, only death, can break the lasting chain;
And here, ev'n then, shall my cold dust remain,
Here all its frailties, all its flames resign,
And wait till 'tis no sin to mix with thine.

Ah wretch! believ'd the spouse of God in vain,
Confess'd within the slave of love and man.
Assist me, Heav'n! but whence arose that pray'r?
Sprung it from piety, or from despair?
Ev'n here, where frozen chastity retires,
Love finds an altar for forbidden fires.
I ought to grieve, but cannot what I ought;
I mourn the lover, not lament the fault;
I view my crime, but kindle at the view,
Repent old pleasures, and solicit new;
Now turn'd to Heav'n, I weep my past offence,
Now think of thee, and curse my innocence.
Of all affliction taught a lover yet,
'Tis sure the hardest science to forget!
How shall I lose the sin, yet keep the sense,
And love th' offender, yet detest th' offence?
How the dear object from the crime remove,
Or how distinguish penitence from love?
Unequal task! a passion to resign,
For hearts so touch'd, so pierc'd, so lost as mine.
Ere such a soul regains its peaceful state,
How often must it love, how often hate!
How often hope, despair, resent, regret,
Conceal, disdain — do all things but forget.
But let Heav'n seize it, all at once 'tis fir'd;
Not touch'd, but rapt; not waken'd, but inspir'd!
Oh come! oh teach me nature to subdue,
Renounce my love, my life, myself — and you.
Fill my fond heart with God alone, for he
Alone can rival, can succeed to thee.

How happy is the blameless vestal's lot!
The world forgetting, by the world forgot.
Eternal sunshine of the spotless mind!
Each pray'r accepted, and each wish resign'd;

Labour and rest, that equal periods keep;
"Obedient slumbers that can wake and weep;"
Desires compos'd, affections ever ev'n,
Tears that delight, and sighs that waft to Heav'n.
Grace shines around her with serenest beams,
And whisp'ring angels prompt her golden dreams.
For her th' unfading rose of Eden blooms,
And wings of seraphs shed divine perfumes,
For her the Spouse prepares the bridal ring,
For her white virgins hymeneals sing,
To sounds of heav'nly harps she dies away,
And melts in visions of eternal day.

Far other dreams my erring soul employ,
Far other raptures, of unholy joy:
When at the close of each sad, sorrowing day,
Fancy restores what vengeance snatch'd away,
Then conscience sleeps, and leaving nature free,
All my loose soul unbounded springs to thee.
Oh curs'd, dear horrors of all-conscious night!
How glowing guilt exalts the keen delight!
Provoking Daemons all restraint remove,
And stir within me every source of love.
I hear thee, view thee, gaze o'er all thy charms,
And round thy phantom glue my clasping arms.
I wake — no more I hear, no more I view,
The phantom flies me, as unkind as you.
I call aloud; it hears not what I say;
I stretch my empty arms; it glides away.
To dream once more I close my willing eyes;
Ye soft illusions, dear deceits, arise!
Alas, no more — methinks we wand'ring go
Through dreary wastes, and weep each other's woe,
Where round some mould'ring tower pale ivy creeps,
And low-brow'd rocks hang nodding o'er the deeps.
Sudden you mount, you beckon from the skies;
Clouds interpose, waves roar, and winds arise.
I shriek, start up, the same sad prospect find,
And wake to all the griefs I left behind.

For thee the fates, severely kind, ordain
A cool suspense from pleasure and from pain;
Thy life a long, dead calm of fix'd repose;
No pulse that riots, and no blood that glows.
Still as the sea, ere winds were taught to blow,
Or moving spirit bade the waters flow;
Soft as the slumbers of a saint forgiv'n,
And mild as opening gleams of promis'd heav'n.

Come, Abelard! for what hast thou to dread?
The torch of Venus burns not for the dead.
Nature stands check'd; Religion disapproves;
Ev'n thou art cold — yet Eloisa loves.
Ah hopeless, lasting flames! like those that burn
To light the dead, and warm th' unfruitful urn.

What scenes appear where'er I turn my view?
The dear ideas, where I fly, pursue,
Rise in the grove, before the altar rise,
Stain all my soul, and wanton in my eyes.
I waste the matin lamp in sighs for thee,
Thy image steals between my God and me,
Thy voice I seem in ev'ry hymn to hear,
With ev'ry bead I drop too soft a tear.
When from the censer clouds of fragrance roll,
And swelling organs lift the rising soul,
One thought of thee puts all the pomp to flight,
Priests, tapers, temples, swim before my sight:
In seas of flame my plunging soul is drown'd,
While altars blaze, and angels tremble round.

While prostrate here in humble grief I lie,
Kind, virtuous drops just gath'ring in my eye,
While praying, trembling, in the dust I roll,
And dawning grace is op'ning on my soul:
Come, if thou dar'st, all charming as thou art!
Oppose thyself to Heav'n; dispute my heart;
Come, with one glance of those deluding eyes
Blot out each bright idea of the skies;
Take back that grace, those sorrows, and those tears;
Take back my fruitless penitence and pray'rs;
Snatch me, just mounting, from the blest abode;
Assist the fiends, and tear me from my God!

No, fly me, fly me, far as pole from pole;
Rise Alps between us! and whole oceans roll!
Ah, come not, write not, think not once of me,
Nor share one pang of all I felt for thee.
Thy oaths I quit, thy memory resign;
Forget, renounce me, hate whate'er was mine.
Fair eyes, and tempting looks (which yet I view!)
Long lov'd, ador'd ideas, all adieu!
Oh Grace serene! oh virtue heav'nly fair!
Divine oblivion of low-thoughted care!
Fresh blooming hope, gay daughter of the sky!
And faith, our early immortality!
Enter, each mild, each amicable guest;
Receive, and wrap me in eternal rest!

See in her cell sad Eloisa spread,
Propp'd on some tomb, a neighbour of the dead.
In each low wind methinks a spirit calls,
And more than echoes talk along the walls.
Here, as I watch'd the dying lamps around,
From yonder shrine I heard a hollow sound.
"Come, sister, come!" (it said, or seem'd to say)
"Thy place is here, sad sister, come away!
Once like thyself, I trembled, wept, and pray'd,
Love's victim then, though now a sainted maid:
But all is calm in this eternal sleep;
Here grief forgets to groan, and love to weep,
Ev'n superstition loses ev'ry fear:
For God, not man, absolves our frailties here."

I come, I come! prepare your roseate bow'rs,
Celestial palms, and ever-blooming flow'rs.
Thither, where sinners may have rest, I go,
Where flames refin'd in breasts seraphic glow:
Thou, Abelard! the last sad office pay,
And smooth my passage to the realms of day;
See my lips tremble, and my eye-balls roll,
Suck my last breath, and catch my flying soul!
Ah no — in sacred vestments may'st thou stand,
The hallow'd taper trembling in thy hand,
Present the cross before my lifted eye,
Teach me at once, and learn of me to die.
Ah then, thy once-lov'd Eloisa see!
It will be then no crime to gaze on me.
See from my cheek the transient roses fly!
See the last sparkle languish in my eye!
Till ev'ry motion, pulse, and breath be o'er;
And ev'n my Abelard be lov'd no more.
O Death all-eloquent! you only prove
What dust we dote on, when 'tis man we love.

Then too, when fate shall thy fair frame destroy,
(That cause of all my guilt, and all my joy)
In trance ecstatic may thy pangs be drown'd,
Bright clouds descend, and angels watch thee round,
From op'ning skies may streaming glories shine,
And saints embrace thee with a love like mine.

May one kind grave unite each hapless name,
And graft my love immortal on thy fame!
Then, ages hence, when all my woes are o'er,
When this rebellious heart shall beat no more;
If ever chance two wand'ring lovers brings
To Paraclete's white walls and silver springs,
O'er the pale marble shall they join their heads,
And drink the falling tears each other sheds;
Then sadly say, with mutual pity mov'd,
"Oh may we never love as these have lov'd!"

From the full choir when loud Hosannas rise,
And swell the pomp of dreadful sacrifice,
Amid that scene if some relenting eye
Glance on the stone where our cold relics lie,
Devotion's self shall steal a thought from Heav'n,
One human tear shall drop and be forgiv'n.
And sure, if fate some future bard shall join
In sad similitude of griefs to mine,
Condemn'd whole years in absence to deplore,
And image charms he must behold no more;
Such if there be, who loves so long, so well;
Let him our sad, our tender story tell;
The well-sung woes will soothe my pensive ghost;
He best can paint 'em, who shall feel 'em most.


Alexander Pope

Eu queria ser nerd




É sério, eu queria. Mas nem para isso eu tenho talento. Ser um daqueles seres que apenas lêem, estudam, escrevem, criam, produzem, digitam, ouvem música, entendem muito sobre muitas coisas. E conseguem passar horas e horas, dias e dias, lendo diversas coisas profundas e inteligentes. Ou seja, revista da Editora Abril não conta. Nem blogs. Nem comunidades do Orkut. Essa gente lê filosofia. Na fonte. Em alemão. Era isso que eu queria.

Assim não me sobrava tempo para mais nada na vida. Acho que seria muito melhor.

Dreams





Oh my life is changing everyday
Every possible way
Though my dreams, it’s never quite as it seems
Never quite as it seems

I know I felt like this before
But now I’m feeling it even more
Because it came from you

Then I open up and see
The person fumbling here is me
A different way to be

I want more, impossible to ignore
Impossible to ignore
They’ll come true, impossible not to do
Impossible not to do


Cramberries

quinta-feira, julho 21, 2005

Para as autoridades locais





Se encontrarem uma mulher, negra, 26 anos, congelada, petrificada, durinha-da-silva, em algum local de Porto Alegre, favor entrar em contato com a família da dona deste blog.

Obrigada.

quarta-feira, julho 20, 2005

Deu pra ti...




Today's fortune:
You will travel to many places


A cigana do orkut não erra. Hoje vou para Porto Alegre, acordei às 6h, para arrumar as coisinhas, mandar arquivos do pc para mim mesma, já que não tenho um pendrive, fazer mala, essas coisas. 9h30 sairei de casa, passo na Ufba, pego trabalho pra levar pra Poa, deixo um texto lá, depois pego o ônibus, uns 15min na parada, mais 50min (arredondemos para 1h) dentro do ônibus, chego no aeroporto. Deixe-me ver, às.. 11h15? Então posso sair de casa às 10h, chegando lá 11h45. Tá bom, né? O vôo sai 12h55. Daí chego em Brasília às 14h46 (não, não é 14h45, nem 14h50, é 14h46). Uma conexãozinha básica. Saio de bsb às 17h46. Aham... isso mesmo, 3 horinhas depois. O que irei eu fazer, doente, com febre, dor, diarréia, por 3 longas horas no aeroporto de brasília? Não faço a menor idéia. Se calhar encontro uma malinha cheia de dinheiro perdida por lá, já que está na moda. Tem um menino do Orkut que mora em bsb, talvez nos vejamos lá pelo aeroporto, se eu puder sair da sala de embarque.

Depois vou pra casinha, chego em poa às 20h45 (não é 20h46!).

Então é isso, vou pra porto alegre, tchau!

segunda-feira, julho 18, 2005

Meu estômago me odeia




Cheguei ao saldo de 5 Buscopans ao final do dia, e a conclusão de que meu estômago me odeia. Ainda estou morrendo de dores. Sinto como se tivesse um alien dentro de mim, e meus musculuzinhos internos se contorcendo.

Além disso, fui assistir a aula de um estagiário, euzinha, cheia de dor, às 21h, o cara com excesso de faltas na disciplina, não mais apareceu nas aulas, e ouço, às 22h e tanto que eu estou pegando no pé dele.

Dai-me forças, ó!

Lost in translation




Perdão, Sofia, eu juro que tentei ver teu filme. Eu até acredito que ele deva ser ótimo, mas após duas tentativas frustradas de vê-lo, desisto. Pelo menos temporariamente. Talvez agora, na casa de mamãe, eu volte a tentar. Mas tenho que confessar: não, não conseguir ficar awake.

Bem, as tentativas sucessivas foram na quarta e na quinta-feira, à noite. Aliás, na quarta-feira à tarde eu fiz a mais irresponsável das coisas: fui à praia. Se fosse ir tomar um banho num dia super quente e ensolarado tudo bem, mas não, estava até meio nublado. Eu. cheia de coisas para fazer durante a tarde, fui para Stella Maris. Ok, conheci mais um pedacinho de Salvador, mas só peguei vento. Tudo bem que foi rapidinho, só tomou duas horas do meu dia, mesmo assim, quando se está cheia de coisas para fazer fica-se com um brutal sentimento de culpa.

No trabalho, quinta-feira, as coisas ficaram pesadas, um aluno reagiu muito mal ao saber que seria reprovado. Lamentável. O menino bradava, ameaçava... à noite jantei numa pizzaria, rodízio, comi até quase explodir. Uma vergonha. Teria sido uma vergonha menor se no dia seguinte eu não tivesse voltado lá, para almoçar. Shame on me, shame on me. Mas estava tri bom.

Sábado e domingo foram de clausura, estudos e limpeza de casa. Lavei chão, banheiro, vaso, cesto de lixo, box... todas essas coisas nojentinhas, roupas, louça... todas essas coisas necessárias.

Consegui terminar a primeira versão do tal artigo para Bauru. Mandei para minha orientadora... nem quero ver todas as mudanças que ela me irá mandar fazer. :-(
Eu não tenho talento pra estas coisas, sinceramente. Eu queria ser destas pessoinhas que sentam a bunda à frente do micro e fazem coisas maravilhosas em algumas horas, ou poucos dias. Eu não. É sofrido. E pra sair alguma coisa mais ou menos.

Ontem me deu uma vontade tremenda de parar tudo e voltar para a graduação. Definitivamente graduação, por mais mala que seja, tem suas vantagens. A gente vai lá, faz umas cadeirinhas, se mata estudando, e pronto. Não tem que ler 5 livros para escrever um parágrafo. Na graduação dá para falar qualquer merda que ninguém te pede a referência. Na graduação podemos ser mais criativos, até. Eu acho. Tudo o que eu penso eu tenho que ficar procurando quem vai me autorizar a dizê-lo. Saco. Não, definitivamente, eu não tenho talento pra isso. Mas tenho talento pra quê?

Será que tenho algum talento? Sério, sem drama.

Acho que vou para o ramo de turismo, eu tenho talento para viajar e me divertir. Será que isso conta?

Tá, deixa eu ir que tenho mundos de coisas para fazer... hoje acordei às 6h30, decidi que tomaria café de hotel, fui na padaria, comprei pão, iogurte, banana, vim, fiz suco, ovos, café... ainda tenho que ir pagar o aluguel, fechar a papelada toda da universidade (dos alunos), ler mais umas monografias (dos alunos), almoçar, reunião às 14h... ai, ai... e já são 9h. O dia voa.


sábado, julho 16, 2005

sexta-feira, julho 15, 2005

Absurdos da vida moderna

orkut: "orkut is under construction.
please check back soon (=


Join orkut to expand the circumference of your social circle"

terça-feira, julho 12, 2005

Notícia aos navegantes




Por aqui, tudo bem.
O final de semana foi lindo. Não fui para Itacaré, mas Barra Grande. Primeiro de carro até o Terminal de São Joaquim. De lá um ferry-boat-que-me-fez-enjoar até Itaparica, e então carro pela estrada até Camamu, ao sul de Salvador. Lá deixou-se o carro e segui de barco pelas águas da Baía de Camamu até a ponta da península de Maraú, na praia de Barra Grande. O lugar é deslumbrante. Escolha rápida de um pouso e almoço num buffet muito xumbrega. Então caminhada até a praia de Taipus de Fora. A caminhada passa por umas 3 praias, se não me falha a memória. Sabe aquelas imagens de praias tropicais paradisiacas? É lá. Não tenha dúvida. Coqueiros, água verde, areia clara e fofa. É lá. Uma caminhada de 8km de beleza e tranquilidade, cruzando com poucos viventes, possíveis de serem contados com os dedos das mãos. É lá. Já ouviu falar do Kiaroa, um dos resorts mais caros do Brasil? É lá. E eu passei pela frente, é na beirinha da praia. Tem pousadas muito fofas por lá, super integradas com o local, usando e abusando de madeira, bom gosto, aparente conforto, tranquilidade e discrição. Nada como aquela construção horrorosa que é tem na Costa do Sauípe. Parada rápida num bar gostoso na praia de Taipus de Fora, um mousse de maracujá e uma viagem de jardineira de volta a Barra Grande. Pousada, banho. E a janta. Um restaurante italiano, Pinocchio, pasta, torradinhas, salada e vinho tinto seco. Delícia. Caminha, e dormir...

... pensa que dormi tranquila? Que nada, uma das piores noites dos últimos tempos!!! Mosquitos, muitos mosquitos. A pousada era fofo, o menino de lá era fofo, mas tinha muuuuuuitos mosquitos. Impossível de dormir. Sério, não é frescura. Puta inferno.

Na manhã seguinte, um café na Padaria da Barra: um iogurte natural com granola e mel muito perfeitos, juntamente com um suco de goiaba + um cacetinho com ovo e queijo, tomando café com leite. Super café, e super delícia.

Adeus, paraíso. Barco de volta a Camamu. Aliás, o passeio de barco é lindo, passa-se por ilhotas, manguezais, e tem-se uma imagem como aquelas do Pantanal, tá ligado?

Pegar o carro que ficou num estacionamentozinho cuidado por uns pirralhos, muito cômico, e seguir pela estrada até Ilhéus, foi o programa de domingo.

Ilhéus não me agradou tanto. Tudo bem, eu estava com a super expectativa para ir até Itacaré, isso pode ter influenciado meu julgamento, mas foi super legal ter conhecido a cidade, comido chocolate (caríssimo, por sinal). Ah, quando se entra na cidade tem um super-hiper-ultra cheiro de chocolate no ar, uma delícia. Dá para imaginar uma cidade com casinhas feitas de chocolate, jardins de bala de goma e janelas de biscoitos. Conheci o bar Vesúvio, o tal do Nacib do Jorge Amado. Tirei fotinho no Cristo, passeei pelas praias, almocei à beira da praia, jantei num restaurante delicioso, lindinho e numa espécie de pier (mas não é pier). E fiquei numa pousadinha muito fofa com lençóis de algodão super cheirosos.

Manhã de segunda-feira, estrada para Salvador. De volta à realidade.

E é isso. Assim foi meu final de semana. Um sonho.


sexta-feira, julho 08, 2005

Off





Volto na segunda-feira. Sim, isto significa fotinhos novas no album.

Vou para Itacaré, ainda que eu esteja morrendo de dor nas costas e até voltei a usar o Tylex. Juro que não estou viciada, morro de medo desse comprimidinho, mas está sendo mais do que necessário. Além da dor estar me incomodando muito, eu estou ficando insuportável. Ficar velha é foda.

Chove na soterópolis. A vida segue bela. Mamãe estava doente, não sei se melhorou. Ligarei hoje à noite, eu acho. Preciso falar com o Maicon também. Eduardo é outro que estava dodói. O fofo do Richard está bem, falei com ele ontem à tarde, depois da manhã de preocupação pós-explosões na terrinha.

Quase em férias do trabalho, partirei para um período de dedicação exclusiva à pesquisa. Sim, vou escrever o trabalho pra Bauru. Sim, vou escrever outro trabalho para Maceió. Espero conseguir terminá-los em tempo hábil, espero que sejam aceitos.

No mais acho que é isso. Beijo e bom final de semana, querido diário.

Baianidades


É dificil eu me conter e não falar que dos 4 sujeitos da entrevista-piloto que eu tinha para ontem e hoje, apenas 1 compareceu na hora mercada. Dois simplesmente não apareceram e um está 1 hora atrasado.

Depois eu sou bairrista, né?

quinta-feira, julho 07, 2005

Eu não como ninguém. Ou como mal.

Click to view my test results

  • you are a realist.
  • you are direct, enjoy playing devil's advocate and neither fear nor avoid discussions.
  • you are analytical, cautious, and distrustful.
  • they are insecure or are living through a period of major change.
  • you are an OK listener
  • The length of ***** indicates the quality of your sex life.
    And again more is better! You drew small *** :-)

    Draw a pig personality test
  • terça-feira, julho 05, 2005

    Jogo da vida





    Estou tão feliz e tão triste ao mesmo tempo.
    Não sei o que escrever, mas estou por aqui, a deliciar-me com a crueldade do universo. Ao mesmo tempo em que passo a acreditar na existência de perfeição, nas potencialidades de felicidade plena, tenho a impressão que as maldades do cosmos não têm fim, e seguem a brincar com minha vidinha-mais-ou-menos.

    Apenas faço-me marionete.

    domingo, julho 03, 2005


    Dá para acreditar nisto??? Está é uma comunidade que achei no Orkut - Trabalhos PRONTOS para facul! E esta é uma menina que faz trabalhos e vende. Posted by Picasa

    Pouca vergonha... e eu aqui tentando escrever alguma coisa.

    Ódio






    Escrevi um baita post. E o computador travou. Agora me calo. Até a raiva passar.