quarta-feira, junho 21, 2006

Fazendo arte




Pronto, não mexo mais.
Arrumei o template. Não está igual ao que era antes, mas ficou beeeem pareceido.





Saco.
Fiz merda aqui.
Estraguei o modelo do Blogger, e nem sei como!
Um pedaço do template sumiu.
Ódio,ódio.

Agora fica assim, não vou mexer.

Mulherzinha





Outro dia dei uma de mulherzinha e fui às compras. Na verdade fui no shopping trocar umas camisetas, mas como fiquei lá, sozinha, abandonada, jogada às traças naquele shopping todinho, fui obrigaaaada a andar pra lá e pra cá. E entrar em lojinhas e experimentar roupitchas e essas coisas que mulherzinhas fazem.

Mas assim, sejamos francos, eu precisaaava de shampu. Não era frescura. Então quem compra shampu, olha cremes. E nas prateleiras ali pertinho tem óleos. E tem sabonetes esfoliantes com óleo de semente de uva. E olha que legal, tem óleo de semente de uva, sabonete com óleo de semente de uva, hidratante com semente de uva. Eu estou me sentindo a própria uvinha.

E aquele faqueiro?

Eu juro que ele ficou me olhando. Eu passava e nem ligava. Sério, não dei bola. Mas ele me olhava. E piscava. E sussurrava... e eu fui, e olhei, olhei, cheirei, abri a caixa, peguei na faca, no garfo. Colheres. Garfinhos de sobremesa, colheres de chá... Tramontina é o Demo.

Falando em Demo... a Coza é o capeta, né? Fala sério. Sucumbi aos organizadores. Afinal, eu preciso de organização na minha vidinha. Especialmente no meu banheiro.

E o Tentação diet que inventaram? E barrinha de cereal (super falcatrua) da Hershey's???

E já que estava no inferno... abracei o capeta numa sandalinha preta, de tirinhas e saltinho.

Depois da alma lavada (ou vendida, ou endividada), lá fui eu feliz e saltitante para o ponto de ônibus. Aí lembrei que estava em Salvador: depois de 1h e 15min o ônibus apareceu. Mesmo anestesiada pelo efeito shopping fiquei puta e mega cansada.

Ai, ai. La vie, la vie...

domingo, junho 18, 2006

Simples prazeres





O problema de ficar um tempão sem postar é que depois fico com várias coisas pra contar e quero falar tudo junto e os pensamentos embolam e a escrita também e nem respiro e escrevo sem vírgulas e quando vejo, o post está gigante. E eu sem fôlego.

Tentarei atualizar meu querido diário nos próximos dias. Aguarde e confie.

Por ora, a vida segue linda: complicada e perfeitinha. Aliás, só passei aqui pra dizer que estou felizinha.

domingo, junho 11, 2006

Existencialismos



O problema não é meu
O paraíso é para todos
O problema não sou eu
O inferno são os outros, o inferno são os outros

Titãs

Up and Down




Às vezes acho que a minha vida é a mais desinteressante da face da Terra, e que todo o resto do mundo faz coisas mais legais do que eu ou é mais feliz do que eu, ou tem a vida mais fácil do que a minha. É, bem dramática assim mesmo. Mas é como eu me sinto.

Por outro lado, há alguns curtos momentos em que acho que minha vida é perfeita e que não pode ficar melhor.

Esse mês recebi a revista Nova, novamente. Ainda dentro da promoção da Kellog´s, em que tenho direito a 4 meses de assinatura gratuita. E pela primeira vez acho que me identifiquei com algumas das coisas que tinham na revista. É engraçado porque sempre acho a revista nada a ver. Uma coisa totalmente fora da casinha e sempre falando de sexo para mulheres de 30 anos e moderninhas - além de mal comidas e bem sucedidas, diga-se de passagem.

Itacaré-é




No final de semana passado viajei, fui para Itacaré. O lugar é mais do que lindo. Lembrei-me muito da Taciane, com certeza ela iria amar. Fiz trilhas por meio da mata atlântica, passei por dentro de manguezais, vi cachoeiras surgindo do meio da mata. Lindo. Deslumbrante. Fiquei louca pra praticar arvorismo, vi cobra até!!! Soooooper emocionante.

Comi pra caralho, e bem. A gastronomia de Itacaré é fantástica. Comi um peixe com banana da terra (e couve) que era uma delícia. E o café da manhã em Ilhéus??? Perfeito.

Tem uma pousadinha em Ilhéus onde já havíamos ficado da outra vez, e recomendo. Tá, tudo bem, não lembro o nome agora, mas recomendo mesmo assim. O lugar é fofinho, tem uma piscina bacanex e um café da manhã perfeito.

Em Itacaré ficamos na praia da concha, na pousada Naínas. A pousada é muito lindinha, toda fofa. Ficamos na suíte loft. Dois andares, tv, ar-condicionado, rede, dois sofás, cama, tapete, várias almofadinhas lindinhas... tudo num climinha esoterex. Muito lindinha. Mas, mas, maaaas tivemos alguns problemas. Um dia ficamos sem água. A bomba estragou. Então disseram que iriam arrumar, já viria alguém. Em 5 ou 10 minutos. Esperamos, esperamos. Nada. Desci pra reclamar. O menino disse que não teria como arrumar naquela noite, só no dia seguinte. Tá, mas por que não disseram isso antes??? Tudo bem, então pedi para usarmos o banheiro de outro quarto, que tivesse água. Assim fizemos.

As toalhas não foram trocadas. Ficamos duas noites na pousada e não trocaram as toalhas de banho, tampouco as de rosto. Pô, era o mínimo, né? É praia, é um lugar cheio de barro. O tapetinho branco do banheiro já não era mais branquinho no segundo dia. Não estava embarrado, porque não sou porquinha, mas mesmo assim. Além disso, a diária não foi nem um pouco mais barata para não se trocarem as toalhas. Veja bem, se saíssemos e voltássemos, teriamos toalhas limpinhas, não é? Então. Não é por ficar no quarto que não se troca a roupa de banho. Enfim, enfim...

O café da manhã era bom, mas não era o máximo e um dia eu pedi um beiju pra cozinheira e ela disse que não podia fazer porque não tinha côco. Eu disse que poderia ser sem côco (aliás, eu não iria querer côco!). Ela disse que sem côco não dá pra fazer. Eu disse que poderia ser puro. Ah, não, puro não dá. -1 ponto pra pousada.

Chovendo, ficamos vendo tv, o Pedro foi comer um amendoim do frigobar... o amendoim estava ruim. Foi ver a validade. Estava vencido. Reclamei na recepção. O menino perguntou se eu queria outro, disse que sim. Até agora não vi o amendoim. -1 ponto para a Naínas.

Como estava chovendo e frio, pedi um cobertor. Ele disse que já levaria. Passou a tarde, a noite, saimos pra jantar, voltamos, e ele não levou. Pedi à noite um cobertor para o recepcionista/segurança da noite, que me deu um. -1 pontinho.

Logo na chegada, fomos recepcionados por um menino, Lucas (Rafael Lucas, na verdade. Sobrinho da proprietária da pousada). O menino se dizia recepcionista e guia da pousada. Fechamos com ele dois dias de passeios (os dois dias que passaríamos em Itacaré) por 90 reais. No dia seguinte, fomos para o passeio que foi ótimo, mas ele, como guia, deixa um pouco a desejar. Precisamos fazer parte do trecho de carro, e ele não avisou que usaríamos o carro. Além disso, o tinha trechos em que, numa situação um pouco mais lamacenta, impossibilitaria o percurso, pois o carro não tem tração nas 4 rodas! Ele deveria ter avisado. Passamos por trechos de mangue em que atravessamos por dentro da água, até as coxas. Não fomos avisados. Um guia tem que informar quais as condições da trilha. Fora isso, o menino era legal e divertido. 17 anos, pai de um menino de 2 anos, com uma gaúcha de 23. Bahia.

Ao final do dia, voltando para o centrinho de Itacaré, ele avisou que no dia seguinte o passeio não seria feito por ele, mas pelo irmão, que passaria às 8h30 na pousada e nos levaria. Nós deveríamos pagar 50 reais no ato e os outros 40 deveriam ser pagos para o irmão.

Você, caro leitor, viu o irmão do Lucas, o guia da pousada Naínas em Itacaré? Não? Eu tampouco. -1 ponto para a pousada. Nem avisar ele avisou.

Ao fechar a conta na pousada, a tia do Lucas nem falou nada. Pediu desculpas pelo "aborrecimento" com a falta de água, e só. Não ofereceu desconto, nem um benefício para estadas futuras. Pois é, só era lindinha e bem localizada, no fim das contas. Fiquei muito aborrecida. Especialmente porque eu havia olhado na internet antes, tinha ligado pra lá, achei o lugar lindinho. Mas definitivamente não há profissionalismo. Uma lástima.

Quanto às praias: a perfeição, o paraíso. É lindo, lindo, lindo. Muitíssimo lindo. Uma delícia. Conheci as praias: Arruda, Jeribucaçu, Cachoeira da Usina, Prainha, Ribeira, Tiririca, Praia da Concha e Itacarezinho. Talvez as mais bonitas tenham sido Ribeira e Prainha. Gostei muito dessas duas. E na prainha, banho de mar, banho de rio e beiju!!! Paraíso, paraíso.

sexta-feira, junho 02, 2006

Merda





Há alguns dias meu corpitcho está revoltado contra mim. Eu não o tenho mal tratado. É verdade que tenho ingerido comidinhas mais gordurosas ultimamente, pois tenho comido muitas vezes fora de casa.

Na segunda-feira eu tinha muita dor de estômago, e diarréia. E sabe aquela vontade looouca e repentina de ir ao banheiro e achar que se vai esvair num vaso sanitário. Pois é, assim eu estava. Aquela pontada e a necessidade de correr pro banheiro. Problemas técnicos, entretanto, inibiam o curso natural da coisa toda. Explico: eu odeio cagar fora de casa. E não sou a única, como se vê! Mais do que isso, tampouco o faço em casa. Calma, assim... são necessárias condições muito especiais para tal evento. Sim, porque é um evento. Para algumas pessoas isso é uma atividade diária, regular, até com hora marcada, às vezes. Comigo não. Então eu preciso da tranquilidade de saber que ninguém vai querer entrar no banheiro, de saber que posso ler calmamente qualquer super literatura sanitária (serve rótulo de xampu, embalagem de creme hidratante, até rótulo de papel higiênico), da segurança de que não vai faltar papel, de que o local é limpinho, e de que não serei ouvida.

Sim, sim, sei que são muitas as condições, e isso dificulta o processo todo, mas é assim, ora!

Tá, na segunda-feira fui neste estadinho lá pra Feira de Santana. E o medo de dar aquela vontade louca e repentina de ir ao banheiro, durante a viagem de 1h40? Consegui resistir bravamente.

Depois, em Feira, uma reunião marcada para às 8h, que começou por volta das 9h30. E eu lá, sofrendo. Meu estômago se contorcia. Doía muito, muito mesmo. A reunião não acabava nunca... eu querendo ir no banheiro. Saí da sala, fui no banheiro. Ok, tava limpinho, eu não teria nada pra ler, mas tudo bem, tinha papel, mas, mas, mas a acústica do lugar era impraticável. Não rolou. Eu tentei, mas não funcionou.

Tá, saí da reunião rumo à rodoviária, para pegar meu busum e vir pra Salvador. Cheguei na rodoviária às 12h45, sairia um ônibus às 13h. Perfeito. Compro a passagem, e procuro por um banheiro. O lugar parecia ideal, barulhento, impessoal, mas sabe como é, banheiro de rodoviária é sempre podrinho. Olho uma placa: sanitário gratuito. É nesse mesmmo. Fui, passei por uma catraca, e saiu uma senhora da limpeza do banheiro. Ohhh, bom sinal, bom sinal. Quando eu entro, três sanitários: um ocupado, dois vazios; um rolo de papel novinho, fechadinho; o banheiro limpinho. Mazáaaaaaaaa, é lá mesmo. Pego um monte de papel, só por precaução, e entro na 3a portinha. Arrumo minhas bolsas, casaco. Tiro o celular da bolsa: 12h50. Ok. Sento tranquila, aquela barulheira de rodoviária, eu, o celular. Fico explorando os joguinhos que há no aparelho. Ah, sim, já anotou meu cel novo? é 87090640, é da Oi. E controlando a hora. 12h55 levantei minha bunda gorda, com a sensação do dever cumprido. Senti-me mais leve, outra pessoa. Até encararia a viagem até Salvador na boa.

Entrei no ônibus e vi que meu assento era o número 1. Primeira vez que sentei no número 1! Fui assistindo a um filme engraçadinho, histórinha duma menininha tarada por física e que era cdf (clássico) e queria ir pra Harvard (ai, americanos), mas acabou virando patinadora.

O filme terminou quando o ônibus adentrava o terminal rodoviário de Salvador. Bom, né? Um sol do cão, dei uma pequena pernadinha e fui renovar minha carteira de meia passagem do ônibus. Uma fila do tamanho dos infernos, mas foi rápida, levei meia hora.

Vim pra casa e só então me dei conta que me sentia melhorzinha do estômago. Não o suficiente pra comer.

Fui pra Unime, e a dor no estômago voltou a aumentar. Eu queria muito ter ficado em casa, deitadinha. Meu estômago reiniciava a luta contra a minha pessoinha. Na volta, jantei canjinha.

Na terça foi deflagrada a greve dos rodoviários em Salvador. Estamos sem ônibus até agora. Sem ônibus. Eu disse sem ônibus. Não há ônibus. Tá ligado? Tudo tem que ser feito à pé, ou de carro, ou de táxi, ou de transporte clandestino. Ah, sim, há quem tenha bicicleta. Isso implicou em eu não ir pra Feira a semana inteira, e suspender as aulas. E ter um puta atraso no estágio. Que merda!

Ah, sim, falando nisso, o estômago foi melhorando... na quarta fui na meeeerda (denovo) do Bradesco. Fui obrigada a abrir uma conta no Bradesco pra receber pelo estado, né? Aí fui no banquinho: fila. Super fila. Para o caixa eletrônico!!! Mega absurdo. Depois de um tempão na fila, chego na maquininha, e não funciona o troço. Que ódio. Tá. Entro no banco. Saio. Entro. Saio. Sim, estou encurtando a história. Mas entrei e sai umas 4 vezes. Nesse meio tempo uma menininha lá tentou me empurrar uns cartões de crédito. Não funcionou. Tentou outros, não funcionou. Daí a gerenta disse pra ela me falar do Bradesco Mega Ultra Super Power Express para funcionários públicos. Cheio de vantagens pra foder com o funcionalismo. Por exemplo: limite do cartão no valor de 200% do salário. Lindo, né?

Depois de muito tempo consegui fazer o que queria no banco, e fui pra academia. Saí da academia e fui olhar o celular, pra saber se o Pedro tinha ligado ou mandado mensagem, já que eu havia surrupiado o carro dele pra fazer essas voltinhas. Sim, não tem ônibus em Salvador. Aí procuro o celular. Os celulares. Nada. Puta que pariu. Volto no banquinho. Pergunto pro merda (sim, já voltaremos a essa parte) do segurança se ele viu meus telefones. E responde que não, sem ao menos olhar na minha cara. Explico a situação e ele diz, os únicos celulares que eu vi foram os que estão ali, senhora. Senhora meu cu, né? Eu olho pra ele com ares de "tá, seu bosta (tema recorrente), que faço eu?" Ele me diz, fala com o gerente. Lá fui eu falar com o gerente, que diz, procure o setor de serviços diveros. Lá fui eu. Perguntei pra mulher lá, e ela: "só um pouquinho". Ficou enrolando lá, terminando de atender alguém. E eu ali. Esperei, esperei. Aí depois ela virou e perguntou como era, eu disse que eram dois Nokia, ela esticou o braço, pegou os aparelhos e me deu. Custava ela ter feito isso antes? Custava ela ter me poupado da dúvida se haviam ou não encontrado uns celulares?

Mas era quarta-feira, o dia estava lindo, passei no BB - banco amado - e vim pra casa. Devolvi o carro ao dono de direito e fui comer alguma coisa. O estômago estava voltando ao normal. No meio da tarde, fui ao cinema. Sim, sim, à pé, baby. Encontrei-me com a Ane e assistimos Manual do amor. Foi bem engraçadinho. Foi bom. Na volta, vim caminhando, claro. Mas, mas, mas qual não foi minha surpresa quando vi um coletivo rodando. Corri e peguei-o. Poupou-me uma boa andadinha.

À noite a Cris ligou. Convidou pra jantar no Takê. Fui. Eu gosto bastante do Takê. Jantamos, batemos muito papo. Estava bom.

Na quinta, Salvador continuava sem ônibus e não arrisquei ir no meu compromisso semanal na Barra, pois teria que voltar à pé, e à noite. Melhor não. Fiquei trabalhando em casa, lendo resenhas, corrigindo trabalhos, fechando notas. Almocei um feijãozinho tri bom, com farofa de proteína de soja (lembra, mãe?).

Durante a madrugada acordei várias vezes. Dormi muito mal. Sim, ele. O estômago resolveu voltar-se contra mim novamente. Sentia muitas dores. Levantei algumas vezes para ir ao banheiro, mas não resolvia em nada. Eram dores, dores mesmo. Hoje acordei, tomei um remédio, tomei um chá. Não tenho coragem de comer, e meu estômago dói muito. Não sei o que fazer. Espero que passe.

Que merda, né?


quarta-feira, maio 31, 2006

Antes do berço





Eu até vim aqui pra atualizar, mas agora eu vou dormir. Tenho várias coisas pra falar. Fica pra depois.

Por ora, Greice, um beijo pra tu.
;-)


quarta-feira, maio 24, 2006

Torturas voluntárias





Esta semana troquei a ficha na academia.
Isso significa fazer fichinha nova, avaliação física, mudar série e nível de exercícios. Tá, até aí tudo bem. Antes eu tinha seriezinha A, B, A, B... agora terei A, B, C,... Mudei exercícios e aumentei a carga. Tá. Daíiiiiiiiiii, fiz na segunda-feira, na boa, na terça, na boa. Aliás, como não tenho tido tempo de fazer aula, estou só na chata da esteira. Mas com o adveno do iPod, agora crio playlists próprias pra malhar, daí já que não tem jump, eu corro. O mundo sabe que não sou fã de corrida, mas é o que me aquece mais rapidamente. (eita, preguiça)

Tá, continuando... tava tudo muito bem... aí hoje, vim pra Feira... deitei no ônibus, dormi... quando cheguei aqui e fui levantar pra sair do busum, quem diz que eu sentia minhas perninhas? Isso é de um aparelho que fiz na segunda e estava tri pesado. Ontem eu senti um pouquinho até, mas hoje, putz, tá doendo muito. Assim, é a musculatura atrás da coxa, tá ligado? Pois, é.

Já dei umas alongadas aqui na minha sala. Amanhã volto na academia, mas sábado não vai rolar. Pra mim nunca rola ir pra acadjimia no sábado. Espero que na segunda-feira e já esteja boazinha.

Descobertas





SOL EM LIBRA, ASCENDENTE EM LEÃO – O ESPÍRITO DA ELEGÂNCIA E DA NOBREZA

Você, Katemari, com esta combinação do signo de Libra com o ascendente leonino, é uma pessoa dotada de um refinamento natural, algo que vem da alma, como se fosse uma estrela de cinema ou um membro de alguma corte que reencarnou no mundo moderno. A sofisticação de Leão se une ao bom gosto de Libra, sugerindo uma natureza dotada de grande verve social, diplomática e profundamente honesta, com um senso de ética capaz de deixar um monge envergonhado.

O lado negativo desta combinação diz respeito a uma dificuldade em lidar com emoções mais densas e com situações muito problemáticas. Você é uma pessoa que admira o bom e o belo, portanto lidar com coisas escuras e sombrias pode simplesmente lhe paralisar. É preciso cultivar, portanto, uma maior resistência ao lado "real" da vida e perceber que nem tudo é ideal e perfeito. Tanto Libra quanto Leão são dois signos excessivamente idealistas, e muitas vezes agem como se estivessem dentro de um conto de fadas.

Você, Katemari, é uma pessoa generosa, que se dá muito àqueles a quem ama, mas exige gratidão em troca, o que aliás é o mínimo, diante de tanto que você dá. Um apreço natural pelas coisas belas e cultas pode lhe inserir no mundo das artes, mas você precisará ganhar muito dinheiro para sustentar seus gostos caros! Por ter um senso natural de justiça, pode vir a se tornar juiz, ou pelo menos apreciar agir com justiça. É nessas horas que as pessoas descobrem que você tem um lado muito agressivo: você não suporta presenciar injustiças.

Provavelmente terá uma vida com grandes admiradores, pessoas que apreciam sua companhia pela luz natural que você irradia. O que poucos notam é que, por detrás desse seu perfil gentil, há um Leão autoritário. Apenas os mais íntimos percebem isso, pois você disfarça bem com o sorriso libriano - que é quase sempre muito sedutor.


Eu sempre soube que era libriana com ascendente em virgem. Meu mundo caiu.

Ah, sim, a fonte: Personare.

Todas as perguntas do mundo




Agora já posso perguntar o que eu bem entender através do meu super notebook. Finalmente descobri como fazer o sinal de interrgação???????

Depois de meses usando o sistema ctrl c, ctrl v, descobri que ctrl alt W reproduz o símbolo que me permite ser inquisidora.

Que venham as dúvidas.

Speechless



Sotaque baiano [on] off


Pense numa noite perfeita!

Sotaque baiano on [off]


sábado, maio 20, 2006

Meninices





Tá, decidi sair. Organizei tudinho, me arrumei. Chavinhas... subo as escadas e olho: o carro do vizinho tá na frete do carro. Que óoooooooooodio. Essa garagem já tem pilares demais pro meu gosto, e tem toda a questão que eu já expliquei (tá não ainda pros leitores do blog) sobre o medo de destruir o carro do Pedro. Não, eu nunca destruí nenhum carro, mas sempre há uma primeira vez. Vai que eu destruo logo o dele? Aí, minha garagem é assim, dá pra colocar dois carros, um atrás do outro. Quem fica na frente, tem que deixar o freio de mão solto. O outro pega, empurra o carro, tira o seu carro, e põe o outro no fundo. Tá, seria muito simples, se não fossem os vários pilares e o espaço curtinho, e a direção hidráulica, e o medo de arranhar o carro do Pedro em algum dos pilarezinhos, e todas as outras garagens ocupadas - o que diminui o espaço de manobra.

Tá, diante da situação, que fiz eu no sábado à noite?

Simples: voltei pra casa, tirei minha roupinha, e fiquei aqui, xingando até a quarta geração do vizinho. Sim, ele tem todo o direito de colocar o carro dele ali. Mas tem tantas vezes que ele não usa a garagem, por que resolveu usar logo hoje? Por que não chegou depois de mim? Por que não resolveu dar uma voltinha? Por que, por quê???

Tá, daí fui ver um DVDzinho. Vi 50 First Dates e me acabeeeeei chorando. É um filme bem bestinha, com o Adam Sandler e Drew Barrymore (sp?), mas eu chorei mesmo assim. É lindinho. Então tá, já que estou em casa, vou ver mais um filminho, e pensar no quanto eu sou imbecil por não ter saído de casa. Que ódio!

No creo en brujas





A boa projeção intelectual na carreira
19/05 (ontem) às 20:52h a 30/05 às 18:06h
Mercúrio na casa 10

Entre os dias 19/05 (ontem) às 20:52h e 30/05 às 18:06h, o planeta Mercúrio estará alcançando o topo do seu mapa pessoal, Katemari. Este pode ser um momento particularmente interessante para você dar uma acelerada na sua vida profissional, fazendo os contatos convenientes, trocando informações ou mesmo fazendo um curso de aperfeiçoamento em sua área de interesse. A comunicação neste momento favorece o êxito, assim como os estudos e as associações corretas.

Cuidado, todavia, com uma tendência a discussões excessivas no trabalho. Uma tendência questionadora excessiva pode se apoderar de você nesta fase, de modo que mesmo que você esteja fazendo as perguntas corretas, talvez as esteja fazendo num momento inconveniente. Convém se observar e saber que você pode e deve utilizar esta acuidade mental tão forte desta fase, é tudo uma questão de saber se colocar na hora e no lugar correto.

Pequenas mudanças na área de trabalho podem ocorrer nesta fase, que vão desde mudanças de idéia da sua parte, até mesmo alterações práticas, que tornam tudo mais eficiente.

E na nadinha, não vai bunda?





Karlos512
49 anos de idade Homem
Cataluna, Spain
20 Maio 2006
si eres alegre tienes tiempo de viajar, te gusta el sexo podemos pasarlo bien contactame generalfood@terra.es y si quieres ser mi Secretaria ven a Barcelona

quinta-feira, maio 18, 2006

Isso não vai dar certo...





Acordar às 4h30 da madrugada: NINGUÉEEEEEM MERECE!

Cansaço





Estou deveras cansada. Mas o dia em Feira foi bom. E a primeira impressão que tive da turma foi ainda melhor. Passa da 1h, acordei às 4h30 "hoje" e tenho que acordar às 4h30 "amanhã" novamente. Vou-me ao berço.

sábado, maio 13, 2006

Respirando





Buenas, quando minha mãe estava veio choveu durante 8, dos 10 dias que ela aqui ficou. Tadinha. Então ficamos muito em casa e no shopping. Imagina, vir de tão longe e não poder ir pra praia. Bem, além disso, o Pedro voltou de Portugal quando a mãe ainda estava aqui. E uns diazinhos antes de eu ir pra Porto Alegre, recebi um email da UEFS, dizendo que meu processo havia sido homologado!!!

Fui pra Porto, e lá fiz vários exames admissionais pra uefs, foi super corrida minha estada lá, mas foi bem boa. Estava frio mas não meeega frio ainda. Vi muitas pessoas queridas e deixei de ver muitas outras. Adorei o tempo que passei com minha afilhada e gostaria de ter ficado mais com ela. Conheci a reserva de Itapoã e gostei, apesar das limitações da Praia de Fora. Atração à parte foi a guarda Paula, super simpática e maluquinha.

Fiz uma limpa na casa da mãe, trouxe jogos de lençol, travessas de inox, um moooonte de bagagem: minha super mochilona, duas caixas de papelão cheia de coisas (vinho, panela, travesseiro!) e mais uma mochilinha e uma mala de bordo. Minha sorte que o check in for tarde e a menina estava de bom humor, não cobrou excesso de bagagem. Por outro laaaaado, eu cheguei feliz e contente em Salvador na última segunda-feira, mas minha mochilona não! Tive a bagagem extraviada pela TAM, foi um stress. Aí cheguei vim pra casa, e fui pra Unime. De carro. O Pedro me emprestou o carro dele e fui dirigindo, cheia de medo. Na volta, tentei estacionar o carro na garagem aqui do prédio e não consegui, liguei pra ele, fui na casa dele, e ele me trouxe em casa, depois foi pra casa. Papelão!

Na terça finalmente fui até Feira de Santana, nesse processo todo ainda não havia ido até lá. Achei longe, longe, loooooonge. Tinha ido lá uma vez no encontro de Físicos do Norte e Nordeste, mas não tinha me dado conta (ou não lembrava) que era tão longe. Levei todos os exames e documentos e deu tudo certo, depois de várias horas e contratempos. Ah, fui de carro. Foi uma viagem muito tensa, são 100km de estrada, no total, ida e volta, fiz 250km. Voltei à noite, uma estrada desconhecida, foi realmente desgastante. Sem contar que pela manhã eu limpei toda a casa, passar pano no chão, limpar banheiro, essas coisas assim. Limpeza express mas pesada.

Quarta fui abrir conta em banco (pra uefs) e pagar contas, aluguel, condomínio... e me preparar psicologicamente pra pegar o ônibus das 6 (SEEEEIS) da manhã que sai do Iguatemi e leva o pessoal pra Uefs. Passei a quinta toda lá. Foi bom porque consegui resolver tuuuuudo e até saiu meu contrato ao longo do dia, já o assinei! Agora sou oficialmente professorinha lá em Feira. Conheci vários dos professores do Departamento, as instalações físicas. Foi um dia deveras cansativo, estava acabada, andei pra todo o lado, os pés cansados. Resolvi não esperar o ônibus das 6h30 e vir embora. Peguei um ônibus, desci na estação de transbordo, depois outro ônibus, até a rodoviária de Feira. Isso levou 1h. Depois peguei um ônibus pra Salvador. Mais 1h30. Feira é longe pra caralho. O bom foi vir de ônibus executivo (15 reais), confortável, tranquilinha. Cheguei em Salvador, na rodoviária, atravessei a passarela e encontrei o Pedro no Iguatemi. Resolvemos não jantar ali. Depois de muito rodar acabamos jantando num restaurante na orla e foi tri bom. Uma salada tri boa e uma casquinha de siri maravilhosa. Ele comeu carne de sol com batata frita. O garçom foi bem legal também. Aí, vim pra casa e berço.

Na sexta fiquei em Salvador e resolvendo coisas por aqui: pesquisei e comprei uma máquina de lavar roupas (Brastemp, 8kg), paguei a Riachuelo, comprei banana chips, etc. Depois resolvemos ir pra praia e lá almoçar. Conheci Ipitanga. É bonita, mas não gostei muito da estrutura dos bares. O dia estava liiiiiindo, um sol delicioso. Dia bom mesmo.

Hoje acordei cedo e fui pra minha reunião da Barra, depois fui na "Av. 7" procurar um ventilador de teto, depois de muito andar, e muito me decepcionar com as lojas, achei uma lojinha escondida numa galeria na ladeira de São Bento, chama-se Ventiladores e Cia. Foi ótima, a vendedora, Cremilda, foi bem bacana também. Então comprei o ventilador que agora me refresca. Voltei pra casa e no caminho já liguei pro cara vir instalar. Ele ficou de vir 13h30. Nisso também aguardei a máq de lavar. À tarde ela chegou, depois chegou o Alberto, eletricista e instalou o ventilador. Ele e um ajudante. Foram ótimos os dois, isso já eram umas 16h. E perguntei se ele não queria minha máquina velha. Pronto, ele disse que amanhã vem pegar. Então pedi pra eles tirarem a máquina da área e colocarem a nova lá (que estava na sala). Eles trocaram as duas de lugar e pronto. Fui instalar a máquina.

Agora já lavei duas levas de roupa, aliás, tenho que ir lá estender a 2a leva. Bah, tri silenciosa a máquina e a roupa sai beeeeeeem centrifugadinha. Mas acho que terei que rever a instalação elétrica, as luzes da casa inteira piscam quando a máquina se agita. Acho que isso não é bom sinal.

Semana que vem começarei as aulas em Feira. Ainda não defini bem quais os dias estarei lá e quais estarei por aqui, mas não irei todos os dias da semana para Feira. Por enquanto é certo que quartas e sextas ficarei por lá. Agora começarei a desenvolver hábitos saudáveis, como acordar cedo (pra pegar o ônibus das 6am). Oh vida, oh, céus!

No mais, acho que era isso de novidades. Desde que cheguei na 2a ainda não tive tempo de respirar. Na segunda eu vou na defesa da Ester, no IF, às 9h30. Tentei falar com ela hoje, mas não consegui.

Agora, quero deitar na minha caminha e ver algum filminho.

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Tá dominado!
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Outra invenção perfeita de Deus.

sexta-feira, maio 12, 2006

Tratores tratoram





Eu teria um monte de coisas pra falar. Pensei nas coisas que eu queria escrever. Mas estou cansada. Ouvindo Nick Drake. Fantástico. Perfeito para esta noite. Com este ventinho. Hoje o dia foi bom. Os dias têm sido bons de um modo geral, cansativos, mas relativamente produtivos e aprazíveis. Entretanto, não tenho comido bem. Semana que vem melhora. Estou cansada.


quinta-feira, maio 04, 2006

It´s time to move on





Minha estada em Porto Alegre está chegando ao final. Ainda falta tanta coisa pra fazer. Esta noite não hibernei, nem me permiti hibernar, dormi pensando nos exames que faltam. Hoje tenho que buscar o resultado do hemograma e da urina. Tenho que fazer a radiografia do tórax, tenho que fazer o de acuidade visual. Dermatologista ficará para a próxima vinda. Tenho que ir no no otorrino. Mommy quer que eu vá calibrar os pneus, com nitrogênio. Hoje almoço com Taciane, quem vem de Pelotas pela manhã e volta pra Pelotas no início da tarde. Também acho que voltarei sem meus brincos, bedmate.

Ao mesmo tempo que tenho várias coisinhas pra fazer, começo a ter vontade de voltar pra Salvador, onde ficar quietinha em casa não parece ser um pecado, nem me fazem sentir culpada por isso.

A páscoa da Ingrid continua aqui. Nesse aspecto combino com o Heiko. Sou lenta. Muito lenta, e gosto de não ter a agenda atrolhada. Falando em agenda, é engraçada minha relação com agendas. As físicas. Eu nunca compro agendas, as ganho. E nunca ganho uma que eu mesma compraria. Quer dizer, nunca é muito forte, mas em geral é isso. 2006 não foi difernte, exceto por eu ter ganhado duas agendas ao invés de uma, mas não morri de amores pela que ganhei (primeiro) e agora eu adoro minha agenda, é tão lindinha. Fazer o que, se sou uma pessoa que muda de idéias com relativa facilidade! Eu me adapto. :-p

Já são quase 9am. O relógio está de mal comigo, acordei antes das 7am!

Ontem fui na dentista... tão bonitinha, toda de branquinho, andando pra lá e pra cá na cadeirinha, olhar sério. Que fofa, ela. Toda delicadinha. Tudo bem, que me deixou desfigurada de anestesia, mas hoje já estou de volta a minha super beleza, com rostinho normal, e sem aquela sensação esquisita no rosto. Se eu morasse em Porto Alegre eu SÓ IRIA NO DENTISTA COM A RAQUEL. Nem pensaria duas vezes. Portanto, leitores da capital gaúcha, não vacilem. Ela faz até a gente nunca esquecer do fio dental!

Ontem vi Sideways. Ele ganhou oscar?
Não achei nada demais. Gostei, mas não amei.

Hoje é quinta, tenho que fazer tuuuudo que preciso fazer hoje. Ah, e tenho médico às 15h30, na zona norte, bem no meio da tarde, o que quebra com meus horários todos. Amanhã é sexta e tirei o dia pra fazer coisas de rua com minha mãe. Tadinha ela trabalhou ontem e vai hoje o dia inteiro, pra folgar na sexta. Sexta será dia de mommy. Sábado, vou pra Itapoã, passar o dia lá. Domingo, packing!

Foda é que tenho que trabalhar segunda à noite. O bom é que já tenho a aula preparada. Segunda será tri corrido. E na terça vou pra Feira de Santana.

As férias acabaram.

quarta-feira, maio 03, 2006

Pobre, indefesa e dorminhoca





Agora eu entendo como os ursinhos se sentem. Esta noite eu dormi da meia-noite até onze da manhã. Tem noção??? Foram onze horinhas sem tirar. Uh, delícia.

Deve ser o frio, só pode ser o frio. Ontem não fiz nada de super cansativo. Fiz hemograma pela manhã, cedinho, vim pra casa, desjejum. Depois só às três da tarde que tinha uma consulta, fui. Aliás, andei de ônibus. Bah, tinha me esquecido como era. Já vi tudo, voltarei revoltadinha pra Salvador. Não, não tem comparação. Tá, aí começou uma chuvinha finiiiiiiiinha e gelada pra caralho. Então peguei um táxi da parada do busum até o consultório. 4 pila (isso foi só pra dizer pila). Depois voltei a pé, peguei um ônibus e fui na casa da Greice, que fez uma cirurgia ontem. Fiquei lá até umas oito horas, eu acho. Tomei cafezinho, comi. Sim, todo mundo sabe que só visito meus amigos pra comer e beber de graça. Depois o pai dela me deu caroninha até em casa e deu.

Viu, nada que justificasse a super hibernação de ontem.

Será que era meu sensível organismo sentindo falta dos doooooois tubinhos de sangue que me tiraram pela manhã??? É, vai ver foi isso.

terça-feira, maio 02, 2006

Trópico de quem?





É isso mesmo. Tô revoltadinha.
Tá frio, até que não tá tãaaaaaaao frio, não está um frio paralisante. Mas estou com coriza, amigdalite, gripe e o escambau. Claro, meu corpitcho já se acostumou com o clima nordestino, né, méu réi.

Sexta passada fui na médica. Tá, isso eu já disse. Domingo, decidi ficar em casa, foi o dia que a temperatura caiu. Aí fiquei deitada vendo filminhos e enchendo a cara de capuccino. Na segunda, feriadinho, tinha um churrasco pra ir. Programado deeeeeeeesde antes de eu chegar em poa. Aí, minha cara amiga Eliane, simplesmente sumiu. Até me senti na Bahia. Puta que pariu. Tudo bem, fiquei em casa curtindo frio e amigdalite. E vendo filminhos. E encheeeeeeeeeeeeendo, mas enchendo mesmo, a cara de chá. Sim, porque capuccino toda hora não dá. Engorda, né meu bem.

Vi Toy Story 1 e 2. Tão fofinho.

Vi Friends, Smallville.

Dá até vontade de ter directv em salvador, mas temo que eu não trabalharia tanto. Não sei. Terei que analisar a hipótese.

Agora estou tomando chazinho. Que delícia, que saudades de passar o dia tomando chá. Em salvador tenho vários chás. Uma lata cheinha, mas não consumo tanto quanto aqui. O clima não ajuda. Aqui, esse clima dos infernos, nesse frio, colabora.

Pela manhã fui cedinho no Instituto de Patologia, exames de urina e hemograma. Voltei pra casa correndo pra quebrar o jejum. Ainda faltam dois exames, o visual e uma radiografia. Hoje tenho consulta às tarde, amanhã, dentista, e na quinta, a última consulta.

Amanhã acho que vou lá no Campus, levar as cocadinhas do Lang, dar um oi pra Magale. Espero encontrar a Maria Helena.

Ainda não me acertei com o teclado do notebook, a interrogação NÃO ECXISTE!!!

Esqueci de falar das personalidades, né? Em SSA vi no aeroporto a Margareth Menezes, uns fãs até a pararam pra tirar fotinhos. E em Guarulhos, onde fiz conexão, cruzei com Seu Jorge. Ele é gatiiiiiinho. Falando em Seu Jorge, estou com um DVD dele aqui, peguei emprestado do Fausto, tenho que gravar.

Mommy tá fazendo sopã-ão. Esse friozinho do caralho tem lá suas vantagens. Primeiro, poder usar roupas. Segundo, poder usar sapatos (e boootas, hmmm minha botooooona, compridoooona, de saaaalto). Poder usar casacos, e mantas, e afins. Poder peregrinar de café em café, até na madruga. Passar o dia com uma caneca na mão, quentinha... tomar chazinhos. Tomar sopinhas bem quentinhas. E ceral com leite quentinho??? E dormir com vaaaaaaaaaarios edredons em cima. E o banho? Bah, hoje pela manhã a água nem enconstava o chão... saia do chuveiro e vaporizava antes de atingir o piso do box. Tava mais do que fervendo. ahahah

Falando nisso, lembrei que banho quentão faz mal pra pele e, e, e... eu tinha que ter marcado uma dermatologista. Putz, esqueci. Será que ainda dá tempo?

domingo, abril 30, 2006

Toca Rauuuuuuuuuuuul



Se esse amor ficar entre nós dois

Vai ser tão pobre amor, vai se gastar

Se eu te amo e tu me amas
E um amor a dois profana
O amor de todos os mortais
Porque quem gosta de maçã
Irá gostar de todas
Porque todas são iguais


Se eu te amo e tu me amas
E outro vem quando tu chamas
Como poderei te condenar
Infinita tua beleza
Como podes ficar presa
Que nem santa no altar


Quando eu te escolhi para morar junto de mim
Eu quis ser tua alma, ter seu corpo, tudo enfim
Mas compreendi que além de dois existem mais
O amor só dura em liberdade
O ciúme é só vaidade
Sofro mas eu vou te libertar
O que é que eu quero se eu te privo
Do que eu mais venero
Que é a beleza de deitar





Wiser de cu é rola




Today's fortune:
The heart is wiser than the intellect



É impressionante a fragilidade das pessoas, como pequeníssimas coisas, gestos mínimos, uma palavra, pode fazer alguém sentir-se muitíssimo bem, ou completamente arrasado.

Ontem, pra variar, eu não tinha muitos planos. O Jules ligou e convidou pra tomar chimarrão e ver o pôr-do-sol no gasômetro, eu achei a idéia boa e topei. Seguiríamos para o ap do Fausto, que comemoraría seu aniversário. Ótimo. O Sandro e o Sérgio também iriam. Perfeito, via todo mundo. Então, no meio (o fim) da tarde acabei sendo dominada por uma sensação de isolamento completo e decidi ficar deitada analisando a programação da HBO. Filme bom, filme ruim, decido diversificar, canal de Televendas, Warner, Sony. Seriadinhos que nunca vi na vida. Um filme com o Anthony Hopkins. O sol já havia se posto. Depois comecei a pensar na minha vidinha, na estada em Porto, nos meus amigos, no quanto adoro sair aqui, e resolvi ligar para o Sandro. Se eu me comprometesse com ele de passar lá e buscá-los, então mais facilmente eu iria pra casa do Jules. Certo. Ficamos quase duas horas conversando ao telefone. O Sérgio está doente e eles ficariam em casa.

É nada mais justo do que eu ser solidária e ficar em casa também. Pronto, estava decidido.

Lá pelas tantas o celular toca. Era o Fausto, avisando que o Jules já estava na casa dele.. eram umas 20h. Tá bom, tô indo.

Sob pressão eu ajo melhor.

Tomei banhinho quentinho tri gostoso, jeans, blusinha preta, casaco. Make up básico. Aliás, comprei mais dois gloss da Maybeline Diamonds. Adoooooro. Aliás 2, tem uma promoção de estojos de maquiagem no Renner... estou pensando seriamente em comprar. Aliás 3, acho que terei excesso de bagagem na volta, de tanta coisa que estou levando pra Salvador. Vim com 15kg, então qualquer coisinha já dará excesso.

Lá fui eu voar as tranças na cidade Baixa. O ap do Fausto é bem fofinho e o prédio é bem legal. Ficamos os três lá, de papo, ouvindo música. Depois chegaram o Marcelinho e a Jenny. E resolvemos descer prum bar ali na José do Patrocínio. Ficamos lá, tomei uma caipirinha, e muita água. Acabei me divertindo horrores impressionada de como a disposição de alguém pode mudar tanto. Às vezes é preciso agir no automático, como se fosse um remédio, e forçar-se a fazer coisas. Se isso é wiser ou não, eu não sei.

Hoje, quero ir no brique. E os dias continuam lindos, assim como as noites.

sábado, abril 29, 2006

(Ir)racionalidades





Odeio quando meus impulsos se sobrepoem às minhas convicções, ou à minha palavra.

Lar





Novamente tenho sono.
São 3am, o dia foi bom. Acordei cedinho, banhinho, médica. Depois fui ao Banco do Brasil, resolvi minhas coisinhas. Enquanto aguardava, li parte do livro comprado no aeroporto de Salvador, daqueles que custm 2,90, da mesma série que comprei quando fui pra Maceió. O livro da vez é O alienista. Não, não tinha lido ainda.

Voltei pra casa e levei minha mãe até o trabalho.

Voltei pra casa e almocei.

Fui olhar os emails do dia, scraps, responder... essas coisas. Depois deitei e fui olhar tv. Friends, Smallville. Estava decidida a ficar em casa e ver tv e fazer nada. Comecei a ver o filme Closer - vantagens de ter HBO. Então minha mãe ligou, estava quase na hora de eu ir buscá-la. Suspendi a sessão filminho e fui até lá. No caminho o Luis Fernando me liga e convida pra sair. Eu topo. Busco a mãe, levo em casa, saio da casa. Ok, 20h nos encontramos. Pego minha mãe e ela propõe uma ida ao supermercado. Fomos. Ligo pro Luis deixando o horário em aberto. Chego em casa, como algo e rumo ao encontro do Luis.

Fomos para a Padre Chagas, no Café do Porto. Tava bem bom. Gosto de lá, gosto do ambiente, e até gosto das pessoas que lá frequentam, apesar de ser no Moinhos. O café fechou. Fomos pra Cidade Baixa, pro Consulado Café. E ficamos até agora. Deixei-o em casa e vim pra minha casinha.

Minha médica disse que sou muito saudável.

A noite de ontem foi bacaninha. Eu e o Henrique fomos no café do Guion, pedi leite desnatado. Não tinha. Fomos num café do Olaria, fiz o mesmo pedido. Nada. Então passamos no Zaffari, comprei capuccino light, e fomos pra casa dele. Prático, rápido e barato. Além de gostoso.

A cada dia que ando pela cidade me dou conta das pequenas belezas que Porto Alegre possui. É uma cidade agradável, after all. O dia hoje estava particularmente lindo, um céu azul, ensolarado. É gostoso andar pelas ruas arborizadas, as ruas de paralelepípedo. Ver o rio. As pessoas. É gostoso estar em casa.

Amanhã subirei a serra com a mãe, portanto, vou-me ao berço.

quarta-feira, abril 26, 2006

Idas e vindas





Voar para Porto Alegre é como cruzar o oceano. Com todas as metáforas possíveis.
Tenho muito sono agora, e uma vontade louca de contar como foi meu dia, como foi a viagem. Não quero que detalhe algum se perca. Quero estar com meus amigos. Quero ver tanta gente e ter um pouco do tempo dessas pessoas comigo. O tempo será curto, muito curto. Não sou do tipo que tem um milhão de amigos, nem a mais simpática, mas gosto muitíssimo dos que tenho e sinto estar fisicamente longe. Sempre. Se estou em Porto Alegre, estou longe dos que estão na Bahia, no Rio, São Paulo, em Londres...
Parece que estou sempre longe.

E parece-me que estou sempre perto. Sempre em contato. Querendo saber da vida de todo mundo. Não por fuxico, mas pra não os perder.

O vôo foi longo. Mas foi rápido. Cheguei em Poa por volta da meia-noite, tendo saído de ssa às 18h30. E chegado no aeroporto por volta das 16h. Voar demanda tanto tempo.

E a bateria do meu super iPod acabou logo no início do vôo.

Impressionante a qualidade do trecho guarulhos - poa comparativamente ao trecho ssa-guarulhos. Por que será>>>

(ah, estou sem sinal de interrogação)

E tenho muito sono.

Para quinta:
- almoço com a Pan
- médico às 15h30
- Henrique à noite

Para sexta:
- médico às 8h30damadrugadaninguémmerece

Para o sábado:
- Subir a serra

Domingo:
- visitar afilhada

Segunda:
- churras

Terça:
- exames

E ainda falta: fazer vários exames, mais médico, ver a Flávia, o Dani, o Sandro e o Sérgio, o Luca, a Raquel, minha tia, ir no Banco do Brasil, ver o Maicon e o Adriano, ir na UFRGS, ver o Francisco, a Greice, o Luis Fernando... ai, é melhor eu parar de falar, para não causar incidentes diplomáticos. Mas esses são os compromissos que já firmei, só tenho que saber quando e onde. E estou louca pelo quando, não dou a mínima pelo onde.

Quero tudo ao mesmo tempo agora.

Tenho saudades de andar pela cidade baixa.

Está frio. Friozinho. Não um frio paralisante, um frio que dá pra colocar uma roupinha e voar as tranças por aí.

Foi tri bom andar no shopping hoje, civilização. Andar nas ruas, civilização. Roupas bonitas. Roupas. Aquele sotaque, aquele jeito de falar. As mulheres falando daquele jeitinho arrastaaaaado, falta de laço. Ô saudadinha boa.

Dirigir, xingar ao trânsito. Andar com minha mãezinha por aí.

Ah, meu quartinho, fofinho. E tá com uma cortina linda que minha mãe colocou. Ficou ainda mais fofo. Meu guarda-roupa, minhas roupinhas. Fazem-me lembrar que aqui é minha casa e nem precisava ter trazido roupa. Várias roupas. Alguns calçados. Até fiz limpa nos sapatos, coloquei uns para doação.

Tenho sono.

Muito sono.

Vou-me ao berço.

terça-feira, abril 25, 2006

Deu pra ti!



TÔ VOLTANDO
Simone

Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto
Eu to voltando

Põe meia dúzia de Brahma pra gelar, muda a roupa de cama
Eu to voltando

Leva o chinelo pra sala de jantar...
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar porque eu to voltando

Dá uma geral, faz um bom defumador, enche a casa de flor
Que eu to voltando

Pega uma praia, aproveita, ta calor, vai pegando uma cor
Que eu to voltando

Faz um cabelo bonito pra eu notar que eu só quero mesmo é
Despentear
Quero te agarrar... pode se preparar porque eu to voltando

Põe pra tocar na vitrola aquele som, estréia uma camisola
Eu to voltando

Dá folga pra empregada, manda a criançada pra casa da avó
Que eu to voltando

Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar
Telefone não deixa nem tocar... Quero lá.. lá.. lá.. ia.....porque eu to voltando!


Muito lá lá lá lá de 25 de abril a 08 de maio!


sexta-feira, abril 21, 2006

E chove.




Não pára de chover na capital baiana. Chove, chove e chove.
Um saco.

Tadinha da minha mãe, que veio pra cá e a única coisa que fazemos é ficar dentro de casa. E ela, só fica lá, lendo. Lendo. Lendo. Que tédio.

E hoje, feriadinho, não dá pra pensar em ir num shopping. Pelo menos um dia de sol ela teve, que foi na segunda-feira. Mas justo no dia que não dava pra eu sair com ela. O único dia da semana em que meu nome é trabalho.

Falando em trabalho, tive boas notícias esta semana, e tive meu visto renovado para a soterópolis por mais dois anos. Ou um ano, renovável por mais um, eu acho. Não sei muito bem.

Na terça-feira a capital gaúcha me receberá. De braços abertos, espero. E daremos adeus à chuva soteropolitana. Dedicar-me-ei a fazer porra nenhuma, exames médicos, ver amigos, ir pra Cidade Baixa, ver tv. Voltarei para SSA no dia 08 de maio. E então, a vadiagem acaba e voltarei a ser uma pessoa ocupada, trabalhadora, acadêmica. Aquela vidinha de sempre.

Tenho uma super novidade tecnológica. Um iPod nano. Lindo. Black. Fofo. E já estou a ouvir musiquinhas. O som é ótimo! Ele é tão bonitinho, tãaaaao bonitinho.

Tenho trabalhos de alunos para corrigir, mas deixarei para fazê-lo no domingo, pois temo estragar o feriadão. Apesar de alguns alunos terem ido muito bem na prova - teve uma prova excelente, inclusive, bem escrita, articulada, idéias acertadas, uma delícia de ver -, outras provas não foram assim tão deliciosas e deixaram-me profundamente irritada, triste, desapontada. Mas, mas, mas... não deixarei isso se repetir neste findi.

Essa chuvinha fina lá fora pede uma rede. Uma rede preguiçosa. Um conhaque. Ou um vinho. Mas conhaque cairia bem, ou vinho do Porto. É vinho do Porto e queijo. Ou vinho do Porto e chocolate. Conhaque e chocolate. E a rede. E o Ipod. Não, não quero um livro. Não quero me concentrar. Mas conhaque, chocolate e Chico. É, pode ser Chico, o escritor. Tanto faz, o cantor ou o escritor. Mas sendo livro, só se for do Chico.

Um filmezinho, cama, almofadas... também seria uma boa pedida.


quarta-feira, abril 19, 2006

segunda-feira, abril 17, 2006

Salve, irmão!





[Dudu_menezes] qual e sua crencar?
[Eu] sou agnóstica
[Dudu_menezes] sei
[Eu] vou almoçar...
[Dudu_menezes] em q sua crencar s estar relativada?
[Dudu_menezes] vc estar declarando a doutrina inacessivela ao ser humano e?
[Dudu_menezes] oi
[Dudu_menezes] oi
[Eu]oi?
[Eu] como assim, relativada?
[Dudu_menezes] oq e isso msm vc perder os componetes dos objetos
[Dudu_menezes] q coisa e essa?
[Dudu_menezes] m esplicar ai
[Eu] perder componentes dos objetos?
[Eu] não entendi nada do que vc falou
[Dudu_menezes] d vc ser agnostica?
[Dudu_menezes] oq e isso ate hj nao entendir?
[Dudu_menezes] vc pode m esplicar?
[Eu]] ah
[Eu] http://pt.wikipedia.org/wiki/Agn%C3%B3sticos
[Dudu_menezes] oq?
[Eu] olha este site http://pt.wikipedia.org/wiki/Agn%C3%B3sticos
[Eu] http://pt.wikipedia.org/wiki/Agnosticismo
[Dudu_menezes] ok
[Dudu_menezes] vc s reune em algum lugar?
[Eu] não
[Eu] não tem pq reunir
[Dudu_menezes] pq?

domingo, abril 16, 2006

Páscoa linda





Eu adorei.
Minha páscoa está ótima, so far.
Simples e gostosa.
Espero que a semana toda seja assim.

sábado, abril 15, 2006

O corpo fala




A insônia é a sensaçao de sono de má qualidade ou de duraçao insuficiente, resultante da dificuldade em adormecer, dificuldade em permanecer dormindo, acordar demasiado cedo ou ter um sono que nao é reparador.


Ontem à noite tive muita dificuldade para dormir. Não sei quanto tempo revirei na cama. Mas sei que foi muito mais do que o de costume. E sinto que tive um sono leve, acordei várias vezes na madrugada. Depois, ainda levantei para fechar os vidros da casa, uma chuva torrencial varria as ruas soteropolitanas. Pela manhã, às 5h, levantei-me e não mais conseguia dormir.

Gosto de dormir. Esta, aliás, é umas das coisas que tenho certeza na vida que gostam. Sempre nos papinhos imbecis da internet quando sou perguntada sobre o que gosto de fazer, respondo: dormir.

Dormir, dormir. Adoro. Aquele soninho gostoso da manhã, quando é quase hora de acordar. Aquele soninho bom do início da noite, quando simplesmente adormecemos. Aquele sono profundo da madruga, em que quase nenhum músculo se move.

Tem alguma mosca Tsé-tsé por aí?

sexta-feira, abril 14, 2006

Okeeey




Bem, ainda temos C.S.I e Monk hoje à noite.

Respire fundo

E amanhã já não é feriado, posso fazer umas coisas de rua que preciso fazer.

Conte até dez

É fazer coisas que preciso fazer é uma boa coisa. Acho que pode ser uma boa coisa. Piloto automático sempre ajuda.

Or just... give up

quarta-feira, abril 12, 2006

Fortune de cu é rola





Today's fortune:
Your love life will be happy and harmonious

Up and down





Tem vezes que quero escreve aqui sobre um monte de coisas, falar do que se passa por dentro e por fora. Outras vezes tenho vontade apenas de calar. Ou de falar sobre coisas que não posso falar. Lendo este post pensei no quanto eu gostaria de conseguir ser uma pessoa que fala mais. Mas não sou eu. Eu fecho. Eu guardo. Comunhão não é comigo. E (quase) sempre que eu falo, me arrependo. Arrependimento, aliás, é um sentimento que me vem rondando a alma ultimamente.


I know you like me, I know you do
I know you want it
Its easy to see
And in the back of your mind
I know you should be fucking me


Tem um monte de coisas que eu me arrependo, e às vezes me pego pensando se eu tivesse feito isso, ou aquilo... sabe esses pensamentos inúteis e que corrompem qualquer um? Pois é.

Por outro lado tem momentos em que eu estou a pessoa mais feliz da face da Terra e vendo como tem coisas boas na minha vida e como muita coisa que eu queria deu certo. E como certas incertezas do passado hoje se dissolveram e me deixam um futuro não sabido, mas com perspectivas mais tranquilas.

Girl, you'll be a woman soon,
Soon, you'll need a man


E nessa gangorra emocional tenho passado meus dias. Ouvindo muita música (em itálico, trechos das coisinhas que estão tocando agora), baixando filmes, vendo tv, dormindo... fazendo nada. Acho que nunca, ou há muitíssimo tempo, não tive dias assim, tão tranquilos. Sem me preocupar com provas pra fazer, projetos pra entregar, livros pra ler, trabalho pra procurar. Tá, tudo bem, estou praticamente desempregada - uma vez que não conto a faculdade onde dou aulas agora como emprego, e sim como uma experiência profissional, o que é muitíssimo diferente. Ainda assim, essa coisa de emprego não está me preocupando agora. Leia agora como agorinha, às 21h26. Se eu começar a pensar sobre o assunto, é provável que às 21h35 eu já esteja preocupada, tensa.

O que realmente me perturba ultimamente é esse negócio de rato. Isso é algo que me tira qualquer racionalidade, e me abala emocionalmente de maneira profunda, como ninguém parece compreender. E é algo que está fora do meu alcance resolver. Já fiz tudo o que podia: veneno, vistoria no ap, sessão de programação neurolinguística (!), Floriais de Bach, etc. O próximo passo, será a mudança. Já escolhi novos bairros possíveis. Mas não posso mudar agora, pois não sei se ficarei ainda na Bahia ou não. Aliás, já decidi, se não tiver o emprego que eu quero, logo, voltarei para Porto Alegre em agosto. E já tenho passagem comprada. Pronto, comecei a pensar nisso, o humor já mudou, já lembrei de todas as coisas que eu odeio em Salvador.

(fim da sessão música, começou a novela)


Tá, mas o que eu queri neste post era falar de ontem, de como o dia foi lindo e de como me fez bem. De como fiz um milhão de coisas, de como novas perspectivas e abriram, de como foi bom bater perna no shopping, e fazer comprinhas: brincos, pulseiras, essas coisas. E experimentar um milhão de roupas. E não ter horário pra nada. E passar na Perini, comprar meus brócolis, minhas azeitonas, meu macarrão.

E pensar nos próximos dias, e nas coisas legais que vou querer fazer. Espero que a semana que vem seja tão boa quanto eu espero e planejo que ela seja. Não que eu esteja a fazer planos mirabolantes. Penso nas comidinhas que vou fazer... vai ser legal, vai sim.

Ah, e hoje encerrei mais uma série... o dia que eu resolver voltar na academia, iniciarei a série nó-va-a!

terça-feira, abril 11, 2006

Voando as tranças





online no msn?
Esquece. Hoje vou pra rua, fazer coisinhas de rua.

Sim, meu status de ausente no msn, em geral, quer dizer que estou... ohhh... ausente! Eu sei, eu sei, é muito difícil de entender que ausente signifique ausente, mas é isso mesmo.

segunda-feira, abril 10, 2006

Merde!





Depois de várias semanas usando o Emule na minha super máquina, eis que tenho vários vídeos, músicas, filmes. Então ontem fui conferir os filmes. Dos 7 filmes baixados, 4 estão dublados em francês e um não funciona. Que ódio. Tanto tempo desperdiçado. Francês é lindo, se fosse legenda em francês eu amaria, mas dublado!!! Puta que pariu!

Não os apaguei, então, se alguém quiser filmezinhos pra treinar o francês, me avisa que eu vendo. Baratinho, o preço da mídia.

Agora, imagine Pulp Fiction dublado em francês!

quinta-feira, abril 06, 2006

Sou mais macho que muito homem





Era hoje, não passaria de hoje.
Abri meu super kit de ferramentas, abri o Manual do Macho, e pus-me a furar a parede. Não sem antes dirimir uma dúvida cruel. Recorri ao msn, meus contatos online... procurei por um macho. Mas nessa era moderna, poucos há. Sabe como é, a maioria é guri de apartamento, menininho de computador. Precisava dum macho à moda antiga. O mais próximo disso era o André. Dito e feito. Então ele me ajudou a escolher o conjunto bucha-broca-parafuso. Tá, lá fui eu furar a parede. Três míseras horas depois, várias consultas ao André, a crença certeira de que furaria um cano de água ou atingiria a fiação elétrica, tinha meu porta-retratos pendurado.

Eu sou pau pra toda obra
Deus dá asas à minha cobra
Minha força não é bruta
Não sou freira nem sou puta

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem


terça-feira, abril 04, 2006

Ciganinha do orkut

"Today's fortune:
A good time to finish up old task"


Tá, eu vou fazer a revisão da dissertação. Já vou, já vou.

domingo, abril 02, 2006

1975




Já lhe dei meu corpo, minha alegria
Já estanquei meu sangue quando fervia

Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Olha a gota que falta
pro desfecho da festa
Por favor

Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota d'água

sábado, abril 01, 2006

O Eustáquio que me perdoe...




Estou, desde quinta-feira, com meu ouvido fechado. Trata-se de uma rolha de cerume. Já estou relativamente habituada a esse processo de fechar ouvido, abrir ouvido, mas estando em Porto Alegre. Aqui em Salvador não tenho plano de saúde, então procedimentos médicos são evitados ao máximo.

Certo, precisei ir ao médico. Fiz pesquisas de preço: a consulta mais barata para o otorrinolaringologista era de 120 reais, a mais cara 200. Isso foi na sexta. Esperei. Nada de melhorar. No sábado fui no Edifício Fundação Politécnica na Av. 7 de setembro em Salvador, lugar que abriga vários centros médicos com profissionais (?) que atendem a preços populares. Procurei por um otorrino, havia. Valor da consulta: 30 reais. Muito justo.

Paguei. Esperei. Esperei. Esperei. Fui atendida por uma senhora muitíssimo estranha, que me tratou muito bem, me abraçou, fez perguntas sobre minha vida. O sonho de qualquer consulta médica, né? Não fosse eu a (im)paciente.

Então, ela vai, fala, fala... e começa a me receitar vários remédios. Descon, entre eles. E eu que pensara que não era mais vendido. Continuando ela vai me explicar o porquê do Descon, afinal trata-se de um descongestionante nasal. Então ela diz que o nariz e o ouvido são ligados por um canal, e pelas Trompas de Falópio. Não faltei a esta aula de Biologia. Sei bem onde ficam as tais trompas, e fiquei a me imaginar parindo pela narina direita. Ou esquerda? Seria pela boca?

Tudo bem, ela poderia continuar falando bobagens, eu não ligava, tudo o que eu queria era que ela fizesse a remoção da rolha (limpeza do ouvido). E eu perguntei... e a limpeza? Ela então passou-me uma "receita": água oxigenada, mertiolate (ué, o ministério da saúde também não proibiu o mertiolate, por causa do timerosal?), mistura tudo, pega um palito de dente, quebra a pontinha, pra não furar o tímpano, coloca um algodãozinho na ponta e embebe na mistura, depois passa no ouvido, lá dentro. Sim, ela mandou eu introduzir um palito de dentes no ouvido. Qualquer otorrino a esta altura daria um tiro na tal médica, não? Por mim, tudo bem...

- E a limpeza, a senhora não tem os equipamentos (o mini aspirador que suga tudo de dentro do ouvido, ou aquele trocinho que joga água dentro do ouvido) pra fazer a limpeza?

- Ah, mas não pode tirar assim, porque você está tonta, pode ser pior, e vai infeccionar.


Trinta reais jogados no lixo.

E meu ouvido ainda fechadinho. Nem preciso dizer que não comprei os remédios que a maluca passou, né?

Saí de lá e fui num hospital, 85 reais. Respirei fundo, pensei, e resolvi esperar até segunda-feira, e ligar para a médica da Roberta (que me ligou enquanto eu estava esperando pra ser atendida com a farsante, e me deu o número do telefone da otorrino dela). Se não rolar um preço de convênio com ela, irei no Hospital, e pagarei sem tristeza alguma. E voltarei a ouvir.

Falando em ouvir... Chico na vitrola: "...quero ver como suporta me ver tão feliz..."

Sim, sim, eu sou alfabetizada cientificamente, eu tenho noção de corpo humano, de medicamentos, e afins. O que me entristece, muito mais do que os 30 reais jogados no lixo, é o número abissal de pessoas que têm nesse tipo de "medicina" o único recurso "particular", e colocam ali seu suado dinheirinho, depositando suas vidas em gente incompetente e irresponsável.

É pra estas coisinhas do dia a dia que todo mundo tem que saber de e sobre ciências. Isso é pra minha amiga Flávia ver que tem coisas feitas na academia que, ainda não tendo aplicação direta na vida cotidiana, nem salvando o mundo, tem sua importância.

Como eu faço meu dever de casa... aqui vão uns textinhos pra quem quiser entender que porra é esta de rolha de cerume. Não, eu não sou uma porca que não limpa o ouvido, o problema, por sinal, é o contrário. Eu não devo limpar! Não demais. Não além do só lavar a orelha no banho. Mas eu insisto em passar um cotonetezinho básico de vez em quando. Também, quem resiste... com aquele conjuntinho Coza sobre a bancada do banheiro... potinhos bonitinhos, com algodão dentro, cotonetezinhos dentro, tudo arrumadinho, daí dá vontade de usar!



OUVIDO ENTUPIDO (e/ou doendo)

Com esta queixa, muitas pessoas, procuram recursos médicos ou até mesmo as farmácias. A coisa pode ser simples ou não. Este problema ocorre, mais freqüentemente, no inicio do verão, quando dos mergulhos em rios, piscinas ou mar, já que a entrada de água sobre pressão nos ouvidos pode agravar patologias locais pré-existentes.

O principal exame que fecha o diagnóstico é a Otoscopia, feita com o uso de uma lanterninha própria que permite ver o meato acústico externo até o tímpano (a famosa membraninha onde se articulam os ossículos responsáveis pela transmissão do som, do tímpano até as vias centrais).

No meato acústico externo é onde normalmente encontramos as encrencas (infecções, grãos, areia, espuma, cerume, etc.). Particularizando no cerume que costuma ser o vilão mais freqüente, devemos tomar, logo as providências. Este se forma da secreção fisiológica, natural do conduto auditivo externo que tem função protetora do local contra agressões externas, dentre outras. Chega a ter, até mesmo, uma função repelente a insetos. Toda vez que mastigamos ou abrimos a boca, a articulação temporo-mandibular altera o assoalho do meato auditivo externo, subindo e descendo fazendo com que cera vaporizada no local saia da orelha como se fosse um spray de inseticida, desestimulando a entrada de bichinhos (sabedoria da Natureza).

Quando a produção de cera aumenta muito, por vários motivos, inclusive pessoais, forma-se a rolha de cerume. O uso indiscriminado de palinetes para limpeza, ou simplesmente, coçar o ouvido lá no fundo, pode empurrar a cera mais para dentro e com isso ela se compacta formando a rolha dura que entope o canal. Ocorre diminuição da audição e desconforto até a dor. Fica impedida a equiparação da pressão atmosférica antes e depois do tímpano.

Quem já teve orelha entupida com cera durante alguns dias, sabe o drama que isso representa. Nos deixa desesperados! Às vezes, a semi-oclusão permite a passagem de água dos mergulhos ou mesmo dos banhos para trás da semi-rolha, chamemos assim e, não podendo voltar, fica encostando-se ao tímpano e irritando (doutor, estou com água dentro do ouvido...).

A pessoa que mostra estes sintomas deve, realmente, procurar recursos com um Otorrinolaringologista (ORL) ou, até mesmo, um Clínico Geral, se for adulto, ou Pediatra, se for criança (crianças também têm estes problemas com cera ou mesmo corpos estranhos que colocam no local e depois começam a doer).

A otoscopia já nos dá informes das causas do desconforto. Se for cerume impactado, deve ser removido o quanto antes, para evitar problemas maiores e a remoção é um procedimento médico relativamente simples (porém delicado) e em alguns casos pode dar muito trabalho e há riscos.

A retirada da rolha por aspiração usando uma maquininha a vácuo, é o modo menos traumático porque suga em vez de assoprar, porém a dificuldade é que normalmente só os especialistas têm tal equipamento. A lavagem de ouvidos é o modo mais comum de enfrentar o problema. O uso uma pequena pazinha que ajuda a puxar corpos estranhos do conduto externo pode ser bastante útil. Quando é possível, que dá tempo, como se diz, usamos um medicamento no ouvido externo que tem ação solvente sobre a cera para facilitar o trabalho. Basta pingar 2 a 3 vezes ao dia, 2 a 3 gotas no local que facilita muito. No comércio, são vendidos com nomes de fantasia de Cerumin, Oto-Cer, etc.

Quando o desconforto por dor é muito grande, devemos tentar a remoção imediatamente. Dê ou não muito trabalho. A chamada lavagem de ouvidos não deve ser feita em pessoas que têm o tímpano perfurado, é óbvio, ou com graves infecções locais. Deve-se prevenir complicações. Caso contrário, o barulho do jato da água sobre o tímpano é que incomoda um pouco, mas não é para doer.

Trabalho feito, reavalia-se o canal auditivo externo e o tímpano e se não houver nenhuma lesão, nem há necessidade de se pingar medicamentos. Sugere-se apenas observação e nova otoscopia em 3 a 4 meses para verificação se não está se formando nova rolha. Com a orelha limpa e sem dor, o paciente tem condições de ouvir todas as recomendações médicas numa boa.

É recomendável pelo menos uma vez por ano, qualquer pessoa deixar-se examinar nos ouvidos. É um processo indolor, apenas faz cócegas e podemos surpreender alguma coisinha já ocorrendo. Preventivo otológico!

CONSELHO: Nunca enfie objetos estranhos nos ouvidos para coçar, tais como: grampos para cabelos, tampinhas de caneta tipo esferográfica BIC ou similar, palitos de fósforo, etc., por causa da possibilidade de lesionar o tímpano.

CURIOSIDADE: Você sabia que na China e na Índia existem “leigos” (não Médicos), especialistas em orelha? Acredito que só não usem otoscópio. Limpam os canais, removem cera, aparam os excessos de pêlos e recomendam cuidados. Atuam nas feiras livres de ruas, têm suas cadeiras próprias, aventais, paninhos, instrumentos e são muito ciosos dos deveres à semelhança dos barbeiros e cabeleireiros. Os usuários chegam a formar filas para serem atendidos em sua “toillete” de orelha. Questões e costumes culturais.


Rolha de Cerume
O cerume é produzido por glândulas específicas do meato acústico externo em pequena quantidade e eliminado espontaneamente. Tem função antimicrobiana, principalmente pelo pH discretamente ácido que apresenta, sendo um ótimo umectante da pele. Alguns pacientes o produzem exageradamente, devido a fatores ainda mal definidos e discutíveis,como, por exemplo: a individualidade, excesso de limpeza e possível alterações metabólicas, formando a rolha de cerume, que pode ocluir totalmente a luz metal. Em geral à secreção ceruminosa se juntam restos celulares e teciduais, conferindo-lhe consistência variada. As rolhas de cerume são encontradas mais freqüentemente em adultos. A remoção do tampão de cerume pode fazer-se por simples lavagem com água esterilizada morna, jamais com água fria ou quente em demasia, para não originar sintomas de estimulação labiríntica, empregando seringa apropriada de grande capacidade.
Não se adaptar agulha à seringa, para evitar traumas acidentais à membrana timpânica ou à pele meatal. O enema, a ponta do qual se adapta uma sonda de Itard, é boa alternativa, melhor que a seringa comum. O jato de água será dirigido para o quadrante antero-superior do meato. Caso a remoção não se efetue com facilidade, utilizam-se substâncias emolientes próprias, encontradas no mercado farmacêutico, o que facilitará a manobra. Algumas crianças - e mesmo adultos - podem apresentar reações de quase pânico ao trabalho no meato acústico externo, dificultando ou impedindo manobras de limpeza. Em última instância, aconselhamos anestesia geral. A remoção de rolhas de cerume através de instrumentação deve restringir-se ao especialista. A utilização de solventes de cerume sem a lavagem posterior é inútil e pode ser extremamente irritante, em virtude da atividade ceratolítica dessas substâncias.

sexta-feira, março 31, 2006

Jura dizer a verdade

"Seu Tipo de Personalidade
ESTJ Feminino

Você poderá encontrar homens em qualquer lugar, a qualquer momento, mas muitos deles parecem se sentir intimidados pela sua atitude direta e objetiva. Não importando aonde vá, acaba por encontrar homens levianos incapazes de ver além de sua “armadura” externa para descobrir a doçura que você esconde internamente. Para você a escolha mais certeira seria o homem Tradicionalista ou o General(ENTJ), contanto que ele não seja muito forte em sua preferência Intuitiva(N). Se seu General é forte no Intuitivo, ele poderá, quem sabe no futuro, se tornar irritado com sua praticidade em ver/fazer as coisas. Você também poderá se ver enlouquecida com os planos e esquemas mirabolantes do General. No lado positivo, quando você se pareia com qualquer um destes homens, irá talvez gozar de uma boa condição de vida. Provavelmente você e seu parceiro terão boa escolaridade, com profissões e no caminho certo para uma carreira de estelar. No negativo, poderá haver competição no relacionamento, um querendo estar um degrau acima do outro: Havendo uma guerra mental, onde ambos "

quinta-feira, março 30, 2006

Redenção


A cigana se rende:

Today's fortune:
You are the master of every situation


Yes, yes, thank you all.

domingo, março 26, 2006

Chat, bate-papo, uol, virtualidades?





Agora eu lembrei porquê parei de entrar nessas coisas. Especialmente na Bahia. Não é preconceito, é estatística.

Se eu relatasse, ninguém acreditaria. O mundo precisa de mais Henriques.

Ai, ai, meu reino por uma noite back in Pajuçara.

sábado, março 25, 2006

Chico, sempre.





Diz o mandamento blogger que quando se coloca letra de música num post é sinal de que o blog vai de mal a pior. É de última.

Tô nem aí.

Ouvir essa música quase(?) me faz chorar.


Vem, meu menino vadio,
vem, sem mentir pra você
Vem, mas vem sem fantasia,
que da noite pro dia
Você não vai crescer


Vem,
por favor não evites meu amor,
meus convites
Minha dor, meus apelos
,
vou te envolver nos cabelos,
Vem perde-te em meus braços pelo amor de Deus

Vem que eu te quero fraco,
vem que eu te quero tolo
Vem que eu te quero to...do meu


Ah, eu quero te dizer
que o instante de te ver custou tanto penar
Não vou me arrepender,
só vim te convencer
que eu vim pra não morrer

De tanto te esperar,
eu quero te contar das chuvas que apanhei
Das noites que varei no escuro a te buscar
Eu quero te mostrar as marcas que ganhei
nas lutas contra o rei
Nas discussões com Deus,
e agora que cheguei
eu quero a recompensa
Eu quero a prenda imensa dos carinhos teus


Palhaça Musical




Estou toda musical ultimamente. Tá, eu já sou musical, mas tô mais ainda. Agora na minha febre downloadistica emepetresística, eu só quero ouvir música. E tem um monte de música boa.

Agora, na vitrola: o síndico!

Vou pedir pra você voltar
Vou pedir pra você ficar
Eu te amo, eu te quero bem
Vou pedir pra você gostar
Vou pedir pra você me amar
Eu te amo, eu te adoro, meu amor
A semana inteira, fiquei esperando
Pra te ver sorrindo, pra te ver cantando
Quando a gente ama, não pensa em dinheiro
Só se quer amar, se quer amar, se quer amar
Do jeito maneira, não quero dinheiro
Quero amor sincero, isto é o que espero
Grito ao mundo inteiro, não quero dinheiro eu só quero amar

Te espero para ver se você vem
Não te troco nesta vida por ninguém porque eu te amo
Eu te quero bem
Acontece que na vida a gente tem
Ser feliz por ser amado por alguém
Porque eu te amo, eu te adoro, meu amor...



sexta-feira, março 24, 2006

Por quê?





"E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.

- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.

- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...

- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita.

- Sou uma raposa, disse a raposa.

- Vem brincar comigo, propôs o princípe, estou tão triste...

- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.

- Ah! Desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:

- O que quer dizer cativar ?

- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?

- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?

- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa criar laços...

- Criar laços?

- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo... Mas a raposa voltou a sua idéia:

- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo... A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:

- Por favor, cativa-me! disse ela.

- Bem quisera, disse o principe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.

- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me! Os homens esqueceram a verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"

Fragmentos





Às vezes eu acho que minha vida está perfeita. Outras acho que tudo dá errado. Há ainda os momentos em que sinto que quase tudo está bem, que por apenas um detalhe tudo ficaria perfeito, mas que esse detalhe se torna tão grandioso que faz com que eu me sinta muito pequenininha, e esmagada, e impotente perante qualquer outra coisa, perante qualquer coisa boa da vida. E daí não importa se a academia está divertida, não importa se terminei a dissertação, não importa se não estou doente, nem importa eu ter comida na geladeira, ou se minha mãe está bem. Parece que nada mais importa. E eu posso tentar fazer pensamentos positivos, dar uma de Poliana, mas não funciona. Aquilo fica ali, latejando, persistente, o tempo todo. Uma torneira gotejante e incessante.

[...]

Indentificação. Li um post num blog e achei que eu poderia tê-lo escrito. Ou algo similar.

A Gi sempre é um doce, mas hoje estava um exagero. Parecia que, por alguns minutos, a vida dela não era matricêntrica. O nome da mamãe nem constava do seu “minidiocionálio”. Eu me senti o último gole do mamá, o bobô um dia antes de ser lavado, o pepê cinco minutos antes do soninho da noite. Ela me chamava de Papito, beijava-me várias vezes, sem motivo aparente, fazia-me um carinho maravilhoso e me chamava de lindo – sim! – a cada cinco ou seis minutos. Foi tanto afeto que eu até me senti desconcertado.

Chegou um momento em que comecei a ficar com medo. “Será que eu vou morrer e ela está sentindo isso?” Comecei a imaginar-me num caixão, com as mãos unidas sobre as flores que cobriam quase todo o corpo (haja flor). Fiquei com dó da Gigi. Fiquei com dó de mim.

Vi como tenho dificuldade em lidar com a felicidade. Para mim, qualquer brisa mais demorada num dia de calor pode ser o prenúncio de uma tempestade escatológica, dada a excepcionalidade da benesse. Infelizmente, vejo com muita desconfiança esse sentimento que todos nós buscamos. Tenho medo de gostar dele. Tenho medo de que vá embora ou de que me esteja fazendo uma última visita. E isso me gera problemas, porque, em vez de curtir um e outro instante feliz, fico olhando-o de soslaio e cronometrando, preocupado, a sua visita, esperando o inevitável momento da despedida. Acabo, então, ficando bem perto da tão fiel e natural infelicidade, para que não tenha que esquecer e, depois, conhecer o seu rosto novamente. Bobagem? Acho que sim.

A crise passou. Agora, pouco mais de duas horas após a overdose de afeto, estou até achando que vivo mais alguns anos. Todo aquele excesso de felicidade, junto ao medo, se esvaiu pelas minhas células, como diria o Augusto. Voltei ao anormal.

Mas, cá entre nós, se eu morresse neste instante, como previ naquela feliz situação... Se eu morresse agora, morreria sem nem me despedir da tristeza.


Tirado daqui.


[...]

Hoje recebi visita. Eu gosto de receber visitas. Fiz uma pseudo Banana Split, fiz chazinho. Ouvimos música, batemos papo. E coloquei o vídeo da Ana Carolina e Seu Jorge. Só não assisti, ficamos de papo na sala e o vídeo rolando no quarto. A casa foi-se infestando de insetos. Sabe quando o tempo está para chover? Váaaaaarios insetinhos voadores adentraram a janela.

[...]

Mommy mandou sms hoje, minha tia também. Fofas. Tem uma promoção da TAM este findi em Porto Alegre, me deu uma vontade de ir. Preciso ir pra Poa um pouco. Passar lá uns dias. Dar uns beijos na minha mãe. Ver amigos. Olhar o Guaíba, sentar na Redenção. Tomar café. Ficar deitada na cama da minha mãe vendo tv. Ver gente bonita. Ter umas felicidades.

quinta-feira, março 16, 2006

Blue mood





Vantagen de morar nos trópicos, e a beira-mar: andar descalça na praia, molhar os pés, sob a lua cheia.

Pobre de espírito vai para a Igreja Universal quando não há mais saída, pós-modernos usam Florais de Bach.

E funciona. Ajuda, pelo menos.

Pode chamar de placebo.

segunda-feira, março 13, 2006



Se tem um apartamento vazio, para alugar, aqui no meu prédio, será que eu posso morar lá, sem pagar aluguel, já que está vazio mesmo, até o responsável alugar pra alguém ou precisar usar o ap?

Acho que não, né?

Caro(a) vizinho(a):


Se tiveres interesse em alugar a garagem que no momento ocupas, do apartamento XX, será um prazer negociar contigo. Podemos pensar numa locação mensal, por turno, diária. Caso contrário, solicito que restrinja o uso da referida dependência apenas para situações de emergência, que compreendo serem possíveis. Ainda assim, comunique-me da necessidade de ocupá-la, por favor.

Atenciosamente,

A vizinha rabugenta


Se ele me chamar de mal amada, mal comida, vaca, ou outros adjetivos carinhosos, eu nem ligo. Quero mais é que parem de achar que minha garagem é latifúndio. Quer? Paga.

Deixei um bilhetinho na caixa de correspondência e outro no parabrisa. Just in case.