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sábado, junho 18, 2011

Negão vagabundo!

Coletivo Catarse: Advogado do estudante que denunciou brigadianos po...: "Em uma entrevista à Catarse, Onir de Araújo, advogado do estudante Hélder Santos que veio da Bahia para estudar história em Jaguarão - RS"



sábado, dezembro 25, 2010

Quer testar sua paciência, pergunte-me como.


Quem ronca deve dormir super bem, né?
Afinal, enquanto dorme não escuta seu próprio ronco. Pelo menos na maior parte do 'roncatório'.

Cerca de 50% dos casais brasileiros sofrem com o ronco dos parceiros e as apneias (interrupção da respiração durante o sono). Você vai encontrar dicas de como parar de roncar, saiba que são vários fatores que influenciam, entre eles: a obesidade, o envelhecimento e o estilo de vida.

As pessoas com esses distúrbios têm maior probabilidade de desenvolver doenças do coração como arritmias, pressão alta e infarto. As orientações a seguir, conhecidas como Higiene do Sono, consistem de algumas medidas práticas que são utilizadas para modificar hábitos inadequados com relação à saúde para melhorar a qualidade de vida das pessoas com problemas de distúrbios respiratórios do sono. Confira as dicas:

1. Emagreça. O acúmulo de gordura na região do pescoço, tórax e abdômen aumentam as chances de roncar e ter apneias porque estrangulam a passagem do ar nas vias aéreas e dificultam a respiração;

2. Reeducação alimentar associado aos exercícios físicos são fortes aliados para combater a obesidade. Porém, a atividade física deve ser evitada próximo ao horário de dormir;

3. Evite o consumo de bebidas alcoólicas perto da hora de dormir. O álcool provoca um relaxamento maior dos músculos da garganta o que aumenta a intensidade do ronco e a quantidade de eventos de apneia ao longo da noite;

4. Evite fumar, pois o cigarro além do efeito estimulante da nicotina, provoca inflamação da úvula – “campainha” e dos tecidos da faringe, o que representa mais um fator que prejudica a passagem do ar na região da garganta;

5. Procure fazer refeições leves na hora do jantar. Evite dormir de estômago cheio, pois o desconforto abdominal obriga a pessoa a dormir em decúbito dorsal (barriga para cima). Nesta posição o ronco tende a ser mais intenso devido ao relaxamento da musculatura e à ação da gravidade que empurra a língua em direção a garganta e compromete a passagem do ar;

6. Colocar calços sob a cabeceira da cama para erguê-la cerca de 15 cm ameniza a ação da gravidade e o deslocamento da língua em direção a garganta;

7. Queixo pequeno e céu da boca profundo e estreito são fatores que comprometem a respiração durante o sono. Aparelhos bucais que projetam levemente o queixo para frente são capazes de prevenir o ronco, melhorar as apneias e a respiração durante o sono;

8. Devido ao envelhecimento, os músculos perdem a tonicidade e se tornam flácidos. Exercícios fonoaudiológicos são úteis para fortalecer a musculatura da garganta e evitar o ronco;

9. Cirurgias para desobstrução do nariz e correção de desvio de septo apresentam bons resultados;

10. Evite remédios para dormir sem ter prescrição médica. Alguns medicamentos como os benzodiazepínicos atuam no sistema nervoso central e podem agravar os roncos e as apneias.

Pior do que ouvir ronco é ouvir ronco pela manhã, tarde e noite. Incrível como tem gente que consegue ter tanto sono!!!

terça-feira, dezembro 14, 2010

Bem-vinda!




Depois de um final de semana prolongado em Nova Orleans, sobre o qual falarei depois, chego em casa e já tomo na cara um tapa de realidade: lixo da porquinha que não tirou as porcarias durante o final de semana.

Sim, além da lixeira atrolhada, tinha lixo pelo chão, atrás da lixeira, ao lado, na frente... daí a palhaça aqui, foi varrer tudo e colocar num saco de lixo apropriado, né?

Só dando com um gato morto até miar!

sábado, novembro 06, 2010

De chorar no cantinho

Durante meu mestrado, no período de coleta e análise de dados, eu tive que transcrever as entrevistas que conduzi. Foi a pior parte, sem dúvidas, desta porcaria que chamam pesquisa acadêmica. Eu fiquei estressada, deprimida, mau humorada. Sim, ainda mais mau-humorada. E colapsei em lágrimas. Parei tudo e resolvi pagar os tubos por serviços de transcrição. Depois dessa traumática experiência, eu fiz uma resolução, de nunca mais trabalhar com entrevistas e nunca mais transcrever coisas na minha vida. Tudo bem, depois eu pensei, pensei, e decidi que usaria entrevistas no futuro. Adoro entrevistas, adoro ouvir e contar histórias da vida das pessoas. O que é lindo, no mundo acadêmico mas, cá entre nós, significa que eu tenho boas habilidades para fofoqueira.

Enfim, meu povo, o tempo passa, passa... e agora encontro-me numa situação em que farei entrevistas para coletar dados para minha amada tese. Não só por questões do trabalho, mas pelo idioma, minha orientadora sugeriu e minha banca resumida concordou que eu deveria usar serviços de transcrição quando esta fase da pesquisa chegar. Ótimo.

Entretanto, estou fazendo uma disciplina (sim, um curso inteirinho) sobre entrevistas. E agora cheguei no momento em que tenho que transcrever as malditas. Esta semana está sendo um inferno. Eu odeio trascrever, com todas as minhas forças. Descobri que odeio ainda mais transcrever num segundo idioma.

E eu duvido muito que eu consiga terminar de transcrever esta entrevista até quarta-feira. Será a primeira vez que vou ter que chorar prum docente e dizer, olha, não vai rolar, não tenho como fazer este teminha de casa. Vou ver o que pega melhor, o sou estrangeira ou o eu tenho trauma de transcrever. Na terra do Tio Sam, tenho certeza que os dois vão colar.

segunda-feira, agosto 16, 2010

Fat lady



PQP, ninguém merece uma cantora de ópera no quarto ao lado. Sim, a menina pra quem a minha colega de casa (ilegalmente) sub-locou o quarto dela desta vez é cantora de ópera.

Um pouquinho é até bacana ouvir, mas esta mina cantando um montão, acaba com a paciência de qualquer vivente. Oh-oh-ohhhh de c...

Tá na hora de acabar já, ô, fat lady.


segunda-feira, agosto 02, 2010

Mantido em cativeiro.



Bah minha colega de quarto tá ficando meio folgada. Outro dia o computador dela deu pau. Fiquei com dó da menina. Ela ia viajar na semana seguinte e tal (ia viajar na terça da semana passada, o computador deu pau no domingo passado). Ofereci meu pequeno computador se ela precisasse.

No fim ela cancelou a viagem, porque não conseguiu visto. Tá, tudo bem.

Daí pediu meu computador. E tá usando. Direto!

Mas assim... o problema do computador dela é que precisa reinstalar o sistema operacional. Só isso. Se ela não vai viajar, poderia fazer isso né. Daí eu disse, ah, mas teu computador é só instalar o negócio, por que tu não instala? Daí ela, ah, que tá com preguiça... que vai fazer isso depois. Que nem precisa tanto do computador, usa mais pra diversão (praticamente é só pra Facebook e ver vídeos).

Tipo, eu não tenho absolutamente nada contra, e não tô nem aí pro que ela faz ou deixa de fazer no computador... DELA! Porra, se não precisa do computador, então não usa o meu, ora! Pegou meu computador e não largou mais. Nunca mais devolveu.

Quero resgatar o meu bebê do quarto dela!!! :(

quarta-feira, junho 30, 2010

Um beijo no coracao



Arrrrrrrrrrrgh, odeio gente sem nocaaaaaaaao! Tem uma menina aqui na sala de computadores que ligou pra nao sei onde e colocaram a guria em espera, com musiquinha, dai a fofa colocou o celular em viva voz. E eu aqui, tentando estudar (e a esta hora!!!) tenho que ficar ouvindo musiquinha de espera de telefone! APA, neh?

Ninguem merece. Ninguem!

domingo, julho 12, 2009

Exploração sexual






Esse é o trailer do filme "Very young girls", um filme imperdível.
Assista quando puder!

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Santa ignorância




Ai, que saco, viu! Não adianta; seja lendo os comentários das pessoas na série Racismo nos textos do Alex Castro, seja por textos como este do "Mr. Manson", cada vez mais eu me convenço que a ignorância supera o bom senso.

quarta-feira, novembro 19, 2008

Cala a boca, Magda!

Compatriotas





Antes de vir para cá troquei emails com um colega bolsista que também viria para a mesma faculdade que a minha. Quando cheguei na cidade, fui comprar umas coisas básicas no supermercado aqui na frente de casa e, conversando com a dona do lugar, descobri que esse colega havia desembarcado também naquele dia e tinha feito compras por ali também. Vim pra casa e mandei email pra ele, comentando o fato. Mas ele nunca respondeu. Depois, nas milhares de sessões de orientação, cheguei a vê-lo um dia, quando chamaram para os alunos do Brasil se levantarem, e apenas nós dois nos levantamos. Tentei falar com ele, mas o menino havia sumido. Ok. Depois, numa recepção lá no quarteirão das Nações Unidas, no prédio chique da Fulbright, encontrei outros brasileiros: uma menina super bacana, do Rio (eu amo cariocas), e um menino que nem sei de onde é, visto que conversamos muito rapidamente. Não sei qual é o babado com os brasileiros aqui, não consigo manter contato com nenhum! Fora a Laura, e uma outra menina do Facebook, ah e uma outra do Orkut. Aliás, as brasileiras não ficam muito de frescura.

Enfim, daí, lá na Fulbright, a Laura me apresentou pro colega esse que estuda na mesma faculdade que eu. Oi, oi. Ok. Depois eu estava conversando com um outro menino não sei de onde e veio o colega esse e perguntou:

- Oi, estou procurando a Katemari, ela é brasileira também.
- Eu apontei pro meu crachá e disse, eu sou Katemari, nós já fomos apresentados.
- Não, a Katemari que eu estou procurando é japonesa.
- Ah, tá bom.

Sabe como é né gente, tem muita Katemari no Brasil. Nomezinho comum...

Comentários "aleatórios" no orkut:

Sobre as comemorações nas ruas do Harlem após a vitória do Obama:
Nao acredito que perdi essa festa! Vi da televisao e fiquei com muita preguica e confesso com um pouco de medo de sair de casa.


Sobre a localização de uma loja:
eu moro em Newark...essa loja ABC ,fica perto da Penn station aqui de Newark ... vc pega o metrô no aeroporto de Newark e desce aqui na Penn station ...sai na Ferry street , andando sempre do lado esquerdo da Ferry , passa em frente do walgreens e segue ...qualquer dúvida , pergunte a qualquer pessoa na rua , a maioria do pessoal daqui são hispanos e brasileiros ... no ABC , vc compra casacos a partir de 30 dólares, conjuntos de roupas térmicas por 5 dólares , luvas 0,99 centavos , conjunto de luvas +cachecol + gorro por 6 dólares ... vale conferir também as lojas : Easy picky e National ...confira as ofertas nos malls de Elizabeth e Jersey city , rota 21 ...se vc se animar vá à dowtown de Newark, que tem muitas lojas , mas fica na região dos negros e p/ vc andar por lá bom sozinha , pode ser perigoso ...bom , espero ter ajudado ...


Sobre segurança em Nova Iorque:

-Não andar acima da 100th st...
-Evitar de pegar metrô depois de 0hr...
-Depois de 0hr só taxi ou apé...
-Cuidado com Downtown depois das 19hrs, fica deserto...
-Cuidado com Chinatown de dia com pequenos roubos, e anoite nem pensar....
-Cuidado com latinos, principalmente porto riquenhos, cubanos...
-Se tu tiver sozinha, e tiver um grupo de negros reunidos, fazendo bagunça, Jamais passe por eles..
-Não vai andar no central park anoite...
-Não encare, pessoas mal encaradas em estações de metrô ou no próprio vagão!
-Não dê bola pra pessoas que vierem conversar contigo do nada, corta!!
-E pra evitar problemas, não toque nos americanos...




ONDE ESTÁ O RACISMO?
- Escuta aqui, ó criolo…
- O que foi?
- Você andou dizendo por aí que no Brasil existe racismo.
- E não existe?
- Isso é negrice sua. E eu que sempre te considerei um negro de alma branca… É, não adianta. Negro quando não faz na entrada…
- Mas aqui existe racismo.
- Existe nada. Vocês têm toda a liberdade, têm tudo o que gostam. Têm carnaval, têm futebol, têm melancia… E emprego é o que não falta. Lá em casa, por exemplo, estão precisando de empregada. Pra ser lixeiro, pra abrir buraco, ninguém se habilita.
Agora, pra uma cachacinha e um baile estão sempre prontos. Raça de safados! E ainda se queixam!
- Eu insisto, aqui tem racismo.
- Então prova, Beiçola. Prova. Eu alguma vez te virei a cara? Naquela vez que te encontrei conversando com a minha irmã, não te pedi com toda a educação que não aparecesse mais na nossa rua? Hein, tição? Quem apanhou de toda a família foi a minha irmã. Vais dizer que nós temos preconceito contra branco?
- Não, mas…
- Eu expliquei lá em casa que você não fez por mal, que não tinha confundido a menina com alguma empregadoza de cabelo ruim, não, que foi só um engano porque negro é burro mesmo. Fui teu amigão. Isso é racismo?
- Eu sei, mas…
- Onde é que está o racismo, então? Fala, Macaco.
- É que outro dia eu quis entrar de sócio num clube e não me deixaram.
- Bom, mas pera um pouquinho. Aí também já é demais. Vocês não têm clubes de vocês? Vão querer entrar nos nossos também? Pera um pouquinho.
- Mas isso é racismo.
- Racismo coisa nenhuma! Racismo é quando a gente faz diferença entre as pessoas por causa da cor da pele, como nos Estados Unidos. É uma coisa completamente diferente. Nós estamos falando do crioléu começar a freqüentar clube de branco, assim sem mais nem menos. Nadar na mesma piscina e tudo.
- Sim, mas…
- Não senhor. Eu, por acaso, quero entrar nos clubes de vocês? Deus me livre.
- Pois é, mas…
- Não, tem paciência. Eu não faço diferença entre negro e branco, pra mim é tudo igual. Agora, eles lá e eu aqui. Quer dizer, há um limite.
- Pois então. O …
- Você precisa aprender qual é o seu lugar, só isso.
- Mas…
- E digo mais. É por isso que não existe racismo no Brasil. Porque aqui o negro conhece o lugar dele.
- É, mas…
- E enquanto o negro conhecer o lugar dele, nunca vai haver racismo no Brasil. Está entendendo? Nunca. Aqui existe o diálogo.
- Sim, mas…
- E agora chega, você está ficando impertinente. Bate um samba aí que é isso que tu faz bem.
Luís Fernando Veríssimo, 14 de Maio de 1975

terça-feira, novembro 04, 2008

Halloween experience



Meu primeiro Halloween foi interessante. Começou com um sábado de tempo nublado/chuvoso no Central Park, numa atividade voluntária para esculpir abóboras.

Eu nunca tinha esculpido abóboras na vida, e foi bem legal. Era um bando de gente limpando abóboras, cortando, fazendo carinhas, colocando velas e depois decorando o parque. Começou às 8h da manhã e ia até o final da tarde. O Festival da abóbora começava no fim da tarde, mas as turmas de voluntários trabalhavam desde cedo. Eu me inscrevi pro turno das 11h às 15h, mas falei pra coordenadora da minha equipe que não ficaria o tempo todo porque eu tinha mid-term papers (tipo prova de meio de semestre, mas eu não tinha prova, tinha artigos) para fazer, e o prazo era na segunda-feira. Eka disse que tudo bem.

Fiquei uniformizadinha com camiseta cor de abóbora, boné cor de abóbora e fui pra mesa dos escultores. Sim, porque eu não queria ficar limpando abóbora. Foi bem divertido, mas cansativo.

Sei que o festival era beneficente, pra ajudar umas crianças aí, com alguma doença aí. Confesso que fui pela experiência das abóboras, não pelo meu desapego e amor ao próximo.

No domingo eu fui almoçar com a Anna e com a Jackie, fomos para Chinatown e comi Dim Sum. Eu AMO Dim Sum. Sim, foi a primeira vez que comi, mas agora eu amo. E amo aquele restaurante, especificamente. Depois comemos sorvetinho de chá verde na Ice cream factory e a Jackie veio pra casa estudar e fui com a Anna comprar minha fantasia de Halloween. Depois de andarmos bastante pelo West Village, encontramos a loja, experimentei umas fantasias e saí com todo o arsenal para a sexta-feira seguinte, quando desfilaria na parada do halloween.

No final de semana seguinte, e pós mid-terms teve a parada de Halloween. Eu me diverti, mas acho que agora entendo pq este povo fica deslumbrado com carnaval do Brasil, eles tinham tudo: estrutura, policiamento, um MONTE de gente, um MOOOOONTE de gente fantasiada, bla bla bla... só faltou colocar música.

Achei bacana, mas não sei se farei novamente. Parece mais um evento para tirar foto de fantasias. Mas foi divertido. O legal foi estar em um grupo grande de amigos. O chato foi estar em um grupo grande de amigos. Sabe, muito adolescente junto? Pega um monte de recém graduado e recém chegado a Nova Iorque. É muito deslumbre e pouca coordenação, o que, neste caso, prejudicou um melhor aproveitamento da festa. Na real o 'bom' do Halloween é o pós-parada. Então a parada foi bacana, o pós-parada foi péssimo.

Entre mortos e feridos, salvaram-se todos e curti muito minha primeira experiência de Halloween.


domingo, julho 06, 2008

Mó falcatrua!




Mulher furacão
Você leva tão a sério a expressão "A primeira impressão é a que fica" que causa mais impacto do que uma showgirl de Las Vegas. Não dá para negar que é profissional em deixar sua marca (de batom, de preferência ) por onde passa. O problema é que vai sempre com muita sede ao pote. É capaz de acariciar sedutoramente suas pernas para enfeitiçar um entrevistador ou deixar o corpão beeeem à mostra no dia em que vai conhecer... os pais do seu namorado. Você pega pesado na sensualidade quando está interagindo com pessoas que acabou de conhecer, porque essa é uma forma fácil de atrair a atenção. Ser tão espalhafatosa pode parecer forçado e impedir os outros de levá-la a sério. Para baixar um pouco a bola, repense sua atitude de gente-que-faz-e-acontece quando estiver paquerando. Estudos mostram que as pessoas formulam a primeira impressão em segundos. Então, considere a mensagem que está passando", diz Leil Lowndes, autor de How To Be a People Magnet (Como ser um ímã de pessoas). Claro, é muito fácil captar a atenção do vizinho se exibindo no quintal e não há dúvida de que atiçará o desejo do desconhecido do avião fazendo uma brincadeira atrevida, mas... seu alvo interpretará a mensagem assim: "Ela me quer", e não "Ela é bacana. Vou conhecê-la melhor". Para puxar o freio da sua impulsividade, siga o conselho de Lowndes: "Não deixe de lançar mão de sua porção sedutora, usando e abusando do olho no olho fulminante, por exemplo. No entanto, procure manter uma aura de mistério não se expondo rápido demais".


Esse é o resultado mais absurdo que já recebi nestes testezinhos de internet...
Veja algumas pergunas e as respostas que eu dei:

1 - Em uma entrevista de emprego, você percebe que o entrevistador não está envolvido com o que você fala. Sua atitude é:
* Correr a mão devagar pelo cabelo e depois pousá-la na coxa.
* Perguntar como ele se tornou uma peça-chave na organização.
* Ficar na sua, esperando que ele finalize a entrevista.

2 - Você vai ao cinema assistir a um filme de terror e lá encontra uma amiga, o namorado dela e - que sorte! - aquele amigo bonitão deles. Como reage?

* Cumprimenta o lindo e depois brinca: "Se você não estivesse aqui eu teria que ficar segurando vela sozinha".
* Diz "Oi" e não passa disso.
* Pergunta maliciosamente: "Posso pegar na sua mão se ficar com medo em alguma cena?"

5 - Está chovendo na sua horta: seu novo vizinho é simplesmente um deus. Qual o seu plano?

* Levar um bolo de cenoura à casa dele e se apresentar.
* Vestir aquele biquíni mínimo e tomar sol embaixo da janela dele.
* Enviar um bilhete de boas-vindas.

6 - No dia em que vai conhecer os pais do seu namorado, você usa:

* Um vestido básico que cai superbem.
* Casaquinho, calça comprida e sapatilha.
* Top curto e minissaia.

8 - Imagine que está caminhando sozinha em uma festa lotada na praia. Você:

* Fica tensa e procura um rosto conhecido.
* Anda desfilando e grita "Adivinhem quem vai dar um mergulho".
* Caminha confiante com um sorriso no rosto.

10 - Você está dentro do avião e há um bonitão sentado ao seu lado manuseando um iPod. O que faz?

* Coloca seu fone de ouvido e olha para a frente.
* Olha para ele e depois aponta para a orelha, perguntando o que está ouvindo.
* Escreve "Oi, DJ... Você é um gato, sabia?" no guardanapo de papel e deixa no colo dele.


Quem mandou eu fazer teste de uma revista como a Nova!

domingo, novembro 04, 2007

Saco cheio




Pô é um saco quando a gente pensa que vai começar a semana bem, consegue concluir algumas tarefas, e até comer um abarazinho, rever amigos, tomar um ar antes de começar tudo denovo, de ir pra Feira, de acordar na madruada... mas mas mas, sempre tem alguma coisa, né? Impressionante. É dose, viu? Tem gente que parece que gosta, que busca, que quer conflituar. Eu só sei que eu não estou com paciência pra crises.


sábado, agosto 25, 2007

Tudo ao mesmo tempo agora




Raiva, ódio, fúria, angústia, sono, cansaço, desapontamento...

E a Telemar não contribui em nada.

E odeio atendentezinhos corporativos.


quarta-feira, agosto 08, 2007

Estou no lugar errado!!!




SHOW
Sábado, dia 18 de agosto às 19h30
Músicos:Mônica Salmaso
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 - São Paulo/SP

* Para este show haverá distribuição de senhas a partir das 17h, no dia 18 de agosto, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

'Noites de gala, samba na rua', segundo CD de Mônica Salmaso, traz apenas músicas de Chico Buarque. O disco é todo gravado ao lado do grupo Pau Brasil, formado por Nelson Ayres (piano), Paulo Bellinati (violão e cavaquinho), Teco Cardoso (sax e flauta), Ricardo Mosca (bateria e percussão) e Rodolfo Stroeter (baixo e produção do álbum). A química entre a voz precisa de Mônica, a sonoridade jazzística do Pau Brasil e as canções de Chico Buarque perpassa quatro décadas de criação do maior compositor brasileiro e resulta num disco instigante, de releituras ágeis que por vezes passam pela desconstrução da própria construção de Chico. Compositor cultuado por Mônica desde o início de sua carreira, Chico Buarque convidou a cantora para participar de seu mais recente CD, 'Carioca', com quem dividiu os vocais em 'Imagina'. A escolha do repertório do novo CD foi feita em conjunto. A intenção era criar um disco em que a voz da cantora e a sonoridade do Pau Brasil estivessem perfeitamente integradas. De uma lista de 60 composições de Chico chegaram a 14, escolhidas conforme os arranjos iam se delineando. E o Chico, gostou? 'Chico recebeu uma cópia do CD ainda antes da mixagem. Ele telefonou pessoalmente pro Rodolfo e pra mim, dizendo que ficou muito emocionado', reverencia Mônica, cabrocha de alta classe em noites de gala e samba na rua.

PROGRAMA:
- A volta do malandro (Chico Buarque)
- Quem te viu, quem te vê (Chico Buarque)
- Você você (Guinga/Chico Buarque)
- Ciranda da bailarina (Edu Lobo/Chico Buarque)
- Construção (Chico Buarque)
- Olha Maria (Tom Jobim/Vinicius de Moraes/Chico Buarque)
- Logo eu (Chico Buarque)
- Morena dos olhos d’água (Chico Buarque)
- Partido alto (Chico Buarque)


sexta-feira, agosto 03, 2007

Casmurrices




Odeio o descaso sob o manto da experiência; o discurso da indiferença mascarado de serenidade; o deboche, como cinismo refinado.

Irrita-me o leviano e o dissimulado.

Sempre que penso em "dissimulado", penso em Capitolina, Capitu, com seus "olhos de cigana oblíqua e dissimulada".

Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve.
A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios. Há de dobrar o gozo aos bem-aventurados do céu conhecer a soma dos tormentos que já terão padecido no inferno os seus inimigos; assim também a quantidade das delícias que terão gozado no céu os seus desafetos aumentará as dores aos condenados do inferno.

Machado de Assis


quinta-feira, julho 19, 2007

quinta-feira, abril 05, 2007

Pára o mundo!



Eu fiquei bege!

Não acreditei quando vi. Sabe quando você vive, escuta, lê, toma conhecimento de um monte de coisas e simplesmente não acredita que está acordado, e que aquelas coisas estão de fato acontecendo? Entra num estado de entorpecência. Foi assim que eu fiquei. Continuamente. Não, eu não estava dormindo. Sim aquilo tudo estava (?) acontecendo. Mas tinha que ter algo errado. O pior é que havia uma coerência interna. É possível até vislumbrar outro mundo, novas possibilidades. Que começo de semana, o dia 03 de abril poderia estar brincando de 1o de abril. Talvez fosse isso.
Coerência interna, coerência interna. É um apelo forte. Mesmo com toda a descoerência com o universo. Eu sou legal, eu dou o benefício da dúvida.

Mas neste exato momento, Deus deve estar às gargalhadas.

Ele não tinha mais o que fazer nesta época do ano, com esta coisa toda de ressureição do filho e tal? Aliás, eu achava que só o filho Dele é que ressucitasse.

domingo, março 18, 2007

Analfabetismo tecnológico




Como educadora, tenho lutas diárias para tentar fazer as coisas nas quais eu acredito - ou quero acreditar, ou acho que acredito... tento ser coerente. E isso em todos os aspectos, não apenas como educadora. Eu gosto da coerência, gosto de pessoas coerentes. Mas talvez isso não seja da natureza humana (?). Às vezes me é difícil não sentir reforçar um preconceito com o povo soteropolitano, no que tange a falta de comprometimento, de compromisso, de responsabilidade, de respeito para com o outro, o excesso de egoísmo e de imediatismo.

É, é isso o que eu sinto em muitas situações quotidianas na soterópolis. A "bola da vez" foram três "furos" na semana passada.

Combinei com um amigo de jantarmos na quinta-feira. Como de costume, me organizei, fiz o que tinha que fazer de rua, tratei de ter a casa limpinha e organizada, fiz os trabalhos que tinham que ser feitos, deixei as coisas de Feira prontinhas para a madrugada seguinte... mas você me ligou, caro leitor? Não, nem ele. À noite, por volta das 21h, ele liga. Diz que "tentou falar comigo no msn, mas não conseguiu". Eu respondi que não era verdade pois meu computador tinha sido ligado pela manhã, às 7h e tinha ficado ligado o dia inteiro, e o msn conectado. E se ele tivesse tentado falar comigo, eu teria visto. Então ele responde, numa demonstração de analfabetismo digital, que não me mandou mensagem alguma, mas não conseguiu falar comigo porque tinha sempre "um reloginho" no meu nome.

E telefone? Como ele conseguiu pensar em pegar num telefone às nove da noite, mas não antes? Ainda solta a pérola: "eu não esqueci da janta, mas hoje estou meio cansado, meio gripado". Mas amanhã eu te ligo, ao meio dia. Vamos combinar alguma coisa. (cuidado! soteropolitanos quando falam isso, indicam alta probabilidade de não combinar nada)

E aí, leitor, você me ligou no dia seguinte?

Pois.

No sábado, fiquei de sair com um amigo que passaria na minha casa. Ele mora lá nas grotas*, e falamos no msn, ele disse que estava saindo de casa. Beleza. O tempo passou, passou, arrumei as coisas, desliguei o computador, e esperei... e nada, e nada... e acabei pegando no sono, esperando. Na manhã seguinte, entro eu online - porque eu sou essa pessoa online, né? - e ele aparece cedinho, e pedindo desculpas. Disse que saiu de casa, ficou duas horas esperando o ônibus, que não apareceu. E eu acredito, já esperei um tempão esse mesmo ônibus. Mas, pô, poderia ter avisado, né? O moçoilo disse que voltou pra casa indignado e entrou no msn para falar comigo, mas eu não estava online. E eu perguntei, por que não ligaste? "É, né, deveria ter ligado, foi vacilo meu". Fala séeeerio!!! Eu não liguei porque ele não tem celular, senão o teria feito. "Não fica zangada comigo".

O que acontece com esse povo? Isso é que é mau uso das novas tecnologias. Eu posso até ser toda "internética", mas eu uso telefone, e correio normal, e vou na casa das pessoas, e grito na rua, se for o caso. Espanta-me esse povo que usa constantemente algumas ferramentas da internet mas que desconhece coisas básicas, como reconhecer o que é o "reloginho" no MSN. Ou "vacilar" esquecendo que ainda existe telefone, e fixo!, neste mundo.

Nessas horas eu penso comigo: não é preconceito, é estatística.




*em baianês, "lá na casa da porra"; em paulistês, "lá na casa do caralho"; em português, "num lugar muito longe". Fala sério, em português não tem graça.