sexta-feira, novembro 14, 2008

Amish




Este final de semana vou para Lancaster, na Pensilvânia, onde fica a maior população Amish do mundo. Então se eu sumir, se eu desaparecer, se evaporar, vocês já sabem...

quarta-feira, novembro 05, 2008

Onze de setembros






Vale a pena assistir este vídeo. Se a sua conexão for lenta, aperta no play e em seguida no pause, deixa o vídeo carregar e depois aperta no play novamente, assim o vídeo não fica parando e toca direto.



Outro dia assisti um documentário super interessante, também sobre o 11 de Setembro. Um outro 11 de Setembro. Ou melhor, um 11 de Setembro visto de outras perspectivas. O nome do filme é Divided we fall e se você tiver a oportunidade de assistir, não perca!

O filme fala sobre o que é ser "americano", quem conta como "americano" e quando. E fala também da vida dos Sikhs após os ataques às torres gêmes em Nova Iorque.

Festa da democracia



Gente, adorei este negócio de eleição nos Estados Unidos.

Aqui votar não é obrigatório, então rolam várias campanhas para estimular as pessoas a votarem, para não esquecerem de votar e tal. Não é feriado nem nada, é um dia "comum".

Mas tem umas coisinhas interessantes, como várias distribuições de coisas de graça. A Starbucks, por exemplo, distribuiu café de graça para quem pedisse. A Ben & Jerry's, sorvete. Um sex shop no West Village estava distribuindo vibradores. Teve donuts, hamburguer etc.

Eu, a Sarah e a Jackie fomos para a Ben & Jerry's aqui perto de casa, comemos sorvetinho e depois passamos na Starbucks para um café na faixa.

Então viemos pra casa e ficamos acompanhando o resultado das eleições via internet e tv. Aí, de repente, não mais que de repente, fechou um estado, o mapa ficou azulzinho (azul é democrata, vermelho é republicano; Obama, McCain). Parênteses: no programa pré-acadêmico em Miami eu tive aulinha sobre o sistema eleitoral estadunidense e ele até faz sentido. Então foi bem legal acompanhar a apuração. Fecha parênteses. Então, quando ficou azulzinho (não lembro que estado foi), era virtualmente impossível o Obama perder, porque certamente a Califórnia seria Democrata, e a Califórnia representa 55 delegados, o que já seria suficiente para somar os 270 delegados necessários. Então a gente, hein? Porque a gente viu pela internet primeiro, o estado ficando azul e o número de delegados subindo. Aí foi aquilo, ué, mas então ele ganhou? E daí 1 minuto depois a CNN na tv começou a falar que o estado esse tinha ficado azul e então o Obama tinha ganhado as eleições e tal.

E foi uma euforia geral, e daí a gente resolveu sair pra rua. Eu moro entre o Upper West Side e o Harlem. Bem bem entre os dois, o bairro se chama Morningside Heights. Então andamos umas poucas quadras e estávamos no coração do Harlem. E foi muito emocionante. TODO mundo estava saindo de casa! As ruas foram tomadas. Gente das janelas gritava. As pessoas na rua gritavam. Formou-se uma gigante multidão. Trocentos policiais apareceram para organizar o trânsito e todo o resto. Os carros buzinavam. As ruas foram fechadas por gente. E são ruas largas.

Tinha um telão na rua e ficamos assistindo os comentários. O governador de NY estava lá, tinha um palco, ele falou. E depois, o discurso da vitória. O Obama, no telão falou, e a galera enlouqueceu. Foi muito, muito bonito. As pessoas choravam. Homens, mulheres. Uma senhora asiática perto de mim tinha lágrimas escorrendo pelo rosto. Foi uma cena interessante, ela, no meio da multidão negra, chorava emocionada. Senhores de mais idade, senhoras de cabelos grisalhos, todos de olhos vermelhos.

Jovens andando pelas ruas e gritando "Yes, we can!". Aliás, todo mundo gritava, pulava, abraçava, batia na mão. Foi bem bacana. Muito melhor do que halloween, meu bem!

Só é uma pena que não fui pegar o vibrador...

Fotinhos? Aqui!

Intervalo



Nem dá para acreditar, minhas últimas semanas têm sido de uma pessoa normal. Ou vadia, mesmo. Antes eu tinha tanta coisa pra fazer, taaaaaaaanta, eram tantos os 'temas de casa' e volume de leitura, e tudo, e agora a coisa simplesmente diminuiu. Pós mid-terms as coisas ficaram bem melhores.

Agora (10 de novembro, quando escrevo este texto) é que as coisas ficarão corridas novamente, mas as duas últimas semanas foram bem tranquilinhas. Foi bom.

Participei de um coquetel super bacanex na New-York Historical Society. O coquetel foi em homenagem a nós, bolsistas Fulbright. Vários dos meus colegas foram e esta na foto aí em cima é a filhinha de um amigo meu, ela é muito fofa.

Além disso, tive minhas duas primeiras saídas noturnas na terrinha. Agora meu drink favorito é vodka com cranberry. Foi bacana. Também dormi um montão e fiz comprinhas.

Merecido, merecido.

terça-feira, novembro 04, 2008

Halloween experience



Meu primeiro Halloween foi interessante. Começou com um sábado de tempo nublado/chuvoso no Central Park, numa atividade voluntária para esculpir abóboras.

Eu nunca tinha esculpido abóboras na vida, e foi bem legal. Era um bando de gente limpando abóboras, cortando, fazendo carinhas, colocando velas e depois decorando o parque. Começou às 8h da manhã e ia até o final da tarde. O Festival da abóbora começava no fim da tarde, mas as turmas de voluntários trabalhavam desde cedo. Eu me inscrevi pro turno das 11h às 15h, mas falei pra coordenadora da minha equipe que não ficaria o tempo todo porque eu tinha mid-term papers (tipo prova de meio de semestre, mas eu não tinha prova, tinha artigos) para fazer, e o prazo era na segunda-feira. Eka disse que tudo bem.

Fiquei uniformizadinha com camiseta cor de abóbora, boné cor de abóbora e fui pra mesa dos escultores. Sim, porque eu não queria ficar limpando abóbora. Foi bem divertido, mas cansativo.

Sei que o festival era beneficente, pra ajudar umas crianças aí, com alguma doença aí. Confesso que fui pela experiência das abóboras, não pelo meu desapego e amor ao próximo.

No domingo eu fui almoçar com a Anna e com a Jackie, fomos para Chinatown e comi Dim Sum. Eu AMO Dim Sum. Sim, foi a primeira vez que comi, mas agora eu amo. E amo aquele restaurante, especificamente. Depois comemos sorvetinho de chá verde na Ice cream factory e a Jackie veio pra casa estudar e fui com a Anna comprar minha fantasia de Halloween. Depois de andarmos bastante pelo West Village, encontramos a loja, experimentei umas fantasias e saí com todo o arsenal para a sexta-feira seguinte, quando desfilaria na parada do halloween.

No final de semana seguinte, e pós mid-terms teve a parada de Halloween. Eu me diverti, mas acho que agora entendo pq este povo fica deslumbrado com carnaval do Brasil, eles tinham tudo: estrutura, policiamento, um MONTE de gente, um MOOOOONTE de gente fantasiada, bla bla bla... só faltou colocar música.

Achei bacana, mas não sei se farei novamente. Parece mais um evento para tirar foto de fantasias. Mas foi divertido. O legal foi estar em um grupo grande de amigos. O chato foi estar em um grupo grande de amigos. Sabe, muito adolescente junto? Pega um monte de recém graduado e recém chegado a Nova Iorque. É muito deslumbre e pouca coordenação, o que, neste caso, prejudicou um melhor aproveitamento da festa. Na real o 'bom' do Halloween é o pós-parada. Então a parada foi bacana, o pós-parada foi péssimo.

Entre mortos e feridos, salvaram-se todos e curti muito minha primeira experiência de Halloween.


Amigos e bolinho e presentinhos



Comemorei meu aniversário em conjunto com outros amigos, que aniversariaram nos dias 11, 12 e 20 de outubro. Comemoramos no dia 12 num bar aqui próximo. Foi bem bacana e a Ana (que agora mora no Brooklyn, e que eu conheci em Salvador, e que estadunidense), veio me visitar.

No bar eu tomei uma caipirinha bem boazinha e de surpressa ganhamos um bolo de presente de aniversário, decorado com felicitações e nossos nomes. Foi bem bacana das pessoas terem organizado isso.

Depois eu e a Ana caminhamos pelo bairro e paramos num Starbuck e ficamos batendo papo e tomando chazinho.

Deixei-a na estação do trem pouco depois da meia-noite e vim pra casa. Curioso foi receber um email no dia seguinte, da segurança do campus, falando sobre sete ataques que aconteceram na noite anterior, ou seja, na noite em que eu estava na rua com a Ana, sendo que um dos ataques foi exatamente na esquina da minha casa, por onde passei e na janela de horário em que eu passei. Assustador. Uma semana depois recebi outro email, dizendo que 5 dos 6, ou número similar a esse, assaltantes já haviam sido presos.

No dia seguinte ao meu aniversário chegou uma caixa de Porto Alegre, com várias coisinhas que minha mãe mandou pra mim. Se a gente tivesse combinado não chegaria tão em tempo. Foi bem bacana.

Algum tempo depois chegou uma caixa do Samuel, com vários presentinhos, e tudo embaladinho com papel de presente, e fitinhas prateadas. E cada papel de uma cor. Tão lindo. Ganhei um dvd do Gostoso Mor, um cd autografado (chiquérrimo) do Zeca Baleiro, cartão, fotos... a coisa mais fofinha da face da Terra.

Recebi vários recadinhos no Orkut, é foi bacana falar com várias pessoas. Recebi ligação de pessoas queridas no dia do meu aniversário também. Isso foi bem, bem legal.

Foi bem bacana meu primeiro aniversário na terra do Tio Sam.

É esquisito fazer 30 anos. Agora não estou mais nos 20. E nem cheguei a ler meu livro do Balzac que comprei no ano passado. Não deu tempo. O tempo voa.


terça-feira, outubro 14, 2008

Eu te entendo



It took me some time to not think of me as your boyfriend.
And it took me even longer not to think about me as your ex-boyfriend.
And it was even harder to start to think just about myself, as not related to you.

Lester, Mr. Jealousy, 1997.

sábado, outubro 11, 2008

Todo Cambia



Cambia lo superficial
Cambia también lo profundo
Cambia el modo de pensar
Cambia todo en este mundo

Cambia el clima con los años
Cambia el pastor su rebaño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño

Cambia el mas fino brillante
De mano en mano su brillo
Cambia el nido el pajarillo
Cambia el sentir un amante

Cambia el rumbo el caminante
Aúnque esto le cause daño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño

Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia

Cambia el sol en su carrera
Cuando la noche subsiste
Cambia la planta y se viste
De verde en la primavera

Cambia el pelaje la fiera
Cambia el cabello el anciano
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño

Pero no cambia mi amor
Por mas lejos que me encuentre
Ni el recuerdo ni el dolor
De mi pueblo y de mi gente

Lo que cambió ayer
Tendrá que cambiar mañana
Así como cambio yo
En esta tierra lejana

Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia


Mercedes Sosa

domingo, outubro 05, 2008

A inveja é uma merda




O que me deixa feliz é que (eu acho que) não estou com minhas leituras atrasadas, ao contrário de algumas colegas com quem tenho conversado. Por outro lado, fico surpresa com o volume de festa que esse povo faz. Impressionante. Eu devo ser muito incompetente. Porque eu não saio, não passeio e mal e parcamente dou conta de ler minhas coisas e fazer minhas tarefas. Ou eu sou muito incompetente, ou elas são muito boas, ou as disciplinas delas são muito mais fáceis, ou elas são menos responsáveis ou tudo junto. Sei que eu me mordo de ciúmes.

Corre-corre



A semana vôou. É impressionante. Eu mal consigo lembrar o que foi mesmo que eu fiz. Segunda: consulta com nutricionista pela manhã, reunião com professora à tarde, aula e mais aula à noite; na terça tive reunião com minha orientadora e estudei feito uma camela, li, li, li e digitei, digitei, digitei; quarta: mais aulinha pra variar, terminar um trabalho com uma colega, digitar, digitar; quinta-feira e a semana quase no fim, fui no supermercado, reunião com professora, aulinhas e uma janta bem gostosinha: super salada, queijo, baguete e vinho; sexta-feira é meu dia de folga.

Fui tomar chimarrão com um amigo, que mora na i-house, eu não tinha ido até lá ainda e acabei passando a manhã toda lá, batemos papo, tomamos mate, almoçamos e daí vim pra casa. Esperei minha hóspede chegar e no meio tempo, fiquei conversando com minha colega Jackie e fazendo as unhas (café). Depois fui na Century 21 e a Jackie foi comigo, comprei roupitchas de inverno e depois fomos assistir um ensaio duma dança Azteca, um ritual lá com muita fumaça, tambor e cantoria. Andanças, metrô e casa. Banhinho e jantinha. Foi tri boa a sexta-feira, mega cansativa, mas boa. Cansativa porque caminhamos bastante, e andamos pra lá e pra cá de metrô.

Ontem eu fiquei o dia inteiro na faculdade, num treinamento para preparar oficinas para escolas públicas de Nova Iorque. Vou mostrar coisinhas da minha cultchura pros estudantes daqui. O lance é fazer oficinas dinâmicas, ter vídeos, música e atividades nas quais as crianças (ou adolescentes) possam interagir. Estou pensando em baixar uns vídeos no You Tube: eguinha pocotó, dançar na boquinha da garrafa, créu. Assim dá pra reunir tudo, vídeo (eles assistem), música (eles ouvem) e atividades (eles aprendem as danças e treinam). Também é legal se tiver competição. Então posso fazer um concurso de quem desce mais na boquinha da garrafa, ou quem consegue fazer a velocidade 6. Se alguém tiver outras sugestões, por favor, deixe aí embaixo, nos comentários. Mas por enquanto acho que minhas idéias são geniais e altamente representativas da cultura brasileira. E tenho dito.

Depois vim pra casa fui dobrar roupas, que tinha lavado pela manhã. É, meu bem, acordei cedo. E fui arrumar a cama, guardar as compras de sexta, fazer jantinha (salada e vinho denovo) e depois fui estudar. Estudei até dormir.

Hoje acordei bem cedinho e fiquei estudando. Até há pouco. Depois vim pro computador e segui estudando, na real, pesquisando umas bibliografias. E daqui a pouquinho vou sair e encontrar dois amigos. Olha que mundo pequeno: são dois amigos que conheci em Londres (2002) e que por uma coincidência do destino estarão aqui hoje. Um, Philippe, carioca, que está morando na França, vai embora hoje à noite; o outro, Gustavo, paulista, que está morando na Itália, chega hoje à tarde. Então vamos nos encontrar às 15h, almoçar/lanchar/jantar e depois venho pra casa pra estudar, porque tenho toneladas de coisas.

E amanhã recomeça tudo...

Contente por obrigação




Daqui há pouco será meu aniversário, no dia 16 de outubro. Antevejo que vai ser um saco, que vou ter que comemorar, ver gente, bla bla bla. Adoro gente, mas não quando tenho que comemorar algo por obrigação.

Tá, eu sei que já falei toda essa ladainha aqui alguma outra vez.

Eu só quis dizer.

domingo, setembro 28, 2008

Da série: quem mandou ser pobre




Livrinho bacana. Hmm, gostei... deixa ver quanto custa na Amazon. Ainda mais que eu sou Prime, não pago taxa de entrega...

Veja o precinho você também.

Aliás, meu aniversário é dia 16 de outubro, aceito de presente.

Domingão



Hoje acordei preguiçosa. Eu tenho TANTA coisa pra fazer que a preguiça toma conta do meu ser. Lá fora tá nublado, chuvisca de vez em quando. Levantei, tirei o pijama, botei jeans e um suéter. Desci e fui no mercadinho aqui da frente, pensei em comprar uma fatia de bolo, mas tinha 280 calorias. Porra, 280 calorias por uma fatia de bolo de banana? Nem a pau! Peguei o leite (fortuna, 3.79!) e vim pra casa. Tudo no mercadinho aqui da frente é caro. Mas é exatamente na frente de casa. Eu poderia até ter ido de pijama.

Subi e fiz um mingau de aveia. Café da manhã. Aí fiquei alternando o tempo entre fazer coisas aleatórias na internet, coisas inúteis, coisas úteis.

Meio dia, fui fazer almoço. Ai, ai, o que vou comer? Decidi pegar o restinho do arroz, esquentar. Preparar um feijão. Em lata, mas é feijão. Aí refoguei cebola, alho em azeite de oliva. Hmm, cheirinho bom. Abri a lata de feijão - morrendo de medo que fosse doce, como em Londres - e joguei dentro da panela. Seja o que Deus quiser. Mexi. Salsinha. Um pouco de sal. Tudo só na fé. Ferveu. Um pouquinho de pimenta. Amassa uns grãos na panela. Pra engrossar. A cara tá ótima. E cadê a coragem de provar? Fiz mais uma panelada de arroz, enquanto isso. Resolvi fritar um ovo. Fritar sem óleo, só no teflon, se é que você me entende.

Arroz no prato. Provo o feijão. Delícia da mamãe. Vai pro prato. E joga o ovo em cima. Peguei uma salada em conserva, lavei, lavei, lavei, pra tirar um pouco do açúcar. Sim, é doce. Salada de grão de bico, feijão marrom, bege claro, vagem, cebola, uns pedaços de pimenta. Tinha tudo pra ser uma delícia, pena que tem açúcar. Lavei infinitas vezes. Botei no prato.

Meu arroz com feijão e ovo ficou DIVINO.

Dou de cara com um link pra assistir a Globo, ao vivo, online. Testei. Faustão. Ninguém merece. Assisti um pouco e desisti.

Hershey´s dark chocolate pra completar. 220 calorias. A barra inteira. Melhor do que o bolinho. Tudo bem que a barra é meio enganadora porque é bem fininha, mas fica a sensação de ser enorme. É o que conta.

Computador. Trabalhar. Escrever os bagulhos pra entregar amanhã. Adoro APA, já estou em seis páginas. Espaço duplo e running head é o que há!

Samuel ligou. Uma hora depois... Ok, vou preparar um chimas.

E agora estou de volta ao computador, e vou ver se termino este 'trabalhinho'.

E já estou pensando na janta: repito o feijãozinho delícia ou encaro a sopinha em lata delícia (ontem à noite provei uma sopinha tri boa, totalmente excelente, ao contrário daquela Campbell horrível).

Sim, eu sou praticamente o Po do Kung fu panda.

sexta-feira, setembro 26, 2008

Ai que vontade que dá...




Cesaria Evora
Madeleine Peyroux

Friday, October 3 at 8 PM
Stern Auditorium / Perelman Stage

Select Another Event

Time remaining to complete your purchase: 9 minutes, 58 seconds
Section: Balcony

Row/Box Seat Seat Price Fee Sub-Total
Q 40 $35.00 $6.00 $41.00
Total: $41.00

(detalhe que Q40 é lá na putaqueopariu, né? chique não é morar em NYC, chique é ter dinheiro em NYC)

quinta-feira, setembro 25, 2008

Aniversário




Antes que setembro termine é melhor eu colocar algumas notícias por aqui.

Hoje faz um mês que estou em terras ianques. Cheguei aqui no dia 25 de setembro, desembarcando em Miami, onde fiquei por quatro dias participando de um programa pré-acadêmico no Miami Dade College.

Cheguei na capital da América Latina e fazia um calorão, abafado. No aeroporto, procurei o guichê do Super Shuttle e reservei um lugarzinho pra mim. Esperei um pouco e fui pegar um café. Quando fui comprar o café, dentro do aeroporto, percebi que mim não falar su língua e inglês não era exatamente o problema. Algumas horas depois eu descobriria que a língua oficiosa em Miami é espanhol. Impressionante. Tudo bem saber que tem um monte de latinos por lá, mas é realmente impressionante perceber que inglês é a língua que menos se escuta por aquelas bandas.

Saí do aeroporto e meu shuttle tinha acabado de chegar. Embarquei. Eu e outro menino. Ele desceu primeiro. Depois desci, no hotel. Bem bacaninha o hotel. Era cedo, acho que 10h da manhã, ou 9h, por aí. Fiquei esperando no saguão. Resumo da mega ópera: Fui entrar no quarto por volta das 17h. Total absurdo. Eu estava morta.


Foda é que eu via todo mundo chegando e indo pros quartos e só meu quarto que nunca estava pronto. Tinha uma menina que também estava ali no saguão, mas às vezes ela sumia, e estava falando no telefone celular o tempo todo, então não imaginei que ela estivesse também esperando pelo quarto. Resultou que ela era minha colega de quarto.

O programa pré-acadêmico, aliás, é patrocinado pela Fulbright. E naqueles dias o hotel estava tomado de bolsistas Fulbright. Estudantes de várias partes do mundo, reunidos naquela cidade quente e a maioria recém chegando aos Estados Unidos da América. Foram quatro dias muito cansativos, em que tinhamos atividades oito horas por dia, mais atividades sociais à noite. Entretanto foi muitíssimo divertido e foi legal conhecer tanta gente de tantos lugares diferentes, de experiências diversas e culturas distintas.


Entre as atividades sociais, fizemos um passeio de barco pela baía de Miami, jantamos num restaurente na segunda noite (adivinhe, adivinhe!) que era uma churrascaria argentina! Foi bacana comer parrillada, mas certamente aquela carne não vinha da Argentina, ou estava muito mal preparada. Não me entendam mal, estava muito boa, mas não se compara à carne que se come na Argentina.

Minha colega de quarto, Brenna, é uma menina da Costa Rica, ela é fofinha, simpática, perspicaz e tem um bom senso de humor. Um achado. Outra pessoa bacaníssima que conheci foi o Daiyu, um japonês todo doce. Ele é a serenidade em pessoa. Nesse grupo de bolsistas tinha um brasileiro, Guilherme, de São José dos Campos. Ele foi para Princeton. Eu acho. a Brenna foi para Emerson, em Boston - onde vários dos Fulbrighters foram e o Daiyu foi para Columbia, em Nova York e é meu colega!

Pois sim, agora estou a residir na Big Apple e a estudar numa Ivy League. Chique, muito chique. Tudo bem, chique seria morar de frente para o Central Park, e ter um monte de dinheiro para gastar em NYC. Tá, calma, deixa eu voltar para Miami.

Na sexta-feira, 29 de Agosto, saí de Miami bem cedinho e vim para Nova Iorque (eu nunca sei se devo escrever Nova Iorque, Nova York, New York... para me safar disso eu normalmente escrevo NY ou NYC). Na madruga, reservei um Super Shuttle para a manhã, foi uma maravilha, especialmente porque vi meus colegas e outras pessoas saindo do hotel no mesmo horário e tendo dificuldade em conseguir táxi. Tinha fila de espera e o tempo era longo. O shuttle chegou na horinha combinada (6 da manhã) e depois de pegar mais uma pessoa, foi diretamente para o aeroporto. Cheguei lá, fiz meu check in na fila gigante e fui pra sala de embarque, comprei um lanche - porque não tinha tomado café no hotel, que começava só às 6h30) e logo em seguida começou o embarque. Terminei meu café na aeronave.


Desembarquei no JFK, peguei um iogurte e minhas malas. E, novamente, fui procurar o balcão do Super Shuttle - esse serviço é um espetáculo: muito mais barato do que taxi e tem em vários aeroportos dos EUA; a idéia é dividir o transporte com outras pessoas que estão indo para o mesmo lado e te deixam na porta, como táxi. Esperei um pouco e chegou meu shuttle. Mas demorou um tempão até eu chegar em casa, pois antes de mim o motorista deixou várias pessoas antes, eu era a última a ser deixada, e antes de me deixar, ele ainda pegou uma menina que estava indo pro aeroporto, e era na rota.

Cheguei no meu novo lar doce lar, peguei a chave e a menina subiu comigo, mostrou onde era e tal. Moro num apartamento (cujo nome 'técnico' é suite) com seis quartos, banheiro, cozinha. O banheiro é dividido em dois: a parte do sanitário em si, com espelho e pia; e outra parteque tem três pias, espelhos e banheira. Meu quarto não é enorme, mas não é pequeno, tem duas janelas e uma tem vista para o pátio interno da faculdade. Sim, moro numa das residências da universidade. É um espetáculo: levo 10 minutos do meu quarto até a sala de aula. Isso se o elevador demorar. Moro há dez quadras do Central Park, entre o Upper West Side e o Harlem. Tem estações de metrô aqui perto e farmácias, vários supermercados, delis, de tudo!


Estou no departamento de Matemática, Ciências e Tecnologia do Teachers College e meu nome, sobrenome e nome do meio nestas últimas semanas tem sido: estudo. Tenho lido horrores e tenho pouco tempo para qualquer outra coisa. Além das várias leituras, tem os trabalhos para entregar. E tenho que lidar com as coisas da vida, como burocracias de quem recém mudou de casa, cidade, país. Apesar das burocracias, não posso reclamar de nada, tudo tem fluido super bem, as meninas do apartamento são legais, já estou equipada com coisas de cozinha, e cozinhando, já tenho tv, celular, impressora e várias outras coisinhas pra casa, tenho o "cpf" daqui, conta em banco, cartão de fidelidade de supermercado (praticamente um bomclube!) etc.

Os dias têm sido bons, quentes, sol. Apesar de umas chuvinhas nums dias. Desde ontem começou a esfriar, incrível como o outono se faz presente. Até então eu estava só de havaianas, blusas de alcinhas, vestidos...


Ah, sim, além dos estudos e das burocracias, tem as atividades sociais, e são muitas! Tenho tentado evitá-las. Pelo menos agora pararam as orientações e as boas-vindas (ontem teve a última, mas eu não fui). Eu nunca fui tão orientada em toda minha vida. Primeiro foram os quatro dias de orientação em Miami. Depois teve orientação aqui para novos alunos. Depois orientação para novos alunos internacionais. Orientação para novos residentes. Orientação para novos alunos do Departamento... e na mesma linha, as boas-vindas! Isso só considerando as atividades da universidade, fora as da Fulbright. O escritório geral da Fulbright nos Estados Unidos é... adivinha onde... claro, em Nova Iorque! Já fui lá algumas vezes, é um prédio beeem bacana, em frente às Nações Unidas. Fica no quarteirão das Nações Unidas.

Desde o final de semana passado eu tenho televisão e então comecei a assistir os programas de tv estadunidenses. Por Deus! Tem cada coisa. Legal que tem coisas bem estilo Márcia. Eu amo, né? E CSI? E Law and Order? Ai, que delícia. Acordo todos os dias com a tv despertando, na CBS, vejo as notícias do dia. A qualidade jornalística aqui não é lá tão melhor do que a nossa, acreditem!

Ainda não entrei na fase de ler o NY Times diariamente, mas volta e meia dou uma olhada. A única coisa que faço diariamente, chova ou faça sol é falar com o Samuel. Viva a tecnologia Voip. Fizemos um negócio que por seis reais por mês ele pode me ligar ilimitadamente, pro telefone de casa ou pro celular. É uma maravilha.

Outra maravilha é a Ikea. Já fui duas vezes, e em promoção. Fui na Target também, e no Sam's club. Minha geladeira está abastecida até a próxima geração (tri exagerada, ahahah). Outra coisa legal que aconteceu aqui do ladinho foi o debate entre o Obama e o McCain. Sim, foi aqui na universidade! E eu estava em aula. Quando saí da aula o debate ainda não tinha acabado, eu fui lá, mas estava tão cheio o local que eu fui para a biblioteca, imprimir umas coisas. Mas mesmo dentro da biblioteca dava para ouvir o pessoal lá fora apaludindo, rindo etc. Foi no dia 11 de setembro. Tenha medo!

(gatinha sem boca, porquinho cofrinho que ganhei no banco e viadinho para eu não esquecer...)


Por ora é isso, vou comer alguma coisa agora e depois vou para a aula. E vou tentar escrever mais vezes no blog, e textos menores.

Eu não estava pensando em ir ao Brasil tão cedo, mas hoje até dei uma olhada nas passagens aéreas. Eu até poderia passar o ano novo aí. Por mil e duzentos dólares (com taxas, ida a volta). Sei não, sei não.

sexta-feira, setembro 12, 2008

Agosto ou Making a long story short



Na verdade começarei por julho, pelo final de julho e os dias corridos. Mudanças. Mudar de casa, de cidade, organizar transportadora, pedir demissão, despedir-me dos amigos.

A mudança Salvador-Porto Alegre (e a transportadora) foi uma novela à parte que vou pular os capítulos, passando diretamente para o final feliz e da chegada sã e salva das minhas coisinhas na capital gaúcha. Também teve a parte do bazar. Vendi praticamente todos os meus móveis, muitos objetos pessoais, eletrodomésticos etc.

Duas semanas antes de partir da soterópolis, organizei um pequeno almoço com pessoas queridas para dar o tchauzinho, para as pessoas e para o meu bairro preferido na cidade. Foi um dia lindo de sol, numa semana cheia de chuvas. E foi muito bom estar entre pessoas que gosto muito e que tive a sorte de conhecer durante minha estada de quatro (wow!) anos na Bahia.




Na semana seguinte foi a vez do tchau para meus alunos e apresentar a nova professora ao Departamento. Num desses "acasos" do destino, a nova professora, que foi escolhida através de processo seletivo com anúncio veiculado na Sociedade Brasileira de Física, já era minha conhecida, e eu nem sabia! Num Simpósio no Maranhão ficamos no mesmo hotel, quando fomos até os Lençóis Maranhenses. Eu não lembrava dela, só fiquei sabendo quem era quando a seleção já havia terminado e conversamos ao telefone após sua mudança para Salvador - ela é de Minas, estava morando no Rio e mudou-se para a soterópolis. Mundo (de físicas) pequeno.

Eu certamente sentirei saudadades da U efs, e dos alunos, das disciplinas, dos meus colegas. Não, não sentirei saudades de acordar às 4h30 da madrugada. Nem um pouquinho, mas da comidinha do Seu Maia...




Últimos dias em Salvador, mudança feita, apartamento esvaziado. Pintar apê, desligar telefone, fui dormir na Luzia no sábado à noite, domingo voltei pro apartamento: faxinar. Na segunda-feira: imobiliária, documentos na Ufba, burocracias finais e... aeroporto. Fui para Recife na madrugada de segunda para terça-feira. Na terça pela manhã fui para o Consulado. Visto autorizado. Pago Sedex. E mais despedidas. Na quarta-feira pela manhã voltei para Salvador. E o avião atrasou. Despedidas infinitas no aeroporto. Quinta-feira, 31 de julho, manhã de tempo bom, e eu finalmente me despedi de Salvador. No táxi, pelo caminho, um olhar diferente para as ruas da cidade.



Ai, voltar para casa. Eu sempre gostei de aterrisar em Porto Alegre, sempre gostei da sensação de sobrevoar a cidade, sempre procuando pelo meu prédio, procurando identificar o Morro Santana, a Manoel Elias, olhando as ruas, lembranças, memórias. E sempre que eu saio do desembarque, ela está lá, no saguão do aeroporto, toda fofinha me esperando. Sempre. Não importa a hora que eu chegue, o dia, se faz frio ou calor, se tem trânsito ou não, ela nunca se atrasa, parece até que nunca se cansa. Minha mãezinha está sempre lá.

Passei três excelentes semanas em Porto Alegre. Três semanas de paparicos e mimos. Fiquei doente, pra variar - haja saúde para aguentar a variação térmica daquela cidade! Nossa, como é bom ficar doente em casa! Mamãe fez chazinho e levou para mim na cama. Esquentou bolsa de água quente e colocou sob meus pés. Mais paparico, impossível!

Saí com meus amigos Raquel e Cássio e foi tão bom. A Raquel também, sempre está lá. E sempre disposta para ir a qualquer canto, a qualquer hora. Haja disposição!

Foram semanas de muitas lembranças, recordações, descansos e muito trabalho. Desencaixotei a mudança de Salvador, organizei tudo no meu antigo/eterno quarto. Fiz uma limpeza geral no quarto, joguei muita coisa fora: provas de química orgânica, listas de exercício de quântica, cadernos, folhas, experimentos para alunos... lixo, lixo, lixo.

E nas organizações encontrei muitas coisas bacanas, e me deparei com fotos gostosas. E foi tão bom...




E neste período em casa aconteceu a coisa mais legal da minha vida: uma festa surpresa de despedida! Foi uma "surpreendente festa surpresa". Minha mãe organizou uma festa desde quando eu estava ainda em Salvador. Contatou amigos, familiares, colegas que eu não via há anos, ensino fundamental, médio, superior. Foi muito bacana, rever pessoas que eu amo muito, pessoas que eu sinto falta, pessoas de quem eu gosto, pessoas que gostam de mim. Foi profundamente emocionante e me fez muitíssimo feliz. Eu jamais imaginaria uma festa surpresa, e nem me passaria pela cabeça conseguir rever todas as pessoas que revi.




Teve uma "ala" de amigos que não pode ir no churrasco - e teve o Eduardo, que foi mas não conseguir encontrar a churrasqueira certa no salão -, é o povo de Pelotas. Então minha mãe sugeriu que fossemos até lá. E a Raquel, que é pau pra toda hora, topou ir junto. E fomos as três para o sul do estado e lá encontramos outra fração de amigos maravilhosos, de pessoas que eu gosto muito e que eu tenho o privilégio de ter na minha vida. Passamos momentos fantásticos e nos divertimos muito na casa do Adriano e do Maicon, com direito a lareira e um monte de comida. Apesar de cansativa e rápida, a viagem foi "fabulosa".


As mudanças, os investimentos, os sacrifícios, as ausências, os apertos, os cansaços, os obstáculos, as privações, preocupações e anseios, só são suportáveis porque existem pessoas na minha vida que estão sempre presentes, independentemente das distâncias, dos contatos. Eu não tenho irmãs nem irmãos, mas minha família é enorme, meus amigos são minha família e são as pessoas que merecem "um mundo melhor" (é clichê, eu sei), eu já tenho o melhor delas.





E no mês de agosto também aconteceu a comemoração do aniversário da minha mãezinha, com direito a bolo com velhinhas, amigas, vinho e carreteiro, tchê!

No mesmo dia do niver da mãe, chegou em Porto Alegre um casal de amigos, que veio do Rio para, entre outras coisas, se despedir de mim, a Ana e o Marco. Também acabei visitando minha amiga Simone, colega do Ensino Fundamental. Aliás, restabeleci, de forma mais efetiva, certos contatos com amigas daquela época e foi ótimo!

Mas não pense que foi só isso não, além de todas essas despedidas, ainda rolou uma saideira no sábado, às vésperas da minha partida, na tradicional confeitaria Maomé. Ainda aproveitei um pouquinho do nem tão tradicional "brique do sábado" - mas que está bem bacana, vale a visita. E foi assim, na saideira, que ainda tive a chance rever a Rosane e a Cris. Nossa, fazia muitos anos que eu não via a Cris e foi tão bom, ela é uma pessoa muito bacana e de quem eu gosto.






No domingo, tudo foi uma maravilha. Acordei, fiz as unhas - a manicure foi lá em casa -, me arrumei e fomos para o aeroporto. Meu vôo era bem mais tarde, mas a janela da conexão ficaria muito apertada, então fui cedo para tentar embarcar em outro vôo e deu tudo certo! Embarquei no primeiro vôo que tinha e foi tudo perfeitinho, e fiquei horas e horas em Guarulhos, mas que passaram voando, foram horas e horas conversando com o Samuel no telefone, até a hora do embarque.

E desse mês, e dessas mudanças , dessas alegrias, dos mimos, de tudo, eu só posso agradecer mais uma vez, e denovo, e sempre, a minha mãezinha fofa.

terça-feira, setembro 09, 2008

Feliz


Eu estou esperando para escrever no blog e tentar colocar as coisas mais ou menos numa ordem cronológica mas eu fiquei tão feliz hoje que resolvi colocar aqui assim mesmo, fora de ordem.

Motivo 1: peguei vários livros (oito) na biblioteca e isso vai me salvar vários dinheirinhos. E posso ficar com eles até fevereiro de 2009 - isso se nenhuma aluna pedir pra eu devolver o livro. Tomara que ninguém peça. Apesar de eu duvidar que isso aconteça, visto que dois dos livros são super caros. Enfim, vou esperar e enquanto isso ficarei com os livrinhos na minha estante, meu dinheirinho no bolso e fazendo minhas leituras.

Motivo 2 (e que realmente motivou o post: chegaram minhas panelas. Mas não é que simplesmente tenham chegado panelinhas, é que elas chegaram e são muito mais do que panelas e foram muito baratas. Paguei 122 reais, e frete grátis e o conjunto tem 5 panelas com Teflon, duas fôrmas refratárias, forma pra assar biscoitos, grelha, utensílios de bambu pra mexer panela, utensílios de inox para os pratos de servir, facas, tábua de carnes/legumes, hmmm que mais, utensílios daquele material preto pra usar em panela com teflon, frigideiras... eu fiquei tão feliz, tão feliz, TÃO feliz! Agora vou poder fazer várias comidinhas. Espero que as panelas sejam boas, pelo menos. Esse super conjunto, de 60 peças é, definitivamente, um baita negócio!




sexta-feira, setembro 05, 2008

Long time don't see you...



Wow, não venho por aqui desde 23 de julho!
Pela primeira vez desde que comecei a escrever em blog, há uns seis anos, é que fico tanto tempo sem atualizar o brinquedo.

Mas talvez, tenha sido o período com maiores mudanças na minha vida também.

Bem, como diria Jack, vamos por partes...


quarta-feira, julho 23, 2008

Less



Tenho estado wirelessless, agora vou ficar internetless.

Tá, tudo bem, nem tenho atualizado o blog mesmo, então, talvez, numa perspectiva 'bloguística', isso não faça diferença. Mas se alguém notar a minha falta (drama [off]), então, fique sabendo: sem contatos com o mundo exterior até o final da semana.

Quer dizer, contatos esporádicos, né, baby.

O dia aqui está lindo, como no domingo passado, que São Pedro me deu de presente.

Ai, ai, frio na barriga.

segunda-feira, julho 21, 2008

Yamore




[reza a lenda bloguística que, na falta de assunto, se coloca imagens, testes, links... e agora: vídeos do You Tube]

segunda-feira, julho 07, 2008

domingo, julho 06, 2008

Mó falcatrua!




Mulher furacão
Você leva tão a sério a expressão "A primeira impressão é a que fica" que causa mais impacto do que uma showgirl de Las Vegas. Não dá para negar que é profissional em deixar sua marca (de batom, de preferência ) por onde passa. O problema é que vai sempre com muita sede ao pote. É capaz de acariciar sedutoramente suas pernas para enfeitiçar um entrevistador ou deixar o corpão beeeem à mostra no dia em que vai conhecer... os pais do seu namorado. Você pega pesado na sensualidade quando está interagindo com pessoas que acabou de conhecer, porque essa é uma forma fácil de atrair a atenção. Ser tão espalhafatosa pode parecer forçado e impedir os outros de levá-la a sério. Para baixar um pouco a bola, repense sua atitude de gente-que-faz-e-acontece quando estiver paquerando. Estudos mostram que as pessoas formulam a primeira impressão em segundos. Então, considere a mensagem que está passando", diz Leil Lowndes, autor de How To Be a People Magnet (Como ser um ímã de pessoas). Claro, é muito fácil captar a atenção do vizinho se exibindo no quintal e não há dúvida de que atiçará o desejo do desconhecido do avião fazendo uma brincadeira atrevida, mas... seu alvo interpretará a mensagem assim: "Ela me quer", e não "Ela é bacana. Vou conhecê-la melhor". Para puxar o freio da sua impulsividade, siga o conselho de Lowndes: "Não deixe de lançar mão de sua porção sedutora, usando e abusando do olho no olho fulminante, por exemplo. No entanto, procure manter uma aura de mistério não se expondo rápido demais".


Esse é o resultado mais absurdo que já recebi nestes testezinhos de internet...
Veja algumas pergunas e as respostas que eu dei:

1 - Em uma entrevista de emprego, você percebe que o entrevistador não está envolvido com o que você fala. Sua atitude é:
* Correr a mão devagar pelo cabelo e depois pousá-la na coxa.
* Perguntar como ele se tornou uma peça-chave na organização.
* Ficar na sua, esperando que ele finalize a entrevista.

2 - Você vai ao cinema assistir a um filme de terror e lá encontra uma amiga, o namorado dela e - que sorte! - aquele amigo bonitão deles. Como reage?

* Cumprimenta o lindo e depois brinca: "Se você não estivesse aqui eu teria que ficar segurando vela sozinha".
* Diz "Oi" e não passa disso.
* Pergunta maliciosamente: "Posso pegar na sua mão se ficar com medo em alguma cena?"

5 - Está chovendo na sua horta: seu novo vizinho é simplesmente um deus. Qual o seu plano?

* Levar um bolo de cenoura à casa dele e se apresentar.
* Vestir aquele biquíni mínimo e tomar sol embaixo da janela dele.
* Enviar um bilhete de boas-vindas.

6 - No dia em que vai conhecer os pais do seu namorado, você usa:

* Um vestido básico que cai superbem.
* Casaquinho, calça comprida e sapatilha.
* Top curto e minissaia.

8 - Imagine que está caminhando sozinha em uma festa lotada na praia. Você:

* Fica tensa e procura um rosto conhecido.
* Anda desfilando e grita "Adivinhem quem vai dar um mergulho".
* Caminha confiante com um sorriso no rosto.

10 - Você está dentro do avião e há um bonitão sentado ao seu lado manuseando um iPod. O que faz?

* Coloca seu fone de ouvido e olha para a frente.
* Olha para ele e depois aponta para a orelha, perguntando o que está ouvindo.
* Escreve "Oi, DJ... Você é um gato, sabia?" no guardanapo de papel e deixa no colo dele.


Quem mandou eu fazer teste de uma revista como a Nova!

sábado, julho 05, 2008

Upside down



Acredite, minha vida está cada dia mais alucinante! Mas agora estou até achando divertido. Meu apartamento dá a sensação de acampamento. E minhas lições de Bahia tentam se mostrar aprendidas: relaxe!

sábado, junho 28, 2008

Apocalipse




O fim do mundo está próximo, claro. Isso todo mundo já sabe. Mas a vizinha do Samuel insiste em lembrar disso todo santo sábado. Melhor, toda noite de sábado. Em alto e bom tom. Através de grandes alto-falantes colocados do lado de fora da casa, na calçada. A mensageira transforma o quintal de casa numa sede de algum templo evangélico. E na tentativa de salvar os vizinhos, ela espalha a voz do Homi. E vai até um pastor pra lá. Tem microfone e tudo. E o filhodaputadopastor ainda tem a cara de pau de berrar pra vizinhança dizendo:

- Você que está em casa, e está me escutando, essa mensagem é para chegar até você também. [...] A voz do Senhor vai até você! [...] Você que está na cama e não pode vir até aqui, que está doente, nós levamos a voz do Senhor até você!

E por aí vai.

Filhodaputa!!!

Fim do mundo por fim do mundo... deixa estar, eu ainda hei de providenciar umas caixas de som gigantes, bem poderosas, e colocar na porta de casa, e tocar initerruptamente só as poderosas do funk, o Serginho, a melancia, e muito créu!

sábado, junho 21, 2008

Stress



Ok, definitivamente cheguei na fase stress total. Se bem que temo que esse stress ainda possa aumentar. Um indício de tal estado é que agora são 5h32 (sim, da manhã) de sábado e acordei às 4h30 da manhã de sexta-feira e ainda nem sentei na cama. Fui para Feira, trabalhei o dia inteiro, até à noite. Voltei de lá no ônibus das 23h, cheguei em Salvador quase 1h. Ganhei carona do Fábio até em casa e depois vim na internet, fiz coisinhas, depois fui organizar algumas coisas em casa, aí lembrei que eu só tinha almoçado, e depois comido duas peras. Então fiz uma sopa e tomei, com duas torradas e muito queijo.

Voltei a arrumar coisinhas, joguei gamão online (meu vício). Resolvi deitar. Então fui tomar um banho, relaxar para ir pra cama. Saí do banho e passei aqui no computador, resolvi atualizar o blog. E fico pensando que, se eu deitar, vou perder tanto tempo. Que tenho tanta coisa para fazer.

O que me consola é que passarei a próxima noite descansando, num ônibus semi-leito. Faz tanto tempo que não ando de ônibus. Decidi de últma hora ir para Pernambuco. Na quarta-feira meus alunos fofos avisaram que uns não viriam na quarta, outros na sexta (terça-feira é feriado, São João, a maior festividade no nordeste. sim, maior. sim, maior, muito maior do que carnaval). E eu então decidi suspender as aulas. Com isso, fui à cata de uma passagem com preço razoável. Não achei mais. Fiquei com ódio, porque deixei de comprar uma passagem a 77 reais, pela TAM, pois já tinha combinado a aula com os meninos. Enfim, o bom é que irei, mesmo de ônibus. Passarei uns dias na casa da sogra, descansando e sendo paparicada. Acho que vai ajudar a desestressar, né?

Se isso não ajudar, não sei o que ajudará!

Com fé, terei noites bem dormidas, massagem nos pés antes de dormir, mimos e algum pôr-do-sol em Maria Farinha, um sushi pra matar saudades e, de quebra, algum forró com licor e bolo de milho na igreja em frente de casa.

Bom São João!


terça-feira, junho 10, 2008

Belzonte




Cheguei ontem à noite em BH e até agora, gostei muito.
O congresso começa hoje, mas as queridinhas só começarão as atividades às 16h, então tive tempo de bater muita perna pela manhã.

Eu ia para Ouro Preto, porque são 100km daqui, mas dai fui na rodoviária e descobri que leva 2 horas pra chegar lá, e vinte reais. Desisti... 4 horas num ônibus e 40 reais mais pobre, para ficar poucas horinhas por lá, melhor conhecer beagá.

Andei, andei, andei, até não querer mais. Agora estou morrendo de sono e com dor nos pés. Vou descansar um pouco, uma meia hora e depois pegar o bus pra ir pra UFMG. A mocinha do posto de informações turísiticas disse que leva cerca de 40min. Então, soma aí o tempo de espera do ônibus. Uma hora, né? Mais encontrar o local do evento na UFMG...

O vôo foi tranquilo, fora o fato de ter vindo um bebê bem na minha frente e que choraaava e gritaaaaaaaaaaava.

Depois, no ônibus (sim, porque o aeroporto é em Confins, que fica na putaqueopariu, e daí é preciso pegar um ônibus para BH. sim, são cidades diferentes. o ônibus custa 15,50 e leva uma hora de viagem) uma vaca, BEM VACA sentou a uns dois bancos atrás de mim e falou o tempo TODO de viagem ao telefone, e bem alto, e com uma voz insuportável. Nessas horas eu odeio os benefícios da tecnologia celular. Tudo bem que isso não é culpa da tecnologia, mas da total falta de noção (e educação) de certas pessoas. Imagina que a vacavacavaca consegiu ficar falando no cel por uma hora. E só ela ligando pros outros, né? E retornando ligações que não tinha atendido quando estava viajando... ligações perdidas de 3 dias atrás. E que as pessoas tinham ligado só uma vez. E, às vezes, nem sabiam quem era ela, quando ela retornava. Cômico - senão trágico. Coitada da mala-sem-alça.

Cheguei no centro de BH e desci a rua da Bahia e saí na Álvares Pena, bem na frente do meu hotel. Enorme. Um lobby grandão. Daqueles que foram super chiques no passado. É da rede Othon. O quato é enorme, acho que do tamanho do meu apartamento. Delícia. Mas o melhor é a vista. Uma janela enorme, quase a parede inteira, bem de frente para o parque (maravilhoso) municipal.

Amei esse parque, é o mais gostoso que já conheci, ganha da Redenção, do Hyde Park, Ibirapuera, Central Park... é pequeno, mas é gostoso e bem cuidadinho, é aconchegante. Gostei. E bem bem bem no centrão.

Ok, vou deitar um pouquinho, que esta cama e estes vários travesseiors estão me chamando!



domingo, junho 08, 2008

Atualizações





Abertura social
08/06 (hoje) às 17h09 a 16/06 às 0h57
Vênus em sextil com Lua natal

Entre os dias 08/06 (hoje) às 17h09 e 16/06 às 0h57, o planeta Vênus no céu estará formando um aspecto harmônico à Lua do seu mapa de nascimento, Katemari. Este ciclo está associado a uma idéia de popularidade, charme social, boas situações envolvendo lazer, festas, encontros e reuniões. É um excelente momento para conhecer as pessoas certas, que poderão lhe beneficiar de alguma forma no seu trabalho ou em sua vida afetiva, ou até na vida espiritual. A qualidade natural deste momento envolve um bem-estar que está associado a uma busca por tudo aquilo que é bom e belo na sua concepção das coisas. É um período conveniente para interagir, fazer-se ver, conhecer gente nova. Suas emoções estarão fluindo a contento, e as pessoas em geral estarão lhe percebendo como alguém simpático. E é justamente por esta qualidade maior de simpatia neste momento que você tenderá a conseguir as coisas sem muito esforço, valendo-se mais do sorriso e da elegância.


Pois bem, como sempre, obedeço aos astros.
Amanhã partirei para a capital do estado mineiro. Será minha primeira vez em BH. Confesso que tenho muita curiosidade para conhecer a cidade, mas que este não era o melhor momento (não de acordo com os astros, pelo visto).

Não é à toa que não tenho atualizado o blog, a correria é grande, os afazeres se acumulam, as idéias pipocando, os prazos terminando, e o dinheiro se esvaindo.

Alguns posts atrás eu comentei que estava em Porto Alegre. Se não me falha a memória, escrevi logo depois da cirurgia de extração de dois sisos gigantes. Pois bem, eu voltei de Porto no dia 06 de maio, fui pra Feira durante a semana, e pra pra aula na U fba na quinta. No domingo, dia das mães, fui para um churrasco na casa nova de Ester.

A casa da Ester é um capítulo à parte: trata-se de um apartamento antigo que ela recém comprou e reformou e ficou muito legal, parece uma casa, é enorme. Isso sem contar o fato de estar numa das melhores localizações de Salvador. Um achado. E muita criatividade!

Então passei o domingo, 11 de maio, lá, juntamente com a Marisa, a Maia e o genro da Ester. Não consegui comer nem um pedacinho de carne. Levei sopinha e a Ester fez uns legumes cozidos pra mim. Os dentes ainda doíam.

Na terça, eu ia para Recife... e perdi o vôo. Pela primeira vez na minha vida eu perdi um vôo. Dá uma dor no peito, uma sensação tão ruim. Eu queria sentar e chorar. A razão principal, é claro, era por pagar a diferença tarifária (que seria maior do que toda a passagem que eu já tinha pago). Voltei pra casa, com uma reserva para a quinta-feira, 15. O que me deu muita raiva foi que cheguei lá XX:40 ou XX:45 e o vôo era XY:00 ou XY:10, algo assim, e o check-in estava encerrado. E eu poderia embarcado, caso não tivesse bagagem para despachar. O embarque nem tinha começado, claro, mas o fato é que o check-in estava encerrado e não teve jeito de me deixarem entrar no avião.

Voltei pra casa arrasada - sem contar as horas perdidas! Da minha casa até o aeroporto, de ônibus, leva-se uma hora. Na volta, peguei bem o horário de pico, congestionamento. Levei pouco menos de duas horas no ônibus, na volta. Some-se o tempo de espera do ônibus e o tempo de tentar embarcar, trocar passagem etc.

Na quarta fui resolver várias coisas que tinham ficado pendentes, como ir ao Banco do Brasil, pelo qual eu tinha feito uma maratona em diferentes agências e tomado belos chás de banco, na segunda-feira. Em tese, tinha resolvido meu problema, a mocinha da agência havia me ligado e dito que bastava eu passar lá para pegar o documento que eu queria, que já estava pronto. Quando eu cheguei lá, que dúvida: nada de documento. Aí passei por mais umas situações em que a jumentice humana é exibida em sua plenitude, de forma tal que não se é possível argumentar.

Na quinta, Recife. Finalmente! Foi ótimo chegar na capital Pernambucana. Por lá fiquei por pouco mais de uma semana. Conheci um lugar lindo chamado Maria Farinha. Amei. Fizemos tanta coisa por lá, andamos pra lá e pra cá, trabalhei, li textos para a aula de quinta-feiras, preparei material para a aula na U efs, fomos duas vezes no Espaço Ciência, conversei com o diretor do museu, tirei fotos (com o celular, porque a fofinha esqueceu a máquina em casa - lá em Olinda mesmo). Fomos na casa das primas do Samuel e elas são muito fofas. A prima/tia dele teve 12 filhos, dos quais onze ainda estão vivos. Então imagine uma casa cheia de gente (nem todos moram lá, claro), com várias faixas etárias interagindo e todos de bom humor, clima acolhedor. Foi bem bacana. Fomos no Centro de Cultura e comprei duas camisas LINDAS de morrer, com renda. Adoro essas coisas artesanais com renda. Batemos perna pelo centro - ai, que saudades daquela lancheriazinha que a gente encontrou por acaso, com atendentes pra lá de simpáticas, e que tinha o tal pastel de festa, com recheio de guisadinho bem feitinho e com açúcar em volta!

Meus dias em Rio Doce foram muito bons, pena que acabaram e no sábado à noite, no meio do feriadão de Corpus Christi, voltei para a Soterópolis.

Aqui chegando, fui no shopping, depois jantei naquele restaurante japonês na frente do Barra. Estava em clima japonês, já que tinha comido com o Samuel no dia anterior mooooontes de comida japonesa, e tri baratinha. Ok. Voltei pra casa e pus-me a arrumar tudo e limpar e organiar o pardieiro que estava esta moradia. Fiquei até umas 4h da manhã, e fui dormir. Acordei às 5h, me arrumei direitinho e fui para o aeroporto. Sim, denovo. Dessa vez, recepcionar minha mãezinha. Ela chegaria às 6h25. E chegou. Mas só saiu da sala de desembarque às 7h30! Nossa, demorou mais do que costumo demorar para pegar as malas. E depois ela estava me contando que estava rolando o maior barraco lá no desembarque. Pena que as paredes no Luis Eduardo Magalhães não são de vidro. :-)

Mamãe passara a madrugada em Guarulhos, numa conexão de quatro horas, tadinha. Então no domingo, descansou. Na segunda-feira fomos ao supermercado - mãe, pode vir denovo este mês, viu? adorei esta coisa de ganhar rancho! Na terça, fomos tomar vacina. Quer dizer, eu fui, ela me acompanhou. Agora estou protegida da meningite bacteriana - para a viral não há vacina - e R$120,00 mais pobre. Nisso, "passeamos" pela Pituba. Minha mãe não conhecia esse bairro e gostou de lá. Eu gosto da Pituba também, daquela parte próximo ao shopping Itaigara, a Paulo VI e tal. É um lugar que se assemelha mais aos meus conceitos de cidade.

Na quarta eu fui para Feira e mamãe ficou solita, assim como na sexta. Na quinta, 29, fui para a aula, mas esperei, esperei e nada do professor, então fui encontrar com minha mãe, que eu tinha deixado na parada de ônibus, para ir para o shopping Barra. Vou eu pro Barra. No caminho, ligo para o Daniel e chamo para almoçar. E mando sms para minha mãe, dizendo que vou encontrá-la. O sms não vai. Ligo. Não conecta. Estranho. Peço para o Daniel ligar. Ele consegue falar com a minha mãe, que diz estar a caminho do shopping. Mas como, se ela saiu bem antes de mim, eu fui pra aula, esperei e tudo? Tá. Chego no shopping e nada. Espero, espero. Começo a ficar preocupada. Peço pro Daniel ligar. Ela está a caminho... várias ligações e preocupações depois, conseguimos nos encontrar. A pobrezinha tinha pegado o ônibus errado! Eu disse para ela, da lista de ônibus que tinha na parada: você só não pode pegar este e este. Este aqui, eu nunca vi na vida. E não é que eu acho que ela pegou esse que nunca vi! Parece que ele resolveu aparecer... depois de tudo resolvido, almoçamos, tomamos chocolatinho na Kopenhagen e depois mamãe foi passear no shopping e eu ia embora, pois tinha várias coisas para fazer em casa, de trabalho.

Nisso, entro numa papelaria com o Daniel e vejo algo que preciso, eu tinha que comprar caixas e fitas para o presente da recepcionista lá da academia. Ela está grávida e eu havia comprado um presente para ela, mas queria uma caixa bonita. Comprei, saímos e nos batemos com minha mãe. Daí o Daniel voltou para o trabalho e eu fui passear com minha mãe, que queria comprar coisinhas na área de artesanato do Barra. Para nossa surpresa, tal área não mais existe. Uma pena, agora só resta mesmo o Pelourinho e Mercado Modelo para essa tarefa.

Voltei para casa e ela foi para o Pelourinho. Trabalhei, trabalhei e finalmente terminei o artigo para BH. Depois deixei para a mãe revisá-lo. É, meu bem, tá aqui, entra no trabalho também!

Na sexta, voltando de Feira, nos encontramos com a Luzia e fomos para o Beco de Rosália. Fazia um tempão que eu não ia lá, estava com saudades. Gosto muito daquele espaço em Salvador, que me foi apresentado pela Aninha, quando morava naquelas vizinhaças. O Fabricio estava lá e foi super fofo com a gente. O clima estava bem bom, em todos os aspectos e, apesar de cheio, não estava impossível como das últimas vezes em que fui lá e acabamos desistindo e indo para outro lugar, porque tinha muita gente. Não, naquela sexta estava na medida certa. A gente se divertiu horrores, o Daniel também foi pra lá. Nós tres (Lu, mãe, eu) morremos de rir das situações na hora do concurso cultural, que é um momento em que o Fabrício começa a fazer perguntas e distribui prêmios para quem as acerta. É muito divertido, a gente fica brigando com as outras mesas, para ver quem tem razão nas respostas; responde-se coisas super absurdas, simplesmente pela graça. Foi muito bom.

Deixei a Luzia em casa e ela me emprestou o carro para eu levar a mãe no aeroporto no dia seguinte. Fomos. Bem cedinho. Acordamos por volta das 6h, arrumamos as coisas e partimos. Deu tudo certo, muito certo, melhor impossível. A mãe levou várias coisas, foram 47kg no total de bagagem despachada (e 14kg de mala de mão, que passou à paisana). Pagamos 94 reais de excesso de bagagem - mais do que o valor total da passagem, que foi de 89 reais, ida e volta, com taxas!!!). Sim, por isso mamãe veio! Foi uma promoção imperdível.

Trabalhei durante o dia, fiz as correções do artigo para o encontro de BH, enviei; atualizei materiais na página da internet das disciplinas de Feira e à noite fui ao teatro com o Fabrício e uma amiga dele, super querida, que conheci. Pena não tê-la conhecido antes, e temo que não tenhamos mais muitas possibilidades de encontros. Kalila é o nome dela. Ela me lembra uma menina de Porto Alegre, de muito tempo atrás, que era vizinha da Adriana Duncan - cujo primeiro bebê nasceu dia 17 de maio (eu acho), aliás.

No domingo, 01 de junho, descansei e vi meus programinhas preferidos de domingo: seriadinhos no SBT.

E veio junho, e as correrias não pararam! Na segunda fiz coisas de banco, fui na imobiliária, paguei o aluguel... e terça estive envolvida em tentar encontrar uma transportadora para levar umas caixas para Porto Alegre. Preciso enviar algumas coisas e não sei como fazê-lo. As opções são tão caras. Quarta e sexta fui para Feira e na quinta fui para a U fba, peguei um pouco do Seminário Interno de Pesquisa, deixei um material para a Luciana, me encontrei com a Luzia, fomos almoçar, deixei-a no trabalho e fui para o aeroporto (sim, sim, denovo) buscar o namorado dela, que chegava à tarde. Voltamos para a civilização e ele foi comigo recarregar o cartucho da minha impressora, que tinha acabado num momento bem crucial. Depois ele me deixou em casa e fui trabalhar mais um pouco, no fim do dia. Acabei indo dormir um pouco tarde, quase meia noite (o que é muito tarde para quem tem que acordar às 4h30).

Ontem, 07 de junho - e veja como o tempo voa, já falei tudo o que aconteceu neste meio tempo, desde minha ausência neste blog -, eu nem dormi. De sexta para sábado eu estava tão cansada, mas ao mesmo tempo tão ansiosa com tudo o que tenho para fazer, que não consegui dormir e fiquei no computador lendo coisas, organizando, imprimindo. Saí, fui nos Correios. Chego lá, na agência do Rio Vermelho, e estava fechada. Que ódio. Agora não sei se fechou de vez ou simplesmente não abre aos sábados - o que é estranho. Então fui no shopping e postei dois Sedex e postais. Sessenta reais depois, passei na Perini e comprei várias frutinhas. Voltei e fiquei arrumando coisas em casa. Depois preparei as frutas, ou seja, descasquei e cortei tudinho, arrumei em potes... tudo para o sarau da noite.

À noite fomos num encontro na casa da Ester, mas faltou muita gente e no fim tinhamos um monte de comida, poucos textos, poemas e afins, e um bando de mulher batendo papo e dando risada. Foi ótimo! Depois a Luzia e o Georges chegaram. Bendito ao fruto! Acabamos ficando lá até mais de uma hora da manhã - e começou oito e pouco da noite.

Cheguei e ainda conversei um pouco com a Ana Paula pela internet, contando novidades, atualizando um pouco sobre a vida. Na verdade, só eu falei. Mas ela disse que estava atualizando o blog - que lerei em seguida.

Acho que a conversa de ontem aliado ao trânsito astrológico de hoje, me inspiraram a atualizar o blog nesta manhã nublada de domingo.

Ontem tinha uma boa promoção de vôo para Recife, para ir no São João, mas era pouco tempo, então resolvi não comprar a passagem. Mas estou louca para voltar para Rio Doce e passar uns dias longe da correria soteropolitana.

Amanhã partirei para Belo Horizonte e ainda tenho que preparar hoje a apresentação do trabalho. Ontem já lavei umas roupas, para levar na viagem, e preciso arrumar a mala, organizar a casa para minha ausência. Tomara que tenha conexão à internet no hotel. Pena que nem todo hotel é como o "meu" de Brasília, com internet incluída na diária e ponto no quarto, tranquilinho.

Buenas, já terminei meu café da manhã, com toques porto-alegrenses (usando a farinha de cereais e fibras que mamãe trouxe) bananinha e mamão, resquícios da noite de ontem.

E mais um dia "começa"...

sexta-feira, junho 06, 2008

Pra onde este mundo vai?



- em casa, que bonitinha...
- pois é, a Vilma me convidou para uma festa só de mulheres, mas dai ela desistiu e tou em casa
- ai, que graça, né, festa com um bando de mulher
- me poupe
- ué e os stripper?
:o
- que pouca vergonha
- na minha época, quando uma mãe de família ia para uma festa só de mulheres, era chá, bordado, tricô, receitas etc.
- que coisa boa, nessa idade pra botar a mão em carne jovem, só em festa assim ....
- que absurdo
- é o fim dos tempos!
- isso em 188.... e picos
- hoje em dia mãe de família nem faz mais tricô, falta de tempo -- é só net
- o mundo tá perdido!



Temente aos astros




Sol na casa 10, lua na casa 12

Entre os dias 06/06 e 08/06, Katemari, Sol e Lua estarão em harmonia, sugerindo uma possível resolução de algum impasse profissional. Você concluirá algum projeto, ou receberá favores ocultos de alguém. Mas o momento não é para brilhar, Katemari! Procure manter seus projetos em silêncio e suas vitórias deverão ser mantidas na maior discrição, por maior que seja a sua vontade de sair gritando por aí. Se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro!


quinta-feira, maio 29, 2008

Rapidinha




Eu juro que não estou de pernas pro ar.
Correria total por aqui.

É sério.

Tá, depois eu conto tudo.

quinta-feira, maio 08, 2008

Diretamente do país da piada pronta



Clique aqui.

Atenção para os comentários dos leitores!

Das necessidades




No final de Annie Hall, Alvy, o personagem de Woody Allen, compara uma piada com os relacionamentos em geral.

Um cara chega pra um psiquiatra e diz: Doutor, meu irmão pensa que é uma galinha.
O Doutor: porque não o traz aqui para tratá-lo?
O cara: porque eu preciso dos ovos.

Daqui.

domingo, maio 04, 2008

Feriadão de pobre




Domingo, finalzinho de feriadão e eu em Porto Alegre. Curtindo minha mãezinha, o frio, a Sky e o ciclone. E, claro, uma enfermidadezinha básica, porque pobre tem que ficar doente quando viaja, né?

Esta semana em Porto, pra variar, foi de muita correria. O bom é que os dias estavam lindos durante a semana. E nem acredito que fiz o um milhão de coisas que fiz: eletrocardiograma, ginecologista, dois hemogramas (jejum de 12h e jejum de 8h - não pergunte porque coletei duas vezes!), radiografia panorâmica odontológica (duas vezes. Não pergunte), procurações em cartório (fui quatro vezes), carteira internacional de habilitação, exame de urina, oftalmologista, nutricionista, dentista.

Pois é, o ápice da minha fase 'mamãe eu juro que não sou hipocondríaca' foi com uma cirurgia odontológica: extração de dois cisos sisos superiores de raízes gigantes. Com um pós-operatório bem bacana, com direito a insônia, dores no corpo inteiro e febre. A única parte boa foi o sorvetinho. Sim, ainda estou a me alimentar de líquidos, coisas pastosas, frias e geladas. Só na sopinha, caldinho de feijão, sucos, doce de leite, sorvete... não é tão horrível a parte alimentar, confesso.

Hoje passou a febre, a dor no corpo... e por isso saí da cama e vim no computador, mas começou a dor nos lugares onde antes tinham dois lindos dentinhos. Antes não estava doendo. Sei lá, vai ver era o corpo ignorando tão sutil dor face às outras dores. (A dramática - pelo sim, pelo não, acabei de pegar mais 750mg de paracetamol)

Eu tinha pré-combinado com uns amigos de ir no cinema e ir comer japonês depois, lá no Arteplex, mas tive que cancelar. Tinha pré-combinado almoçar na casa de outros amigos, tive que cancelar (e eles até estavam sem luz, coitados, por causa do ciclone). Outro evento cancelado foi o de levar minha afilhada no planetário. Seria hoje. Ela adora o planetário. Eu adoro o planetário. Aliás, conversei com ela ontem ao telefone - sim, a minha afilhada -, e ela me disse que a matéria preferida dela na escola é ciências. Fala sério, só pra puxar o saco da dinda, né? Claro que eu amei.

Eu queria ir ao brique hoje, outra pré-combinação, mas não vai rolar. Churrasquinho básico de domingo? Nem pensar!


Ninguém merece isso prum feriadão em Porto Alegre, né?