sexta-feira, fevereiro 11, 2005

Andanças






No último dia no Rio andamos horrores procurando uma tal agência do Banespa. Aliás, andamos de lá pra cá. Foi uma função Banespa, depois uma função para comprar as passagens para vir para sampa. Depois, fomos para Copacabana, uma praia suja, cheia de gente uoh. Ficamos na praia e tal. Então resolvemos ir na lagoa Rodrigo de Freitas, para jantar. Pegamos um ônibus que nos deixou do lado oposto da lagoa, o que nos fez caminhar alguns km.

Cheguei ontem em São Paulo, a viagem foi boa, apesa de eu não ter dormido direito, diferentemente de minhas outras viagens de ônibus, onde apago total. De qualquer forma, quando chegamos (eu, Richard, Taci, Paul) no Tietê eu não percebi que já era São Paulo.

Dividimo-nos na rodoviária: Taci e eu para a casa do Sandro, Richard e Paul para a casa de parentes do Ric.

Depois de metrô e táxi chegamos no Sandro, largamos as coisas e fomos caminhando até o shopping Ibirapuera, no caminho fizemos ligações básicas e tomamos café. Então pegamos um ônibus e descemos na Av. Paulista... caminhada básica por lá até a Augusta. Depois falei com o Fernando e fomos ao encontro dele para um almoço. Antes acabamos entrando numa lojinha de coisinhas indianas e fazendo comprinhas básicas, também passamos pelo Itaú Cultural, espaço muito legal.

Comi até explodir, com direto a minha sobremesa mais mais favorita de todas. Aliás, minha salada favorita, sobremesa favorita e companhia mais do que agradável. O dia começou bem, né?

Despedimo-nos do Fernando que nos fez um convite para jantar. Confirmaríamos mais tarde. Caminhamos até uma estação de metrô na Paulista e fomos para a Praça da Sé, quase saindo da estação encontramos um posto de informações, então acabamos pegando novamente o metrô e sainda na estação São Bento.

Caminhamos pelo centro, fomos no topo do edifício do Banespa - com vista panorâmica da cidade de São Paulo - e zanzamos um pouco mais na região. Acabamos no Centro Cultural Banco do Brasil, meu favorito, sempre. Saímos de lá e ligamos para Fernando, para confirmar a janta, mas disse que teria que ser cedinho porque eu sairia mais tarde com a Bruna e o Rodrigo.

Já eram 18h e resolvemos ir embora... estavamos na Praça da Sé. Pegamos um ônibus para a casa do Sandro. Descemos caminhamos 10 quadras... para o lado errado, e tivemos que caminhar mais 10, para voltar.

Chegamos no Sandro por volta de 20h30. Então liguei para o Fernando para saber se ele já havia começado a preparar as coisas, se não tivesse, eu iria propor para trocarmos a data da janta. Como ele já havia começado a fazer as coisas, eu disse que iria, mas eu não sabia se a Taci e o Sandro topariam ir. Acho que esse ponto não ficou exatamente claro. Enfim, fiquei de ligar novamente. Liguei para a Bruna e desmarquei de ir no Domina com ela e o Rodrigo, que havíamos combinado antes de eu vir pra cá. Liguei para a Dani e combinamos de nos vermos na sexta, quando estavamos conversando, meu cartão acabou. Fui num boteco próximo e não tinha cartão telefônico. Subi para o ap do Sandro (sim, sim, estou sem celular aqui, então estou usando orelhão) e a Taci estava se sentindo mal do estômago, além do princípio de gripe do dia anterior continuar dando sinais de vida.

Tomei um banho e fui numa incursão para encontrar o endereço do Fernando, andadinha + ônibus + metrô + táxi, seria o trajeto. Em frente ao ponto de ônibus tinha uma banca de revista, comprei um cartão telefônico, mas não tinha orelhão funcionado. Aliás, tem um monte de telefones públicos em São Paulo, muito legal... entretanto, um montão deles não funciona. Enfim, peguei o ônibus, desci na praça da Sé... imagina a situação, eu, à noite, centro de sp. Desci pela lateral da Catedral e entrei correndo na estação. Tá, quando cheguei na tal da estação Sumaré, vi um povo fazendo bunge jump na avenida, do alto duma elevada. Bizarro. E tinha um telefone público, dois, na verdade. Adivinha quantos funcionavam? 1. Liguei para o Fernando, qual minha surpresa quando ele atende puuuuuuuto comigo.

Bem, ele achou que eu não iria mais e então fez outros planos. Pronto. Fudeeeeu! Legal que eu ainda tive que ouvir o moço irritadíssimo comigo. Como não consigo ouvir ninguém gritando comigo, desandei a chorar, claro. E fiquei assistindo o pessoal do bungee jump. Depois peguei o metrô + ônibus e andei. Andei, andei, andei... andei porque já não sentia meus pés nem o corpo, andei para pensar, andei porque amo andar à noite nas cidades, eu, as pessoas da noite, meus pensamentos. Nas minhas andanças achei uma lan house que funciona 24h. Entrei abusei de ombros amigos. E fiquei melhor e andei mais um pouco para chegar no ap do Sandro, onde desabei e dormi, profundamente.

Espero ver o Rodrigo, a Adriana, a Dani...

Infelizmente nem deu para falar com a Suely, a Moema, a Rosane... gostaria de encontrá-las.

Ah, e como não consigo alterar a NAM do meu cel, estou sem celular funcionando aqui, quando conseguir, meu cel da Bahia 71 91150640 voltará ao normal e eu voltarei a ter contato com o mundo exterior. E por conta disso perdemo-nos do Richard e do Paul, o que me deixa deveras triste pois gostaria de estar com eles aproveitando a cidade.

Talvez eu acabe passando a tarde na piscina.

Whatever.

quarta-feira, fevereiro 09, 2005

Saindo do Rio, indo pra sampa



oi, saio daqui a pouco daqui, às 24h30.

chego em sampa 6h30 de quinta dia 10/fev.

acho que no sábado já estarei deixando sp.

nao sei se acessarei a internet

use cel, msg de txt 71 91150640.

beijao até breve



Kate, on the road.



segunda-feira, fevereiro 07, 2005

Muita testosterona





Putz, lembre-me de convocar o Daniel da próxima vez, tá bom?



Eu prometo que não insisto mais nos mesmos erros, prometo.



:-(



Ontem fui no Pão de Açucar, vários momentos fotolog. Fomos na Urca, momentos dividir conta em mesa de quem bebe chopp (até me sinto em Salvador). Não, continuo não bebendo chopp. Fomos para ipanema, pôr-do-sol no Arpoador, momentos fotolog muito bons.



Beber, beber, beber. Gente legal.



Indo para casa, no Rio de Janeiro, 3 amigas e 3 amigos. No ônibus, no meio do caminho, os amigos resolvem descer e deixar as amigas irem sozinhas para casa. Detalhe: o único nativo desceu também e nem explicaram onde deveríamos descer.



Ai essas amizades pós-modernas... não me convencem. Desculpa, sou uma conservadora ortodoxa.



E não aprendo a ser selfish. Mas continuo tentando.



Acho que deveria ter ido pra Buenos Aires com o Daniel, isso sim.





Letícia, André, Daniele: boas revelações do carnaval 2005. Ainda bem! E compensam.

sábado, fevereiro 05, 2005

td bem...



Estou de volta ao rio de janeiro... carnaval. Reencontrei os amigos de londres: richard, taciane, paul, luciano, sandro, philippe... uns foi reencontro, outros primeira vez.



Gosto da diversidade, mas preciso aprender a conviver melhor com ela. Salvador tem me ajudade nisso, ainda bem.



Está tudo bem por aqui. Cansada e com fome agora.



/me on the road.



domingo, janeiro 30, 2005

Alors...





Saí do hotel.

Ontem fui para a festa no ap do André e da Paula, despedida de ap. Ap que será 'meu' durante o carnaval. Estava muito bom... bebemos muito, papo, depois fomos para uma casa, Bukowski. Bem bacaninha. Saí de lá fedendo a cigarro, pra variar... e eram quase 6 da manhã. Fui pro hotel, dormi. Pedi pro cara me acordar às 8h30 (pra tomar café, né?) e o querido não o fez. Foda, perdi o cafezito. Anyway...



Às 16h dona Taciane chega no Rio e vamos para a região dos lagos.



Tá, me vou. Beijos. Sim, o cel do Rio ainda será o meio de contato até 09/fev.



sábado, janeiro 29, 2005

E chove...



Só chove (e faz frio) na cidade maravilhosa.



E as pessoas do Rio? Nem sei mais o que pensar... e eu que tinha tão em conta o povo daqui.



Mas sempre existe gente legal no mundo... e ainda bem que quem é legal é muuuuito legal.



Barra de São João amanhã. Rio novamente na sexta. São Paulo na terça.





sexta-feira, janeiro 28, 2005

I´m back





O simpósio terminou.

Entre mortos e feridos, salvaram-se todos.



Agora estarei mais offline do que nunca.



Beijos e pé na estrada.

quarta-feira, janeiro 26, 2005

Ahhhh











Só pra constar... ontem no horário do almoço, no meu roteiro santo, acabei comungando pela primeira vez na minha vidinha todinha. Tri emocionante, uma rodela branca de farinha, embebida em vinho, que grudou na minha língua e não saia de jeito nenhum, e eu me sentia como quando na saída do dentista com a boca anestesiada, sabe? Não dava para mexer a língua... enfim, enfim... foi lá na Candelária, sim, sim, lá onde mataram uns menininhos uma vez. Aliás, nem vi a marca no chão que, dizem, tem.



Vou lá pruma tal de mesa-redonda, afinal, nem só de passeios sacros vive o Rio de Janeiro.



Ah, Dani, sim, está tudo bem por aqui. Beijos e saudadinhas.



Ah, 2, o Fábio está mandando beijinhos para todos os meus queridos e amáveis leitores deste blog (e pros outros também).

terça-feira, janeiro 25, 2005

Hable con ella











Celular: 21 9111 5460

Hotel: 21 22659496 quarto 108



Email? Só o do gmail, mas olho raramente.



Aqui no Rio, as coisas "vão indo", após a saga para achar um hotel. Finalmente estou instalada, após uma estada em Niterói, com o fofo do Walter. Corroborei meu encanto pela cidade.



Ontem apresentei meu painel no Simpósio, foi melhor do que eu esperava... várias pessoas acharam meu trabalham legal, elogiaram, etc, etc. Eu estava morta, acabada, chinelinho, bermuda, camiseta meia boca. Sim, porque eu achei que minha apresentação era na quarta.



Enfim, outro dia escrevo mais, estou louca para fazer xixi. E este ar-condicionado daqui tá mó frio.



bem, to indo. Ligue.

beijo, fui.





sexta-feira, janeiro 21, 2005

quarta-feira, janeiro 19, 2005

É disso que eu preciso











Minha mochila está quase pronta. Acho que tem coisa demais. Quer dizer, acho que poderia estar mais leve, tem bastante roupa. Na verdade, bastante blusas, várias blusinhas. Verão é fogo para viajar porque a gente pensa que 'ah, são só blusinhas, precisa de menos coisas', mas a gente suja mais roupa, então, não sabendo se conseguirei lavá-las, sou obrigada a ter várias opções.



Mas tenho me superado ultimamente, minhas mochilas estão cada vez menores. Eu fico chorando, reclamando, mas ela até que está pequenininha.



Últimos preparativos agora.



Revelei e ampliei as fotos do Capão. Umas ficaram boas, outras não. Era esperado, estava testando a máquina. Realmente, preciso de um tripé. Aliás, comprei um tripé, mas para a digital.



Tenho tantas coisas para fazer, que só de pensar me dá uma canseira... acho que vou é relaxar. Estou aprendendo a relaxar. Preparar-me menos para as coisas. Acho que estou melhorando... estou aprendendo.



Bem, meu saco de dormir está na mochila... pode vir o que for!





Estou chegando...











Amanhã será o último dia da novela da falta de água.



O último dia de voyerismo forçado.



O último dia do resto de nossas vidas.



Ops, roteiro errado.



Enfim, amanhã vou para o Rio de Janeiro. Há tempos que não piso no Rio 40 graus da Fernandinha.



Vontade de rever amigos, Ana, Claudia, amigas do Rio; Walter, Pedro Paulo, amigos de Porto; Taci, Luciano, Richard, Fausto, Romeu, Philippe, amigos de Londres, amigos do mundo; conhecer gente nova, conhecer a fofa da Letícia, que é sempre um amor de pessoa comigo, e conhecer um monte de gente que fala fóixforo, bixcoito, manêro, caraca... e ver o Arpoador, lugar que eu amo. E sentar à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, e beber e jogar conversa fora. E ver tudo o que ainda não vi, e viver tudo o que ainda não vivi, e tentar reviver tudo o que um dia não vivi (não, não é erro de digitação).



segunda-feira, janeiro 17, 2005

Abuso





Eu sou chata, eu sei. Eu sou implicante, eu sei. Mas, pô, a falta de bom senso das pessoas não têm limite, né?



Estou sem água há dias. Às vezes vem, muitas vezes vai. Cheguei a comprar água mineral para tomar banho. Sim, porque eu não vou ficar lamentando por aí nem ficar sem banho. É prático e custa 3,50 uma bambona de 20 litros de água. E garante um banho em caso de emergência.



Beleza, tínhamos uns baldes de água aqui. Dois. A casa tem um balde. Eu comprei outro balde, maior, aliás.



A flatmate usou a água do balde da casa, meio balde. Até aí tudo bem, claro. Mas deixou a outra metade da água suja. Bem, problema dela, ela que use. E usou a caneca que eu uso para fazer café - sim, que é minha, eu comprei para tomar o banho também. Ficou tudo lá no banheiro. Beleza.



Eu peguei e usei uma panela para fazer café. Não morri por causa disso. Mas assim como eu não morri por isso ela não morreria se usasse uma das panelas da casa ou um pote plástico da casa. Enfim, peguei a caneca lá do banheiro. Lavei bem, guardei no armário. No outro dia, pela manhã, fui pegar a caneca. Não achei. Tava no banheiro denovo.



Ok.



Nós, sem água, e o namorado dela continua dormindo aqui. E "tomando banho". Já que estamos sem água, bem que ela poderia ir tomar banho lá na casa dele, né? Não seria mais inteligente?



Tá.



Eu lavei o balde da casa que ficou com água suja e o marido da landlady encheu novamente o balde e enchemos o meu balde também, e enchi a bambona de água mineral da flatmate, que estava vazia, ou seja, sem água mineral. Então aproveitei e usei como reservatório de água.



Chego no outro banheiro - a casa tem dois banheiros, nós usávamos um apenas, agora adotei o outro e transferi todas as minhas coisas para lá, porque eu não tenho que conviver com vaso sanitário respingado de xixi de namorado de flatmate, nem com gente usando meu sabonete - e o meu balde não está. Foi para o outro banheiro.



Aham.



A água parecia que tinha voltado ao normal. Mesmo assim, lavei os dois baldes, enchi de água e coloquei no 'meu' banheiro. Hoje faltou água novamente. Eu, como estou um pouco doente e sob medicação, dormi boa parte da tarde, e depois novamente à tardinha. Quando acordo, os dois baldes sumiram do 'meu' banheiro. E o meu balde estava sujo na sala. E o namorado está aqui, claro. Registre-se que ele deu uma folga no final de semana. Então acordo, suada pós febre, claro que quero tomar banho. Mas é claro que não tem água, porque a beldade usou os dois baldes e, além disso, deixou o balde sujo.



É foda. Não tem outra palavra. Dá vontade de chorar. Sabe? Sentar no cantinho e chorar. É muita falta de consideração. Falta de se colocar no lugar do outro.



Caralho, se eu compro as coisas que compro para a casa não é porque sou uma endinheirada, mas porque quero ter a certeza que eu vá ter as coisas que preciso. Não é que eu seja uma egoísta filha da puta que não quer dividir nada, mas é que se eu comprei as minhas coisas é porque quero usar as minhas coisas, pô!



É só venha nós ao vosso reino!



Outro dia eu estava refletindo - mais do que um dia, na verdade, tem sido um pensamento recorrente - em relação a minha suposta independência que tantas pessoas a mim atribuem. Eu não sou assim tão independente, mas não sou sanguessuga. Não fico pedindo favores a Deus e o mundo para qualquer coisinha que eu precise. Mas peço, se eu achar que a pessoa pode fazer por mim, se eu achar que não será abusivo, se eu achar que não posso fazer sozinha, eu vou pedir. Sem cerimônias. Se isso é ser independente, então eu sou. Caso contrário, apenas não gosto de abusar.



É verdade que estou à flor da pele. Falando em pele, queimei a mão outro dia. Eu falei isso aqui. Nem sei o que falo ou não aqui mais... porque a Tripod está me boicotando, então até esqueço. Enfim, talvez repetindo, queimei a mão, tive que tomar um sedativo para conseguir dormir, tamanha a dor que eu sentia, tive que dormir com a mão imersa em água gelada para aliviar a dor. Achei que ficaria com a mão manchada para o resto da vida. Surpreendentemente minha mão (foi a direita) está normalzinha e praticamente não há sinais de tamanha queimadura.



Agora, próximo de eu viajar, resolvi ficar doente. Hoje. Bem hoje, segunda-feira. Espero estar melhor na quinta. Eu TENHO que estar melhor na quinta. Tenho tanta coisa para fazer ainda. Imprimir o poster para o Simpósio, fazer a mala, organizar o que farei para a dissertação enquanto fora de Salvador, deixar tudo o que preciso disponível online, caso eu precise acessar, fora as questões domésticas.



Eu queria sumir. Eu quero sumir.

sábado, janeiro 15, 2005

Aeeeeeeeeeeee



Finalmente consegui publicar alguma coisa aqui. A Tripod parou com a implicância para com a minha pessoinha.



Bem, agora não estou com paciência para escrever, entretanto, sugiro checar a página do Flickr.



E ver mostras do meu brinquedinho novo.



quarta-feira, janeiro 12, 2005

Aviso aos navegantes



Estou sem computador em casa, meu monitor queimou novamente denovo outra vez pra variar.



Não conte com email, msn, skype, whatever: use o telefone!



Beijinhos.



Ahhh, Rio de janeiro dia 21 de janeiro, sexta-feira.

domingo, janeiro 09, 2005

Eu odeio a Tripod





004 dk.eos.net.FtpError: Your account has been temporarily suspended for excess bandwidth consumption, please try again later.





Isso que meu pedido de ano novo foi mais espaço do provedor, né? Ao invés disso eles dizem que eu consumo a banda deles? Vaaaaaaaá tomar no cusemacento!



Sinais



Deparar-me com esta notícia hoje (de ago/2004) só pode ser um sinal!



Videoconferência CBPF - Imperial College*

No dia 10/08 o Prof. João Magueijo, que estava no Brasil para a conferência "XIth Brazilian School of Cosmology and Gravitation", participou do processo de seleção de novos professores para o Imperial College de Londres a partir do CBPF.

Este processo durou mais de 3 horas, onde o Prof. Magueijo esteve virtualmente presente na reunião por meio de uma videoconferência de alta-qualidade realizada pela CAT.



Nesta videoconferência foram utilizadas câmeras de alta resolução e equipamentos dedicados para captura de textos escritos a mão. O áudio, equalizado, permitiu que

enviássemos um sinal de boa qualidade ao Imperial College. Graças ao CBPF ter uma rede local moderna e coordenar a operação da Rede-Rio foi possível maximizar as taxas de transferência exigidas para tal evento.



Ao final, o Prof. Magueijo elogiou a qualidade da videoconferência e disse que a utilização desta tecnologia foi muito importante, pois permitiu sua participação em um processo delicado que é a seleção de novos professores.





Nem que seja um sinal do quanto estou desinformada.









* Onde eu trabalhei, lembras?

Plat du jour









Ontem fiz um feijão. Bah, ficou tri bom. Hoje fiz carne assada com legumes. Mega bom.



Queres saber como fazer um feijão delícia, é fácil:



Saia de casa ali pelas 10h e vá caminhando até o Pelourinho, vá na loja para revelar filmes fotográficos e seja atendido por uma mocoronga descalça. Então, desista e deixe para voltar outro dia, quando os atendentes queridos e simpáticos que você conheceu lá estiverem na loja.



Volte caminhando até o Center Lapa e pague o extrato da Riachulo, pague com Visa Electron e peça para a mocinha para trocar 50 reais. Ela dirá que não está autorizada a trocar.



Como recompensa, vá ao cinema.



Compre o ingresso, ou melhor, tente. Descubra que a menina não tem troco para 50 reais. Não faça escandalo, use o Visa Electron.



Compre um refrigerante, afinal, andar tanto dá sede e a tua garrafinha de água já foi pro saco. Compra um refri gigante, pra tomar no cinema. Tente pagar com aquela mesma nota de 50, que é a única que tens. E acabe pagando o refri com o Visa Electron.



Pense que almoçar é importante, veja que ainda tem tempo para o filme começar, decida comer um sanduiche. Mas desista, porque a menina da lanchonete não tem troco, nem Visa Electron.



Assista um filme horroroso. Bem, que deveria ser de terror, mas é terrível apenas. The grudge, O grito. Sim, eu sabia que seria ruim: um filme com esse nome, passando num cinema que vende pipoca, melhor, que dá pipoca de graça com um ingresso, que custa 4 reais, eu não esperaria mais. Juro. Mas eu estava com uma necessidade de sala de cinema e estou pobre demais para ir no Sala de Arte no final de semana.



Passe no supermercado, para comprar o feijão, claro. Afinal, como fazer feijão sem feijão?



Então, vá no BomPreço do Shopping Piedade - que é ao lado do Center Lapa. Aproveite e compre tudo o que você precisa. Desinfetante? Precisa? Compra. Afinal, agora você adotou o segundo banheiro da casa, já que não aguenta mais ver restos dos produtos da sua flatmate no vaso, nem a tampa levantada e respingos, devido ao namorado da flatmate. Então você precisa comprar cheirinhos e coisinhas para o novo banheiro.



Compre feijão Biju. Novinho. Compre louro.



Quando chegar no caixa, pague com o Visa Electron, claro, porque as compras superam os 50 reais, mas peça para a mocinha trocar seus 50 reais. Ela não trocará. Nem nenhuma outra caixa. Ela não está autorizada a trocar. E não é por isso que ela é caixa no BomPreço do Piedade, mas é por isso que sempre será caixa do Bompreço da Piedade.



Anote: nunca mais fazer compras no Bompreço da Piedade. Não tem empacotadores, e não tem táxi perto, e não podes levar o carrinho até o táxi. E fica mais longe da tua casa do que o Bompreço do Canela - onde eu tenho certeza que teria trocado a bagaça dos 50 reais.



Entenda: no Canela tem mais gente "de bem", tá ligado? Se fosse no da Barra então, ih, mais ainda. Nesses outros dois o atendimento é mais rápido, tem empacotadores, é mais limpinho, tem mais produtos. No da Piedade tem mais gente "como a gente", sabes? Pois é. Foda essa lógica discriminatória filha da puta, viu!



Bem, depois de pegar seu táxi e chegar em casa, guarde as compras, tome um banho para tirar o suor, já que caminhaste um montão sob o sol da cidade da magia. Depois vá escolher feijão. Lave. Deixe de molho.



Enquanto isso, vá preparando o arroz integral (que leva uma vida para ficar pronto). Tempere com alho, sal e pimenta de cheiro. Só uma pimentinha, viu?



Coloque 1/2kg de feijão na panela de pressão, uns pedaços de "chupa molho" (costela) e algumas (5 talvez) folhas de louro, cubra com água, leve ao fogo.



Pique em rodelinhas uma linguicinha defumada. Pique uma cebola grande. Coloque numa frigideira. Alho também.



Aproveite e prepare um bolo de milho, daqueles de pacotinho, e coloque na panela que mamãe te deu, para ver se funciona fazer bolo em cima do fogão.



Vá para a cama, deite, coloque os pés para cima e descanse no escuro. Mas cuide a hora. Vá olhar o bolo de vez em quando. Quando estiver pronto, desligue. Desenforme. Você descubrirá que ele abatumou (solou) mas ficou uma delicia. Não ficou um bolo abatumado, na verdade, mas um doce de milho. Diferente.



Volte para a cama.



Uns 40 min após ter iniciado a ferver a água do feijão, vá lá e desligue o fogo.



Coloque a frigideira no fogo - lembra, com a linguiça - enquanto a panela de pressão vai para debaixo da pia.



Refogue bem a linguiça.



Abra a panela e descubra que a carne ficou perfeita. Arrependa-se de não ter colocado mais.



Coloque um pouco do caldo do feijão na frigideira, juntamente com alguns grãos e amasse-os.



Misture tudo. Na panela, claro.



Adicione dois pacotinhos de Sazon para feijão + cominho + pimenta do reino, à (bom) gosto.



E leve ao fogo novamente.



Pegue um prato, fundo. Coloque arroz, feijãozinho delícia e uma banana.



Sim, banana. Pique a banana e coma feijão com arroz e banana, e lembre de sua avó.



Sente a bunda na cama e assista, finalmente a novela das 8. Agora, literalmente, já que não tem horário de verão na Bahia. Se não estiver na Bahia, será das 9h. Se bem que se não estiveres na Bahia, adapte toda a parte inicial da preparação do feijão.



Veja a Naaaaaaaaaaza. Depois, Zorra Total. E Supercine.



Depois da novela, dê uma papeada no msn também.



E depois durma com a tv ligada no meio do Supercine. Sim, você está morta(o) de cansaço.







Aí, no domingo, aproveita e faz uma carninha assada (lembra que você não usou toda a costela, né?). Faz na panela da mamãe. Coloca a carne, que você já deixou temperada na noite anterior, e vá jogando o tempero por cima de quando em vez. Depois que a carne já estiver assada, coloque um pedacinho de moranga, chuchu, cenoura, batata, abobrinha. Um pedacinho bem pequeno de cada, tá?



Pronto.





Depois espere o Dani chegar, vendo propagandas Polishop.



sexta-feira, janeiro 07, 2005

Fala sério... II - coisas que aparecem no meu scrapbook





Chego e leio isto:



Flavio: you like to be a very sexy woman,but like too, don´t think kool, know new friends,but anyway I gonna add you to my friend list, Black Magic Woman.



Ps. Forgive me, becouse when a took this photo I was without t-shirt, however I wasn´t naked!



Tu é muito brunnetinha, espero que vc aceite o meu convite.



BJS nessa bochechinha de chocolate!!!





Então eu respondo:



Katemari: Considerando que não me foi possível entender parte da tua mensagem, obrigada pela parte legível.



Abraço.





E a tréplica é:



Flavio: Vc parece ser uma uma mulher bem sexy,mas parece tb, não achar legal, conhecer novos amigos, mas de qualquer maneira eu vou te adicinar a minha lista de amigos , Black Magic Woman.



Ps. Me perdoe, pois quando eu tirei essa foto , eu estava sem camisa,porém não pelado!



Tu é muito brunnetinha, espero que vc aceite o meu convite.



BJS nessa bochechinha de chocolate!!!



Apenas pra dar mais clareza ao scrap.







Ai, meu Webster, né?

Uma vez um cara, brasileiro (!) escreveu uma mensagem completamente incompreensível em inglês no meu
scrapbook e eu respondi dizendo que se ele era brasileiro, eu também, ambos falavamos português, não havia a necessidade de escrever em inglês, especialmente porque ele não sabia fazê-lo. O cara ficou puuuuto. Desta vez eu tentei não ser grossa, como de costume, e daí passei por burra, né?



Bem, antes passar por burra do que por grossa. Já que grossa eu sou mesmo... dizem que a verdade dói, não é?













* Putz, eu falo muito "né", pareço porto-alegrense...



Senta, que lá vem a história...











Sexta à noite, eu sentadinha à frente do micro, café passado com um pedacinho de canela na xícara, banho tomado, ouvindo Rita Ribeiro.



Rita Ribeiro até me faz pensar em 2004. Ah, já acabou o ano, né? Paciência.



Acordei cedinho na quinta-feira. Sim, estamos 2004, 30 de dezembro, rumo à viagem do reveillon. Últimas arrumações, banho. Nem tomei café, nem tinha fome. Talvez em função da comida, melhor, dos petiscos mexicanos da noite anterior, e das várias margueritas frozen. Infelizmente não enchi a cara de marguerita, como supunha, mas tive um puta prejuízo financeiro, um rombo no orçamento muito maior do que eu poderia dar conta. C´est la vie. Dias melhores virarão.



Eu jurei que estivesse com tempo sobrando, quando cheguei na sala e peguei a mochila, dei uma última olhada no celular, 6h20. Meu ônibus saía às 7h da rodoviária!!! Fui para a parada de ônibus, esperei, esperei. Estava começando a suar frio. O ônibus chegou. Sentei a bunda e relaxei, se me atrasasse, paciência. Eu não iria ficar me estressando com algo que não poderia mudar. Sim, eu estava no clima zen.



Cheguei na rodoviária, peguei dinheiro - porque não tinha um puto centavo -, passei na farmácia para comprar Buscopan - vai que dá dor de estômago (aham, Buscopan relaxa os músculos lisos, logo, os do estômago, e por isso serve não apenas para cólicas menstruais mas para dores de estômago) - e encontrei com a Soraia, beijinho de fim de ano e rumei para o setor de embarque. Olhei para umas maquininhas ( está tocando "Uma noite sem você" ...uma noite sem você é muito tempo e uma vida com você é muito pouco... ), enfim, olhei para as maquininhas, parecendo aquelas de metrô, sabe? Onde tem que se colocar um ticket para liberar a catraca. Pois é, eu lembrei que quando comprei as passagens a menina havia me dado uns ticketzinhos daqueles (...te amei tanto que eu não imaginava, que sozinha ficaria triste e oco, quando o mundo me chamava eu tava mouco...). Entretanto, quem diz que eu sabia onde estavam os ditos? Aí falei com o segurança e ele disse que eu deveria ir no guichê e pedir outro.



- A que horas é teu ônibus?

- Às 7h.

- Ah, então não vai dar tempo. Vais perder o ônibus.

cara de espanto, resignação e tontice

- Qual o teu nome?

- Katemari. (com cara de cu zen)

- Faz assim dá a volta e embarca pelo desembarque. Fala com o segurança de lá.

daí ele pegou o walkie talkie e fez um H.



Dei a volta, com meu mochilão nas costas, caminhando rapidinho, falei com o guardinha, procurei o busum, despachei a mochila, ainda tive que preencher o bagulho da passagem com meu nome e rg e subi no ônibus. Olho para a minha poltrona número 11 e tem uma vaca sentada, com sua amiga vaquinha. Aí com minha cara de cu zen e resignado - porque isso sempre acontece nos ônibus e teatros e quaisquer lugares que se tenha assento numerado - fui procurar um assento vazio, quando escuto:



- Olaaaaaaa!

Ops

- Oi.

com cara de 'ai meu jesus cristinho, já me descobriram aqui'.

- Ahhh mas tu vais pra Chapada?

(Não, é claro que os 'tu vais' e sulismos afins são adaptações minhas.)

- É vou.

com cara de quem diz, não, eu resolvi subir num ônibus na rodoviária às 7 da manhã só para ver se tu estavas por aqui.



Não, estou brincando, eu estava zen. Tri zen. É sério. Viajar para mim é algo tão necessário, tão maravilhoso. É como ir ao cinema no Circuito Sala de Arte. Sabe? Não tem como ficar estressada.



Tem várias formigas suicidas dentro do resto do café na minha xícara.



Pois é, encontrei com o Stefano, meu professor - sim o de Quântica, para quem eu devo uma prova. Imagina a situação, eu fugindo dele para não fazer a prova (tá, nem tanto) e encontro com ele no ônibus indo para a Chapada. E mais, ele estava indo para o Capão também! Sei que conversamos um monte durante a viagem.



Ai, ai, a viagem...







Estávamos felizes e contentes na estrada quando de repente, não mais que de repente, o ônibus estraga. Então descemos todos, vamos num posto de gasolina... eu e o Stefano tomamos um suco de laranja delicioso e comi um queijo minas. E aguardamos até que a empresa mandasse outro ônibus, para continuarmos a viagem. Nisso aproveitei para abordar uma senhora que havia visto:



- Tu não és a cunhada da Sarah?



Pronto, mais um conhecido no ônibus! Tri, né? Ficamos de papo.



Aí o ônibus chegou, trocaram as malas de ônibus e seguimos viagem. É tão bom olhar pela janela.



Quando chegamos em Feira de Santana subiram outras pessoas no ônibus. Como a vaca e a vaquinha continuavam sentadas no meu lugar, mesmo no novo ônibus, eu e o Stefano tínhamos sentado em outro lugar. Só que quem subiu em Feira clamou pelo lugar, daí o Stefano foi para o dele, de direito. E viajamos separados, conversando de vez em quando - porque ele ficou sentado logo atrás de mim.



Depois o ônibus parou em Itaberaba, onde tomei um suco de laranja com beterraba. Acho que era por volta de 12h. Acho que foi R$ 2,00 o suco. O de laranja no posto tinha sido R$ 1,50.



A parada seguinte foi Lençóis, onde várias pessoas desceram, inclusive a cunhada da Sarah, e outras subiram, incluindo uma super figura: Rosa, 58 anos, natural de Porto Alegre, paulista de coração, moradora de Ilhéus. Ela deu uma agitada no ônibus e estava sentada relativamente perto de mim, nas primeiras poltronas também.



Eu desci na parada seguinte, em Palmeiras e o busum ainda seguiu para Seabra, seu destino final.



... amou sua mulher como se fosse a única, beijou sua mulher como se fosse a última, e cada filho seu como se fosse o único... ai, eu amo esse homem!



Sim, o Stefano e a Rosa também desceram em Palmeiras. E o menino mega quieto que sentou ao meu lado também.



Logo que desci conversei com a Rosa e nos organizamos para rachar uma 'rural', precisávamos formar um grupo de 8 pessoas, para dar 5 reau para cada um o frete até o Capão. Convoquei o Stefano. E em poucos minutos já estávamos com um grupo completo. Outros grupos organizaram-se e havia umas 5 'rurais'. Todas partiram, menos a minha. Claro.



Ficamos cerca de 30 minutos em frente à rodoviária de Palmeiras, esperando o Stefano comprar a passagem da volta e outra menina trocar a dela. E então partimos.



Poeira, muita poeira. São 20 e tantos quilômetros de chão batido. Não, entenda: é muita poeira.



Lá pelas tantas a 'rural' pára. Furou o pneu. Então foram trocar o pneu. Daí um menino, namorado da Camila (acho que é Camila, um casal paulista super queridos) foi pegar cerveja. A galerinha juntou dinheiro e ficaram bebendo cerveja enquanto os tios trocavam o pneu. E nóis dentro da rural, mâno.



Seguimos.



Lá pelas tantas... a 'rural' pára. Sobem a vaca e a vaquinha. Não sei o que aconteceu com o transporte delas, sei que elas tiveram que trocar no meio do caminho e ohhh vieram para o nosso.



...chega de saudade a realidade é que, sem ela não há paz, não há beleza...



E seguimos.



Lá pelas tantas... SIM, a 'rural' pára. Acabou o gás. Trocaram o gás.



Seguimos até que a vaca e a vaquinha desceram.



Foi engraçado, foi só as meninas descerem e surgiram comentários em relação a elas. E juro que não foram meus!!!



Eu sabia que tinha que descer na padaria, antes de chegar na vila. O Stefano desceu antes. Quando chegou na tal padaria, o tio me avisou, desci e me despedi de meus companheiros maravilhosos de viagem. Bando de mochileiro sangue bom. Adorei-os.



...abre a cortina do passado, tira a mãe preta do serrado...



Mochila nas costas e fui seguir para a 'casa de Zéu'. Estou subindo a rua, poeira dos pés à cabeça, saco a máquina e bato umas fotinhos... e encontro a Maia e a Juliana, filha da Ester e amiga da filha, respectivamente. Mais atrás desciam a Marisa e a Ester, daí voltamos, deixei minhas malas, tomei banho e rumamos para a vila - o centro da cidade. A cabaninha onde ficamos era muito fofa. Ideal para um casal e dois amigos, ou três amigos. Não mais do que isso. Estávamos em 5. Foi bom, mas não o ideal. Especialmente 5 mulheres, 2 não mochileiras, 2 (pelo visto) pseudo mochileiras. Leia-se: muitos sabonetes, muitos cremes, muita roupa, muito muito. Sim, eu me acho A mochileira. Não, na real não me acho A A A, mas sou boa de mochila, com orgulho.



... não adianta nem tentar, me esquecer... durante muito tempo em sua vida, eu vou viver...



(a rádio uol tá se puxando nos clássicos da mpb, né? só para inspirar a escrita deste texto.)



Na vila fomos ao supermercado, que agora aceita visa electron (e cartão de crédito) e depois ficamos no bar Flamboyant. Tomamos um vinho, comprei queijinhos e comemos queijo. Comprei um licor fantástico e ficamos bebendo. As meninas beberam cerveja também, e comeram pastéis e coxinhas de palmito de jaca. É bom, eu provei o recheio. Só não comi porque fritura não rola, mesmo e eu não estava querendo ficar passando mal o resto dos dias. Vimos a feirinha de artesanato, eu e a Marisa compramos sabonetinhos esotéricos naturebas para equilibrar os lances dos signos e elementos. Eu tenho excesso de ar. Oh, vou dizer hein, o lance funciona, tá! Digo, não sei se tomar banho com o sabonete equilibra, mas eu acabo gostando dos aromas que me desequilibram, ou seja, eu insisto em ter excesso de ar. Estranho, né? Ai, não entendeu? Vai lá no Capão que a mina explica!



Então encontrei com o Stefano. Ele falou que faria a trilha da Fumaça. Assim, Fumaça é uma cachoeira que tem lá. Para se chegar na Fumaça pode-se ir por cima, ou seja, por um lado que sai na parte de cima da cachoeira, ou por baixo, e subir depois.



...já conheço os passos, sei que não vai dar em nada, seus segredos sei de cor... já conheço as pedras do caminho e sei também que ali sozinho vou ficar tanto pior o que é que posso contra o encanto deste amor que eu nego tanto...



Como ninguém tinha planos para o dia seguinte, eu combinei de fazer a Fumaça, por cima, com o Stefano. No dia seguinte acordei, banhinho, me arrumei e estava sainda. A Marisa resolveu ir também. Fomos. Tomamos café na padaria. Hmmmm um suco tri bom e um cacetinho com queijo: R$ 2,40. E quem eu encontro? A Rosa. Lembra dela? Papeamos.



... as rosas não falam, simplesmente as rosas exalam o perfume que roubam de ti...



Depois o Stefano chegou e tal... resumo da ópera, subimos a Fumaça, cerca de 2h30 caminhando, um sol do cão, uma subida tipo escada de pedras, uma parte (de 1h mais ou menos) plana. Pena que a Fumaça estava seca. É, não tinha água. Deu para a gente andar onde a água supostamente deveria estar, onde supostamente cairia. Mas valeu a pena cada passinho.



essa música SEMPRE me lembra minha vó...

... eu preguntei oh deus do céu, uai, porque tamanha judiação...






Na subida tem três 'paradas', assim, três pontos de venda de água, refrigerante e afins. Um no início, um no meio e um no fim. No do meio rola caldo de cana moidinho na hora (eu experimentei mas achei muito doce, argh). Legal é o valor agregado. Fala sério, quanto vale uma garrafinha de água mineral geladinha no topo da Fumaça? Diz aí se tu não pagas R$ 3,00 e ainda fica feliz? Pois é, lá em cima são 3 contos, mais abaixo, 2 reau. Eu comprei a de 2 reau. Porque eu tinha água, mas fiquei com medo de ficar sem. Aliás, comprei duas bananas também. A 50 centavos cada uma. E diz que não vale?



Outra coisa, ninguém dá a informação correta. As pessoas dizem que se sobe em 1h30. Mentira!!! Para os guias sarados e treinados, tudo bem, mas para os pobres mortais, não é tão rápido assim. E põe o sol aí. É foda, solaaaaaaaço. Aliás, resultado disso é que estou descascando (ou despelando como falam aqui) e que estou com uma fitinha do Nosso Senhor do Bonfim 'tatuada' na pele, em função do sol. De 3 horas de caminhada para 5h é uma puta diferença! O que me irrita não é pela caminhada mas por não me permitir a ideal preparação, levar mais água, por exemplo. E outra, sem saber o tempo real, lá pelas tantas dá para pensar que se está perdido, porque se pensa que já deveria ter chegado.



Na entrada da trilha tem uma casinha lá onde a gente escreve o nome, o lugar de onde vem, e o horário em que está subindo e na volta temos que dar o ok. Senão voltarmos eles vão à cata.



Isso foi no dia 31, o último dia do ano. De 30 para 31 eu dormi mal pra caralho, colchão fininho, num chão de madeira, foi foda. Mas de 31 para 01, noooossa, dormi feito pedra. Ainda assim, não acordava às 10h, o que acho um total desperdício. Não sei como minhas companheiras de viagem tinham tanto sono. Afe!



Ah, a virada, né?





Bem, foi uma dificuldade escolher as roupas para levar para a viagem, já que eu não conhecia o lugar e as companheiras de viagem meio que se negavam a dar uma informação precisa. Aliás, informações precisas não é o forte delas. Assim eu fui com algumas opções de vestuário, acabei usando uma saia jeans e uma bata indiana no reveillon, que não foi nada emocionante, a não ser por conseguir falar com minha mãe ao telefone e com a Cristina, que falou algo tão lindinho "você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida em 2004". Não é fofo começar o ano assim?

Então... quem for para o Capão, o que vestir: leve em consideração que tudo lá é chão batido, é muita poeira. O estilo é riponga. Não se engane, entretanto, o lugar é cheio de paty e mauricinho, elite de Salvador dando uma de natureba, de alternativo. Chinelo, tênis, papete. Algodão, cargo e hippie style. Montanhismo style também. Mochila, barraca, cantil. E tem muito mochileiro de verdade, muitos campings. Bem, como lugar para posers e abonados.



No 31 jantamos uma lasanha integral e bebemos vinho, no restaurante do Diego, um argentino que serve comida deliciosa. No dia 01 fomos almoçar num restaurante que o antigo nome é da Jaqueira. Foi o dia que melhor comi lá, e nem foi caro (R$ 7,50 o almoço - em tese). Eu me esbaldei em saladas e naturebices, estavam uma delícia. O ambiente é mais do que agradável, e fizemos uma caminhada de, sei lá... 1h para chegar lá. À noite fiquei "em casa", ainda bem, porque caiu moooooita chuva. Dormi bem novamente.



No dia 02, domingo, acordar tarde, aquela coisa, de sempre, fomos tomar café no Diego, comi iogurte natural com granola e banana e um beiju com queijo e café. Quase explodi e foi delicioso. Depois fomos para o Riachinho, de carona com uns amigos das meninas, e tomamos banho de rio. Elas tomaram banho de cachoeira, eu não, porque tinha que atravessar o bagulho lá nadando. E eu ainda não nado, né! Mas foi bem bom, apesar da água mega gelada.



Quando estávamos saindo do Riachinho, encontramos o Stefano chegando. Voltamos de carona com um amigo das meninas e fomos direto para a vila, jantamos numa pizzaria famosa que tem lá, de um suiço. Interessante como tem points com donos estrangeiros, não é? Aham, hippie, sei.



Segunda-feira foi dia de voltar para casa e de descobrir que a diária que haviam me dito ser de R$ 5,00 era, na verdade, de R$ 15,00. Não, lá não tem banco. Não, os lugares (exceto o supermercado, agora) não aceitam cartão. Logo, tens que levar todo o dinheiro que precisas. Eu não morri, não passei fome, consegui chegar em casa - como veremos a seguir - mas, desculpa, tenho ascendente em virgem e gosto de me planejar, de ser organizada, especialmente quando viajando. Mas tá sussu, eu estava no clima zen, lembra?

Pois é, seguindo a linha zen, peguei minha mochila e uma carona na traseira de um caminhão que passaria em Palmeiras. A viagem dura cerca de 1h, um pouco menos.



Cheguei em Palmeiras, larguei minha mochila na lancheria da rodoviária, pedi um suco e um cacetinho com queijo. Melhor cacetinho com queijo da minha vida. Fiquei lá, sentada. Acho que era 9h30. Ou por aí, e meu ônibus chegaria às 12h15. Aí veio um cara, sentou, ficamos de papo. Gente boa, do interior da Bahia, mas vivia em sp. Tinha corrido a São Silvestre. Pelo papo ele é sambista e compôs o samba de não sei que escola. Pelo papo eu deveria conhecê-lo mas, sinto muito, não conhecia. Acho que ele era famoso e eu nem sabia, pelo menos foi essa a impressão que ele deixou.

Depois as meninas passaram por lá. Ah, sim, elas foram e voltaram de carro, e passaram em Palmeiras para ver se eu havia chegado direitinho. Como eu ficaria ali esperando um tempão, peguei um vinho que havíamos deixado semi-aberto na noite anterior, para ficar bebendo. Elas partiram. Daí um menininho - para quem, na linguagem dele, a Juliana tinha ficado pagando pau - chegou, sentou e ficou por ali. Ficamos de papo. Depois a tia dele veio. E então ele me convidou para tomar banho de rio, eu fui. Deixei minha mochila ali na rodoviária - sabe, né, cidade do interior, é só largar ali e deu - e fomos.

Ficamos tomando vinho e tomando banho de rio. Depois voltamos. Eu tinha um ônibus para pegar, né?



Sentei novamente na lancheria, ele foi ajudar a prima a carregar um cesto de roupa. Vinícius, 22 aninhos, gaaaaaaaaaaaato até não poder mais. Rústico, trabalha com caçamba e eletricidade. Foi uma espera de ônibus divertida.



Então chegou um menino que se dizia de Roma. Eu o havia conhecido no Capão, daí sentou. Ficamos de papo. Depois o Vinícius voltou, com outra garrafa de vinho. Ruim, desta vez, mas foi legal. Um vinho doooooooce. E seguimos bebendo, e o ônibus filho da puta chegou. Não, é claro que ele não iria quebrar agora, né?



A volta foi então mais tediosa. Tinha umas meninas, uma do meu lado, outra atrás, que vieram de papo a viaaaaaaagem inteira, e cada papinho. E um menino também. Mas foi sussu. Demorada mas sussu.



Quando cheguei em Salvador passei no Iguatemi e comprei uma salada, para levar. Cheguei em casa, desfazer malas, banhinho merecido, saladex e ver emails, conversar com mommy no msn... essas coisas.



Na terça?



Bem, trabalhar pela manhã... fiquei no Instituto até à noite. Quarta trabalhei, quinta trabalhei, sexta trabalhei.



É... de volta ao mundo dos pobres mortais.



Agora é contagem regressiva para o Rio!!!



E tem lavagem do Bonfim no dia 13. E Festival de Verão, que poderei pegar o dia 19, mas acho que não vou.



Ah, legal, agora que vou publicar meu pc parece que está travando. Eu mereço!



Ah, sim, sim, tirei várias fotinhos com minha câmera. Ainda não revelei. Assim que o fizer tentarei conseguir um scanner e darei um jeito de colocá-las online.





Hmmmmm e terei uma novidade boooooooa semana que vem, quiça, amanhã!



Fala sério...

"oieeh!!! tp rezolvi ti adiciona nu meu orkut pq komu t vi na komunidade du funk kariok i axei ki c tnha mt kra d funkera!!!.....i komu eu amu funk axei ki a genti pudia fla mtmtmt d funk!!!! bjx =]



This message was sent by Marja Goulart to Katemari Rosa."



É cada um que me aparece no Orkut...

Desilusão

Se você sonha com um homem que te dê todo carinho que você precisa, que te ame incondicionalmente, estando você gorda ou magra, que esteja sempre com você, mesmo nos momentos de tristeza, que durma e acorde com você e nunca saia de casa para ficar com os amigos, é melhor arrumar um gato (e castrado!).





By Su, in a quick msn message.

segunda-feira, janeiro 03, 2005

Meu trabalhinho

PRODUÇÃO TEXTUAL NO ENSINO DE FÍSICA: O ESTÍMULO À ESCRITA ATRAVÉS DA HISTÓRIA COM O USO DE MATERIAL PARADIDÁTICO



Perdão pelo excesso de caps, apenas copiei e colei.



Enfim, o trabalho que será apresentado no Rio de Janeiro. Sim, além de carnaval vou para o Rio à trabalho.



Eu voltei...





Mas tô podre.



Dani (do RS), senti taaaaaaaaaaanto a tua falta. Não adianta, melhor cia para viajar não há!

quarta-feira, dezembro 29, 2004

Tchau, tchau, tchau...











... eu vou viajar, tchau, tchau, tchau, logo, logo, eu vou voltar!



Buenas, amanhã, na madrugada (7h da manhã) estarei entrando no ônibus rumo ao Vale do Capão, na Chapada Diamantina. Isso significa que terei que acordar bem cedinho, para sair de casa ali pelas 6h. Portanto não sei se terei tempo e disposição para escrever mais tarde o último texto do ano. Sim, sim, chegamos ao final de 2004. Sim, sim, passarei o Reveillon na Chapada.



Não escreverei num clima de Restrospectiva, porque isso me lembra especial da Globo. Nem ficarei pensando na morte da bezerra, nem desejando isto ou aquilo para 2005.



Tá bom, tá bom, mas só um poquinho, tá?



Então... aconteceu um monte de coisas legais, conheci um monte de gente legal, aconteceu muita merda, conheci um monte de gente medíocre; chorei muito, ri muito. Trabalhei muito, vadiei muito. Sim, tudo é muito, não enche, retrospectiva é assim! Fazer top 5? Ah, não dá. A gente sempre lembra das últimas coisas. Então não rola top 5.



Ah, sim os desejos para o ano que se aproxima, né? Hmmmm.... saúde, paz, amor, dinheiro. Se bem que não se pode pedir dinheiro, né? O lance é dizer que só saúde, porque é o mais importante e o resto vem e não sei o que... e todas aquelas filosofias de romper anos (sim, sim, entenda o trocadinho nada sutil, por favor). Ah, faço um desejo sincero, que meus vizinhos parem de ouvir música de modo que eu possa escutar o que eles ouvem, que esta criança da vizinha pare de chorar o tempo todo, amém.



Hoje vou nos correios, finalmente, despachar uns negócios lá. E tem a natação e depois encher a cara de tequila. Tenho que arrumar a mochila.



Ontem, no encontro gordo na confeitaria, quase ninguém compareceu. Uma pena. As tortas (sic) eram horrorosas. Afe, que tanto este povo gosta de bolo seco e chama de torta. O conceito de torta deles é totalmente equivocado. Bolo é bolo. Torta é torta. Eles têm ótimos bolos, ok. Mas não são tortas. E numa casa de chá eu quero torta com chá. Ou com café expresso. Sem açucar, por favor. Ah, mas não, nem café serviam naquela casa ontem. Uma lástima. Lástima maior é ingerir uma bomba calórica num negócio ruim. Gosto de manteiga. Argh, credo. Agora lancei a campanha Visite o Café do Bahiano ou do Museu. Lá sim saboreia-se tortas... e um café... bah, delícia. O resto é bolinho e sou mais o que eu faço em casa - exceção àquele bolo pudim que comi no são joão lá nas barraquinhas na Praça da Sé, aquilo sim que é bolo!



Bem, hoje é 29, dia de nhoque, né? Como meu saldo bancário nunca esteve tão baixo nesse ano, vou lá encher o... o... o estômago de nhoque e colocar moedas, cédulas, talão de cheques, cartões de crédito, ..., embaixo do prato, para ver se funciona e no(s) próximo(s) mês(es) role fartura - estava escrevendo e pensando se colocava no plural ou singular, tem que ser singular, né, senão não se teria que repetir mês após mês o lance do nhoque; assim, coloca dia 29 pra garantir até o próximo 29, daí tem que fazer denovo.



Ah, e espero que em 2005 as pessôa que vêm aqui no meu blog cliquem mais ali no link "fale alguma coisa" e, de fato, escrevam algo, deixem algum recadinho. É um saco ver uma centena de visitas num dia e nem um "oi, cachorra". É triste. :'(



E que também sempre que se use emoticons, não importa onde, elas se transformem nas gifs animadinhas do MSN. O mundo seria (será) muito melhor.



Ah, e também que a Tripod, meu adorável servidor, me dê mais espaço, porque o blog já ocupa quase tudo o que eu lá tenho e volta e meia tenho que apagar arquivos da minha página. Qualquer dia não mais terei página pessoal, só o blog - que é apenas um link do meu website.



Agradecimentos? Certo.

Agradeço a todos que de alguma forma contribuiram para que esse ano fosse possível, obrigada. Um beijo pra minha mãe, pro meu pai e pra você!

terça-feira, dezembro 28, 2004

Eu, eu, eu.







Ah...Librianos. Sem eles o mundo seria deselegante e grosseiro. O que mais identifica os librianos e sua maneira elegante e requintada de se portar nas relações com as pessoas. Eles têm uma maneira tão descontraída de ser que sempre parecem estar de bem com a vida. Seu estilo de vida se resume em uma só palavra : Estilo. São atraentes por natureza e têm um modo de se vestir com sofisticação e uma certa sensualidade, o que os deixa muito charmosos. Sempre se preocupam em demonstrar o bom gosto na hora de apresentarem-se em público, e sempre se saem bem, tanto homens como mulheres. Sempre se mostrando calmos e tranqüilos, ninguém imagina que eles podem esconder sua angústia em tomar decisões, talvez a coisa mais difícil para eles. Sempre buscando o equilíbrio em tudo, escolher entre uma coisa e outra os deixa em pânico, ainda mais quando há pessoas envolvidas. Eles não suportam magoar as pessoas e não será difícil eles concordarem com todo mundo e se mostrarem sem opinião.





















Libra está associado anatomicamente aos rins, ovários aparelho circulatório, região lombar e vesícula. É comum os librianos terem dores na região lombar e em alguns casos desenvolverem problemas nos rins, tais como infecções e cálculos renais.



Por isso sempre são simpáticos, claro. Sempre preocupados com os outros, eles esperam agradar você, mas esperam também ser elogiados e reconhecidos por isso. Para conquistar um libriano é melhor você dizer logo que, antes mesmo de eles agirem, apreciará qualquer coisa que venha deles. Librianos são amantes da paz e não suportam discussões e brigas, fazendo o máximo para que as pessoas ao seu redor cheguem a um acordo. São os primeiros a apartar as brigas, mesmo que eles tenham que brigar por isso. Dificilmente você verá um libriano nervoso, mas se você conseguir será por conta de alguma injustiça. Sempre um bom papo, os librianos são ótimos anfitriões e sabem deixar as pessoas muito à vontade, mesmo que a festa não seja deles. Puxam conversa facilmente, e falam com todo mundo, desde o companheiro no ponto de ônibus até um desconhecido que está sozinho numa festa, mas faz todos se sentirem bem. Eles detestam ficar sozinhos e talvez seja por isso que puxam conversa facilmente, o que os torna muito agradáveis. Perfeitos esses seres, né ? Pois é. Assim, com um bom papo, conversa aqui e ali, eles sabem um pouco de todo mundo, e se forem atacados, sabem ser intrigantes como ninguém, sendo capazes de levar as pessoas a ficarem umas contra as outras. Claro, se você não lhes der atenção. Aí eles ficam um tanto rabugentos e resmungões. Um típico ?barraco hight society?. Eles podem ser bastante fúteis e o mundo das frivolidades pode atraí-lo. Festas, coquetéis, encontros... um mundo chique, digno que qualquer coluna social. Simplesmente um luxo.

Previsões 2005

Gaiastral: "Ah...Librianos. Sem eles o mundo seria deselegante e grosseiro. O que mais identifica os librianos e sua maneira elegante e requintada de se portar nas relações com as pessoas . Um luxo !"



2005? Amigos são para sempre

Neste ano muitas coisas importantes estarão acontecendo em termos pessoais e profissionais. Para poder atravessar melhor este ano é importante voltar a atenção para os amigos. Eles sempre estão prontos a conversar, rir, aconselhar e ouvir.





O Melhor do Ano

Chegou a sua vez. 2005 será um ano de reconhecimento de seu potencial e desenvolvimento pessoal. Claro que vai ser exigido certo esforço de sua parte, mas com certeza será um ano de crescimento. Aproveite todas as oportunidades que forem oferecidas e este será um ano cheio de prosperidade.





A Desenvolver

Cuide mais de sua saúde neste ano. Com tantos afazeres diários você acabou esquecendo de cuidar de seu físico, que já começa a dar mostras de desgaste.Mude seus hábitos e comece a dar mais atenção ao seu condicionamento físico.





A Aprender

Muitas oportunidades estão marcadas para este ano. Entretanto o resultado de seu esforço e dedicação virá em médio e longo prazo. Tudo tem seu tempo, e quanto mais você respeitar o ritmo que se configurar em seus trabalhos e projetos, mais garantia de estabilidade você terá no futuro.





A Realizar

Procure realizar alguns de seus desejos. Permita que pequenos gostos sejam satisfeitos para que haja mais colorido em sua vida. Se puder realize alguma coisa que utilize sua criatividade e lhe dê prazer. Dê vazão à sua sensibilidade e viva a vida com mais alegria.





Atenção

2005 será um bom ano, mas muitos obstáculos deverão ser transpostos. Quando surgirem os problemas procure resolvê-los o mais rapidamente possível. Deixar de resolvê-los somente irá atrapalhar o andamento de seus projetos. Descarte logo o que tem que ser descartado.





Elemento: Ar

Modo: Cardinal

Planeta regente: Vênus

Cor: Rosa e Azul-claro

Metal: Cobre

Pedra: Safira



Sim, eu acredito em duendes, e daí?

Ai meus sais











Estou em 'férias', até 03 de janeiro, né? E sabe o que tenho feito? Dormir. Durmo. Durmo muito. Durmo horas e horas e horas. Muitas horas. Não, é sério: muitas horas mesmo. Doze horas seguidas. Eu durmo. Tá, eu acordo ali pelas 6h ou 7h da manhã, escovo os dentes, tomo água, faço xixi, e deito novamente. E durmo, durmo, durmo.



Ontem fui para a natação, finalmente fiz uma aula inteirinha sem ficar acabadaça, sem ser matada. Eu andava tão esgotada ultimamente que não conseguia fazer todos os exercícios da aula. Ontem eu fiz, e me diverti. Tenho dois colegas na natação, um de 15 anos e o outro deve ter uns 7, os dois são irmãos. E eu brinco muito com eles, a gente fica de frescura na piscina. Pareço criança. Eu implico tanto com o gurizinho de 7. Uma figurinha ele.



Hoje tem confraternização do pessoal da natação/hidro. Olha só, resolveram ir numa casa de chá. Afe, gordo tem pensamento fixo em doces, né? Impressionante. Eu havia sugerido um drink (olha A alcoolatra) e jazz no Albert´s, que é ali pertinho, é um ambiente super agradável, tem um suco de maçã delicioso, mas não, os gordos preferiram a doceria. Então tá, né? Como eu sou gorda e gosto de doces, mesmo. Só que não curto como programa social obrigatório, e sim comer quando estou com vontade, maaaas, pode ter certeza que ficarei com vontade na hora. Aliás, é daqui a uma hora. Vou me arrumar.



Amanhã, pós-natação, vou para uma confraternizaçãozinha de fim de ano com minha ex-professora de francês e ex-colega do curso de degustação de vinhos. Vamos encher a cara de drinks com tequila, no Las Margaritas.



Eu falei que já estou boiando? Eu fiquei tão feliz de estar boiando. E ontem eu até estava nadando. É, sem pranchinha e sem nada. Nadando toda errada, confesso, mas nadando.



Estou usando direeeeeeeeto a panela que ganhei da minha mãe. Super prática. Qualquer coisa eu faço lá. Falei da panela que ganhei? E das váaaarias coisas que ela me mandou? Numa daquelas caixinhas gigantes que chegam por aqui de vez em quando? Pois sim, ganhei.



Estou louca para tirar fotinhos na Chapada. Essa viagem para o Capão será boa, não importa o que aconteça. Pra começar, vou bem acompanhada. Não tem lugar com a Ester e a Marisa que não seja divertido. Pra segundar, vou com minha máquina. Pra terceirar vou descansadinha, pronta pra entrar no espírito paz, amor e natureza. Pra quarteirar, adoro lugares com pouca ou nenhuma presença de civilização. Para quinteirar, mêu, eu vou viajaaaaaaaaar!!!! Todos sabem o quanto eu amo viajar. Não é à toa que este blog é o diário de uma pós-adolescente com sangue cigano.



Pérolas fotologisticas...

Fotologger Voyeur

sábado, dezembro 25, 2004

A fé manipulada dos cristãos*











Finalmente meu quarto tem prateleirinhas. Várias delas. O menino colocou na quinta-feira. Depois eu limpei todo o quarto, faxinão e tal, coloquei livros e pastas nas prateleiras, limpei-os um a um... é tão bom quarto limpinho, roupa de cama limpinha. A Maria José, senhora que leva minhas roupas sujismundas e traz cheirosinhas e passadinhas, passou aqui e levou uma puta sacola de roupas. Espero ter várias roupas limpinhas na semana que vem.



Agora com esse verão dos infernos e tendo voltado a trabalhar tenho sujado ainda mais roupa. Ficar em casa é muito mais econômico, eu fazia toda minha comidinha, eu não sujava muita roupa. Sei lá, acho que o negócio seria receber e não ter que trabalhar, a vida seria muito mais legal.



Depois do meu quarto impecável, fui no mercadinho e comprei carne, um vinho e mais umas coisinhas. Chegou a Vida Simples deste mês e, inspiradora como sempre, me motivou a voltar a cozinhar. Eu estava super cansada, acabadaça, mas fiz uma massa, ratatouille de pobre (ou seja, sem pimentões), um bifão, assim, pequeno e alto, sabe? Manteiga, alho e cebola. Delícia. E um vinho tinto gostosinho que eu tinha aqui. Banhinho, óleo, incenso, musiquinha e minha janta. Ô, maravilha. É recompensador. Então lembrei-me porque eu gosto de cozinhar e de 'morar sozinha'. Sim, a flatmate não tinha chegado ainda. Aliás, eu estava jurando que ela iria viajar na sexta pela manhã.



Quando acordei, depois de dormir por 12 horas, ela não estava em casa. Achei que já tivesse viajado. Daí pensei, espetáculo, sozinha no findi inteiro... coloquei toalhinhas limpinhas no banheiro, tapete, casa cheirosinha. Tá. Belê. O Dani veio aqui para instalar o Linux... daí quando ele tocou a campainha fui atender, né? E quem chega junto com ele - e diz que eu não estava em casa! - a flatmate. Ainda bem que abri a porta antes do menino ir embora. Sei que ele ficou aqui à tarde e não terminou de fazer os troços todos. Só terminou minha garrafa de vinho. Disse que vem na segunda-feira denovo e que daí quer bolo de cenoura com calda de chocolate. Argh, como é que não enjoa, credo!



Bem, isso significa que ainda estou no Windows.



À noite encontrei-me com a Cris e fomos na Perini, compramos coisinhas pra beliscar (amendoins, castanhas, nozes, torradinhas, queijos, salame, chá gelado, chocolate, etc). Sim, só besteirinhas. Fomos para a casa delas, comemos, vimos dvds de shows, depois assistimos A Era do Gelo. Depois chamei um táxi e vim pra minha casinha. Ainda entrei na internet - ô, vício - e conversei um montão com o Fran, que é muito divertido.



Hoje acordei com o telefone tocando, era a Greice. A novidade é que comprou um apartamento. Fiquei super feliz por ela. Putz, é muito legal ver minha amiguinha com a vida se arrumando, feliz, trabalhando e agora proprietária de um ap, e na Carlos Gomes, olha que fresca! Além de tudo casada com um carioca... sim, aqueles seres que falam fóxforo. Ui!



(Ninguém merece ficar ouvindo musiquinha natalina em ritmo de sambinha/pagodinho/mpb, né? Perai que vou trocar de rádio, ou colocar um cd. Desisti da rádio, na vitrola: Santorini Blues, Herbert Vianna - aliás, esse cd traz lembranças, tem história...)



Hoje é aquele diazinho mais ou menos. Fala sério, ninguém faz altas comemorações no natal. É uma baita propaganda, uma forçassão de barra para que o natal seja um festão e tal, mas não rola. Daí fica um tal de Feliz Natal pra cá e pra lá. Troca de presentes, uma comilança básica no dia 24, restos dia 25 - que é um dia morto. Uma obrigação de se pensar em família e não sei o quê. E se a gente não está no climinha é porque está negando o sei-lá-eu-o-quê, é porque está deprimido, é porque está negando o raio-que-o-parta. Ai, que saco, viu? Parece o mesmo papo de "sábado à noite". Sabe aquela coisa de "o queeeê??? Em casa numa noite de sábado?" como se as pessoas tivessem que sair aos sábados, aliás, como se as pessoas tivessem que viver na rua, viver em festas, viver em bares.



Não se pode ser antissocialzinha, não? Não se pode gostar de ficar em casa? Pô, eu amo ficar em casa e não acho isso deprimente. E também amo sair. Mas prefiro estar em casa. Eu me divirto cozinho só para mim, ouvindo musiquinha, tomando banhinho com meus óleos diversos. Não, esse não é um discurso para me convencer que eu amo muito tudo isso. Ou é? Será? Bem, eu não acredito que seja, e... sabe, às vezes um charuto é apenas um charuto. Vale o que está escrito.



Esse cd é muito bom. Valeu a pena.



Hoje falei com o Dani (de poa) e com o Pedro Paulo. Rápido, com ambos. Tomara que a Greice vá para o Rio também. Putz a Taciane disse que vai pro Rio no carnaval. Eu nem acreditei. Imagina só: Richard e Taci, Luciano e Philippe. Bah. Não vai prestar, não vai prestar...



Buenas, buenas... vou ler um pouco, depois vou ao cinema. Eu acho.











* trecho de música do cd-tema deste texto.



segunda-feira, dezembro 20, 2004

Olha lá atrás





Agora que eu vi que quando a gente salva em rascunho o texto sai na data em que foi feito o primeiro rascunho, então volta lá em domingo para ver o que eu escrevi hoje.



Ou clica aqui.



Cigana do Orkut









Sim, sim, eu confio!



Today's fortune:

Everything will now come your way.




E interessante que essa foi a sensação que tive durante o dia inteiro.



Aliás, vou pegar um texto que está salvo no rascunho e colocar aqui. Contar porque estou muito feliz hoje.



domingo, dezembro 19, 2004

Fragmentos











1978... não sou assim tão experiente mas já posso usar o argumento do tempo de vida a meu favor. Já posso sentar-me sozinha num desses bancos altos, assento em couro, com essas mesinhas altas, de alguma pedra, ou num balcão de bar, pedir uma bebida e ficar imersa em meus pensamentos. Observo que só há homens sós ou acompanhados de outros homens. Por que será que as mulheres não conseguem sentar-se sozinhas e beber? Duvido que não apreciem a idéia. Suspeito que pensem mais no que os outros irão pensar sobre o que elas estariam fazendo, ali, sozinhas.



Preciso fazer isso mais vezes. Eu mesma estou aqui sozinha sentada, vendo o movimento e escrevendo. Entende? Estou ocupada. Não, não estou esperando por ninguém. Entretanto não estou como este homem a minha frente, sozinho, bebendo cerveja, apenas olhando e pensando.



Acho que consegui, no fim das contas, parei de escrever. Terminei minha bebida. E só fiquei ali. E é por essas e outras que amo muito tudo isso. Eu nao me acho, eu me sei. Eu me sou!









Acho que o namorado da flatmate se mudou pra cá. Desde quinta-feira ele dorme aqui. E agora está até usando meu sabonete.







Hoje fui ao cinema, assisti Nina. Filme muito interessante, acho que conseguiu refletir um pouco da tormenta vivida pela personagem de Dostoievski que inspirou a película. Foi uma sessão surpreendentemente boa, no Iguatemi. A sala estava vazia, e ninguém comeu pipoca! A companhia estava boa também, apesar de eu estar puta no início, mas passou. Tudo passa.









Será que teremos hoje mais uma sessão de cama rangendo e gemidos? Pode me chamar de invejosa. Apesar de eu não querer estar na pele da flatmate.









Será que tem gente que não entende o que é "eu não quero sair contigo"? Não, não adianta eu ser lacônica, não adianta eu falar pelos cotovelos, não adianta eu esclarecer mil vezes. Parece que não adianta. Acho que o prazer de certas pessoas e me lembrar, sempre que possível, qual é a Nova Ordem.

***** diz:

se não aparecer nada, já falei com Manu pra a gente reunir os desocupados de plantão.

***** diz:

Se vc não tiver nada certo até a semana que vem, podemos reunir os desocupados de plantão... o que acha?



Será, será??? Eu estou é parecendo propaganda da Skol (é skol?)!!!











Falemos sobre o tal nouveau rich ... Aliás, trés nouveau, como diria um amigo meu ...

Tem coisa melhor do que homem muito rico que acha o máximo vc ser fina, fresca, educada e gostosa mesmo 10kgs acima do peso? Vocês sabem que quem gosta de magrela é homem fino, pobre gosta mesmo é de uma bela popozuda rechonchuda (façam o teste ... coloquem eu e Gisele na frente de uma obra - vamos ver quem ganha os assovios da peãozada)... e, como todo pobre é fiel às origens, continua achando gorducha gostosa mesmo depois que ele fica rico!

De mais a mais, como diria vovó, mais vale um burro que me carregue do que um cavalo que me derrube! (Dá pra ver que eu tive berço, né?)

Enfim, só para terminar, pobre gosta de suar, pobre acha que sexo é diversão, pobre nem sabe o que é celulite ou estria, pobre diz "Vem cá sua gostosa que eu tô morrendo de tesão n'ocê!", pobre nem se incomoda se vc solta um punzinho de vez em quando, pobre gosta de ouro e brilhante, pobre deixa a patroa administrar o salário, pobre gosta de ver a mulher com as coxas grossas de fora e os peitão à mostra, pobre investe na roupa da mulher só para se exibir para os vizinhos, pobre adora dançar às 6as e sábados, pobre adora carnaval e é louco para desfilar na Mangueira, pobre não reclama quando sua mãe se hospeda na casa dele, pobre está acostumado a ver a mulher de bobe, pobre não sai para jogar golfe no final de semana e te deixa sozinha em casa, pobre não viaja à negócios com a secretária a tiracolo e o melhor: Pobre, mulher nenhuma quer, mesmo quando fica rico (vide vcs ai em cima!) ... Então me digam: Tem coisa melhor do que dar para um pobre que tem dinheiro?



Retirado de: Post no Orkut.











Meu computador está semi-funcionando. Aliás, vou enviar este texto, antes que dê problema por aqui. A partir de quarta - se o Dani vier aqui - começarei a usar o linux. Sim, sim, vou aderir.







Durante vários anos minhas agendas não foram escolhidas, era "função" da Panzinha me dar uma agenda. O ano passado o Diego me deu uma. E este ano, finalmente, tive que comprar uma agenda. Sei lá, não é tão legal. Já tinha me acostumado a ganhar, a não ter escolha. Gosto quando alguém decide coisas por mim. Enfim, tenho uma nova agenda e tenho que começar a usá-la e anotar as resoluções e objetivos para 2005. Lembra qual é a primeira resolução? Não preocupar-se em ser magra e gostosa, apenas continuar gostosa.









Sim, sim... mais uma sessão de gemidos e cama rangendo começando. E hoje com requintes de tapas, porque está dando para escutar daqui.







O Dani foi muito fofo, tadinho do guri. Gastou horas no meu pobre pc. Até fiz bolinho de cenoura com calda de chocolate pra ele - que comeu metade! E falando em Dani, o outro, o bedmate, é um super fofo, ele mandou um email esta semana, falando sobre o testimonial que deixei pra ele. Dani, tu sabes que eu te adoro, né? Quem mais aturaria minha sessão de cremes e me ouvir falando do Thomas por horas, quem, quem, queeeemm????



Ainda na linha fofos, falei com o Luciano hoje, que já chegou em Nova Iorque. Daí eu vi o ap do irmão dele e tal... ele tá todo gatinho de barbinha feita. Dá para acreditar que o guri tirou 130 fotos só hoje??? É um menino, mesmo! E hoje foi a primeira vez que ele pegou na neve. Ai que todo fofo. Eu queria estar lá também. :'(












Ué, a porta do quarto abriu, será que acabou a sessão? Já?



Maldade Off [On] Ele tomou banho quando chegaram, há pouco, ela, como sempre, não. Ela não toma banho antes de dormir, mesmo estando mega suada. Maldade [Off] On













Aliás, nenhuma São Paulo Fashion Week Session nesta semana que passou. Pena. Grande pena.







sábado, dezembro 18, 2004

Paixões da minha vida











Ontem, fui passar a roupa pro casório e liguei o ferro... *puf* queimou o fusível lá do meu negocinho... daí fui comprar um hoje, fui lá no Pelourinho, no caminho... entrei no sebo Brandão. Andei, andei. E achei algo que estava procurando há um tempão: um dicionário de francês-francês. Liiiiiindo, ilustrado. Adorei. R$ 110,00. Sairia por R$ 85,00.



Bem, saí de lá, comprei o fusível, mas não parava de pensar no meu dicionário. Ai, é foda ser pobre. Vim, pra casa, o Dani veio pra cá... acho que já contei essa parte (é que parte deste texto estava salvo como rascunho, porque comecei a escrevê-lo no cyber sábado à tarde e acabou meu tempo).



À noite, eu SONHEI com o dicionário, acredita? É sério, pô!



E domingo eu fiquei toda preocupada pensando se alguém iria comprar o meu dicionário.



Hoje, segunda-feira, acordei, tomei café, banhinho e fui direto para o Brandão, no caminho entrei numa loja que consertava máquinas fotográficas. Ihhh isso me lembra outra história. Lá vou eu para uma sessão minha mãe e começar a falar de outra coisa e emendar histórias e encompridar assunto...



Mas bem... ontem à noite eu conversei com o Lu e ele falou duma cam digital que ele comprou e papo vai papo vem começamos a negociar para ele trazer uma para mim. Fui falar com o Fran, meu super consultor para assuntos fotográficos digitais e ele me aconselhou a comprar uma canon... até aí tudo bem. Só que ele disse que compra uma Canon A80 em Porto por 750 reais e o Lu me faria por 999, daí não seria negócio, né?



Enfim, estava com essa coisa de euqueroumamáquinafotográficaparavoltarabricardefotógrafa na cabeça.



Aí, indo para o Brandão entrei nessa assistença de maquininhas e perguntei se vendiam máquinas usadas. Ela disse que não mas que sabia que o fulano-de-tal que trabalha na loja lá da esquina estava vendendo uma. Ok, cartãozinho do fulano no bolso e fui pro Brandão.



Entrei, olhei trocentos livros, me apaixonei por vários, escolhi alguns, peguei meu dicionário, depois outro dicionário, uns textos de teatro, aquela coisa toda... e fui para o balcão de negociações. Chora de cá, chora de lá, avalia os livros, desiste de alguns, aquela coisa toda. Acabei trazendo um de sociologia da ciência, um de história da ciência, um de educação popular, contos, texto de teatro, e, e, e.... um dicionário lindo fofo adorável de francês. E não o primeiro pelo qual eu havia me apaixonado, mas outro maior, melhor e sem cortes, uh! Sem ilustrações, porém. Total da brincadeira: R$ 150,00. Em três vezes. Sou pobre mas sou feliz, tá?



Beeeeeeeem, saí de lá me achando a pessoa mais sortuda da face da Terra. Feliz como gaúcho de bombacha! Daí passei na loja da esquina e falei com o fulano-de-tal. Ele não estava com a máquina ali, perguntei onde eu encontraria, em Salvador, um lugar que tivesse máquinas usadas. Ah, na ladeira da praça, ele me disse. Sim, beim, onde, raios, fica a ladeira da praça?



Fui na tal da loja e daí começou a tortura. Fiquei horas e horas e horas lá dentro. Saí achando que fiz um ótimo negócio. Mas como meu cartão de pobre já não tinha mais saldo, vim em casa, peguei outro cartão, almocei e voltei laaaaaaaah no Pelô pra comprar minha super hiper ultra máquina fotográfica, mais a minha mega tetra tri lente. Já estou me achando uma fotógrafa profissional. Não renovarei a assinatura da Vida Simples (minha revista favorita) e passarei a investir em literatura sobre fotografia. Agora que já sou uma sommelier (juuuuuura), voltarei a me dedicar à fotografia. Meu trauma por ter minha Ricoh roubada já passou. Mas não, não estou pronta para que roubem essa nova máquina!!!



Tenho que me organizar para umas saídas fotográficas agora. Ainda mais que ganhei do tio mega simpático lá da loja a minha primeira revelação di grátis. Aliás, o atendimento lá foi sensacional, assim como no Brandão. Voltarei em ambos. Juro! A menina lá da loja da máquina... nossa, muito querida, super gente boa, super profissional. Perfeito. Sim, eu sei que sou chata, mas eles foram exemplares.



Vai dizer que não é para ganhar o dia.



Eu hoje tô que tô.



Depois vim pra casa (denovo), daí vi o sabonete que a flatmate deixou na porta do meu quarto, porque o namorado dela havia pegado o meu. Eu cheguei a comentar isso, né? E então parti para a natação. Minha professora querida amada não avisou que resolveu trocar o horário. Linda ela, né? Bem, fiz hora e depois fui para a casa da Ester, onde havíamos combinado um lanchinho com torta, com a Sarah. Torta delícia, vinho, queijo, pães... essa coisa toda. E papo, papo, papo. A Ester é fantástica.



Ah, sim, não trabalhei à tarde porque uma aluna 'não estava em condições de ir para o estágio', o pai dela havia me ligado na sexta, dizendo que ela havia sofrido uma queda. Isso me lembra a história do jacaré, tipo... merdas acontecem e eu acredito que a menina de fato esteja lesionada, só que de tanto ela enrolar ela acaba tendo a credibilidade abalada. Foda.



Buenas, quase meia-noite, vou-me ao berço. E achando que minha vida é maravilhosa. Hoje, quando estava caminhando para a casa da Ester, no corredor da Vitória, estava pensando... estou num momento muito bom da minha vida. Mesmo com falta de grana aqui e acolá, me endividando pra 2005, morando num lugar que não gosto (aliáaaaaas, vi um ap pra alugar lá no prédio da Ester, vou ligar amanhã, deve ser uma fortuna), mesmo estando sozinha, mesmo com tudo isso minha vida está um espetáculo.



Ah, talvez eu vá para a Chapada Diamantina no ano-novo, vou ligar para a rodoviária amanhã e ver se tem passagem.



Noticias do front offline







Ontem o dia foi tri bom, sem precisar sair cedo de casa pude ficar lendo a manhã inteira. Depois almocei em casa e fui no Iguatemi, depois passei no Empório Gourmet, na Graça e fiz as compras de natal. Gastei uma pequena fortuna em presentes para pessoas fofas. Fui pra casa rapidinho, banhex e tal. Liguei para a minha amiga linda fofa um amor e pedi pra ela me fazer companhia no casamento da minha orientadora. E ela aceitou após um apelo básico e uma chantagem emocional. Fomos para a cerimônia na igreja e depois para a recepção.



Ela já tinha compromisso e eu estava morrendo de fome, então saimos todas para jantar: eu, Cris e Mônica. Pizza Hut. Essa guria só gosta de junkie food. Foi tri bom, divertido, companhias agradáveis.



O Fábio está bem, e passou na seleção do mestrado. Agora ele é um misto de meu aluno e colega. Parabéns pra ele. Aliás, agora fiquei sabendo que o guri lê meu blog. Mais um filtro para ser adicionado... alunos não deveriam ler blog de professores, né? Se bem que professores não deveriam escrever blog. Enfim, é o ônus de estar na mesma faixa etária dos pupilos.



Voltei pra minha casinha banhinho, cama e filme nonsense da Globo. Lá pelas tantas, começou a trilha sonora do quarto ao lado. Aquela coisa de cama rangendo, gemidos. Sim, sim, a flatmate e o menino que ela conheceu no sábado, começou a 'namorar' na terça e que já dormiu lá em casa duas vezes. Sim, sim, a mesma flatmate que pregava que as brasileiras eram muito diferentes, que lá não era assim, e todo aquele bla bla bla. Nada como um... bem... digamos... "nativo autêntico" não faça para mudar a idéia de uma eurpéia, né?



Abafa...

quarta-feira, dezembro 15, 2004

Aviso aos navegantes: estou offline





Meu computador não está funcionando, aliás, estou aqui na Ufba escrevendo este post. Quando uma alma caridosa resolver me ajudar com o micro, eu voltarei ao mundo.



Enquanto isso, trabalhando muito, dormindo pouco e lendo.



Ontem foi aniversário da Ana, e vivi uma aventura, depois conto com mais detalhes. Na segunda recebi a 'visita' do Washington, assim, tipo... Hey, hey, você se lembra da minha voz? O menino tinha aula à tarde, daí almoçou e passou lá, ficou fazendo hora e batendo papo lá em casa.



Bem, está dado o recado, vou parar de abusar do micro aqui da ufba.



Quer falar comigo? Só por telefone!





Ahhhhhhh, registre-se: recebi um cartão de natal muitíssimo fofo, e eu gostaria mesmo que tivesse menos gente uoh na minha vida em 2005, Du. Obrigada, só porque eu sei que é sincero. :-*

domingo, dezembro 12, 2004

E no domingo???











Fala sério...



Fiquei em casa, conversei com minha mommy, vi Riquinho Rico na tv, fiz sobrecoxa de frango assada, arroz, salada e bolo de cenoura com calda de chocolate, para o lanche da tarde.



Li um pouco, entrei no Orkut, bati papo no msn. E fiz porra nenhuma. Vidão, hein?



Até a última gota



Meu momento fófis







Estou dormindo, profundamente, tentando recuperar meu corpitcho da noite anterior quando o telefone toca, é dona Cristina, avisando-me que virá aqui em casa. Aham, tá. E volto a dormir. Passa uma eternidade e a campanhia toca. Landlady aqui, flatmate abre a porta. Levanto e vou atender minha visita mala-sem-alça-que-aparece-na-casa-dos-outros-ao-meio-dia-da-madrugada.



Aí ficamos conversando e tal e depois fomos almoçar no shopping Barra. Sim, vou fazer uma carteirinha de Cliente Frequente Shopping Barra. Comi comida chinesa, já que fazia muito tempo que eu não sabio o que isso era. Putz e é bom, né? Eu já tinha me esquecido. Claro que não supera uma saladinha com um peixe, nem o churrasquinho do marido da Di com uma salada, mas é tri bom.



Depois ela voltou pro trabalho e eu vim pra casa. Tomei um banhinho fiz umas coisinhas por aqui, li um pouco e depois uma sessão São Paulo Fashion Week. E desmaiei. Acordei com o telefone tocando...



É foda, eu nunca tenho nada para fazer nos sábados à noite (sessão melodrama), mas quando tenho, são trocentas coisas. Sim, eu assisto Zorra Total, tá?



Só que ontem tinha uma festa com o DJ Patife, em Stella Mares, o aniversário de uma colega do mestrado e uma reunião na casa de uma amiga. Só que eu não sabia que era o aniversário dessa amiga. A cretiiiiiiiiiiiina não me falou. Eu sei que levantei, tomei banho, comi chocolate (o que me acorda) e fui para o niver dela, que é um amor de pessoa, que eu adoro, que é super divertida, e de quem eu não deixaria de estar presente (embora sem presente) no aniversário dela, ora bolas!!!



Fui e me diverti muito, ri muito, foi uma noite super agradável, e comi muito e bem, além de ter bebido vinhos excelentes. O que me faz lembrar que preciso reabastecer minha "adega". Eu, praticamente uma sommelier (juuuuuuuuuuura). Ai, eu quero um Xerez!!!! Ó, tô aceitando de presente de natal livrinhos (tenho lista lá na Livraria Cultura e na Amazon e vinhos - brancos, tintos, espumantes, fortificados -, tá bom?).



Depois ganhei caroninha pra casa.



Cheguei morta de cansaço, mas antes de sair da casa da minha amiga, tomei um cafezinho, o que não me tiraria o sono, se não fosse combinado a negrinhos (=brigadeiro, para não-gaúchos). Chocolate me tira o sono, é fogo.



Enfim, cheguei em casa, tomei um banho, deitei, virei pra cá, pra lá. Liguei para minha mãe, não estava em casa. Revirei, revirei. Liguei pro Pedro Paulo, estava dormindo, tadinho. É foda este negócio de horário de verão no resto do mundo, eu me sinto isolaaaaaaaada. Era 1am eu acho, mas lá no país do PP já eram 2 da manhã. Conversamos, conversamos, ele contou as novas, eu contei as velhas e depois fui dormir. Não sem antes dar mais uma reviradinha na cama, porque o sono ainda não tinha sobre mim se abatido.



Mas o sábado pegou todas minhas energiazinhas, até a última gota.



Como ser alternativa em Salvador











Bem, eu nunca acredito muito quando vejo anúncio de rave em Salvador... mas dessa vez resolvi dar um crédito e me empolguei toda com a festa Pulsar, organizada pela Soononmoon. Foi na sexta-feira, lá na puta que o pariu. Longe pra caralho. (Sim, deixe-me usar meu requintado vocabulário, e não enche o saco!)



Combinamos de nos (Dani, Cristiano, Julio, Soraia, Silvana) encontrarmos no aeroporto (ó como é longe). Na sexta trabalhei até 20h30, saí da universidade, vim pra casa, tomei banhinho, comi alguma coisa (massa) e peguei o busunzinho rumo ao aeroporto. No caminho, pela orla, fui observando o movimento da cidade... várias festas rolando, monte de gentes pelas ruas, um calor do cão, um acidente feeeeeeeio de carro. E o ônibus sacolejando... e a massa subindo e descendo. E eu prevendo a hora em que tudo percorreria o caminho inverso ao estômago. Melhor tomar uma Smirnoff Ice pra ver se passa, né? Não funcionou.



Enfim, no aeroporto, encontrei o povo. E seguimos para o sítio no cusemacento do mundo. Para isso, pegamos um táxi. Imagine... visualize... 6 criaturas dentro de um táxi, fora o motorista. Sim, eu carimbei minha carteirinha da Funai (traduzindo para não-gaúchos: estava pronta para indiadas = programas de índio). Sério, eu estava psicologicamente preparada para toda essa função pobre e adolescente. Nada tiraria meu quase bom humor.



Chegamos no tal sítio, bem legalzinho o lugar e tal... o line up foi um pé no saco, os dois primeiros dj´s insistiram num psytrance. Imagina 4 horas de viajandão? Foda, né? No 3o Dj, às 4 da manhã - sim, meu bem, manhã, com direito a sol e tudo - é que mudou o dj e a música começou a "bombar". Mas eu já estava bombada. Pô, não dá para aguentar. Bando de paty e mauricinho, bando de adolescente filinho de papai, que foram para lá (de carro, claro, porque nós éramos os únicos à pezito) curtir uma festinha "alternativa". Alternativa o meu cusemacento, pô! Saco isso.



Saímos de lá às 6 da manhã, com o sol escaldante, pegamos um ônibus cheio de caixas de bananas e abacaxis e um povo trabalhador e simples. Essa parte foi bonita. Eu achei. O ônibus tinha um perfume, não um fedor de frutas, sabe? Ou vai ver era sono, mesmo.



Sei que às 8:00 eu cheguei em casa, banhinho e tomei um cafezinho com leite e comi cacetinho (pão francês de 50g para não-gaúchos) com queijo e peito de peru. Ahhh como minha cama é uma delícia!!!



Buenas...











Na quarta-feira foi o dia do inimigo secreto. Fez um calor do cão, como tem feito todos os dias aqui em Salvador. À tarde eu fui para o shopping Barra, cheia de paciência... e fui fazer o cartão da Riachuelo. Na terça eu já tinha separado uma roupitchas lá e reservado. Fui, sentei na cadeirinha tranquila e bela e esperei.



Depois de não sei quanto muito tempo, fui atendida. Depois de também não sei quanto muito tempo, estava com meu cartãozinho em mão. Aí fui retirar minhas roupitchas reservadas.... de 10 peças que eu tinha deixado lá, estavam apenas 3. Que óooodio!!!

Resultado, desci e fui olhar as roupas da loja novamente e experimentar. Isso tomou mais tempo do que eu esperava. Enfim, saí de lá cheia de roupitchas brancas novas.



Depois segui comprando mais umas roupinhas e dei cabo integralmente ao meu super hiper ultra 13o de 300 reais.



Saí do shopping super tarde e liguei pra Sarah, com quem me encontrei pertinho do shopping e me deu carona até em casa. Vim, tomei banho, mudei de roupa à jato e fomos pra casa da mãe da Diana, para o inimigo secreto.



Estava tri bom lá, ri muito, me diverti muito e comi muitcho bem. Noooossa, comi até não querer mais. E o marido da Di fez um churraquinho de-li-ci-o-so. Impressionante, carne boa, macia, espetáaaaaaaculo. O inimigo secreto em si foi algo à parte: deveras engraçado! Foi uma noite em que eu, literalmente, chorei de tanto rir. A Marisa e a Ester são sempre divertidíssimas. Tão bom ter bons coleguinhas...



Ah, sim... ganhei um chaveiro. Inimigo, né?



A novela da mala sem alça











Outro dia fiquei sabendo que haveria um show da tal da Maria Rita aqui em Salvador, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA). Daí eu avisei/convidei a Cris, que adora a tal da cantora. Dias depois ela me liga da bilheteria do TCA perguntando se queria que eu comprasse o meu ingresso. Eu titubeei e aceitei.



Só que a irmã dela e o cunhado também iriam ao show, então eu resolvi não mais ir, afinal a Cris teria companhia. Porque eu iria no show apenas para acompanhá-la. Veja bem:



1) A Cris tinha companhia

2) Eu não gosto da Maria Rita

3) Eu não gosto da Concha Acústica

4) Eu não estou nadando em dinheiro



Logo, não havia razão alguma para eu ir! Daí começou a tentativa de vender o tal ingresso (a 20 reau, diga-se de passagem). "Anunciei" no MSN, onde todos me perguntavam qual a razão de eu querer vender o ingresso e eu ficava explicando pra cada viva alma. Até que resolvi salvar um arquivo texto com a ladainha, daí só copiava e colava.



Bem, o negócio é que devolvi o ingresso para a Cris e ela vendeu hoje lá na entrada do show.



E eu me livrei de ver a malinha sem alça. Sim, sim, a Maria Rita.





Mantra do dia: Resignação











Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis



Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis

Alunos são seres não comestíveis


terça-feira, dezembro 07, 2004











O dia hoje foi de cão. Acordei cedo, terminei a monografia, fui trabalhar, depois direto para a casa da Sarah, um almoço divino. De volta para a ufba, entregamos a monografia, depois fui pro shopping. Experimentei trocentas roupas, estou aproveitando a época pré reveillon para me abastecer de pecinhas brancas. Só nessa época pra ter algo branco e com o meu tamanho. Quem mandou ser gorda...



Comprei o presente do meu inimigo secreto e para fazer a linha intelectual - já que é com o povo do mestrado - comprei um livro: dicionário de porto-alegres, porque eu nem sou bairrista.



Depois de estar mega exausta de tanto andar e experimentar roupitchas, tomei um capuccino light delícia que eu aaaamo ali no Barra. E um bolinho de chocolate, nada light. E fui trabalhar. Fiquei um tempãaaaaaao esperando o ônibus e depois perguntei prum estúpido dum menino que estava sentado ao meu lado:



- Quando o ônibus entra na Garibaldi ele dobra à direita ou à esquerda?

- À esquerda.

- Esquerda, esquerda? Essa mão aqui?

- É.



Passou um tempo, quase chegando na Garibaldi...



- Tu tens certeza que ele dobra à esquerda, né?

- É.

- A mão do relógio?

- É, pra lá.

- Olha, lá, hein, guri, não vai me fazer andar um monte.



O ônibus entra na Garibaldi (à direita, porque só pode entrar à direita, mas logo em seguida tem um retorno para quem vai à esquerda).



- Tá agora ele vai fazer o retorno, né?

- Não, ele segue por aqui sempre.

- Ué, mas tu não falou que dobrava à equerda??????



E saio correndo e peço pro motorista parar. Isso me rendeu uma super caminhada, com os pés cansados e uma raiva descomunal do mundo. E fui trabalhar.





Babado...



Notícia* publicada** em 07/12/2004 às 08:36



Caetano Veloso e Paula Lavigne se separam





Caetano Veloso e Paula Lavigne decidiram oficializar a separação no último final de semana, segundo a colunista da "Folha de S. Paulo" Mônica Bergamo. Depois de muitas especulações sobre a crise no relacionamento do casal, que vivia junto havia 19 anos, Caetano e Paula resolveram assumir o fim do casamento.



Durante uma entrevista para o jornal, o cantor e compositor afirmou que tem muito orgulho da ex-mulher e, se depender dele, ela continuará sendo sua empresária.



- Além de termos um escritório juntos, tenho muito orgulho do modo como a Paulinha entrou no mundo da produção de cinema. A presença dela muda o ambiente. Não é só o sucesso da competência: é principalmente a grandeza da visão. De perto ou de longe eu sempre seria parceiro dela, afirmou.



Nesta semana, eles viajam juntos a Porto Alegre e vão a São Paulo para lançar o filme Meu Tio Matou um Cara, produzido por Paula e sob responsabilidade musical de Caetano Veloso.







* E dá para considerar isso "notícia"?

** E dá para considerar o site do Babado como local de "publicação", hein?