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quinta-feira, junho 18, 2009

Pessach, Passover, Páscoa Judaica




Apesar de morar décadas em Porto Alegre, de ter freqüentado (nova norma ortográfica de c* é r*) o Bom Fim e de ter interesse por religiões e povos e costumes, eu não sabia nada sobre judeus até o começo deste ano. Não que agora eu saiba muita coisa, mas nestes poucos meses de 2009 aprendi mais sobre o povo judeu do que em toda a minha vida.

Claro que esse aprendizado se deu da maneira mais conveniente possível: viajando e comendo.

Primeiro tive a experiência de passar alguns dias na Alemanha e através do Memorial aos Judeus Assassinados na Europa (página em inglês)eu pude aprender um pouco sobre o que foi o Holocausto (A lista de Schindler, O diário de Anne Frank, O pianista etc., ajudam mas não dão conta do recado). Dá uma olhada no panfleto informativo do museu (em português).

Depois tive a oportunidade de passar o Pessach com uma família judaica. Foi excelente. Comi e bebi até quase morrer. Um monte de comidas boas, um monte de vinho, muitas risadas, muita gente bacana, uma tradição muito bonita. Na foto acima, estou lendo o livrinho com a história que todas as famílias judaicas contam/lêem/relembram durante o Pessach, em todo o mundo. Ao meu lado está um casal Polonês: Agnieska e Lukasz. O Lukasz é bolsista Fulbright e esteve comigo na orientação em Miami. Eu fui convidada a participar do Seder do Pessach e podia convidar mais duas pessoas, então convidei esse casal super fofo. Adoro os dois. A gente leu a história, comeu as comidinhas, bebeu o vinho, fez todas as coisinhas.

Tem também a convivência com alguns alemães com quem tenho intimidade suficiente para perguntar tudo-o-você-sempre-quis-saber sobre a relação alemães contemporâneos-história dos judeus na Alemannha. Além da convivência com amigas e amigos de origem judaica. Agora tenho até uma colega de casa judia. Não, ela não come porco e usa esponja separada para lavar a louça, para não correr o risco de ter contato com algo que tenha tido contato com porco.

Durante esses meses por aqui, aprendi sobre o que é Kosher e todas essas coisas. Tenho amigos etnicamente judeus mas não reliogiosamente judeus. E tem os meio religiosos, assim como o bando de meio-católicos que tem no Brasil.

Uma particularidade de morar em Nova York é que a cidade concentra a maior população de judeus do mundo. E, quem diria, a comunidade judaica começou aqui porque uns judeus que moravam em Recife decidiram se mudar, em busca de livre expressão religiosa. Sorte minha, que estou na parte do mundo em que a versão judia de Babka pegou e colou! (e faz de conta que cada fatia dessa delícia não tem 500 calorias.)

Então ficamos assim: como babka e comidinhas do Pessach por aqui e tapioca lá na Sé, em Pernambuco.

segunda-feira, junho 15, 2009

MoMa, a lenda.



Entrei em férias na metade de maio. Nem acredito que não coloquei isso no blog. Bem, eu entrei em férias numa semana e exatamente uma semana depois eu comecei a trabalhar. Então são umas férias bem meia-boca.

Entretanto, meu primeiro final de semana de férias foi maravilhoso. Na sexta-feira eu almocei em casa, depois fui no gostoso-que-me-faz-massagenzinhas. Explico: tenho ido num quiropraxista que, por acaso, é gostoso e, em sendo quiropraxista, acaba rolando uma masagenzinha no pescoço e afins, depois da tortura de me torcer toda. Então eu o chamo the-hot-guy-that-touches-me.

Depois do gostoso, fui passear, relaxadinha, no Central Park. Tomei um solzinho, fiz as unhas (só pintei, eu levei esmalte na bolsa), li um livro, caminhei e tomei mais sol. Estava um dia quente, lindo, ensolarado. Depois fui encher a cara. Vinho branco geladinho no meio/fim da tarde, bate papo, bla bla bla. Despues, jantinha: bacalhau com aspargos.

No sábado fui ao MoMA. Mas o MoMA tem história... seguinte: quando vim pra cá em 2007, por uma semana, à passeio (era caminho da conferência, fazer o quê?), eu queria porque queria ir no MoMA. Não fui na segunda-feira, já que museu que se preza fecha nas segundas. Aí fui na terça. Chego lá e o MoMA tá fechado. Já que todos fecham na segunda, o MoMA abre às segundas, pra ser do contra. Daí fui na quarta-feira. Mas ao contrário de muitos museus da cidade, no MoMA não dá pra dar qualquer valor pra pagar a entrada, tem que marchar com o ingresso que é bem carinho. E eu, como boa pobre, me neguei a pagar. Peguntei se tinha um dia de graça. Tinha, nas sextas-feiras. Na sexta eu voltei lá (ainda estamos em 2007, não se perca). Chego no museu e me dizem que a entrada gratuita é só depois das 17h. Puta que pariu, né? Custava ter um bilhetinho na porta falando os horários de funcionamento e valores para cada dia da semana. Eu teria evitado várias viagens.

Tá, daí agora eu voltei pra Nova York. Toda chique, né bem, por cima da carne seca, com um passe corporativo que me permite ir de graça no MoMA qualquer santo dia. Toma! Mas como Deus é um cara gozador e adora brincadeira, agora eu tinha o passe e não tinha tempo. Acabei nunca indo no MoMA, até o meu primeiro final de seman em férias.

Fui, toda-toda.

Entrei, peguei o telefonezinho para a visita guiada. É como um celular, que tem uma visita guiada, daí a gente tecla o numerozinho da peça/obra/afim e uma gravação explica tudo. Bem bacana.

O problema é que, sabe como é, esse BANDO DE TURISTA vem visitar a MINHA CIDADE e fica atrolhando (se não é gaúcha ou gaúcho, sinto muito, atrolho é vocabulário básico). Então eu só vi a parte de fotografias e um pedacinho de uma exibição de pinturas. E deixei para voltar em outro dia de férias, com menos povo à volta. Bem, eu achei que teria um montão de férias, né?

Pelo menos agora o MoMA desencantou. Já posso ir, a qualquer hora.


quarta-feira, novembro 19, 2008

Compatriotas





Antes de vir para cá troquei emails com um colega bolsista que também viria para a mesma faculdade que a minha. Quando cheguei na cidade, fui comprar umas coisas básicas no supermercado aqui na frente de casa e, conversando com a dona do lugar, descobri que esse colega havia desembarcado também naquele dia e tinha feito compras por ali também. Vim pra casa e mandei email pra ele, comentando o fato. Mas ele nunca respondeu. Depois, nas milhares de sessões de orientação, cheguei a vê-lo um dia, quando chamaram para os alunos do Brasil se levantarem, e apenas nós dois nos levantamos. Tentei falar com ele, mas o menino havia sumido. Ok. Depois, numa recepção lá no quarteirão das Nações Unidas, no prédio chique da Fulbright, encontrei outros brasileiros: uma menina super bacana, do Rio (eu amo cariocas), e um menino que nem sei de onde é, visto que conversamos muito rapidamente. Não sei qual é o babado com os brasileiros aqui, não consigo manter contato com nenhum! Fora a Laura, e uma outra menina do Facebook, ah e uma outra do Orkut. Aliás, as brasileiras não ficam muito de frescura.

Enfim, daí, lá na Fulbright, a Laura me apresentou pro colega esse que estuda na mesma faculdade que eu. Oi, oi. Ok. Depois eu estava conversando com um outro menino não sei de onde e veio o colega esse e perguntou:

- Oi, estou procurando a Katemari, ela é brasileira também.
- Eu apontei pro meu crachá e disse, eu sou Katemari, nós já fomos apresentados.
- Não, a Katemari que eu estou procurando é japonesa.
- Ah, tá bom.

Sabe como é né gente, tem muita Katemari no Brasil. Nomezinho comum...

Comentários "aleatórios" no orkut:

Sobre as comemorações nas ruas do Harlem após a vitória do Obama:
Nao acredito que perdi essa festa! Vi da televisao e fiquei com muita preguica e confesso com um pouco de medo de sair de casa.


Sobre a localização de uma loja:
eu moro em Newark...essa loja ABC ,fica perto da Penn station aqui de Newark ... vc pega o metrô no aeroporto de Newark e desce aqui na Penn station ...sai na Ferry street , andando sempre do lado esquerdo da Ferry , passa em frente do walgreens e segue ...qualquer dúvida , pergunte a qualquer pessoa na rua , a maioria do pessoal daqui são hispanos e brasileiros ... no ABC , vc compra casacos a partir de 30 dólares, conjuntos de roupas térmicas por 5 dólares , luvas 0,99 centavos , conjunto de luvas +cachecol + gorro por 6 dólares ... vale conferir também as lojas : Easy picky e National ...confira as ofertas nos malls de Elizabeth e Jersey city , rota 21 ...se vc se animar vá à dowtown de Newark, que tem muitas lojas , mas fica na região dos negros e p/ vc andar por lá bom sozinha , pode ser perigoso ...bom , espero ter ajudado ...


Sobre segurança em Nova Iorque:

-Não andar acima da 100th st...
-Evitar de pegar metrô depois de 0hr...
-Depois de 0hr só taxi ou apé...
-Cuidado com Downtown depois das 19hrs, fica deserto...
-Cuidado com Chinatown de dia com pequenos roubos, e anoite nem pensar....
-Cuidado com latinos, principalmente porto riquenhos, cubanos...
-Se tu tiver sozinha, e tiver um grupo de negros reunidos, fazendo bagunça, Jamais passe por eles..
-Não vai andar no central park anoite...
-Não encare, pessoas mal encaradas em estações de metrô ou no próprio vagão!
-Não dê bola pra pessoas que vierem conversar contigo do nada, corta!!
-E pra evitar problemas, não toque nos americanos...




ONDE ESTÁ O RACISMO?
- Escuta aqui, ó criolo…
- O que foi?
- Você andou dizendo por aí que no Brasil existe racismo.
- E não existe?
- Isso é negrice sua. E eu que sempre te considerei um negro de alma branca… É, não adianta. Negro quando não faz na entrada…
- Mas aqui existe racismo.
- Existe nada. Vocês têm toda a liberdade, têm tudo o que gostam. Têm carnaval, têm futebol, têm melancia… E emprego é o que não falta. Lá em casa, por exemplo, estão precisando de empregada. Pra ser lixeiro, pra abrir buraco, ninguém se habilita.
Agora, pra uma cachacinha e um baile estão sempre prontos. Raça de safados! E ainda se queixam!
- Eu insisto, aqui tem racismo.
- Então prova, Beiçola. Prova. Eu alguma vez te virei a cara? Naquela vez que te encontrei conversando com a minha irmã, não te pedi com toda a educação que não aparecesse mais na nossa rua? Hein, tição? Quem apanhou de toda a família foi a minha irmã. Vais dizer que nós temos preconceito contra branco?
- Não, mas…
- Eu expliquei lá em casa que você não fez por mal, que não tinha confundido a menina com alguma empregadoza de cabelo ruim, não, que foi só um engano porque negro é burro mesmo. Fui teu amigão. Isso é racismo?
- Eu sei, mas…
- Onde é que está o racismo, então? Fala, Macaco.
- É que outro dia eu quis entrar de sócio num clube e não me deixaram.
- Bom, mas pera um pouquinho. Aí também já é demais. Vocês não têm clubes de vocês? Vão querer entrar nos nossos também? Pera um pouquinho.
- Mas isso é racismo.
- Racismo coisa nenhuma! Racismo é quando a gente faz diferença entre as pessoas por causa da cor da pele, como nos Estados Unidos. É uma coisa completamente diferente. Nós estamos falando do crioléu começar a freqüentar clube de branco, assim sem mais nem menos. Nadar na mesma piscina e tudo.
- Sim, mas…
- Não senhor. Eu, por acaso, quero entrar nos clubes de vocês? Deus me livre.
- Pois é, mas…
- Não, tem paciência. Eu não faço diferença entre negro e branco, pra mim é tudo igual. Agora, eles lá e eu aqui. Quer dizer, há um limite.
- Pois então. O …
- Você precisa aprender qual é o seu lugar, só isso.
- Mas…
- E digo mais. É por isso que não existe racismo no Brasil. Porque aqui o negro conhece o lugar dele.
- É, mas…
- E enquanto o negro conhecer o lugar dele, nunca vai haver racismo no Brasil. Está entendendo? Nunca. Aqui existe o diálogo.
- Sim, mas…
- E agora chega, você está ficando impertinente. Bate um samba aí que é isso que tu faz bem.
Luís Fernando Veríssimo, 14 de Maio de 1975

quarta-feira, novembro 05, 2008

Onze de setembros






Vale a pena assistir este vídeo. Se a sua conexão for lenta, aperta no play e em seguida no pause, deixa o vídeo carregar e depois aperta no play novamente, assim o vídeo não fica parando e toca direto.



Outro dia assisti um documentário super interessante, também sobre o 11 de Setembro. Um outro 11 de Setembro. Ou melhor, um 11 de Setembro visto de outras perspectivas. O nome do filme é Divided we fall e se você tiver a oportunidade de assistir, não perca!

O filme fala sobre o que é ser "americano", quem conta como "americano" e quando. E fala também da vida dos Sikhs após os ataques às torres gêmes em Nova Iorque.

Festa da democracia



Gente, adorei este negócio de eleição nos Estados Unidos.

Aqui votar não é obrigatório, então rolam várias campanhas para estimular as pessoas a votarem, para não esquecerem de votar e tal. Não é feriado nem nada, é um dia "comum".

Mas tem umas coisinhas interessantes, como várias distribuições de coisas de graça. A Starbucks, por exemplo, distribuiu café de graça para quem pedisse. A Ben & Jerry's, sorvete. Um sex shop no West Village estava distribuindo vibradores. Teve donuts, hamburguer etc.

Eu, a Sarah e a Jackie fomos para a Ben & Jerry's aqui perto de casa, comemos sorvetinho e depois passamos na Starbucks para um café na faixa.

Então viemos pra casa e ficamos acompanhando o resultado das eleições via internet e tv. Aí, de repente, não mais que de repente, fechou um estado, o mapa ficou azulzinho (azul é democrata, vermelho é republicano; Obama, McCain). Parênteses: no programa pré-acadêmico em Miami eu tive aulinha sobre o sistema eleitoral estadunidense e ele até faz sentido. Então foi bem legal acompanhar a apuração. Fecha parênteses. Então, quando ficou azulzinho (não lembro que estado foi), era virtualmente impossível o Obama perder, porque certamente a Califórnia seria Democrata, e a Califórnia representa 55 delegados, o que já seria suficiente para somar os 270 delegados necessários. Então a gente, hein? Porque a gente viu pela internet primeiro, o estado ficando azul e o número de delegados subindo. Aí foi aquilo, ué, mas então ele ganhou? E daí 1 minuto depois a CNN na tv começou a falar que o estado esse tinha ficado azul e então o Obama tinha ganhado as eleições e tal.

E foi uma euforia geral, e daí a gente resolveu sair pra rua. Eu moro entre o Upper West Side e o Harlem. Bem bem entre os dois, o bairro se chama Morningside Heights. Então andamos umas poucas quadras e estávamos no coração do Harlem. E foi muito emocionante. TODO mundo estava saindo de casa! As ruas foram tomadas. Gente das janelas gritava. As pessoas na rua gritavam. Formou-se uma gigante multidão. Trocentos policiais apareceram para organizar o trânsito e todo o resto. Os carros buzinavam. As ruas foram fechadas por gente. E são ruas largas.

Tinha um telão na rua e ficamos assistindo os comentários. O governador de NY estava lá, tinha um palco, ele falou. E depois, o discurso da vitória. O Obama, no telão falou, e a galera enlouqueceu. Foi muito, muito bonito. As pessoas choravam. Homens, mulheres. Uma senhora asiática perto de mim tinha lágrimas escorrendo pelo rosto. Foi uma cena interessante, ela, no meio da multidão negra, chorava emocionada. Senhores de mais idade, senhoras de cabelos grisalhos, todos de olhos vermelhos.

Jovens andando pelas ruas e gritando "Yes, we can!". Aliás, todo mundo gritava, pulava, abraçava, batia na mão. Foi bem bacana. Muito melhor do que halloween, meu bem!

Só é uma pena que não fui pegar o vibrador...

Fotinhos? Aqui!

terça-feira, novembro 04, 2008

Halloween experience



Meu primeiro Halloween foi interessante. Começou com um sábado de tempo nublado/chuvoso no Central Park, numa atividade voluntária para esculpir abóboras.

Eu nunca tinha esculpido abóboras na vida, e foi bem legal. Era um bando de gente limpando abóboras, cortando, fazendo carinhas, colocando velas e depois decorando o parque. Começou às 8h da manhã e ia até o final da tarde. O Festival da abóbora começava no fim da tarde, mas as turmas de voluntários trabalhavam desde cedo. Eu me inscrevi pro turno das 11h às 15h, mas falei pra coordenadora da minha equipe que não ficaria o tempo todo porque eu tinha mid-term papers (tipo prova de meio de semestre, mas eu não tinha prova, tinha artigos) para fazer, e o prazo era na segunda-feira. Eka disse que tudo bem.

Fiquei uniformizadinha com camiseta cor de abóbora, boné cor de abóbora e fui pra mesa dos escultores. Sim, porque eu não queria ficar limpando abóbora. Foi bem divertido, mas cansativo.

Sei que o festival era beneficente, pra ajudar umas crianças aí, com alguma doença aí. Confesso que fui pela experiência das abóboras, não pelo meu desapego e amor ao próximo.

No domingo eu fui almoçar com a Anna e com a Jackie, fomos para Chinatown e comi Dim Sum. Eu AMO Dim Sum. Sim, foi a primeira vez que comi, mas agora eu amo. E amo aquele restaurante, especificamente. Depois comemos sorvetinho de chá verde na Ice cream factory e a Jackie veio pra casa estudar e fui com a Anna comprar minha fantasia de Halloween. Depois de andarmos bastante pelo West Village, encontramos a loja, experimentei umas fantasias e saí com todo o arsenal para a sexta-feira seguinte, quando desfilaria na parada do halloween.

No final de semana seguinte, e pós mid-terms teve a parada de Halloween. Eu me diverti, mas acho que agora entendo pq este povo fica deslumbrado com carnaval do Brasil, eles tinham tudo: estrutura, policiamento, um MONTE de gente, um MOOOOONTE de gente fantasiada, bla bla bla... só faltou colocar música.

Achei bacana, mas não sei se farei novamente. Parece mais um evento para tirar foto de fantasias. Mas foi divertido. O legal foi estar em um grupo grande de amigos. O chato foi estar em um grupo grande de amigos. Sabe, muito adolescente junto? Pega um monte de recém graduado e recém chegado a Nova Iorque. É muito deslumbre e pouca coordenação, o que, neste caso, prejudicou um melhor aproveitamento da festa. Na real o 'bom' do Halloween é o pós-parada. Então a parada foi bacana, o pós-parada foi péssimo.

Entre mortos e feridos, salvaram-se todos e curti muito minha primeira experiência de Halloween.