quinta-feira, junho 30, 2005

É chato ser gostosa



Não importa o que venha a acontecer no resto da semana... a minha já está ganha. E hoje foi o ápice! De ontem até hoje à noite recebi o maior número de cantadas no intervalo de 24h da minha vida. Impressionante, né? Motorista de carro buzinando, técnico da companhia telefônica, porteiro... Fala sério, tô podendo, né? O que me lembra a resolução deste ano: Não vou mais tentar ser magra e gostosa, vou continuar só gostosa, mesmo. Se bem que, não ser magra é uma coisa, mas eu estou uma super hiper ultra gorda gigante. E gostosa, claro.

Bem, já falei que limpei a casa toda e arrumei tudo na semana passada? Não, né? Pois é.

E que agora entrarei no mundo das pessoas dotadas de paciência, bom gosto e criatividade? Sim, técnicas manuais, vou fazer bijouterias. Hoje fiz um chaveiro e estou me achando uma super designer.

Nem acredito que já é quinta-feira, ou seja, já "estou de final de semana", como diz um amigo meu. O tempo voa.

Ontem fui no cinema com a Marisa, Ester e Pedro. Vimos Inconscientes, foi muito engraçado, depois fomos comer pizza. Estava tri boa a pizza. E até encontrei a Shala, por acaso, foi ali na Barra, na esquina da casa da Ester.

Sim, vou escrever o artigo para o Encontro em Bauru/SP. Pelo menos tentarei escrever algo que preste. Foda, 200 contos a inscrição para a brincadeira.

Estou me sentindo uma pessoa tão feliz. Nada como passar por um canteiro de obras para elevar a auto-estima, né? Isso que nem passei por um. Maldade [On] Off: Salvador é um canteiro de obras gigante. Maldade On [Off].

Soube que o Adriano não está bem, fiquei triste por ele, e pelo Maicon. Espero que ele fique bem novamente, e em breve. Eles são tão queridos, não mereciam isso.

Falei com minha mãe anteontem. Ah, é, também não comentei aqui que no final de semana passado fiquei tri doente, né? Pois é, fiquei malzona. Mal mesmo. Foi na sexta-feira. Finalzinho de tarde, comecei a sentir dores, quando ia fazer xixi, dava uma dorzinha. Mas tá. Fui para o Pelourinho, andei, jantei. Choveu e enquanto esperava a chuva parar comecei a sentir mais e mais dores, fui ao banheiro e a dor havia aumentado, além disso, sinais de sangue na urina. Saí de lá e acabei molhando os pés e tal. Fui pra Ondina. A dor havia aumentado geometricamente e eu não saia do banheiro. Liguei trocentas vezes para a minha mãe, sem saber o que fazer. Fiquei pensando em cistite. Acho que deve ser assim a dor. E comecei a sangrar mais. E eu ia no banheiro e eram apenas pinguinhos, não tinha nem xixi para fazer e doía muito. Pensei em passar a noite no vaso, sentadinha. Super emocionante, né? Tá. Tentei ligar para umas farmácias, mas o guia telefônico de 98 não ajudou: nenhum número funcionava. Tentei dormir, era impossível. Sentia frio, muito frio nos pés. E dor, dor. Depois liguei denovo para a mãe e ela atendeu, falei a história, ela mandou eu ligar para a farmácia, disse que achava que era infecção urinária, e disse para eu beber bastante líquido e pôr os pés na água quente. Como eu não estava em casa, segui apenas a sugestão da farmácia, apelando para o 102. Foi uma peregrinação, porque o imbecil do carinha do 102 não achava uma farmácia na Graça (um bairro aqui) 24h. E eu sei que tem uma, pois é a que eu sempre uso. Como recém troquei de celular, ainda não tenho toda a agenda do anterior no novo, então não tinha telefones de farmácias. Bem, ele me deu o número de uma, que me deu o número de outra, que me deu o telefone duma terceira, que me deu o contato da 4a e minha farmácia. Falei com alguém lá, expliquei o problema e ele me sugeriu um remédio. Quase 30 reais. E eu sem cartão de crédito. E sem dinheiro, óbvio. Maaaas tinha outro - e viva os genéricos! - e saiu por quase 20. Viva, 20 lindos reais era tudo o que eu tinha. O remédio chegou, tomei e fiquei deitada no sofá da sala, tentando dormir. E fazia frio. E eu queria a minha caminha e meus edredons, e o silêncio e a escuridão. Ok, neste momento minha cama de Salvador e o saco de dormir (que uso como edredon) serviriam perfeitamente. Estar doente já é ruim, estar com muita dor é terrível, estar na casa dos outros é ainda pior.

Finalmente consegui dormir, a dor diminuiu. No dia seguinte eu estava bem melhor. Ainda sentia bastante dor, mas só na hora de urinar (é, é, fazer xixi, dar uma mijadinha). E fiquei realmente impressionada com a evolução dos fármacos. É impressionante como uma química é capaz de alterar fundamentalmente o estado de uma pessoa. Era difícil para mim acreditar que com um comprimidinho eu havia melhorado tão significativamente. Cheguei a pensar será que nem era tanta dor assim ontem e eu estava delirando. Mas não, era muita dor sim, e na manhã boa parte da dor persistia, mas só no momento final da mijadinha. E não mais tinha sangue! Amazing.

Digam o que quiserem mas não caio no papo de que o passado era melhor. Nem vem, aposto que as pessoas sofriam muito mais com as dores. Os homeopatas que me perdoem, mas halopatia é fundamental.

Aliás, com licença, deixa eu curtir minha gostosisse do dia.



segunda-feira, junho 27, 2005

Reclamação ao fabricante




O gênero feminino da espécie humana vem com um (sim, um, uma unidade, a single) defeito. Tudo bem que é apenas um, mas é muito grave. O pobre ser feminino além dos vários sofrimentos pelo que passa tem o desprazer de ficar com os olhos super-hiper-mega-ultra inchados quando chora. Pobrezinha.

Veja só, a coitadinha além de chorar cântaros pela morte da bezerra ainda tem que passar pela humilhação de ser vista com o rosto feito uma bolota e os olhos quase que desaparecendo de tão inchadinhas que ficam as pálpebras - e aquela bolsinha abaixo dos olhos.

É deprimente. É um duplo sofrimento.

Acho que o tal Criador deveria repensar o modelo. E fazer um recall.

Up and down





Almocei com a Sarah na quarta-feira. Fiquei feliz ao vê-la feliz. Passams o dia juntas e até fomos ao cinema à noite. O filme foi lindo. No começo achei que seria decepcionante, mas foi lindo.

A quarta-feira foi uma montanha-russa.

Memória




Outra noite estava deitada na cama e escrevendo um post. Pensei em cada palavra, cada frase, cada vírgula. Só pensei. Escrevi mentalmente o post inteirinho.

Agora o perdi.

Passou.

quarta-feira, junho 22, 2005

Tristeza não tem fim, felicidade sim.




A última semana foi sensacional, corrida e relaxante. Trabalhei, paguei aluguel, fui ao banco, conheci o tal do Aeroclube. Um lugar que eu detestava, sem nunca ter ido. No melhor estilo não comi e não gostei. Ahhh, não, o Aeroclube não tem coisa alguma a ver com aviação, é uma espécia de shopping center com muitos restaurantes e bares e casas noturnas, perto da praia, com espaços a céu aberto. Então, após conhecer, continuo não gostando do lugar. Não que eu não vá pisar lá, não é isso, mas não é um lugar que eu pensaria como primeira hipótese para ir.

Fui no Jardim de Alah também. Nada como estar motorizada, né?

Na sexta-feira fui para 'a tal' de Arembepe, pena que não conheci a famosa Aldeia Hippie. Mas isso porque um mala-sem-alça ficou querendo cobrar 6 reais para mostrar a Aldeia. Um bêbado chato e agressivo, o que me fez ir embora. Ah, fotinhos de Arembepe aqui. Mas vi o Projeto Tamar de lá, e uma super sessão de menáge a trois entre tartaruguinhas, confira nas fotos!

Depois do ataque do bêbado hippie, fui para Guarajuba, praia ainda mais ao norte. E foi tri bom, almoço na praia, castanha, sol, muito sol, mar, e uma tatuagem. Sim, fiz uma tatuagem, de henna, mas tatuagem, ora! É uma rosa no tornozelo direito. Ficou maior do que eu esperava. Que bom que sai em 15 dias, né?

E no sábado fui para Morro de São Paulo. Descobri que moro há duas horas (de catamarã, que dá enjôo, mas tudo bem) do paraíso. O final de semana foi fantástico. Muito sol, um mar verde, piscinas naturais, caipirinhas perfeitas, queijo, salaminho... eu já falei do sol? E da areia fofa? Banho de mar à noite, céu estrelado, lua (quase) cheia. Capeta. Coqueiros. Vários coqueiros. Morro coberto de vegetação. Mais sol. Mar calminho, calminho. O paraíso, o paraíso.

Depois, a volta para a realidade, e fui trabalhar na segunda-feira.

O bom é que estou no nordeste, né bem? Lembra que aqui tem o tal do São João? Pois é, então desde hoje estou em recesso, só volto a trabalhar na 2a feira.

Tem coisas que só a Bahia faz por você!
:-p

Até quando???





Vou receber emails como este?



conheçela


Maisson Jan Lemos to me 1:44 am (7 hours ago)

oi tudo bem meu nome é Maisson adoraria te conhesser jan_lemos@hotmail.com

Esta mensagem foi enviada por Maisson Jan Lemos para Katemari. Para ver o perfil de Maisson, clique:

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9573923803512447718


Vou ver blogs como este:
a menina é gatinha até, mas que dá vontade de encher de porrada e dizer para falar como gente... ah dá!


www.riannevanessa.blogger.com.br


Por que tem tanta gente imbecil neste mundinho de meu Deus?!

sexta-feira, junho 17, 2005

Perdoai-o, Wittgenstein.

Estou eu, quietinha, no MSN, com o status de 'ausente', quando, de repente, não mais que de repente, surge a seguinte mensagem:

tulio_sousa@hotmail.com diz:
Como assim... mulher sofre?

Mulher sofre. diz:
assim mesmo.

tulio_sousa@hotmail.com diz:
Deixe de conversa... mulher que reclama da dor no parto, nunca levou bolada no saco!!!
Mulher sofre. diz:
não ter 'levado bolada no saco' não invalida a reclamação da dor do parto. Ele (o parto) não fica menos doloroso por isso.
tulio_sousa@hotmail.com diz:
Minha filha... falando sério... e quem me disse isso foi uma mulher... tem dor pior que a dor do parto... e eu sinto ela de vez em qaundo por uns dois ou três dias...
tulio_sousa@hotmail.com diz:
cólica renal!

Mulher sofre. diz:
e daí?
Mulher sofre. diz:
continua não invalidando a dor do parto.
Mulher sofre. diz:
ou uma dor deixa de ser dolorida só porque outro tem outra dor?

tulio_sousa@hotmail.com diz:
Na verdade a frase insinua que tem gente que reclama de uma dor, mas tem dor pior. Não que ela seja invalidada... dói do mesmo jeito... mas que tem pior, tem!

quarta-feira, junho 15, 2005

Pequim, me aguarde!




Ontem ainda passei o dia todo me sentindo mal: o nariz está contra mim, o corpo está contra mim. Não sei porquê tudo isso, eu nem fiz nada de mal pra mim.

À tarde, em casa, resolvi dar uma deitadinha antes de partir para a ufba, tinha um compromisso às 16h com um professor lá. O despertador dispara às 15h30, soneca, mais 10 min. + 10. E mais 10. 16h eu levanto. Muito a contra gosto, diga-se de passagem. E vou para Ondina. Chego lá e a conversa é super rápida e poderia ter sido feita via email. Que raiva, meu rico soninho. Tudo bem, subo para a Federação e aguardo um aluno, com quem eu tinha atendimento às 17h30.

Às 18h40 saio de lá e rumo ao Rio Vermelho, lutando com meu corpitcho que insiste em querer me derrubar, e vou checar uma escolitcha de natação. Quer fazer uma aula experimental? Eu quero! Dei umas voltas pelo RV, passei na farmácia, comprei mais Vick Pyrena e retornei às 19h25 para a tal aula. Hmmm aguinha semi-aquecida, piscina cobertinha, instrutor gatinho e bem querido, bem jeitinho de gurizão, baixinho. Engraçado ele. Ponto baixo: piscina cheia (8 pessoas, comigo). Na primeira ida e volta eu quase morri, claro. Mas ao final da aula já estava me sentindo bem melhor.

Saí de lá às quase 21h. Parada de ônibus. O filha-da-puta-corno-cretino-de-pau-pequeno do motorista não parou, e fiquei esperando até o próximo ônibus, que só passou às 21h30. Que ódio. E ainda por cima era o ônibus que ao invés de seguir reto pela rua e me deixar em casa em literalmente 5min, era um que fazia toooooda a volta e me deixou em casa às 10h pras 22h. Mesmo assim meu corpitcho esta a lutar menos contra a minha pessoinha.

Fala sério, sou uma super campeã atlética, né?

terça-feira, junho 14, 2005

segunda-feira, junho 13, 2005



Até que a prova de francês não foi tão horrível. Não, não sei muito mais do que sabia ontem, é que a prova não abrangeu todo o conteúdo suposto.

Por outro lado estou muito gripada. Não me aguento em mim. Ando com um rolo de papel higiênico ao meu lado, e vou formando pilhas de papel utilizado. Uma cena linda. Algo meio Meg Ryan em "You´ve got mail". Meu corpo inteiro dói e creio e estava com febre mais cedo. Aliás o frio que senti ontem à tarde, a moleza e o súbito sono foram agora explicados. Já tomei um Vick Pyrena. E estou me sentindo um pouqinho melhor.

Foda é que amanhã tenho que estar às 7h30 no trabalho. Estou reconsiderando seriamente voltar para a natação. Entretanto não sei mais onde fazer reduções orçamentárias. De qualquer forma já decidi que não farei francês no semestre que vem, então acho que farei o remanejamento desta não-verba. Mas eu queria uma piscina aquecidinha.
Conversei com mamãe hoje no MSN. Aliás, hoje descobri que não havia pagado a luz deste mês. Já tinha até vencido! Super tontice.

Vou-me ao berço agora, sentindo-me a pior das criaturas. Tem gripes que acabam com a gente, né? Pijaminha, mais chazinho com mel e caminha.

Aaaatchim




Acho que vou ficar gripada.

É hoje...




Santo Antonio é doutor da Igreja. Nasceu na cidade de Lisboa, Portugal, em 1195. Seu nome de batismo era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. Frade franciscano, contemporâneo de São Francisco de Assis. Foi ordenado sacerdote em 1220. No mesmo ano ingressou na Ordem Franciscana, partindo logo depois para Marrocos. Acometido por uma enfermidade durante a viagem viu frustrados os seus planos de missionário no meio dos não-crentes. Foi cozinheiro e levou vida completamente obscura. Percorreu a Europa combatendo os erros doutrinários de sua época. Em 1229 partiu para Pádua, para o convento de Arcella. Morreu em 13 de junho de 1231, aos 36 anos.


Santo Antonio,
eu sei que o casamento é uma vocação abençoada por Deus.
É o sacramento do amor, comparado ao amor que Cristo tem para com a Igreja.
Eu me sinto chamada para o casamento:
por isto, Santo Antonio, ajuda-me a encontrar um namorado bom,
amável, sério e sincero, que tenha os mesmos sentimentos de afeto que eu sinto.

Faze que nos completemos um ao outro e formemos uma união abençoada por Deus, para que nós dois, juntos, sejamos capazes de vencer possíveis problemas familiares e conservemos sempre vivo o nosso amor, para que nunca falte a compreensão e a harmonia familiar.

Santo Antonio, abençoa-nos a mim e a meu namorado; acompanha-nos até o altar e conserva-nos unidos pelo resto da nossa vida.

Santo Antonio, rogai por nós.




Pedido a Santo Antônio

No dia de Santo Antônio, olhe para o céu e escolha uma estrela . Fixe nela seu olhar e faça seu desejo com fervor. Abra os braços e agradeça ao Universo a chegada do amor.


Chame o amor
Abra a porta da frente da casa para que Santo Antônio permita a entrada de alguém especial na sua vida, dizendo: "Santo Antônio, protetor dos enamorados, faça chegar até a mim aquele que anda sozinho e que em minha companhia será feliz."Você pode ainda acender uma vela rosa de qualquer tamanho em um pires com mel e pedir a Arcanjo Haniel a verdadeira realização afetiva.


Magia da terra
Escolha um desejo (namorado, casamento, etc..) de preferência daqueles que você persegue faz tempo, pois este certamente faz parte do seu destino. Faça então um buraco no seu jardim e formule seu desejo em palavras e, para cada palavra pronunciada jogue uma semente de flor no buraco. Pausadamente. Tampe o buraco com terra e aguarde. Se o ritual for feito com fé, você, em breve, terá uma boa surpresa. Este ritual deve ser feito no dia 12 de junho à meia-noite.


Magia com Cristais
Colocar um quartzo rosa dentro de um copo transparente com água filtrada e deixar no sereno, na véspera de Santo Antônio, pedindo tudo que almeja para realização afetiva. No dia seguinte, passar a água: nos pulsos, para se articular sempre com equilíbrio; nos joelhos, para ter flexibilidade e respeitar o outro; no coração, para amar com sinceridade, e que o amor seja pleno e digno.

domingo, junho 12, 2005

Querido diário...





Deixa eu começar pela ladainha dos últimos tempos: tenho trabalhado demais, tenho gastado demais, a semana foi cheia e estou indo à falência. Ok, agora passemos ao novo. Na sexta-feira, depois de cumprir as atividades laborais matinais, fui, finalmente, até os Correios buscar a caixinha que mommy mandou com meu açucar. Sim, eu não uso açucar, lembras? Então, mamãe manda um 'açucar' especial lá de Porto, que não é açucar, é um adoçante e que tem sabor de açucar. Custa uma pequena fortuna aqui em Salvador, então é mais barato ela me mandar de lá.

Depois passei num salão aqui perto de casa e fiz o pé. A tia lá me tirou um ultra bife do dedo, que seguiu doendo durante final de semana. É o preço da beleza. Também, só esse, porque para os que não lembram, serviço de manicure/pedicure é tri barato aqui em Salvador. Quando vier pra cá, deixa para fazer mão e pé após a aterrisagem, é mais econômico (50%).

Aí tá, segui trabalhando à tarde e à noite. Saí do trabalho, 21h40, e fui para o Rio Vermelho. Adivinha onde? Pós-tudo, claro. Sim, sou muitíssimo original. Ah, eu falei que por fim consegui comprar um sim card pro meu telefone? A mãe havia me dado um cel lá em Floripa, né? GSM. Então trouxe-o para Salvador só que desde março não encontrava chip (sim card) de migração por aqui. Na quarta-feira fui almoçar no Iguatemi e comprei o bagulhinho, estou de cel novo, e com a agenda praticamente vazia, diga-se de passagem. Então, na compra do trocinho, ganhei 15 reais de créditos em ligações, e ainda fiquei com meus 5 reais de créditos do aparelho anterior. Sei que na sexta à noite, no Pós-tudo, o celular toca, é mensagem da TIM dizendo que meus créditos terminaram. 20 reais!!! Eu normalmente gasto 15 por mês! Absurdo, absurdo. Telefonia móvel é absurdamente cara, pré-paga mais ainda.

Bem, saímos do Pós-tudo e fomos para o cinema no Iguatemi, sessão das 24h. No caminho, passamos num Mc Donalds e peguei um Big Mac, pois era o único sanduíche que tinha pronto no balcão. Eu gosto de Cheddar Mc Melt. Eu não consigo lembrar da última vez que comi um Big Mac. Seguramente foi nos tempos de Escola Técnica. Senão antes. Ou seja, mais de dez anos. Credo. No cinema assistimos Vera Drake. Primeira vez que fui numa sessão a essa hora. Éramos em 5 na sala, tínhamos o espaço inteirinho para nós. Grande vantagem, né? Tá, mas é legal, me deixa ficar emocionada por estar no cine apenas com meus amiguinhos, tá? Tá?

De lá, para casa.

No sábado acordei cedinho, morrendo de fome - não comi todo o Big Mac na noite anterior, só o pão e meio hamburguer, e na sexta só havia tomado café da manhã e almoçado. Fiz uma batidinha básica (vitamina, para os não porto-alegrenses) e pus-me a limpar a casa. limpei tuuuudo. Varri a casa inteira (até parece que é grande), varri tapete. Odeio varrer tapete. Lavei o chão, cera. Limpei a área de serviço, limpei azulejos, joguei água para tudo quanto é lado. Enquanto isso, na Sala da Justiça... enchi o box (sim, do banho) de alvejante porque eu não aguentava mais aqueles azulejos com sinais de bolor, eca! Tá, depois de limpar tuuudo fui para o banheiro. Azulejos, pia, vaso... bla bla bla. Até aí, tuuudo bem. Então entrei para o box. Comecei a limpar os azulejos, rejuntes, piso e as lágrimas escorriam. Tinha tanto cloro dentro daquele box, bah. Até meu nariz reagiu. Tive que sair do banheiro um pouquinho e pegar um ar fresco. Ok, de volta ao cárcere, terminei o trabalho escravo com um mega hiper ultra banho mais do que revigorante. E geladinho. Delícia. A melhor parte de lavar o banheiro é tomar banho depois. E a recompensa do cômodo limpinho, limpinho. Assim, não é que fizesse muito tempo que eu não limpava o banheiro, é que meu box é muito mal projetado. Na real, não deve ter sido projetado... sei que o piso é completamente irregular e sempre que tomo banho formam-se poças de água por todos os cantos. Não, o piso não tem um desnível de forma a fazer a água escoar pelo ralo. E isso deixa o box muito úmido proliferando rapidamente o bolor.

Tá, depois disso fiquei de bobeira em casa, tentei fazer a mão, mas não rolou. Só lixei as unhas e passei uma base.

Então fui no almoçar com o Pedro e a Darluce, tentamos achar um restaurante vegetariano aberto. Sim, o sr. Pedro está resolveu virar vegetariano. Não encontramos. Acabamos no Shopping Barra. Comi uma comida árabe que não me convenceu, mas tudo bem. Depois um cafezinho e umas roubadas numa fatia de torta. Então seguimos para o Museu de Arte da Bahia, no corredor da Vitória, onde está em exposição um conjunto de artefatos portugueses. Como o Pedro é português a Darluce queria ir no museu acompanhada de um guia nativo. Deve ter sido interessante para ele ver coisas da terra natal. Não sei. Acho que nós, brasileiros, somos mais bairristas nesse sentido. Lembro-me que quando no exterior, sempre via brasileiros ficarem super emocionados, empolgados, orgulhosos, quando viam alguma coisa/referência à terrinha. Tá, fora o Eduardo. Se bem que até o Du cai nas graças duma feijoada.

Depois vim pra casa e à noite fui jantar com a Marisa e a Ester. A Cris não foi porque ficou gripada. O Pedro não quis ir. O Olavo foi pro cinema, já em ritmo de comemoração do tal do Dia dos Namorados, mas passou lá na pizzaria pra gente se dar um oizinho, uns beijos e matar a saudade. A pizzaria é boazinha, metida a chique, um cardápio caro, uns frequentadores metidos à besta. Mas foi divertido. Sempre é divertido sair com a Marisa e a Ester. Saindo de lá, paramos num buteco, o Habeas Copus, onde tomei uma caipirinha e fiquei ouvindo uns 'tiozinhos' tocando e cantando música brasileira, chorinho e afins. Muito fofo. Tinha um senhor bem velhinho, com um sei-lá-o-quê na mão. Não, eu não entendo de instrumentos musicais. Mas era bonitinho vê-lo tocar.

O tal do domingo do Dia dos Namorados foi uma maresia total. Fiquei em casa o dia inteiro, fazendo nada, vendo tv, comendo pizza, dormindo. Foi bom. Foi tri bom, na verdade. Apesar de ser o primeiro Dia dos bla bla bla em que não ganho presente. Sim, apesar de nunca ter um namorado pra me dar presentinhos, minha mãe sempre fica penalizada comigo e me dá presente no dia dos namorados. Desta vez não rolou. Tudo bem. É o preço que pagam os eternos solitários (sentiu o drama?).

E amanhã já é segunda-feira. Tudo recomeça. Tenho montes de roupa para lavar, tenho a prova de francês, tenho reunião à tarde, bla bla bla. E nem falei com o Heiko no final de semana. :-(

quinta-feira, junho 09, 2005

Post histórico




Não é sempre que eu escreverei a esta hora da manhã, ainda mais depois de já ter feito várias coisas. Sim, levantei às 6h30!


(tudo bem que a foto é de um amanhecer em Poa, mas tá valendo)

quarta-feira, junho 08, 2005

Flatmate x Neighbor





A audição é o único dos sentidos que não podemos bloquear totalmente. Se quisermos não ver, basta fechar os olhos. Não tatear, basta não tocar. Para não sentir o gosto é só não colocar na boca (não, nem a cabecinha). E por aí vai. Mas a audição não. Não adianta. Não podemos evitar a propagação das ondinhas sonorinhas ouvido a dentro.

E foi por isso, e somente por isso - não, eu ter me esticado na janela não conta - que não pude evitar de ouvir a alta (em termos de volume) atividade sexual do meu vizinho de baixo hoje à tarde. A mulher berraaaaaaava, urrava. Muito. E alto. E tinha tapinhas também. Ele também gemia. Ela gritava tanto que eu até achei que fosse alguém colocando filme pornô-americano-de-mulher-peituda, mas não era real mesmo. Quer dizer... eu não vi, né? Pelo menos ela falava coisas em português. Sim, ela "falava coisas".

Entretanto, é bem melhor ouvir a performance de um vizinho do que uma colega de casa!

Resoluções




Preciso organizar melhor o meu tempo. Eu vim para cá fazer este tal de mestrado ou não? O trabalho tem tomado tempo demais, a dissertação tem ganhado tempo de menos. E eu tenho tido, para mim, o tempo merecido. O problema é que o merecido acaba parecendo demais, acaba me fazendo sentir culpa. E não, não reduzirei meu precioso tempo.

Tenho que voltar a ser uma pessoa produtiva e com vida social.

E tenho dito!

Até que enfim!




Após passar o dia inteeeeiro na ufba, vim pra casa, tomei banhinho e fui pro cinema com a Naiara, vimos Melinda e Melinda. Ela queria comer alguma coisa, trabalhara o dia inteiro e não tinha lanchado. Então pegou uma fatia da minha torta favorita, o filme já ia começar e a menina do café do cinema disse que poderiamos entrar com a torta. Nós duas entramos, na maior operação camufla de torta, morrendo de vergonha. Mas a fatiazinha até acabou antes do filme começar, e no maior silêncio, e sem lambuzeira.

Não achei tão bom, também não foi de todo ruim. Depois fomos para o Rio Vermelho e tomamos um vinhozinho no Las Margaritas. Só nós mesmo, para ir tomar vinho em restaurante de culinária mexicana. Conversamos um montão e estava tri bom.

Se eu continuar neste ritmo, ou eu vou à falência, ou eu vou à falência!!!

terça-feira, junho 07, 2005

Pra onde este mundo vai!!!




Minha mãe saiu no site da Nuances (um grupo gay lá de Porto Alegre).

Abalou!

Being Robin Williams




Salvador, 07 de junho de 2005 (sim, eu sei que já tem a data ali em cima, te acalma!), chove na capital baiana (sentiu o ar poético? Não? Tá, me esquece, então!).

Eu saio de casa feliz e contente - ok, nem tão feliz e nem tão contente uma vez que estava sim feliz e contente deitadinha na minha caminha quentinha bem dormindinha -, e vou trabalhar. Chove. Chove muito. Decido pegar um ônibus, para não me molhar muito certo? É, mais ou menos.

Chego na escola, meus pés úmidos. Que ódio. Saio de lá e vou para a ufba, andando, já que não mais chove. Chego na ufba com meus pés encharcados. Entro na sala tiro meus tênis, meias, e assim fico. É o único jeito. Isso me remete a um filme que tem Robin Williams como ator principal.

Tagline: From the dawn of time man has struggled for just four things: Food. Safety. Someone to love. And a pair of shoes that fit.


E secos, eu acrescentaria!


E ai, viu esse filme? Sabe qual é? Eu não sei o nome em português (brasileiro).

Ninguém merece




Tem coisa mais ridícula que cara que coloca foto no Orkut posando ao lado do carro. Ou, pior, de um carro, não necessariamente do próprio carro. Tá, tudo bem, isso não é ridículo, é apenas babaca. Ridículo e ver pau pedindo para ser adicionado.

De hoje não passa!!!





BAHIANO
Av. Princesa Leopodina, 398 - Graça (Clube Bahiano de Tênis) - Tel. 331-1279.

MELINDA E MELINDA (Melinda And Melinda)Direção: Woody Allen Produção: EUA, 2004 Duração: 1h 45min Clas: 12 anosElenco: Will Ferrell, Vinessa Shaw, David Aaron Baker, Chloë Sevigny, Josh Brolin, Radha Mitchell.Sinopse: Tudo começa com quatro pessoas em uma cafeteria, discutindo sobre a diferença entre comédia e tragédia. Uma das integrantes do grupo conta uma história sobre uma mulher que aparece de surpresa em um jantar. A partir daí, dois dramaturgos que participam da conversa começam a desenrolar a história, um de forma cômica, o outro de forma trágica. Então, acompanhamos as duas tramas, protagonizadas pela mesma personagem, Melinda (Radha Mitchell), mas com coadjuvantes diferentes. A atriz australiana Radha Mitchell ("Em Busca da Terra do Nunca") interpreta as duas Melindas, junto com um elenco que inclui Will Ferrell e Amanda Peet na comédia e Chloe Sevigny e Jonny Lee Miller ("Trainspotting") na versão dramática. Aos 69 anos, Allen estréia com "Melinda e Melinda" seu 35.º filme. Crítica1 Crítica2
Diariamente às 14:30, 16:40, 19:00 e 21:10

segunda-feira, junho 06, 2005

Segunda-fucking-feira





Vou começar a entrar para o clube das pessoas que odeiam segundas-feiras. Sempre chego em casa cansado, sempre fico com coisas por fazer. As segundas-feiras têm sido tão cheias. É estranho que me parece que fico menos cansada nas sextas, dia em que tenho a agenda muito cheia, do que nas segundas.

Graças a Deus está por acabar o francês e semestre que vem não farei novamente.

Já falei que estou viciada em massa (não portoalegrenses, leiam macarrão) integral? Sempre que cozinho em casa o almoço, faço massa. Não sei como não enjoei ainda. Uma massinha (é, macarrão!) parafuso e in-te-gral (tá, Flávia?). Tri bom, tri bom!

Ontem eu falei com minha mãezinha, ao telefone. Aliás, mãe, sim, eu recebi o Aviso, chegou dia 31/05, mas só vi hoje. Perdão. Irei retirar o pacote assim que possível.

O final de semana? Foi chuvoso e cheio de preguiça: dormi muito, passei boa parte dos dias deitada, vi filmezinho no sábado, almoço no Iguatemi domingo. Flávia, adivinha o que eu comi??? Inevitável comer isso e não lembrar de ti. Claro que não estavam tão bons quanto os que me cansei de tanto comer, contigo, mas estavam bem bons. Sabes o que é? Dica: não é bolo sem ovos, nem beringela!

Amanhã tenho minha sessão quântica. Não, não é uma sessão do descarrego versão para físicos, é um encontro com meu querido professor de fundamentos da mecânica quântica. E até parece que eu sei alguma coisa da dita cuja. Ai, ai, meus sais. Além disso, tenho que estar às 7h30 da madrugada laaaaaaá numa das escolas, para assistir aula de um estagiário. O universo está se vingando de mim este semestre.

Aliás, o universo está só a me fuder, isso sim. Deixa estar, deixa estar.

O Washington ligou no domingo e reclamou que eu não lembrei do aniversário dele na sexta. Veja bem: eu. E desde quando eu lembro aniversário de alguém. Se ele quisesse cobrar da dna Ruth, tudo bem, cada um com seus problemas, mas de mim? Moi??? Outro dia foi a Adri, chegou no MSN e já me xingando porque eu não tinha nem mandado um scrap* para dar os parabéns. Haja paciência, né? Isto que a Adri me conhece há muitos anos e sabe que eu esqueço. O pior de tudo é que o niver dela eu nem me esqueço mais, eu sei que é dia 27/maio, mas disso a ligar à data ao número ao niver a telefonar e tudo no mesmo dia... é uma distância. Estou longe de ter memória de elefante.

Então tá, tchau, meu querido novo diário.




* Não sabes o que é um scrap??? Em que mundo vives, cara pálida?
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Ai, que complicado





Quando criei este blog hoje, eu tentei primeiro o endereço katemari.blogspot.com, mas recebi uma msg de erro dizendo que o mesmo não estava disponível. Ok. Fiz o diariodakatemari. Agora, chego em casa e vou olhar o brinquedinho novo. Qual minha surpresa quando vejo listados 2 "meu querido diário - new generation", um sem posts, um com 1 post. Vi o endereço do vazio e era katemari.blogspot.com. Bem, então formatei-o todinho como o outro, renomeei um dos dos como old generation e agora o que eu realmente manterei é o katemari.blogspot.com. Faz mais sentido, não faz?

Então, eu não sou maluca, o blogger que está me boicotando!
Sim, sim, são sempre os outros. Elementar!

Ah, não perderei minhas milhares de visitas do contador anterio-oor, lá lá lá lá!
Só perderei os comentários que foram deixados no, agora, old generation.

Tá, confusão desfeita, let the show begin!

Bem-vindo, caro leitor e cara leitora!


Bem, fui obrigada a mudar de blog. Agora ficarei como a maioria das pessoas, com hospedagem no Blogspot já que o Tripod vie me boicotando. O novo endereço é


http://katemari.blogspot.com



Bem, é isso. Ainda não arrumei o negocinho dos comentários, mas o farei em breve. Então, pessoas, comentem. Fico super triste de deixar meu blog anterior e a marcação de mais de 40 mil visitas (sim, faz bem pro ego), mas foi inevitável. É interessante que algumas pessoas fora do Brasil conseguem ver minha página no Tripod, o que me faz pensar que é um problema momentâneo e nacional, mas não posso ficar esperando que se resolva. Além disso, tem o fator tamanho do blog. Os arquivos do anterior já ocupam quase todo meu espaço que tenho no Tripod, o que me obrigou a apagar vários arquivos que eu lá tinha.

Certo, pára de chorar sobre o blog acabado, Katemari. Afinal, é teu terceiro blog, não faz drama. É bom, para mudar o layout, blog novo, vida nova! (aham, juuura)


Volte sempre!

Adieu, Adieu...


Bem, fui obrigada a mudar de blog. Agora ficarei como a maioria das pessoas, com hospedagem no Blogspot já que o Tripod vie me boicotando. O novo endereço é


http://katemari.blogspot.com



Bem, é isso. Ainda não arrumei o negocinho dos comentários, mas o farei em breve. Então, pessoas, comentem. Fico super triste de deixar meu blog anterior e a marcação de mais de 40 mil visitas (sim, faz bem pro ego), mas foi inevitável. É interessante que algumas pessoas fora do Brasil conseguem ver minha página no Tripod, o que me faz pensar que é um problema momentâneo e nacional, mas não posso ficar esperando que se resolva. Além disso, tem o fator tamanho do blog. Os arquivos do anterior já ocupam quase todo meu espaço que tenho no Tripod, o que me obrigou a apagar vários arquivos que eu lá tinha.

Certo, pára de chorar sobre o blog acabado, Katemari. Afinal, é teu terceiro blog, não faz drama. É bom, para mudar o layout, blog novo, vida nova! (aham, juuura)


Volte sempre!

Fundamentalimo X Existencialimo

Seguindo os passos do Eduardo:





You scored as Postmodernist. Postmodernism is the belief in complete open interpretation. You see the universe as a collection of information with varying ways of putting it together. There is no absolute truth for you; even the most hardened facts are open to interpretation. Meaning relies on context and even the language you use to describe things should be subject to analysis.

Postmodernist

100%

Materialist

81%

Cultural Creative

56%

Romanticist

44%

Modernist

38%

Idealist

38%

Existentialist

31%

Fundamentalist

31%

What is Your World View? (updated)
created with QuizFarm.com




Não sei porquê estou me sentindo uma contradição...

segunda-feira, maio 30, 2005

Novidades no front






Sou um ser com bunda larga novamente, assim minhas fotinhos serão colocadas em álbuns no Multiply e as últimas fotos irão para o flog. No Multiply tenho os seguintes álbuns, por enquanto:
  • Rio de Janeiro - SNEF2005: Simpósio Nacional de Ensino de Física
  • Rio de Janeiro - Região dos Lagos: Búzios 2005
  • RJ 2005 - Região dos Lagos: Barra de São João
  • Rio de Janeiro - Encontro Londres na Boa 2005
  • Porto Alegre - verão 2005
  • Chapada Diamantina: Vale do Capão - maio/2005
  • Salvador, Amigos: Pós Tudo
  • Salvador, Amigos: chez moi


    Buenas, na quinta-feira fui para a o Vale do Capão, na Chapada Diamantina, um lugar que eu gosto muito. Uma graaaande lástima é que choveu o tempo todo, dessa forma não foi possível fazer trilha alguma. Ainda assim foi legal. Highlights: ficar deitada na rede, as aventuras da estrada, os cafés da manhã.

    Senti muito a falta de um filmezinho no feriadão, acho que por isso no domingo à noite rolou sessão DVD e vi o filme Cidade das Sombras (Dark City), que me lembra muito O 13o andar (The Thirteenth Floor).

    O que é um peido, para quem está cagado?, diria o poeta. Então, já que eu estou no cheque especial mesmo, hoje acho que vou ao cinema. Tem um filmezinho francês passando no Museu. Mas não sei se vou, estou tão cansadinha, com tanta preguicinha.

    Hoje foi uma vergonha, no trabalho. Quase cheguei atrasada. Tá, tudo bem, ainda cheguei 10min antes, mas a sensação que eu tinha era a de que iria me atrasar. Acordei tarde e fiz tudo correndo. Fui voando para a escola. E depois, na Ufba, eu estava morrendo de sono durante a aula. Acabadaça.

    Na quarta-feira fui lá no Peyxoto, eu gosto de lá. Na saída, passei no Boteco do França e fui dar um beijo na Naiara, tempão que não a via.

    Hoje a Rose ligou, convidou para seu aniversário, dia 18 de junho. Não sei se vou. É longe, não gosto de ir a lugares longe.

    Bem, acho que era isso de novidades, por enquanto. Hasta pronto!
  • terça-feira, maio 24, 2005

    Que dia inútil ou Vamos fugir?




    Almocei na ufba porque queria falar com um professor, que só estaria disponível após às 13h. Quando fui falar com ele, 13h30, ele já tinha ido embora. Que ódio.
    Tá. São quase 16h e eu poderia estar na minha casinha deitada na minha caminha. Estou aqui. Nem tenho o que estudar, pois minhas coisas estão em casa. Chamei o Pedro pra me convidar para comer um doce depois que eu já havia almoçado, ele não quis me convidar. Decidi ir ao cinema... hmmm coisa boa, sessão no meio da tarde: nem 1 (umzinho!) pra contar história, aqui pertinho. Ok, tinha um, mas justamente o único que vi nos últimos tempos. O que me dá um certo alívio é que não trabalho amanhã. Aí eu me vingo! E irei ao cinema.

    Ok, na verdade eu queria ir para o Capão, pegar o ônibus das 7h30 da manhã e ficar lá até domingo. O Pedro trabalha na quinta e disse que talvez pudesse ir na quinta à tarde. Era uma também, né? Mas não sei, ele não confirmou nem nada. Stand by. In the meanwhile... vou preparar a maldita demonstração dum troço lá de Mecânica Quântica. Sim, por isso fui procurar o professor mais cedo. Não tendo falado com ele, fico sem saber exatamente o que, raios, eu tenho que demonstrar.

    Saí ontem. Pós-tudo, pra variar. Isso fez diminuir meu saldo diário disponível até entrar meu santo dinheirinho novamente em conta. E fez aumentar os dígitos na balança. Deveria ser o contrário, né?

    Hoje vou tomar um vinho com a Cris. Vinhos & queijos. Isto é, se ela não cancelar, o que eu penso ser uma grande possibilidade. As usual.

    Tenho odiado minhas aulas de francês. Minha prova será um fracasso, eu sei. Não vou às aulas, não tenho saco de fazer porra nenhuma... uma tristeza. Ainda mais para mim, que adoro línguas.

    Falando em aprendizagem, na boa, preciso aprender a ser mais européia e menos latina. Acho que esse é o segredo das pessoas felizes. Ou, enquanto latina, andar só com latnos também. Esta coisa ice cube não dá. Daí a gente passa por over. Sim, daqui a pouco serei julgada como overreactioning ou coisa que o valha. Na verdade não sei se quero aprender ou não. Será que não ter sangue corendo pelas veias é mais legal, mesmo?

    Eu queria pegar um vôo na madrugada de hoje, e chegar em Porto, e lá ficar. Só voltar na segunda-feira. E subir a serra no final de semana, tomar chocolate quente em gramado. (Se bem que tem chocolate quente na Chapada, no Vale do Capão, mas pro RS eu não peciso de companhia.)

    Eu queria fugir.

    domingo, maio 22, 2005

    Dura realidade ou Plágio



    "Desinteresses

    Nada como sentir o interesse de alguém que não queremos para perceber como podemos ser entediantes para com quem estamos interessados."



    Tirado daqui.

    Clausura






    Estava falando com a Raquel agora no MSN e me dei conta que não saio de casa desde sexta-feira. Nem o nariz fora da porta eu coloquei, nem pela janela.

    Não, não estou reclamando, foi apenas uma constatação. Eu poderia ficar dias e dias assim, sem maiores problemas. Ontem terminou a água... só hoje eu fui trocar, depois que terminou tooooda a água da casa, gelo, tudo. Daí peguei o interfone, falei com o porteiro e ele trouxe na porta aqui do ap. Sim, eu não preciso colocar o nariz para fora da porta.

    Lavei roupa, varri casa... estava com preguiça para limpaaaar a casa, passar cera e tal, então só varri. Isso me lembra que preciso tirar o pó. Fiz comida: arroz, frango assado na minha super panela, feijão, salada. E um creminho de mamão.

    Trabalhei na construção duma página feia para o site do mestrado. Por que as universidades, do Brasil e do mundo, têm sites horrorosos, hein? Tudo bem, eu fiz um não bonito, mas menos feio. E limpinho, sem frames, simples, funcional. Detesto estas páginas 'moderninhas' com java, flash, e o raio-que-o-parta. Eu quero página que abra em qualquer browser, que seja leve, que carregue rapidinho independentemente da velocidade de conexão do cidadão, que não tenha um monte de imagnes, e nem use Times New Roman o tempo todo e em cores nada a ver. Simplicidade e bom gosto. Espero ter conseguido isto. É, e fiz de graça... para fazer quase a mesma coisa eu ganhava 100 libras por semana em outros tempos. C´est la vie.

    Estou felizinha porque finalmente terminei um texto que tenho que entregar para minha orientadora. Viu, é disso que eu preciso. Clausura. Eu me entendo, eu me entendo. Quando eu digo que não tenho tempo porque TODO SANTO DIA tenho algo para fazer na rua e que isso me atrapalha, ninguém entende. Eu preciso disso, ficar o dia inteiro debruçada no teclado, abrindo um artigo, outro. Olho um livro. Falo com alguém no msn. Tomo um suco. Vejo MTV. Escrevo mais um pouco. Vou no banheiro. Sabe? Sem me preocupar que tenho 2 horas e 17 minutos para estar em tal lugar. Ou que tenho que ir fazer não-sei-o-quê.

    Tá, te acalma Katemari, lembras que estavas felizinha?

    Ah, sim, então... meu final de semana foi bom.

    sábado, maio 21, 2005

    Pau no orKUt da cigana





    Sorte de hoje:
    Você tem um coração generoso e é bem-amado.


    Exploda-se minha generosidade, dona cigana.

    sexta-feira, maio 20, 2005

    My so-called life






    Putz, trabalhei muito hoje, estou podre. Podre não só de cansaço físico, mas por tudo, sabe? De trabalhar um monte e não ter tempo para fazer as coisas que são mais importantes, ou deveriam ser mais importantes pra mim. E isso para chegar no vigésimo dia do mês com menos de 90 reais para passar os próximos 15 dias. Isso me dá 6 reais por dia. Ah, sim e terminaram os créditos do meu celular. E eu que queria ir para a Chapada Diamantina, passar o Corpus Christi no Vale do Capão... Para ajudar, meu caro coordenador me manda um email hoje dizendo que deu problema lá no site do Cnpq, e talvez eu não receba meu rico dinheirinho no mês que vem, legal, né?

    É foda.

    E ainda esperam que eu fique sorridente, feliz, contente e toda mansinha, né? E ache que a vida é bela e tudo é o máximo.

    Ainda por cima, gooooorda. Uma camela obesa.




    Meu dia estava uma merda, e sem perspectivas. Aí o Pedro perguntou o que eu iria fazer, eu disse que nada. Ele propôs passar a tarde em Itapoã, alertei que não seria uma boa companhia. Fomos. Ele alugou um carro porque teria que ir para o aeroporto no dia seguinte, então passamos o dia dando voltas por Salvador. Foi bom ficar na areia, sob o sol, vendo o mar e nada mais. O som do mar, a linha do horizonte. Tudo bem que tinha uma música (arrocha) tocando numa das barracas de praia, mas volta e meia eu conseguia abstrair e concentrar-me no som do sol tocando o mar. Uma onda ou outra indo contra as pedras fazia lágrimas involuntárias rolarem.

    Depois passamos pela Lagoa do Abaeté, só passamos. O favelão gigante que é esta cidade às vezes assusta os menos acostumados. E de lá seguimos para o Bonfim, Mont Serrat e terminamos na Ribeira. Até me inspirei para comer lambreta, mas não estavam boas, pequenas demais e sem tempero. Ainda as coisas me revoltavam o estômago. Foi bom rodar pela cidade, e não precisar ficar falando, falando, falando...

    Adoro o silêncio, mas, aliás, foi muito fofo do Heiko ter me ligado, para saber se eu estava melhor. E meu dia foi bom, after all.


    quarta-feira, maio 18, 2005

    It is (definetly) beyond my control





    Comumente, a angústia é entendida como um estado de aflição, de sofrimento. Experimentada por todos os homens, em todas as culturas, confunde-se com o desespero.

    O desespero manifesta-se nos temores, no desconhecido, na falta daquilo que é fator de segurança, na perda, na incerteza do porvir. O desespero leva o homem a voltar-se para as questões que podem levar ao sentido da existência e para a consciência da própria finitude. O desespero é também o que nos desacomoda, nos desestabiliza, impulsionando-nos a buscar outros caminhos. Esses caminhos nos oferecem as inúmeras possibilidades de escolha e cada escolha carrega em si a angústia que lhe é característica.

    Angústia, o que é isso? Sartre afirma que ?o homem é angústia? em razão da responsabilidade por suas escolhas. Tais escolhas afetam não só o indivíduo, mas também a humanidade inteira. Ainda que possa ser disfarçada por outros modos de ver, acreditando-se que ?ao agirem só se implicam nisso a si próprias?, a angústia se manifesta, não sendo possível fugir-se dela a não ser por uma atitude de má-fé, ou seja, escapando da angústia provocada pela liberdade de escolha, fugindo à responsabilidade de assumir a sua própria escolha, deixa que o Outro decida por ele. E a má-fé tem suas conseqüências.

    A angústia provocada pela decisão a ser tomada e pelo peso da responsabilidade, como descrita por Sartre, tem a ver também com a pluralidade de possibilidades (é difícil saber qual é a melhor possibilidade). O que define o homem no mundo para Sartre é o sentimento de situação. O homem é um vazio, um projeto que se torna ato e essa disposição para construir a própria essência gera a angústia.

    A angústia sartreana é essa consciência de liberdade, de ser como é, de ser o que é e nada pode ser feito contra isso.
    *

    Tudo o que eu como embola no estômago. Taquicardia. Ansiedade. Fome. Lágrimas compulsivas e que não param. Ou param, e voltam. Sem avisar. Definitivamente, odeio muito tudo isso.





    *Tirado daqui.





    Sabe quando a raiva vai tomando conta? Parece que vem do dedão do pé e vai subindo... subindo... e toma conta de todo o meu grande ser. É assim que estou.

    E parece que tenho raiva de tudo e de todos. Ao mesmo tempo que não estou brava com ninguém. É só meu coraçãozinho cheio de raiva e mágoa. Ohhhh.

    Eu já pedi para o mundo parar e deixar eu descer, mas ninguém me ouve. Então acho que tenho que seguir girando, girando. Estou de saco cheio de todas as coisas a minha volta. Eu queria ficar paradinha, quieta, deitadinha na minha cama, assistindo desenho. Assim. Só. Pra sempre. Sem ter que interagir com outros seres. Eu e os desenhos. E pizza com muito queijo. E salada de alface bem salgadinha, com aceto balsâmico e azeite.

    segunda-feira, maio 16, 2005

    Live and Let Live ou Depois da noiva casada, não falta marido





    Estou com humor do cão. Sim, pior do que o normal. Mas não sei se está perceptível. Acho que estou parecendo uma pessoa semi-normal. Whatever.

    Tenho trabalhado mais do que deveria, menos do que costumava quando em Porto Alegre. Dissertação? Hein?

    Fiz várias coisas hoje pela manhã, resolvendo problemas e etcetera. Estou eu, feliz e contente da vida, caminhando sob o sol soteropolitano, na Avenida Antônio Carlos Magalhães, meio dia, toca o celular. "Oi, tudo bem, como é que tá..." bla bla bla "Eu queria te ver". APA*, né?

    né? não é????

    Creio que escrevo melhor quando estou pior.
    Meus mais sinceros votos de que este blog piore cada vez mais.





    *APAPUTAQUEPARIU

    sábado, maio 14, 2005

    A redenção de uma agnóstica






    Sim, Deus existe. E eu tenho provas: ligou-me uma mocinha, Alessandra, do setor de relacionamento da NET, pediu desculpas pelos ocorridos e bla bla bla. Sei que estou vendo Law and Order - Special Victims Unit enquanto escrevo no meu queridíssimo diário.

    Sim, sim, Deus existe. E tenho mais provas: a reunião com a minha orientadora nesta semana foi muito boa e estimulante.

    Sim, sim, sim, eu insisto que Ele existe! Olha só: meu joelho não tem doído muito ultimamente, voltei a ter vida social, fui no cinema, e tenho estado com pessoas queridas, muito queridas, divertidas, além de estar tendo tempo para fazer as unhas!!!

    Se ele não existe, não sei o que é!

    sexta-feira, maio 13, 2005

    Te ganhar ou perder sem engano





    Quando agente conversa
    Contando casos besteiras
    Tanta coisa em comum
    Deixando escapar segredos

    Eu nao sei que hora dizer
    Me dá um medo
    ( que medo )




    O Cazuza pode ter sido um malinha-sem-alça, mas fazia umas letras bem bacanas...

    quarta-feira, maio 11, 2005

    Pelo sim, pelo não...





    Ontem (sábado, 07 de maio) finalmente fiz supermercado. Depois de vários e vários e vários dias protelando, fui às compras. Tem um supermercado chamdo Supermercado do Engenho, na entrada do Engenho Velho da Federação, próximo a minha casa. É uma experiência interessante ir lá, é o tipo de lugar onde as pessoas-normais-de-salvador fazem compras, tem preços relativamente baixos (por exemplo, arroz, feijão, verduras, leite, e afins, é mais barato comprar lá, mas sabonete Dove, papel higiênico com folha dupla, Leite Molico, e afins, é mais barato comprar no Bompreço - e artigos como azeite português extra virgem extraído por primeira pressão à frio, vinagre espanhol balsâmico, hashi, e afins, é mais barato comprar na Perini). O super não tem ar-condicionado, mas tem uns ventiladores, os corredores são pequenos e é apinhado de gente, os funcionários são solícitos, educados e ágeis. Mas o bom é, eles entregam compras em casa. Sim, esta é a razão de eu ir lá.

    Na sexta-feira finalmente fiz as unhas, depois de séculos, também. Aí no dia seguinte pela manhã, antes de ir no super, limpei a casa, lavei louça, lavei roupas... idéia imbecil para quem fez as unhas à noite, né? Eu sei, eu sei. Mas baixou a Maria. Não dá pra deixar passar.

    Na noite de sábado fui pro Pós-Tudo, prévia do niver da Tici (09/maio). O Chico havia me ligado no meio da tarde e combinado pras 20h. Certo. Eu liguei pro Pedro à tardinha, convidei-o e falei que estaria lá às 20h. Eu cheuguei no Pós-Tudo às 20h45, o Chico chegou lá pelas 22h, talvez um pouco antes. Aliás, ele e a Tici. Os demais não apareceram e a Diana chegou mais tarde. Na mesma noite tinha a comemoração do niver do Olavo (06/maio) na Fashion Club. Uma boatezinha local... sei lá, algo como... alguma daquelas boates da Goethe, talvez. Sabe aquela coisa adolescente, apinhada de gente e com música éca? Pois é. Não, eu nunca fui na Fashion. E daí?

    Enfim, não fui no niver do Olavo.

    No domingo acordei tarde... mamãe ligou. Depois fiz as ligações-de-Dia-das-mães. Nisso descobri que o filho da Sarah, uma grande amiga aqui em Salvador, havia sofrido um acidente grave de carro. :-(
    Fui almoçar no shopping Barra com o Pedro e a Cris. Depois fui com a Marisela no hospital, visitar o Rafael (filho da Sarah). Ficamos lá o finalzinho da tarde e parte da noite. Depois viemos embora. Lá descobri que o Rafael havia ido na Fashion na noite de sábado...
    :-o

    Na aula de 2a feira à noite - francês - uma colega apresentou o trabalho dela, foi super legal e tal, e ela é religiosa, católica e, claro, falou sobre uma santa lá, uns milagres, sei-lá-o-quê, em francês, bien sur. E isso era no fim da aula, eu já estava morta de cansada, louca para vir para casa. Pior foi ter que ouvir a outra colega apresentando o hino da França. Eu até pensei em ir embora, já que metade da turma estava saindo... mas em consideração com minhas coleguinhas, resisti bravamente!

    Começaram os estágios dos alunos deste semestre. Ao mesmo tempo que eu gosto deste trabalho, acho super cansativo e fico por vezes desanimada.

    Será que a fase minha-vida-de-novela-mexicana está acabando? Parece. Fora o recebimento da fatura da NET - eu cheguei a contar aqui a novela da MERDA da net? Enfim, depois de eu cancelar o serviço tiveram a cara de pau de me mandar um controle remoto (finalmente!) e uma fatura de prestação de serviços. Sinceramente, quem deveria pagar alguma coisa para alguém seria a NET para mim. Sei que agora terei que ir até o raio-que-o-parta para reclamar a fatura. Não, não dá para fazer isso por telefone. Sim, sim, todo o resto foi feito por telefone, só quando convém à NET que não é possível.

    Sigo ouvindo Portishead. Sigo ouvindo várias coisas.

    Hoje o Daniel veio aqui em casa... finalmente o linux está funcionando na minha máquina. Não é o Kurumim, mas tá beleza. Esse até tem mais joguinho. ;-)

    Outro dia entrei na Riachuelo, disposta a comprar toalhas novas. Separei uma toalha gigante de banho, um piso e um rosto, e um conjunto com 3 pares de meia. Esperei um tempão no caixa, onde só tinha na minha frente a pessoa que estava sendo atendida. E demorou porque a tapada/topeira/imbecil/retardada da atendentezinha ficou esperando até que outra topeirinha fosse trocar 1 peça de roupa que o cara estava comprando. E a outra topeirinha teve de fazê-lo 2 vezes por causa do infeliz do código de barras que não estava passando. Enquanto isso, na sala de justiça... eu ali, bem pateta, esperando. Quando chegou minha tão esperada vez, a palhaça da atendente pediu minha identidade (eu iria pagar usando o cartão da loja) e eu não tinha. Disse que tinha o cartão do banco (que tem foto, e número de rg impressos). Não. Não pode. Vaca. E eu tive que deixar minhas toalhinhas lá. E é por isso que a bocó lá será para o resto da vida atendente de loja de departamentos trabalhando num domingo em que TODAS as outras lojas do shopping estavam fechadas. Não é demérito ser atendente em shopping, mas ela é o tipo que só conseguirá fazer isso o resto da vida, porque não consegue pensar autonomamente, só seguir uma cartilha. Episódios surreais de Salvador Daqui.

    Não consigo escrever a tal da dissertação. Até consigo, mas muito lentamente. Não tem dia, por exemplo, que eu fique em casa o dia inteiro. E eu NÃO CONSIGO trabalhar tendo um compromisso a toda hora. Tendo que estar das 9h às 11h num lugar, num dia, depois das 14h às 17h em outro, depois das 7h30 às 9h10 e TODOS OS DIAS DA SEMANA. Sempre tem alguma coisa em algum lugar, em algum horário. Um inferno para meu espírito criativo desregrado. Ele (o espírito criativo) gosta de acordar cedo pela manhã (na na ni na não, nada de ficar na internet pós-meia noite, srta. dial up), ele gosta de tomar um café tranquilo, de sentar a buuunda na frente do micro e ficar. E olhar para a tela. E escrever. E parar. E escrever denovo. E colocar música e beber água. E não ter que olhar que horas são porque tem que preparar o almoço porque tem que estar às 14h não-sei-onde. O espírito não quer saber dessas coisas. Não quer saber do telefone tocando. Ele quer pegar um texto, sair de casa, ir para o Bahiano ou para o Museu, sentar sua grandissíssima bunda e ler. E tomar um expresso. E ficar em silêncio. E fazer uma anotação ou outra no texto. E agora, quando ele consegue fazer isso, é porque deixou de ir aqui ou ali.

    Semestre que vem não farei francês. Não se continuar tendo aula no meio da semana.

    Hoje eu fiz um filé acebolado com batatas na manteiga que ficou uma delícia!!!

    Ah, sim, tem mais isso. E eu, a ponto de explodir. Ok, a situação se está revertendo, já não olho objetos pontiagudos com tanto pavor. Sim, nadar seria bom. Ah, é, tem meu joelho também. Estou com esta idéia fixa de ir para o Vale do Capão novamente, mas estava lembrando de uma trilha que lá fiz... com o joelhe deste jeito, como será que ficarei? Acho que ele não chegará a ficar mais com a dor quase insupertável de outrora mas ainda dóis. Volta e meia. Basta eu subir e descer várias escadas e pronto, ele dá sinais de que já não sou mais uma pessoa normal (como se já o fosse antes. bem eu era, pelo menos no que se refere ao joelho).

    Tenho certeza que a Flávia irá reclamar que o post estava demasiado grande e nem leu todo. Na verdade além de ter coisas para contar eu queria usar o recurso que ela própria costumava utilizar quando queria dizer algo além do que a usual paciência alheia permitira ler. Mas fica para a próxima, eu sou muito covarde mesmo.

    Espero terminar minha dissertação. É voltei neste assunto porque o arquivo está aqui aberto na minha janela e voltarei a trabalhar um pouco, agora.

    E não consigo reacostumar a ficar de colherinha. Será um trauma?

    Buenas, depois penso nisso.

    sexta-feira, maio 06, 2005

    Prazeres da alma





    Ontem almocei lá na ufba, no Paf. Êta comidinha mais ou menos, viu? Saudades da Faurgs.

    Enfim, depois fui tomar um café no Museu. Sim, sim, um dos meus lugares favoritos em Salvador, lembras? Pois é... e a cidade está num clima de "inverno", tinha um ventinho gostoso, uma pena que chove. Saudades do frio.

    Agora descobri que gosto de Portishead. Não me pergunte quem é. Só sei que já gostava das músicas, mas não fazia a menor idéia de que Portishead era a banda (?) que as cantava. Vivendo e aprendendo. Saudades de música.

    Ficar sentada lá no Cinema do Museu, batendo papo é algo que me faz tão bem que me pergunto por que fiquei tanto tempo sem voltar lá. Preciso retomar as coisas que me dão prazer nesta cidade, nesta vida. Saudades.

    quinta-feira, maio 05, 2005

    Esbórnia





    Caraca!!! (como dizem os cariocas)

    Ontem eu pisei na jaca legaaaaal.
    Acordei, descansadinha, café da manhã, ligar o micro, trabalhar um pouco na dissertação, tá tudo bem. Falei com a Edileuza ao telefone, depois com a Sarah, confirmando o almoço. Tranquilo. Lavar roupa e tal. Depois fui na Sarah, almoçamos, saímos de lá e fomos pra UFBA, ela tinha uma prova. Fiquei lá com ela até o professor chegar. Depois resolvi ir no shopping Barra, para pagar uma conta na Riachuelo. Desci do ônibus na orla... estou andando... quando alguém me pára e cumprimenta. Era o Washington. Conversamos rapidamente, ele convidou pra tomar uma cerveja no Barravento. Ok, o mar ali era convidativo, eu não tinha compromissos até às 19h, eram umas 15h. Fomos. Uma kiwiroska. Papo. Mais uma kiwiroska. Mais papo. Uma casquinha de siri, uma dúzia de lambreta, e mais uma kiwiroska. Fomos para um boteco no Engenho Velho de Brotas, atrás de uma suposta lambreta maravilhosa. Chegamos lá e não tinha lambreta. Então tá, dois abarás e uma caipirinha, por favor. Ok, adieu aulinha de francês. Saímos dali e fomos para outro boteco, no mesmo bairro. Finalmente: lambretas maravilhosas. Duas dúzias, por favor. E mais uma caipirinha. Hmmmm dois carangueijos, tá? E mais uma caipirinha. Tá, vamos embora. Descemos por entre as casas e estávamos no Dique do Tororó. Quando eu olho, um Habib´s na minha frente. Entramos. Meio beirute + um suco de laranja + um frapê de capuccino + uma caipirinha, claro.

    A gente não aguentava mais comer nem beber... estávamos explodindo. pelo menos eu estava. Ok, vamos embora. Íamos pegar um taxi do outro lado do Dique, fomos caminhando... e ouvi uma música... gostosinha. Um boteco. Vamos subir? Ok, entramos, e... mais uma caipirinha. Tá, pegamos um táxi, fomos lá pra casa... a saideira: whisky. Mais um pouco. E mais um pouco, é... três doses. E isso já eram 3 da madrugada!

    E hoje eu tinha que trabalhar às 9h. Miraculosamente acordei relativamente cedo, fiz meu cafezinho básico, reforçado com água, água, água. Vim pro trabalho e não estou com dores de cabeça, nem malzooona de ressaca. Será que o organismo ainda não se deu conta? Sei lá, só sei que foi uma orgia gastronômica e alcóolica ontem, que eu não fazia há muito tempo.

    Sim, eu adoro lambreta.

    segunda-feira, maio 02, 2005

    Buenas que me espalho






    Nem entrarei nas justificativas, explicando que primeiro foi a ida pro Rio depois pra São Paulo, Curitiba, Floripa... que depois tiveram as atividades de matança-de-saudades em Porto Alegre e que na volta para Salvador teve o stress da mudança, procurar casa, imobiliária, encaixotar coisas, desencaixotar, limpar, limpar, limpar. Ajeita aqui, ajeita ali. Sim, sim, pouparei de mencionar as atividades acadêmico-profissionais.

    Nem blog, nem vida social. Eu estava um tanto alheia às pessoas. Lentamente estou retornando ao mundo, e tem sido bom. Incursões ao Pós-Tudo, almoços, cafés, receber amigos em casa. Até viajar eu viajei!

    Não voltei para a natação, ando tão a flor da pele que estou evitando aproximar-me de objetos pontiagudos, pois corro grande risco de explodir. Sim, e se eu comer uma azeitona também!

    Continuo a seguir a linha contenção-total-de-despesas e esta semana chegaram as continhas básicas da Coelba (energia elétrica) e Telemar (telefonia fixa) para infernizar ainda mais minha vidinha-mais-ou-menos, mas esta vida de pobre vai acabar! Assim que eu ganhar na mega sena acumulada tudo será diferente. Tenha fé!

    Outro dia (para não dizer "ontem" e dar a falsa ilusão temporal de um evento distante) acordei aos prantos. Eram lágrimas para todos os lados. Liguei para minha mãe. Sim, mamãe, mommy. É, é... ela está lá em Porto Alegre. Aham, continuo aqui em Salvador. E daí? Ela continua sendo minha mãe, ora. Portanto justifica-se muito claramente o ato de eu ligar toda nervosa para minha mãe e ela lá, na madruga, tentando me acalmar. E conseguiu, né. Ah, qual a razão da choradeira? Eu tive um pesadelo, ora!

    Conheci Aracaju, e gostei bastante do pouco que vi. A viagem foi muito cômica, nos perdemos tanto, tanto, tanto... que a jequice (sim, de Jeca) foi ter pegado o lado errado da BR 101 (sim, sim, a "briói") e ter quase ido parar em Aracaju. Por 30km não chegamos em Alagoas. Enfim, fica para uma próxima. Mas foi muito engraçado.

    Estou com sono, muito sono. Estou com os horários de sono completamente irregulares (nem mencionarei o fator Dial Up - ausência de adsl ou de cabo). O facto é que preciso dormir.

    Continuo depois. Por enquanto, visite Meu álbum, sempre com fotinhos novas!

    quarta-feira, abril 20, 2005


    Mudanças, mudanças... Agora tenho um novo blog. Não, não é que eu vá abandonar este aqui completamente, é só porque o novo está hospedado no blogspot, portanto posso encher de arquivos. Vou usá-lo só para colocar minhas fotinhos de uma forma mais rápida e prática, uma vez que a Tripod não tem espaço para minhas imagens, ok? Ah, sim, o endereço é www.meualbum2005.blogspot.com Posted by Hello

    segunda-feira, abril 18, 2005

    Faz 20 dias...






    É... desde a última vez que passei por aqui. Tempão, né? E não é que eu não tenha algo para falar. Coisas acontecem, muitas coisas. Eu gostaria de poder dizer, mas continuo sem internet em casa. Faz mais de um mês que não tenho acesso em casa e isso limita muita a minha vida. Não, não é exagero, minha vida mesmo.

    Outro dia ainda uma colega perguntou "Ah, agora tu estás saindo mais, né? Sem internet para ficar em casa"... ao contrário, fico mais tempo em casa. Como verei a programação do cinema? Como verei a programação teatral? Jornal? Eu até tenho comprado o jornal local aos domingos, mas o A Tarde é muito ruim. E vê-lo apenas aos domingos não me dá uma boa dimensão do que ocorre no circuito cultural alternativo de Salvador.

    Sem contar a forma de comunicação com os amigos. Ok, existe o telefone, que é mais caro, bem mais caro, e menos prático.

    Estou atrasada para uma reunião, são 14h04 agora. Nove minutos atrasada. Vou subir. Sim, estou na universidade.

    Não, ainda não passei as fotos para o PC, muito menos para a internet. Tampouco tenho tirado novas fotos, a não ser da casa nova.

    Tá, tá. Tempo esgotado.




    terça-feira, março 29, 2005

    cool



    Acabei de escrever, depois de séculos e o blogger deu pau.
    Então foda-se.

    Blog, aguarde até eu ter pc em casa funcionando novamente.

    Estou viva


    Mas sem computador, o que é quase uma contradição, né?

    Estou de casa nova. Sim, me mudei... agora estou seguindo carreira solo.
    Assim que tiver meu computador em casa funcionando eu colocarei as fotos de Porto, Floripa, do Rio, Curitiba, São Paulo. Ops, quase não tenho fotos de Sampa.

    As coisas estão se acalmando por aqui, ainda sinto como se tivessem jogado uma urucubaca pesada pra cima de mim, pois a cada dia acontece uma meeeeerda. Mas nenhuma dessas merdas supera a tranquilidade da minha casinha nova, nem as minhas ótimas noites de sono.

    Estou sussu.

    E estou com saudades da minha virtualidade. ;-)

    Tenho telefone novo funcionando, anote: 71 XXXX 7093. Ou seja, do telefone anterior, só mudou o final. Ah, e agora os telefones em Salvador têm 8 dígitos, portanto, adicione o 3 na frente. Repetindo, o mesmo DDD + 3 + o prefixo antigo + 7093.

    Quem não tinha o número antigo, então ligue para o celular 71 91150640. Mas ligue!!!

    Tenho trabalhado bastante e os dias estão me atropelando por aqui. E já é abril. Loucura, loucura.

    sexta-feira, março 18, 2005

    S.U.S



    Hoje fui no posto de saúde para carimbar uma requisição de fisioterapia (sim, solteirona e manca) e, pasme, não estão carimbando porque os carimbos estão 'ruins'. E eles não sabem quando 'os carimbos estarão funcionando'.

    Sim, é assim que funciona.

    Sim, e eu fico sem fisioterapia.

    Sim, e estou com dor.



    E esse é só um capitulo da novela mexicana da minha vida.


    Sei que ontem o mundo caiu. Sabe, instabilidade 100%?

    Uma vontade de voltar para Porto Alegre, acho que nunca me adaptarei a Salvador e ao modo de vida e das relações aqui.

    Sim, eu sei que o lance do SUS é nacional. Meu stress não é esse.

    And I hate puffy eyes.

    terça-feira, março 15, 2005

    Aviso aos navegantes



    Meu computador em casa não está funcionando. Ainda não passei as fotos da cam para o HD.

    Minha vida está uma correria aqui. Em breve terei boas novidades, aguardem e mandem "boas vibrações".

    Beijos.

    sábado, março 05, 2005

    1a semana em Porto Alegre





    I'M HAVING A GOOD TIME
    (Alberta Hunter)

    I'm having a good time
    Please don't blame me
    I'm knocking myself out
    Don't you try to tame me
    Let me have my fun
    I ought to have my flame
    Some folks say I'm blowing the top off
    But talk don't mean a thing

    I'm living my life while I'm living
    Tomorrow I may die
    That's why I'm having a ball today
    I ain't passing nothing by
    So if I make my bed high
    That's my problem, let me lay
    Having a good time living my life today



    Quick updates
    Hmmm ok, veremos...
    Cheguei em Porto Alegre num sábado à tardinha, por volta das 19h. Saímos eu, mamãe, e Taciane para levar minha mãe ao médico, em função da sei-lá-o-que-ite no braço dela - que a impossibilitou de dirigir e fez com que eu tivesse que trazer o carro de Floripa para Porto Alegre.

    Andamos por várias clínicas e NENHUMA estava aberta, absurdo. Deixei a mãe em casa (e também a Taci, que ficou com sono) e fui jantar na casa da Flávia e do Fabiano. Comemos massa, salada e bebemos vinho tinto. Acabei dormindo lá, estava muito cansada. No dia seguinte tomamos café da manhã e liguei para a mãe, que estava melhor, então não precisei levá-la ao médico, então fiquei lá na Flávia e acabamos almoçando, comendo sobremesa, vendo dvd e pendurando quadros nas paredes. À noite, fui embora e dormi em casa no domingo.


    Não lembro o que cheguei a escrever ou não aqui no blog visto que não o tenho atualizado, e se estou a repetir coisas, paciência.

    Não, não abrirei o blog em outra página só para ler o que coloquei ou não.



    Na segunda-feira passei o dia todo em casa e combinei um happy hour na Lima e Silva com o Sandro, aproveitei e convidei a Iva e a Adriana. A Iva passou por lá, a Adriana, como sempre, nem deu as caras. Andamos por vários bares da região. Acabei chegando em casa na terça-feira, ali pelas 11h da manhã. Isso porque no caminho para casa, ali pelas 10h, resolvi passar na Lenice e dar um oi.


    Mal cheguei em casa e saí com a mãe, fomos almoçar no Ocidente e depois de fazer o serviço de banco ficamos batendo perna no Bom Fim, pesquisando colchões. Depois passamos no Carrefour, o que me estressou um pouco. Eu havia combinado de ir no Venezianos com o Dimitri, ali pelas 19h, só que o Carrefour levou hooooras.


    Na quarta fui almoçar com a Flávia no Riversides, buffet de comida japonesa. Comi sushi até quase explodir.


    Na quinta fui no Iguatemi com a Flávia e fizemos (ok, ela fez) comprinhas no shopping, depois passamos na casa dela, e seguimos para o Trianon. Hmmm saudades daquele bauru. De lá fomos para uma festa num bar chamado Circuito. Adivinha onde, onde, onde... na Cidade Baixa, claro.

    Sexta-feira a Denise veio tomar um café aqui em casa, ela agora está estudando na Fapa, aqui pertinho. Foi muito bom revê-la. Depois fui para a Cidade Baixa. Sim, novamente. Encontrei-me com a Ivanete no Cavanhas e ficamos de papo, depois zanzamos pela área e vim embora.


    No sábado, fiquei em casa.


    Domingo almoçamos em casa e depois fui para o brique... andar, tomar chimarrão e rever amigos: Raquel, Francisco, Greice, Valter, Leandro, Mari. O Leandro e a Mariana foram para a Cidade Baixa, a Greice, pra variar, foi embora, com os demais segui para o gasômetro, pôr-do-sol, fotinhos e depois... Cidade Baixa. Todos foram embora e então fui para a casa do Maicon, jantamos, bebemos e então fui para casa, às 4h e pouco da madruga.


    Bem, esta foi minha primeira semana em Porto Alegre. Depois eu conto da segunda, e última, tá bom?

    E as fotos estão em www.flickr.com/photos/katemari.

    quarta-feira, março 02, 2005

    enigma, eu?



    Rapidinho, porque estou com sono. Só quero dizer que meus dias têm sido maravilhosos, bem como as noites. E tenho estado na companhia de gente querida e feito coisas legais. E que a noite de ontem foi super gostosinha e que é sempre muito bom estar na companhia do meu anfitrião de ontem. Ele é muito fofo, querido, inteligente, calminho, bom papo, gatinho e além de tudo, cozinha bem.

    Muito sono, muito sono...

    segunda-feira, fevereiro 28, 2005

    Pára o mundo






    E me deixa aqui.

    Estou feliz. Muito feliz. Simplesmente feliz. Hoje foi um dos melhores domingos dos últimos tempos. Simples. Relaxante, despretencioso, entre amigos, saboroso. Com sol, com verde, com sombra, com chimarrão, com sorrisos, matando saudades, com caipirinha, com jantinha, com carinho, com pôr-do-sol...


    quarta-feira, fevereiro 23, 2005

    Buenas, buenas, buenas...





    Aconteceu tanta coisa...

    Falei que estive em Curitiba? Pois é... fiquei lá na casa do Romeuzito. A cidade me lembra Novo Hamburgo.

    Depois de passar por Rio, Sp, sofremos um ato de vandalismo, tentativa de furto em Curitiba. Arrombaram o carro do Romeu, tentaram levar o rádio mas, não conseguindo, bagunçaram TUUUUDO, rasgaram papéis... uma zona.

    Ai, eu não quero falar das andanças agora.

    Quero falar que estou muito feliz por estar em Porto Alegre. Acho que nada me fez tão feliz nos útlimos tempos. Essa cidade me faz muito bem. As pessoas daqui me fazem bem. Meus amigos me fazem bem. Minha cama, meus travesseiros.

    Ir pra Cidade Baixa, andar pelas ruas de lá... e a cidade ainda está num clima semi de férias, então não tem tanta gente por aqui, uma delícia.

    Delícia poder sair e almoçar com a Flávia e comer muito sushi, assim, numa quarta-feira sem nada demais. Rodar pela cidade escutando Ella Fitzgerald. Poder ficar conversando hoooooras com o George. Andar pelo Bom Fim.

    De todos os destinos por onde passei nas últimas semanas, não adianta, Porto Alegre me tem. Por mais que existam Pedros Paulos por todo esse Brasil, e pelo mundo, é aqui que eu fico em paz.

    Claro que também tem os stress com minha mãe, né, afinal, Porto Alegre não é o paraíso na Terra. E haja paciência.



    Porto Alegre é que tem um jeito legal
    É lá que as gurias et caetera e tal.
    Nas manhãs de domingo, esperando o Gre-Nal,
    Passear pelo Brique num alto astral

    Porto Alegre me faz tão sentimental,
    Porto Alegre me dói, não diga a ninguém
    Porto Alegre me tem, não leve a mal
    A saudade é demais, é lá que eu vivo em paz

    Quem dera eu pudesse ligar o rádio e ouvir
    Uma nova canção do Kleiton e Kledir
    Andar pelos bares nas noites de abril
    Roubar, de repente, um beijo vadio.

    Porto Alegre me faz tão sentimental,
    Porto Alegre me dói, não diga a ninguém
    Porto Alegre me tem, não leve a mal
    A saudade é demais, é lá que eu vivo em paz

    Porto Alegre é demais!



    Hoje falei com a Fernanda, da ETC. Muito fofa ela, me ligou. Ai, dá uma vontade louca de rever todo mundo, parece que tudo vai desaparecer... ontem a Naiara me ligou, Salvador tem seus atrativos.

    Voltando às viagens... pessoas virtuais do RJ que não conheci pessoalmente já foram deletadas. Não gosto de virtualidades. Pô, fiquei 3 semanas no Rio, numa viagem planejada desde o ano passado, anunciada, eu com número de celular no Rio e tudo! APA, né?

    domingo, fevereiro 20, 2005

    Minha vida de novela mexicana






    > não consigo de verdade, fui babaca, sentí medo de quebrar algo tão
    > precioso que temos...
    >
    > Desculpe-me mais uma vez :-(


    E eu ainda tenho que pisar descalça sobre os cacos?

    A cada dia que passa, menos forças eu tenho.

    Cansa muito tudo isso.

    E agora já quebrou.