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domingo, novembro 08, 2015
Intimidades
Tenho uma confissão a fazer. Eu AMO a minha casinha. Adoro ficar em casa. Adoro minha sala e ficar com pés descalços sobre o tapete macio, olhar o céu pela janela, ver minhas plantinhas... simplesmente adoro!
sexta-feira, outubro 03, 2014
Aos poucos
Pra mim, atenção, carinho e admiração se ganha aos poucos. É naquelas pequenas coisas do dia a dia, é no respeito que se tem às outras pessoas, é na flexibilidade do aprender, é na paciência do ensinar. Carinho é algo que se desenvolve ao longo do tempo. Admiração é algo que vai se construindo um pouquinho a cada dia. Mas tudo isso também se perde aos poucos.
quarta-feira, janeiro 29, 2014
Abençoada
Estou na minha sala, sentadinha, trabalhando no computador. Um homem vem à porta, olha para a janela e pergunta:
- Não instalaram as cortinas aqui ainda, né?
- Não.
- Ah, certo.
- Vão instalar agora?
- Não, só à tarde.
- Ah, tá bom.
- De quem é essa sala, abençoada?
- Como assim?
- Qual é o professor dessa sala?
- Professora, professora Katemari.
- Ah, professora Katemari, tá bom. Obrigado.
- De nada.
quarta-feira, janeiro 22, 2014
As pequenas coisas do dia a dia
Minha colega de casa entra e diz que chegaram minhas caixas do Meu Móvel de Madeira, estão lá na portaria. Eu fico bem feliz e desço pra buscar.
Chego na portaria e pergunto se tem alguma coisa pra mim. O porteiro me dá um livro.
- Ah, obrigada, mas tem mais coisas, não?
- Não.
- Não chegaram umas caixas pra mim?
- Não.
Eu olho ao redor, vejo as caixas, aponto e pergunto:
- E aquelas ali?
- Ah, aquelas são da Dona D.
- Tem certeza? Sim, são pra ela.
- Olha, eu acho que são pra mim.
Ele vai, pega os papéis, começa a ler e daí eu vejo o nome da destinatária. Mostro pra ele.
- Ah, eu pensei que fosse da Dona D.
- Certo...
* * *
Aqui no prédio os porteiros entregam água mineral. Eles têm um estoque guardado no prédio, eu acho, e daí entregam para o pessoal que mora aqui. Aqui em casa temos duas garrafas de água mineral e sempre que uma acaba eu tento pedir logo em seguida por outra água. Essa tarefa nem sempre é fácil. Na maioria das vezes que eu peço, eles esquecem. Quando minha colega pede, eles trazem (e bem rápido!).
Ontem terminou a água e hoje pela manhã pedi uma. Não veio. Pedi pra ela pedir.
domingo, agosto 14, 2011
Sonhos de uma noite de verao
Acordei nesta manhã de domingo com a chuva caindo lá fora. Deve ter sido por isso que dormi quase até às nove. O som da chuvinha e a temperatura um pouco mais agradável deve ter ajudado meu sub(in)cosciente a relaxar e criar uma historinha bonitinha que me fez dormir até mais tarde.
O sonho desta manhã envolvia um pouco de tensão, verdade, mas era uma tensão bem boa. Sonhei que estava revisando minha tese. Nem era revisando o conteúdo em si, mas a formatação, no Word (que instalei há poucas semanas, diga-se de passagem) e conferindo se o EndNote não tinha bagunçado minhas referências.
Quando acordei tinha uma mistura de felicidade, por ter em algum lugar da minha mente a idéia de que eu posso terminar esta tal desta tese, com tristeza, por saber que estou tão longe do fim. Então levantei motiva, preparei um café da manhã bem delicinha... e fui lavar roupa.
O sonho desta manhã envolvia um pouco de tensão, verdade, mas era uma tensão bem boa. Sonhei que estava revisando minha tese. Nem era revisando o conteúdo em si, mas a formatação, no Word (que instalei há poucas semanas, diga-se de passagem) e conferindo se o EndNote não tinha bagunçado minhas referências.
Quando acordei tinha uma mistura de felicidade, por ter em algum lugar da minha mente a idéia de que eu posso terminar esta tal desta tese, com tristeza, por saber que estou tão longe do fim. Então levantei motiva, preparei um café da manhã bem delicinha... e fui lavar roupa.
sexta-feira, julho 22, 2011
No creo en brujas...
Dentro do festival de filmes brasileiros assisti esta semana o Chico Xavier. Claro que lembrei da minha mãezinha* o tempo todo. O filme é bem bonitinho e vale a pena assistir. Garantiu uma choradinha básica no meio da tarde no ar-condicionado congelante do cinema, numa Nova York de quase 40 graus.
* Tchutchuca, se tu ainda não viu, dá um jeitinho de ver.
quinta-feira, julho 21, 2011
Quereres
Serah que a chefa jah saiu pra almocar?
Serah que jah posso parar de fingir que estou trabalhando e parar de trabalhar de uma vez?
Se eu espiar pra ver se ela estah na sala, ela ve que estou espiando.
Mas se jah tiver saido, eu posso terminar o resto dos meus 40min do dia no Facebook. O que, convenhamos, eh muito mais util e produtivo.
Serah que jah posso parar de fingir que estou trabalhando e parar de trabalhar de uma vez?
Se eu espiar pra ver se ela estah na sala, ela ve que estou espiando.
Mas se jah tiver saido, eu posso terminar o resto dos meus 40min do dia no Facebook. O que, convenhamos, eh muito mais util e produtivo.
quarta-feira, julho 20, 2011
A que ponto chegamos
Tiete eh bicho triste, neh. Meia hora do show (oline) começar a pessoa vai pra página do gostoso mor. Aí vê que tem um chat rolando. Entra, e fica. Tietando com outros desocupados que, no meio da tarde (quase 4pm horario de Brasilia) estão esperando pelo show ao vivo (de uma música apenas) do maravilhoso.
Até fiz as unhas pra ver meu amor na internet, tá?
Até fiz as unhas pra ver meu amor na internet, tá?
sábado, março 19, 2011
Primaverices
Hoje estou em clima de primavera, com sol lah fora, musica brasileiro no quartim e a vontade de comer sorvete!
Dia lindo, dia lindo. Desfazendo malas, preparando novas malas e cheia de historinhas pra contar.
Prometo que volto, em breve.
Dia lindo, dia lindo. Desfazendo malas, preparando novas malas e cheia de historinhas pra contar.
Prometo que volto, em breve.
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Sou palhaça, né?
No dia 8 de dezembro de 2010 eu entreguei pra minha orientadora os três capítulos iniciais da minha tão amada tese. Ela havia me dado 15 de dezembro como prazo. Eu tinha todas as coisas do semestre pra terminar e queria estar totalmente livre pra quando minha mãe estivesse por aqui.
Nada.
Mando email pra ela sobre um trabalho aceito num encontro.
Ela responde rapidinho.
No dia 15 de dezembro eu mando outra cópia do texto da tese.
Nada.
Minha orientadora é bem boa com emails e tal. E só gosta de receber documentos eletrônicos, não gosta de fazer comentários em papel. Belê.
Mamãe vem, mamãe vai.
Nada.
Janeiro, aulas recomeçam. Encontro com a orientadora. Eu levo os capítulos da tese impressos, mais protocolo de entrevista pronto, impresso, mais papelada do comitê de ética e outros bla bla blas afins. Tudo impresso. Ela diz que ainda não leu meu texto. Mas vai ler. Diz que não quer nada impresso e pede pra eu mandar (denovo) a tese, mais as outras tranqueiras. Daí marca uma reunião pro dia 9 de fevereiro. 4:30.
Dia 9 de fevereiro, 4:30pm estou na porta da sala dela. Tem uma pessoa lá. Espero. Aí uma outra professora entra na sala e elas começam a conversar. A pessa 1 sai e a pessoa 2 fica lá. Bate-papo vem, bate-papo vai, gargalhadas. E eu ali, esperando.
Cinco horas da tarde a pessoa 2 sai da sala, eu entro. A orientadora nem me diz nada, já engatou numa conversa telefônica. 5:05 e ela finalmente faz um sinal para eu esperar um pouco. Sim, até o momento ela tinha feito de conta que não tinha me visto ali. (contexto: o espaço físico é minúsculo e ela tinha me visto já desde quando eu cheguei)
5:10pm e finalmente ela desliga o telefone e diz: "então, em que posso te ser útil?" Bem, tu marcaste uma reunião comigo pra hoje, às 4:30pm. (ah sim, e eu havia confirmado dois dias antes, por email, que compareceria à reunião, e já tinha mandado as bagulhadas todas denovo por email) Aí ela diz, aí, a tese, né? Eu não li.
Depois neguinho metralha todo mundo e ninguém sabe porquê.
Nada.
Mando email pra ela sobre um trabalho aceito num encontro.
Ela responde rapidinho.
No dia 15 de dezembro eu mando outra cópia do texto da tese.
Nada.
Minha orientadora é bem boa com emails e tal. E só gosta de receber documentos eletrônicos, não gosta de fazer comentários em papel. Belê.
Mamãe vem, mamãe vai.
Nada.
Janeiro, aulas recomeçam. Encontro com a orientadora. Eu levo os capítulos da tese impressos, mais protocolo de entrevista pronto, impresso, mais papelada do comitê de ética e outros bla bla blas afins. Tudo impresso. Ela diz que ainda não leu meu texto. Mas vai ler. Diz que não quer nada impresso e pede pra eu mandar (denovo) a tese, mais as outras tranqueiras. Daí marca uma reunião pro dia 9 de fevereiro. 4:30.
Dia 9 de fevereiro, 4:30pm estou na porta da sala dela. Tem uma pessoa lá. Espero. Aí uma outra professora entra na sala e elas começam a conversar. A pessa 1 sai e a pessoa 2 fica lá. Bate-papo vem, bate-papo vai, gargalhadas. E eu ali, esperando.
Cinco horas da tarde a pessoa 2 sai da sala, eu entro. A orientadora nem me diz nada, já engatou numa conversa telefônica. 5:05 e ela finalmente faz um sinal para eu esperar um pouco. Sim, até o momento ela tinha feito de conta que não tinha me visto ali. (contexto: o espaço físico é minúsculo e ela tinha me visto já desde quando eu cheguei)
5:10pm e finalmente ela desliga o telefone e diz: "então, em que posso te ser útil?" Bem, tu marcaste uma reunião comigo pra hoje, às 4:30pm. (ah sim, e eu havia confirmado dois dias antes, por email, que compareceria à reunião, e já tinha mandado as bagulhadas todas denovo por email) Aí ela diz, aí, a tese, né? Eu não li.
Depois neguinho metralha todo mundo e ninguém sabe porquê.
Concentra, Katemari, concentra.
segunda-feira, janeiro 17, 2011
Professorinha de fisica
| Vista do quarto do hotel |
Mãezinha foi embora, trabalhei por dois dias, o dia inteiro. Ok, quase o dia inteiro porque eu estava tão doente que minha chefe mandou eu ir pra casa, pra não espalhar vírus pelo departamento. Então na quinta-feira trabalhei só até 2pm.
Daí, no sábado, peguei um vôo na minha agora favorita Jet Blue e fui para Jacksonville, no norte da Florida. Saí do friozão de Nova York pronta pra pegar um calorzinho e aproveitar a super piscina do hotel. Claro que não rolou. Fazia um friozão em Jacksonville. Tudo o que rolou por lá foi muito trabalho, isso sim.
Ah, sim, fui pra lá pruma conferência da Associação Americana de professores de física. Fui no sábado. As atividades começaram no domingo. Luzia chegou lá na segunda-feira. Tínhamos um poster na segunda e uma apresentação oral na quarta.
Foi bom, me recuperei da gripe, me apaixonei pela cama e pelos travesseiros do hotel chique. Dividi o quarto com uma professora que nem sempre dava descarga (eu sou uma sortuda, né?), e fiz vários contatinhos no congresso.
No dia de voltarmos para Nova York o tempo havia fechado por aqui novamente, e outra tempestade de neve estava a caminho. Tivemos sorte e nosso vôo seguiu conforme planejado. Foi ótimo chegar no meu lar doce lar na quarta-feira à noite.
Mas na quinta-feira pela manhã, bem cedinho, eu já estava de pé para ir ao consulado do Canada e fazer o pedido de visto para o país. O consulado fica aberto das 8 às 10 da manhã, então saí de casa às 7h e pouco. Mandei email pra minha chefa dizendo que chegaria mais tarde. Eu deveria trabalhar às 9h.
Sei que saí do consulado depois do meio dia! E quinta e sexta seguiram de trabalho e mais trabalho.
Finalmente Luzia e Georges vieram me visitar na sexta à noite, na última noite deles na cidade. Luzia se espantou com o tamanho do meu quarto "mas é pequenininho, hein Kate". Pois é, quando eu digo que moro num quartim ninguém acredita. Ainda estou pra ver onde está o glamour de morar em Nova York. Meu apê na Federação era bem melhor... mas um dia eu volto. E daí reclamarei de lá.
Daí, no sábado, peguei um vôo na minha agora favorita Jet Blue e fui para Jacksonville, no norte da Florida. Saí do friozão de Nova York pronta pra pegar um calorzinho e aproveitar a super piscina do hotel. Claro que não rolou. Fazia um friozão em Jacksonville. Tudo o que rolou por lá foi muito trabalho, isso sim.
Ah, sim, fui pra lá pruma conferência da Associação Americana de professores de física. Fui no sábado. As atividades começaram no domingo. Luzia chegou lá na segunda-feira. Tínhamos um poster na segunda e uma apresentação oral na quarta.
Foi bom, me recuperei da gripe, me apaixonei pela cama e pelos travesseiros do hotel chique. Dividi o quarto com uma professora que nem sempre dava descarga (eu sou uma sortuda, né?), e fiz vários contatinhos no congresso.
No dia de voltarmos para Nova York o tempo havia fechado por aqui novamente, e outra tempestade de neve estava a caminho. Tivemos sorte e nosso vôo seguiu conforme planejado. Foi ótimo chegar no meu lar doce lar na quarta-feira à noite.
Mas na quinta-feira pela manhã, bem cedinho, eu já estava de pé para ir ao consulado do Canada e fazer o pedido de visto para o país. O consulado fica aberto das 8 às 10 da manhã, então saí de casa às 7h e pouco. Mandei email pra minha chefa dizendo que chegaria mais tarde. Eu deveria trabalhar às 9h.
Sei que saí do consulado depois do meio dia! E quinta e sexta seguiram de trabalho e mais trabalho.
Finalmente Luzia e Georges vieram me visitar na sexta à noite, na última noite deles na cidade. Luzia se espantou com o tamanho do meu quarto "mas é pequenininho, hein Kate". Pois é, quando eu digo que moro num quartim ninguém acredita. Ainda estou pra ver onde está o glamour de morar em Nova York. Meu apê na Federação era bem melhor... mas um dia eu volto. E daí reclamarei de lá.
terça-feira, dezembro 14, 2010
Bem-vinda!
Depois de um final de semana prolongado em Nova Orleans, sobre o qual falarei depois, chego em casa e já tomo na cara um tapa de realidade: lixo da porquinha que não tirou as porcarias durante o final de semana.
Sim, além da lixeira atrolhada, tinha lixo pelo chão, atrás da lixeira, ao lado, na frente... daí a palhaça aqui, foi varrer tudo e colocar num saco de lixo apropriado, né?
Só dando com um gato morto até miar!
sábado, outubro 09, 2010
Felicidades inesperadas
Ontem eu estava voltando pra casa, caminhando pelo campus, e cruzei com uma colega.
- Oi, Elle, tudo bem?
- Oi, Katemari, tudo bem? Nossa, voce parece tao feliz.
- Eh, eu acho que estou feliz. Eh estou feliz.
- Oi, Elle, tudo bem?
- Oi, Katemari, tudo bem? Nossa, voce parece tao feliz.
- Eh, eu acho que estou feliz. Eh estou feliz.
sexta-feira, setembro 17, 2010
Das descobertas
Manga tem caroço!!!
Pois, outro dia comi manga e, adivinha, eu gostei!
Acho que agora sou uma comedora de manga.
É importante adicionar que a manga que comi não tinha cheiro de manga, o que ajudou muito. Cheiro de manga dá-me náuseas.
Pois, outro dia comi manga e, adivinha, eu gostei!
Acho que agora sou uma comedora de manga.
É importante adicionar que a manga que comi não tinha cheiro de manga, o que ajudou muito. Cheiro de manga dá-me náuseas.
quarta-feira, agosto 11, 2010
Só na loló
Meu apezinho passou por uma geral: pintaram as áreas comuns (ou seja, meu quarto continua com a pintura que é uma tristeza) e enceraram o chão.
Quando pintaram eu estava viajando (depois eu conto dos dias que me abanquei na casa da Ana e do Bruno) então nem peguei o stress de pintores e afins. Mas o lance do cerol na mão, digo, da cera no chão foi hoje. É assim ó... o carinha passou a cera, deixou secar por meia hora, depois passou outra demão e mais quase uma hora secando. Não precisa polir nem nada. O chão fica lindo, brilhando. É como se passagem verniz no chão. Mas o cheiro... puta que pariu. Tô praticamente chapada. Mas que o apê ficou lindinho, ficou.
Esta noite vou dormir mais pra lá do que pra cá.
Quando pintaram eu estava viajando (depois eu conto dos dias que me abanquei na casa da Ana e do Bruno) então nem peguei o stress de pintores e afins. Mas o lance do cerol na mão, digo, da cera no chão foi hoje. É assim ó... o carinha passou a cera, deixou secar por meia hora, depois passou outra demão e mais quase uma hora secando. Não precisa polir nem nada. O chão fica lindo, brilhando. É como se passagem verniz no chão. Mas o cheiro... puta que pariu. Tô praticamente chapada. Mas que o apê ficou lindinho, ficou.
Esta noite vou dormir mais pra lá do que pra cá.
quinta-feira, agosto 05, 2010
Bebezinho
O maldade, esqueci de atualizar. Agora que recebi um comentario do Martin lembrei que tinha que contar que o bebe jah foi resgatado e encontra-se no momento na estrada. Estamos indo para Massachusetts, visitar a Ana e o Bruno. Claro, usando wi-fi do busum.
O bebe estah bem e manda saudacoes.
O bebe estah bem e manda saudacoes.
segunda-feira, agosto 02, 2010
Mantido em cativeiro.
Bah minha colega de quarto tá ficando meio folgada. Outro dia o computador dela deu pau. Fiquei com dó da menina. Ela ia viajar na semana seguinte e tal (ia viajar na terça da semana passada, o computador deu pau no domingo passado). Ofereci meu pequeno computador se ela precisasse.
No fim ela cancelou a viagem, porque não conseguiu visto. Tá, tudo bem.
Daí pediu meu computador. E tá usando. Direto!
Mas assim... o problema do computador dela é que precisa reinstalar o sistema operacional. Só isso. Se ela não vai viajar, poderia fazer isso né. Daí eu disse, ah, mas teu computador é só instalar o negócio, por que tu não instala? Daí ela, ah, que tá com preguiça... que vai fazer isso depois. Que nem precisa tanto do computador, usa mais pra diversão (praticamente é só pra Facebook e ver vídeos).
Tipo, eu não tenho absolutamente nada contra, e não tô nem aí pro que ela faz ou deixa de fazer no computador... DELA! Porra, se não precisa do computador, então não usa o meu, ora! Pegou meu computador e não largou mais. Nunca mais devolveu.
Quero resgatar o meu bebê do quarto dela!!! :(
terça-feira, julho 27, 2010
Rainha
Uma das meninas aqui resolveu viajar e sub-locar o quarto. Não, não se pode sub-locar o quarto. Não, ela não sub-locou para alguma conhecida, ao contrário. Enfim, veio uma mocinha e ficou aqui por um mês. E a minha colega ainda me colocou numa saia justa. Nós podemos receber visitas por até 15 dias no mês. Para entrar no prédio, pegar elevador, respirar, precisamos de carteira de identificação e, no caso de visitantes, podemos pegar um cartão de visitante. O lance é que o passe é válido por, no máximo, 15 dias. Então a moçoila preencheu uma fichinha com meu nome e tudo e pediu pra eu assinar. Pediu-me como um favor, que eu não tinha como recusar, né?
Sei que a guria ficou aqui um mês, não fedia nem cheirava (tampouco falava). Produzia um monte de lixo, mas não tirava. Enfim, num dos dias, eu acordo pela manhã, vou até o banheiro, abro a porta, e me deparo com a mina sentada no trono. As duas levaram um susto. Pedi desculpas enquanto fechava a porta rapidamente. Não sei o que deu na cabeça da mocinha pra não trancar a porta (que fica usualmente fechada, então não dá para saber se tem alguém ali ou não).
Tirar lixo de gente folgada, ter uma "estranha" na nossa "casa", tudo bem. Mas ver a mina ***ando, ninguém merece!
Sei que a guria ficou aqui um mês, não fedia nem cheirava (tampouco falava). Produzia um monte de lixo, mas não tirava. Enfim, num dos dias, eu acordo pela manhã, vou até o banheiro, abro a porta, e me deparo com a mina sentada no trono. As duas levaram um susto. Pedi desculpas enquanto fechava a porta rapidamente. Não sei o que deu na cabeça da mocinha pra não trancar a porta (que fica usualmente fechada, então não dá para saber se tem alguém ali ou não).
Tirar lixo de gente folgada, ter uma "estranha" na nossa "casa", tudo bem. Mas ver a mina ***ando, ninguém merece!
Pausa!
Ufa, depois vou contar da minha aventura ecuatoriana! Mas jah fico feliz de ter conseguido “atualizar o blog”, ainda que offline, sobre minhas andancas no Peru.
Ainda estou no busum, mas minha bateria jah vai acabar e agora tenho soh uma hora de viagem, entao vou fazer um lanchinho e dormir um pouco, emulando as outras tres meninas a volta da minha mesinha (sim, subiu uma terceira menina, no meio do caminho). Sim, a espacosa continua com o computador cor-de-rosa aberto na mesinha, e sem usa-lo. Tem gente que nao tem nocao, neh!
Ainda estou no busum, mas minha bateria jah vai acabar e agora tenho soh uma hora de viagem, entao vou fazer um lanchinho e dormir um pouco, emulando as outras tres meninas a volta da minha mesinha (sim, subiu uma terceira menina, no meio do caminho). Sim, a espacosa continua com o computador cor-de-rosa aberto na mesinha, e sem usa-lo. Tem gente que nao tem nocao, neh!
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