Mostrando postagens com marcador eureka. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eureka. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, novembro 05, 2008

Festa da democracia



Gente, adorei este negócio de eleição nos Estados Unidos.

Aqui votar não é obrigatório, então rolam várias campanhas para estimular as pessoas a votarem, para não esquecerem de votar e tal. Não é feriado nem nada, é um dia "comum".

Mas tem umas coisinhas interessantes, como várias distribuições de coisas de graça. A Starbucks, por exemplo, distribuiu café de graça para quem pedisse. A Ben & Jerry's, sorvete. Um sex shop no West Village estava distribuindo vibradores. Teve donuts, hamburguer etc.

Eu, a Sarah e a Jackie fomos para a Ben & Jerry's aqui perto de casa, comemos sorvetinho e depois passamos na Starbucks para um café na faixa.

Então viemos pra casa e ficamos acompanhando o resultado das eleições via internet e tv. Aí, de repente, não mais que de repente, fechou um estado, o mapa ficou azulzinho (azul é democrata, vermelho é republicano; Obama, McCain). Parênteses: no programa pré-acadêmico em Miami eu tive aulinha sobre o sistema eleitoral estadunidense e ele até faz sentido. Então foi bem legal acompanhar a apuração. Fecha parênteses. Então, quando ficou azulzinho (não lembro que estado foi), era virtualmente impossível o Obama perder, porque certamente a Califórnia seria Democrata, e a Califórnia representa 55 delegados, o que já seria suficiente para somar os 270 delegados necessários. Então a gente, hein? Porque a gente viu pela internet primeiro, o estado ficando azul e o número de delegados subindo. Aí foi aquilo, ué, mas então ele ganhou? E daí 1 minuto depois a CNN na tv começou a falar que o estado esse tinha ficado azul e então o Obama tinha ganhado as eleições e tal.

E foi uma euforia geral, e daí a gente resolveu sair pra rua. Eu moro entre o Upper West Side e o Harlem. Bem bem entre os dois, o bairro se chama Morningside Heights. Então andamos umas poucas quadras e estávamos no coração do Harlem. E foi muito emocionante. TODO mundo estava saindo de casa! As ruas foram tomadas. Gente das janelas gritava. As pessoas na rua gritavam. Formou-se uma gigante multidão. Trocentos policiais apareceram para organizar o trânsito e todo o resto. Os carros buzinavam. As ruas foram fechadas por gente. E são ruas largas.

Tinha um telão na rua e ficamos assistindo os comentários. O governador de NY estava lá, tinha um palco, ele falou. E depois, o discurso da vitória. O Obama, no telão falou, e a galera enlouqueceu. Foi muito, muito bonito. As pessoas choravam. Homens, mulheres. Uma senhora asiática perto de mim tinha lágrimas escorrendo pelo rosto. Foi uma cena interessante, ela, no meio da multidão negra, chorava emocionada. Senhores de mais idade, senhoras de cabelos grisalhos, todos de olhos vermelhos.

Jovens andando pelas ruas e gritando "Yes, we can!". Aliás, todo mundo gritava, pulava, abraçava, batia na mão. Foi bem bacana. Muito melhor do que halloween, meu bem!

Só é uma pena que não fui pegar o vibrador...

Fotinhos? Aqui!

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Das expectativas



O domingo nubladinho começou sem grandes promessas...

O Maciej (polonês do HC) me ligou pela manhã, porque eu tinha combinado com a Anna (estadunidense do CS) de ir comer mariscada na Ribeira e chamei-o pra ir conosco. No fim, não fomos pra Ribeira e não vi a Anna (aliás, só consegui falar com ela à noite, e já estava preocupada, porque o celular só dava desligado - então soube que foi roubado). O Maciej veio aqui em casa (BEM na hora do Smallvile, que perdi, por sinal), deixou o computador dele aqui, o Diego veio no msn e chamou pra almoçar, então fomos todos juntos comer no Saúde Brasil.

O almoço estava uma delícia, com direito a sobremesa perfeita e expresso.

Depois fomos no shopping barra, pro Maciej trocar dinheiro, comprar um chip pro celular e o Diego foi pegar grana.

Aí o Diego foi embora e fui com o Maciej pro morro do cristo e andar na barra. De repente, não mais que de repente, vejo aquele bando de gente no farol. Daí me lembro que o Raimundo tinha mencionado o tal show. Fomos pra lá... resumo da ópera: enchi a cara com bebidinhas a base de cachaça beeeem boazinha, e assisti o melhor show de graça de todos os tempos!

O serviço:

Show em comemoração ao aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos
Local: Farol da Barra.
Data: 09 de Dezembro
Horário: das 17h às 22 hs. (que começou às 18h30)
Atrações: Elza Soares, Olodum, Ilê, Vitor Ramil/Marcos Suzano, MV Bill, Margareth Menezes, Edson Gomes, Geraldo Azevedo, Chico César, Zeca Baleiro, Arnaldo Antunes e Jards Macalé.

Acho que eu só não vi o Jards Macalé, a Margareth Menezes e o Edson Gomes. Fui embora mais cedo. Cara, imagina um show em que todos os músicos cantam umas quatro músicas, todos são bons, e não tem gente nada a ver cantando no meio! Não tem aquelas pausas intermináveis entre uma atração e outra, diferentemente do show do domingo passado, no pelourinho, que tinham umas atrações bacanas e um monte nada a ver, e demorava séculos, e eu acabei não vendo ninguém legal.

Ontem tinha banheiro químico até não querer mais, não tinha fila e nem estavam podre de sujos. A cachacinha tava super honesta. Tinha muita gente, mas não estava apertado, e como é na Barra, tinha muito espaço pra circulação. O som estava perfeito.

Fomos pra parada de ônibus esperar o Praça da Sé, pro Maciej, durante a espera, passaram 6 ônibus que me serviam, miraculosamente. E acabamos encontrando dois conhecidos do Maciej, que vierem no mesmo vôo que ele no sábado, uma alemã e um português, que são namorados, e ela fala português. Bem legais os dois. Conversamos e tal... ele mora em Vila Nova de Gaia, é torcedor do Porto e se chama Pedro. Criatividade mil. A namorada dele disse (veja bem, foi ela!): ou se chamam Pedro, ou João! :-)

Cheguei em casa e dormi feito uma anja.

quinta-feira, novembro 22, 2007

Parabéns pra vocês!




Hoje/ontem tive duas ótimas notícias: duas pessoas queridas passaram numa das fases de processos seletivos para pós-graduação. Uma passou na primeira fase da seleção do doutorado, aqui na UFBA; a outra passou na segunda fase da seleção do mestrado, na UFSC.

Dedos cruzados para as duas, para que cheguem até o final e com boa classificação.

Merecem.

sexta-feira, setembro 14, 2007

Chef Katemari




Eu queroooooo!!!

Oh... daqui a pouco setembro está terminando... outubro vem aí. Falta um mês para o meu aniversário. Sugestão número 1 de presente para me dar no dia 16 de outubro. Outras virão!



(clica na imagem que vai para o site onde a coleção está à venda)


quarta-feira, agosto 08, 2007

Estou no lugar errado!!!




SHOW
Sábado, dia 18 de agosto às 19h30
Músicos:Mônica Salmaso
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 - São Paulo/SP

* Para este show haverá distribuição de senhas a partir das 17h, no dia 18 de agosto, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

'Noites de gala, samba na rua', segundo CD de Mônica Salmaso, traz apenas músicas de Chico Buarque. O disco é todo gravado ao lado do grupo Pau Brasil, formado por Nelson Ayres (piano), Paulo Bellinati (violão e cavaquinho), Teco Cardoso (sax e flauta), Ricardo Mosca (bateria e percussão) e Rodolfo Stroeter (baixo e produção do álbum). A química entre a voz precisa de Mônica, a sonoridade jazzística do Pau Brasil e as canções de Chico Buarque perpassa quatro décadas de criação do maior compositor brasileiro e resulta num disco instigante, de releituras ágeis que por vezes passam pela desconstrução da própria construção de Chico. Compositor cultuado por Mônica desde o início de sua carreira, Chico Buarque convidou a cantora para participar de seu mais recente CD, 'Carioca', com quem dividiu os vocais em 'Imagina'. A escolha do repertório do novo CD foi feita em conjunto. A intenção era criar um disco em que a voz da cantora e a sonoridade do Pau Brasil estivessem perfeitamente integradas. De uma lista de 60 composições de Chico chegaram a 14, escolhidas conforme os arranjos iam se delineando. E o Chico, gostou? 'Chico recebeu uma cópia do CD ainda antes da mixagem. Ele telefonou pessoalmente pro Rodolfo e pra mim, dizendo que ficou muito emocionado', reverencia Mônica, cabrocha de alta classe em noites de gala e samba na rua.

PROGRAMA:
- A volta do malandro (Chico Buarque)
- Quem te viu, quem te vê (Chico Buarque)
- Você você (Guinga/Chico Buarque)
- Ciranda da bailarina (Edu Lobo/Chico Buarque)
- Construção (Chico Buarque)
- Olha Maria (Tom Jobim/Vinicius de Moraes/Chico Buarque)
- Logo eu (Chico Buarque)
- Morena dos olhos d’água (Chico Buarque)
- Partido alto (Chico Buarque)


sexta-feira, julho 20, 2007

Próximos capítulos





lembra?
http://katemari.blogspot.com/2007/05/tava-demorando.html

Então, lá em Montreal eu cumpri o prazo, dia 30. Sim, em meio ao Festival de Jazz eu terminei de enviar um trabalho.

E quando estava em NYC recebi um email dizendo que meu trabalho foi aceito para comunicação oral!

\o/


Onde?

Aguarde as cenas dos próximos capítulos...

domingo, maio 20, 2007

Hello, Tio Sam



Há umas 3 semanas recebi um email com um aceite de um trabalho que eu tinha enviado em dezembro. Aceite pro congresso mais importante da área. Vibrei. O congresso será em Calgary, no Canadá. Assim que li o email abri outra abinha no Firefox e fui no Decolar ver preços de passagens. Aí vi que os vôos faziam conexão nos EUA. Ok, já fui ver tudo o que precisava pra pedir o visto pros EUA. E em outra abinha já iniciei o preenchimento do formulário pro tal do visto. E já agendei a entrevista. Brasília era o lugar que levaria menos tempo: 40 dias. Não dava. Fiquei nervosa, tentei achar outras datas. Piorou. Ok, dormi.

No dia seguinte voltei ao formulário, tentei encontrar outras datas, e vi que poderia solicitar uma entrevista de emergência. Solicitei. Enviei ao cônsul umas justificativas e tal. À tarde recebi um email da embaixada concedendo a entrevista. Liguei pro número lá e meia hora depois, ouvindo maquininha e apertando em várias teclinhas, consegui falar com uma 'voz humana paulista meu'. Então agendei a entrevista para a oooutra semana, dia 09 de maio, quarta-feira. E já abri uma abinha no Firefox pra procurar vôos. Outra abinha: hotel.

Ok, vôo comprado, vários contatos no Hospitality Club (HC) para tentar identificar o melhor hotel.

Dia 08 fui pra Brasília. Foi ótimo, cheguei lá e fui recepcionada pelo Evaristo (HC), que me esperava no aeroporto. Ele me mostrou onde era a Embaixada e demos uma volta pela Esplanada dos Ministérios e depois me deixou no hotel.

Fiquei no hotel (St. Paul Park, SHS, Q2) direto. Depois fui no shopping e comprei uma bolsa, porque percebi que tinha esquecido de levar uma, comi uma salada de frutas e fiz a mão, que estava um caos. Voltei pro hotel e segui trabalhando.

Na manhã seguinte, acordei cedinho e me acabei comendo no café da manhã. Depois peguei um táxi e 8 reais depois, estava na Embaixada, na super fila. Eram umas 7h e pouco da manhã. Ali pelas 8h30 acho que entrei na Embaixada, e daí, filinha, primeiro guichê, entrega de formulários, foto, IR, contracheques e extratos bancários. Senha. Senta. Espera. Sala cheia. Algum tempo depois, a senha e chamada. Outro guichê, perguntinhas rápidas, e o pedido para eu falar meu nome completo pausadamente. Depois, digitais. Senta. Espera, espera. Mesma senha novamente. E vou para a sala do Cônsul. Um loirinho, branquinho, tipicamente estadunidense. Novinho. Simpático, muito simpático. Pergunta o que vou fazer, porque não pedi o visto do Canadá primeiro. Pergunta se falo inglês, começa a falar comigo em inglês e diz algo como:

- I won't give you the tourist visa (eu precisava de um de trânsito, na real, mas aproveitei pra pedir um de turista, assim eu poderia sair do aeroporto, se quisesse), but a business one.*

- Oh, ok.

- I am sure you will attend conferences also in the United States in the future.

- Thank you.

- You will have to pay an additional fee.

- Ok... hmmm, but... do I have to pay it in cash?

- No, you can pay using a credit card.

- Oh, ok. Great. (meio abestalhada)

- Certo, agora é só esperar pelo Sedex?

- Sedex? Não precisarei vir aqui?

- Pra tudo na vida tem Sedex!

Aí não resisti e ri. Rimos. Muito fofo ele. Eu estava mega nervosa nas horas que antecederam a famigerada entrevista, mas foi muito tranquila. Ai fui no guichê do lado, paguei a bagatela de 60 dólares - pelo visto B1 (de negócios).

Depois fui no guichê dos Correios e paguei os quase 30 reais. E fui-me embora. Peguei meu pendrive que tinha ficado lá fora (eu sabia que não poderia entrar com celular, nem levei, nem o iPod, mas não sabia que pendrive era proibido). E liguei pra minha mãe, toda feliz.




Táxi, hotel, e tentei trocar a passagem pra voltar antes, já que inicialmente eu teria que retirar o passaporte no dia 11 à tarde. A diferença de preço era muito grande, então era isso: ficaria presa no Planalto Central até às 22h de sexta-feira. Então fiquei trabalhando, enfurnada no hotel. Lá pelas 17h, me deu fome. Desci e peguei um sanduba. Sim, eu tinha comido tanto no café da manhã, que não tinha fome.

Depois, ali pelas 19h, o Ivan (HC) foi lá no hotel. Gente, pense num menino fofo. Muito queridinho ele. Um paulista altão, com jeitinho de gaúcho natureba, de papo solto, um abraço acolhedor e que provoca risadas fáceis.

Voltei a trabalhar e consegui terminar tudo o que eu queria. Fiquei feliz, assim poderia passear no dia seguinte.






Na quinta, conversei com a Helba (HC) e marcamos de sair na hora do almoço dela. Fui pra Esplanada, me perdi nos prédios e depois de muito andar, encontrei o dela. Fomos para a Feira. Depois no parque da cidade, no Pier (um shopping tipo aeroclube, mas melhor e à beira do lago artificial da cidade). Bem bonito. Daí ela almoçou. Sim, ela. Eu havia comido no café da manhã o dobro do dia anterior. Até levei o computador pro salão do café, pra ficar trabalhando e comendo... usar todo o tempo possível.

Depois ela me deixou na Esplanada e foi o dia de tirar fotinhos. O máximo de fotos que minha máquina permitiu. Depois de saber que eu iria pros EUA, e que compraria uma máquina nova, ela resolveu pifar. Ai, ai. Mas consegui tirar algumas poucas fotos.

Brasília (a Esplanada dos Ministérios) parece uma galeria de arte a céu aberto. A arquitetura é uma obra de arte. É linda. É uma cidade diferente. Completamente planejada. Ruas matemáticas. Impressiona. A Catedral é linda. Absolutamente lida. É legal ver aqueles prédios todos que a gente vê na tv.





Ameeeei um lance que tem lá na Esplanada e que o pessoal deveria imitar em outros lugares. Assim, a esplanada é um lugar cheio, cheio, cheio de predinhos todos iguais, onde funcionam os ministérios. Daí tem lá um predinho com o nome Ministério do não sei o quê. Ministério não sei que lá. E por aí vai. Tem todos os ministérios. Tá, então é cheio de gente trabalhando, né. E aí tem umas barracas que vendem lanche na rua, mas os lanches são super saudáveis. Tem barraca de frutas, por exemplo, e daí eles descascam e cortam as frutas e vendem ali, in natura. O máximo. Eu peguei uma salada de frutas com granola, por 1,50.

Ah sim, isso, achei BSB relativamente barata. É mais barata do que Salvador, sem dúvidas.

Passei no Museu, prédio da biblioteca nacional, catedral (perfeita), ministérios, palácio do planalto, justiça, memorial JK, mais museu, Itamaraty, Congresso: senado e câmara... essas coisas todas.

Cheguei no hotel acabada. Sim, fiz tudo à pé. Tomei um banho, descansei. E daí a Helba me chamou: vamos jantar? Vaaaaamos! Daí ela passou no hotel e fomos dar voltas pela noite de Brasília. Conheci o Aroldo e a Bárbara, amigos e colegas de casa da Helba, que é uma paraense muito, mas muito gente boa e divertida. A noite foi ótima. Tomei meu clássico Alexander, comemos filé, fritas, pizza. O pessoal bebeu cerveja... a conta toda saiu 50 reais, pra quatro pessoas. Que diferença de Salvador, né?




Na sexta, uma friaca. Fui no shopping e comprei uma meia, porque eu esqueci minhas meias em casa. Fiz as malas, mas não me acabei no café da manhã, porque tinha combinado de almoçar com a Bárbara. Fechei a conta no hotel, deixei a bagagem lá e fui para o almoço. Cheguei 10 minutos antes, mas no lugar errado. Alguns contratempos, e 1h, depois, almoçamos. Passeei, vi artesanatos, subi na torre da tv. Dei de cara com o prédio da Capes (será um sinal?), fui no shopping, fiz hora, andei, andei, fui no hotel, peguei minhas coisas e fui pro aeroporto. Cheguei lá umas 18h e tanto e fiquei até às 22h. Meu vôo saiu mais do que na hora. Nunca vi um embarque tão cedo.

Antes disso, fiquei trabalhando direto na praça de alimentação, jantei. Adiantei um monte meu outro trabalho. Foi perfeito.

Cheguei em ssa pouco depois da meia noite, peguei um busum, e depois um táxi no Rio Vermelho. Home sweet home. E meu passaporte. Sim, o passaporte chegou antes de mim. Com o visto: B1/B2. Ai, que lindinho!!!



Agora estou na correria para comprar as passagem, pedi ajuda para a UEFS, mas não sei se vou ganhar. :( Ah, sim, eu pedi ajuda pro grupo organizador da conferência, e consegui um auxílio parcial. Ótimo!!! Ah, sim, sim. Outra coisa. Na sexta-feira anterior à entrevista em BSB recebi também o aceite para um workshop em Física Moderna, em Ontario. Isso significa que ficarei uma semana em Calgary, na conferência em história e filosofia da ciência, e uma semana em Ontario, no workshop. Nesse último, eles me deram alimentação e estada, na faixa. Perfeito, não? Legal que os eventos se encaixam perfeitamente nas datas.

O vôo já está reservado, o roteiro:

VÔO DATA TRECHO HORÁRIO
AA 962 19/06 São Paulo (Guarulhos)/ Dallas (DFW) 21:45/ 06:10
AA 2081 24/06 Dallas (DFW)/ Calgary (YYC) 11:00/ 13:40
AC 1142 29/06 Calgary (YYC)/ Montreal (YUL) 01:10/ 07:10
AC 401 02/07 Montreal (YUL)/ Toronto (YYZ) 07:00/ 08:18
AA 4771 07/07 Toronto (YYZ)/ Nova York (JFK) 18:35/ 20:25
AA 951 14/07 Nova York (JFK)/ São Paulo(Guarulhos) 21:30/ 08:15


Aliás, fica minha sugestão: Daniele, da agência Sem Fronteiras. Que tem se mostrado bastante eficiente e organizada, diferentemente de outras agências que contatei.

Buenas, nesse meio tempo, terminei o segundo trabalho importante - e com prazo - que estava fazendo. E entreguei ontem. Agora sou uma pessoa mais livre. Vou poder dormir mair - a não ser que seja pra fazer festa. Ou seja, só dormirei pouco se for por prazer. Não que trabalhar não me dê prazer, ao contrário.

Ai, ai, querido diário, é isso, esse é o motivo das minhas alegrias nestes últimos dias, e motivo de eu estar tão afastada daqui. Mas agora voltarei, aos pouquinhos.

*Na real eu ganhei o visto B1 e o B2, sim, bem banana de pijama: o de negócios e turismo, respectivamente.

domingo, março 25, 2007

Quer ganhar dinheiro fácil?




=====================================
LOST, are you playing?
www.lost.eu/1629e
Ajude a tia Kate a ganhar 500 pounds
www.lost.eu/1629e
Ou tente você mesmo, ganhar a grana.
www.lost.eu/1629e
Entre agora!
www.lost.eu/1629e
Let´s play!
=====================================


sexta-feira, março 23, 2007

Vivificação do humor



23/03 (hoje) às 3h02 a 03/04 às 20h58
Marte em sextil com Lua natal

Bom humor e boa disposição social tendem a ser a tônica do período que vai dos dias 23/03 (hoje) às 3h02 e 03/04 às 20h58 para você, Katemari. Marte estará formando um ângulo estimulante e harmonioso à sua Lua de nascimento, e isso costuma dar uma dinamizada à vida emocional do indivíduo. Cores mais leves passam a tonificar o seu emocional, e este não é apenas um momento socialmente interessante como, sobretudo, tende a ser uma fase de reações emocionais positivas.

É curioso observar, Katemari, como muitas vezes passamos dias, às vezes até meses e anos mergulhados numa chateação ou ressentimento. Remoemos aquilo, até que de repente - bum! - a coisa passa. Em geral, são nos ciclos positivos de Marte com a Lua que a pessoa simplesmente "espana a poeira" e se livra de emoções chatas que não lhe servem mais. E este momento, para você, é agora!

Daí a importância de, neste momento, conhecer gente nova, permitir-se trocar emoções com os outros, fazer coisas que lhe dão prazer. É um bom momento para o intercâmbio de sentimentos, para a expressão das emoções, sobretudo com as pessoas mais íntimas, da família, os amigos mais chegados, ou os amores.

quinta-feira, março 08, 2007

Pé de pato, mangalô, três vezes!



Adoro quando os céus falam comigo. Recebi sinais divinos esta semana.

É sempre bom ter alguém (os deuses, nesse caso) em quem colocar a responsabilidade das nossas próprias decisões.

Tenho novidades, mas não vou conta-ar!

Sim, eu acredito na teoria do olho gooooordo, da inveeeeja, do mau olhaaaado, de todas essas coisas aí. Então, não conto, não conto, não conto! Mas...

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá

Certo ou errado até
A fé vai onde quer que eu vá
Ô-ô
A pé ou de avião
Mesmo a quem não tem fé
A fé costuma acompanhar
Ô-ô
Pelo sim, pelo não


Gilberto Gil