quinta-feira, agosto 04, 2005

Maldade [On] Off




Mensagem de uma menina numa comunidade minha no orkut:

Por que amo Londres? 5/27/2005 2:12 PM
Vem de cada pub antigo, cada cor de cabelo, cada tom de pele. Amar Londres é celebrar o contato interpessoal com o mundo. É tudo e nada. Cidade de indas e vindas, mas intrigante e adorável. É caminhar pelo Green Park numa tarde ensolarada de novembro, curtir o frio de dezembro e se encantar com as vitrines. Desejo toda felicidades aqueles que tb amam essa cidade de tantos mistérios e encontros com os amigos. Saudade da minha linda Londres.

A resposta para a perguntinha-tópico dela deveria ser:
Porque eu escrevo mal pra caralho.

Afe!

Maldade On [Off]

49499





Fui olhar o blog e vi que o número de visitantes, contando a partir do antigo blog, era de 49499.

Fala sério, vai dizer que não te despertou desejos cabalísticos de fazer uma fezinha? Hein, hein?

quarta-feira, agosto 03, 2005

O tempo voa...



Passei a tarde inteira no Campus e consegui fazer uma entrevista que foi difícil, o moço é super ocupado. E fiquei enchendo o saco do pobrezinho do meu amigo Jules. Coitado, tem me aturado muito nos últimos dias com minhas frequentes visitas ao campus. O legal de estar andando por lá é ver velhos professores e funcionários. Surpreendentemente o pessoal permanente de lá é mais, muito mais, legal do que os 'passageiros' (em bom português, só os colegas eram malas, os professores e funcionários são gente boníssima).

Aliás, estou só numas de encher o saco alheio, quem tem sofrido comigo também é o pobre do Heiko, mas ele é muito divertido, e me faz bem. Acho que vou para Brasilia, after all. O Jules vai. Eu havia me inscrito para um evento que irá ocorrer lá, mas estava em dúvida se iria ou não. Agora vi que a Luzia também está inscrita. Fiquei mais animada para ir. Bem, isso me custará alguns, vários, reais a mais, entretanto pode ser bacana, mais pelo evento do que pela cidade satélite. E há a possibilidade de eu finalmente conhecer a Alessandra! Vai que eu fique ainda mais incentivada para fazer uma tatuagem?

À noite jantei com minha mãe e minha tia. Ai, foi tão bom. Minha tia não gosta de cozinhar e raramente o faz, mas ela fez taaaanta coisa. Achei tão fofo. E foi tri bom ficar um pouquinho com minha mãezinha e com a minha madrinha também. Estou sempre numa correria e quase nuuuunca passo um tempinho com elas.

O tempo voa. Semana que vem já vou embora. Não vou conseguir fazer todas as entrevistas a que me propunha. Paciência. Tentarei, evidentemente, mas estou vendo que não vou conseguir. E não irei cortar os pulsos por causa disto. Não mesmo.

Recebi um email do Stefano e parece que a situação está melhorando, ele talvez não vá embora no dia 13, então finalmente farei a tal prova e acabará a novela da Mecânica Quântica.

Hoje falei com a Daniela Castilho, loooongo tempo que não a via. Chame-me de egoísta mas foi bom falar com alguém que passou mais ou menos pela mesma situação que eu estou passando/vou passar.

Se alguém de bsb estiver lendo este blog, favor deixar recado... talvez me anime mais para ir à capital brasileira.

Agora é tarde, vou dormir, acordar cedo amanhã, fazer transcrições, exame de sangue, casa, almoço, campus. Acho que tenho ido mais ao campus agora do que quando eu estava na graduação!

Boa noite.


Desequilíbrio





Ontem acordei bem tarde, despedi-me da minha amiga Anna, que veio do RJ passar uma semana aqui em casa. Depois conversei com o Heiko, transcrevi uma entrevista, comi chocolate e fui pegar o carro na oficina. Ah sim, não contei que do sábado, né?

Sábado acordei, tomei café, vi um filme, tomei banho e fui, com a Anna, pegar o Renana, filho da Eliane, e depois fomos na casa da Eliane, lá no fim do mundo, coladinho com a Restinga. De lá fomos para a sede campestre do Banrisul, que é mais no fim do mundo ainda, acho que é Ponta Grossa, sei lá. Passamos o dia lá, comendo e bebendo. E o Marcelo se supera em fazer caipirinhas tri boas. O churrasco estava tri bom e eu relaxei o dia todo, foi bem bom. Apesar dos momentos em que tudo o que eu queria era não estar ali. Saímos de lá já no final da tarde, passei na casa da Raquel e fomos dar uma caminhada em Ipanema, para a Anna conhecer. Deixei a quél em casa e fomos em direção ao Mont Serrat, para jantarmos na casa do Flávio, que estava nos esperando com mais churrasco. Acontece que no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho... Buenas, pela manhã, quando saímos do Renan, eu vi a luzinha lá no painel do carro acendendo. Ai, uma luzinha lá, não importa o que é. Daí parei num posto de gasolina para perguntar ao frentista o que era e tal. Aíii, ele olhou lá na frentinha e disse que estava tudo bem, a água estava no nível e a ventoinha estava funcionando, deveria ser algum problema elétrico. Então tá. No caminho de volta do fim do mundo para a civilização, eu parei em outro posto, só por descargo de consciência, já que a luzinha continuava acendendo. Quando o carinha abriu o trocinho da água, saiu váaaarias fumaças. Ficamos uma meia hora no posto, até esfriar o carro. Saímos, andamos 10 metros e a luzinha acendeu novamente. Paramos, ao lado de um trailer, a Anna ficou tomando uma cervejinha, ficamos batendo papo, e eu chamei o seguro, que iria trazer um guincho. Só que os queridos só mandaram um auto socorro, sem guincho. O guri ficou lá jurando que iria resolver o problema, né. Eu nem tchum. Depois, claro, teve que rolar o guincho. Então levamos o carro pra oficina. Depois o motorista do guincho deu uma carona até a garagem da Carris, de lá pegamos um T9 e fomos pra janta no Flávio, isso já era quase meia noite. Comemos e tal, conversamos e o Flávio nos deu uma carona até em casa.

Tá, então ontem fui buscar o carro na oficina e ficar 300 contos mais pobre. Depois fui para o campus do Vale. Na av. Bento Gonçalves, a caminho do Campus, tinham vários motoristas se arrastando pela pista, daí fui ultrapassar um deles, e logo depois que passo, vejo atrás da moitinhas uns queridos fiscais de trânsito. Toooma, além de tudo, levei uma multa por excesso de velocidade. Caraaaaalho! Fiz uma entrevista, marquei outra para hoje - aliás, é daqui a pouco - e depois fui buscar minha mãe no serviço, na ida vi o pôr-do-sol mais bonito da minha vida, e comi mais um pouco de chocolate, no carro. Na volta, trazendo-a pra casa, pegamos um PUTA engarrafamento na Antônio de Carvalho... sei que saímos dali, pegamos o Ipê, a Cefer, fizemos altas voltas e saímos na Protásio pela Bom Jesus. Só larguei a mãe em casa e fui direto ao encontro do Sandro e do Sérgio, no Moinhos Shopping. Assistimos A Fantástica Fábrica de Chocolate e terminei de comer o chocolate, depois fomos para a Lancheria do Parque e eu comi um cachorro-quente, para ter algum sal no organismo, já que toda a minha alimentação do dia tinha sido uma barra de chocolate. E tomei uma caipirinha de abacaxi com maracujá. Delícia. E foi tri bom sair com os guris. Depois vim pra minha casinha, falei com o Pedro, e fui dormir.

Hoje levantei mega tarde, nem parecia eu. Minha mente ficou a manhã toda martelando várias coisas. Muitas coisas. Toma decisões, volta a trás. Ai, muito confuso. Vontade de não levantar da cama e só ficar dormindo. Aliás, o que eu queria era ficar aqui em casa, aqui em Porto Alegre e nunca mais ter que fazer nada na vida. Só dormir. Só, só, só. Não quero pensar nada. Como isso não é possível, acho que a solução é trabalhar, trabalhar muito. E esquecer de todo o resto. Ah, sim, sou eu, A dramática. Ontem, comecei o dia sendo acusada de muito emocional, e terminei como a dramática. De qualquer forma, acho que estou making my mind up. Logo o universo encontrará o curso natural das coisas. Pelo menos o meu natural, né, em que o universo só conspira contra.

E o dia foi assim, como tem sido os últimos dias. Altos e baixos, a todo momento. Um desiquilibrio total.

terça-feira, agosto 02, 2005

Quando eu crescer eu quero ser assim





"finding a balance of caring about what others want, and what one needs and wants for oneself is hard."

by Heiko

When I'm good, I'm very good, and when I'm bad, I'm even better.




Não, não estou com instintos suicidas em alta.
Mas só estou a meter os pés pelas mãos nos últimos dias. Acho que eu sou melhor quando incorporo a máxima da Mae West, mesmo. Sabe? Quando sou egoísta e quando não dou a mínima para o outro. Aí, não só eu fico bem, não me estresso, como as pessoas não ficam magoadinhas comigo, nem esparandinho coisinhas, nem os seres adorados ficam pisandinho em ovinhos como se eu fosse de porcelaninha.

The most I can do for my friend is simply be his friend.

Henry David Thoreau

segunda-feira, agosto 01, 2005

Sutilezas



Acho que não gosto de sutilezas. Não sei. É um conceito que estou (re)pensando no momento. De qualquer forma... parece que tenho estado sempre no lugar errado, na hora errada.

Talvez ter vindo para Porto Alegre tenha sido um erro. Primeiro, porque não estou em férias, mas creio que só eu sei disso. Segundo, porque sinto falta da minha casa em Salvador. Terceiro, porque me sinto completamente anulada. Ainda bem que existe Directv e Mommy.

quinta-feira, julho 28, 2005

Eu não acredito!!!




Katemari: É estranho... eu lembro do nome, claramente... Liano Lippert, mas não lembro da pessoa. Como te vi na comunidade do Balduíno, sei que é de lá que te conheço mas... será que fomos colegas?

Liano: Katemari, Olá! Lembro de você muito bem!!! como tu não te lembras de mim?? Cansei de ir ao seu apto na Av. Bento Gonçalves fazer trabalhos para escola!!! Viu como lembro... andavamos sempre juntos.. eu você a Luciane Shuck, acho que é assim que se escreve... a Renata tb.. lembra??? Teve até uma época que faziamos pecinhas de gesso e pensamos em vender.. coisas de moleque... flash back!!! ahahahahaha... Estou morando em São Paulo... Não vamos perder contato.. e você está bem??? Lembro-me da sua Mãe tb...
Bjs...
Liano Lippert

Tem coisas, que só o Orkut faz por você!
É tri bom reencontrar amigos, mesmo que a gente não lembre deles...


segunda-feira, julho 25, 2005

Quotes...




"(...) É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata, trazendo tudo que poderia ter sido e não foi
(...) Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou
(...) Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna..."

domingo, julho 24, 2005

Today's fortune:





Stop searching forever, happiness is just next to you


A cigana que falou, foi ela, foi ela.

sábado, julho 23, 2005

Bem aventurados os esquecidos, pois eles não têm do que se arrepender




Eloisa to Abelard


In these deep solitudes and awful cells,
Where heav'nly-pensive contemplation dwells,
And ever-musing melancholy reigns;
What means this tumult in a vestal's veins?
Why rove my thoughts beyond this last retreat?
Why feels my heart its long-forgotten heat?
Yet, yet I love! — From Abelard it came,
And Eloisa yet must kiss the name.

Dear fatal name! rest ever unreveal'd,
Nor pass these lips in holy silence seal'd.
Hide it, my heart, within that close disguise,
Where mix'd with God's, his lov'd idea lies:
O write it not, my hand — the name appears
Already written — wash it out, my tears!
In vain lost Eloisa weeps and prays,
Her heart still dictates, and her hand obeys.

Relentless walls! whose darksome round contains
Repentant sighs, and voluntary pains:
Ye rugged rocks! which holy knees have worn;
Ye grots and caverns shagg'd with horrid thorn!
Shrines! where their vigils pale-ey'd virgins keep,
And pitying saints, whose statues learn to weep!
Though cold like you, unmov'd, and silent grown,
I have not yet forgot myself to stone.
All is not Heav'n's while Abelard has part,
Still rebel nature holds out half my heart;
Nor pray'rs nor fasts its stubborn pulse restrain,
Nor tears, for ages, taught to flow in vain.

Soon as thy letters trembling I unclose,
That well-known name awakens all my woes.
Oh name for ever sad! for ever dear!
Still breath'd in sighs, still usher'd with a tear.
I tremble too, where'er my own I find,
Some dire misfortune follows close behind.
Line after line my gushing eyes o'erflow,
Led through a sad variety of woe:
Now warm in love, now with'ring in thy bloom,
Lost in a convent's solitary gloom!
There stern religion quench'd th' unwilling flame,
There died the best of passions, love and fame.

Yet write, oh write me all, that I may join
Griefs to thy griefs, and echo sighs to thine.
Nor foes nor fortune take this pow'r away;
And is my Abelard less kind than they?
Tears still are mine, and those I need not spare,
Love but demands what else were shed in pray'r;
No happier task these faded eyes pursue;
To read and weep is all they now can do.

Then share thy pain, allow that sad relief;
Ah, more than share it! give me all thy grief.
Heav'n first taught letters for some wretch's aid,
Some banish'd lover, or some captive maid;
They live, they speak, they breathe what love inspires,
Warm from the soul, and faithful to its fires,
The virgin's wish without her fears impart,
Excuse the blush, and pour out all the heart,
Speed the soft intercourse from soul to soul,
And waft a sigh from Indus to the Pole.

Thou know'st how guiltless first I met thy flame,
When Love approach'd me under Friendship's name;
My fancy form'd thee of angelic kind,
Some emanation of th' all-beauteous Mind.
Those smiling eyes, attemp'ring ev'ry day,
Shone sweetly lambent with celestial day.
Guiltless I gaz'd; heav'n listen'd while you sung;
And truths divine came mended from that tongue.
From lips like those what precept fail'd to move?
Too soon they taught me 'twas no sin to love.
Back through the paths of pleasing sense I ran,
Nor wish'd an Angel whom I lov'd a Man.
Dim and remote the joys of saints I see;
Nor envy them, that heav'n I lose for thee.

How oft, when press'd to marriage, have I said,
Curse on all laws but those which love has made!
Love, free as air, at sight of human ties,
Spreads his light wings, and in a moment flies,
Let wealth, let honour, wait the wedded dame,
August her deed, and sacred be her fame;
Before true passion all those views remove,
Fame, wealth, and honour! what are you to Love?
The jealous God, when we profane his fires,
Those restless passions in revenge inspires;
And bids them make mistaken mortals groan,
Who seek in love for aught but love alone.
Should at my feet the world's great master fall,
Himself, his throne, his world, I'd scorn 'em all:
Not Caesar's empress would I deign to prove;
No, make me mistress to the man I love;
If there be yet another name more free,
More fond than mistress, make me that to thee!
Oh happy state! when souls each other draw,
When love is liberty, and nature, law:
All then is full, possessing, and possess'd,
No craving void left aching in the breast:
Ev'n thought meets thought, ere from the lips it part,
And each warm wish springs mutual from the heart.
This sure is bliss (if bliss on earth there be)
And once the lot of Abelard and me.

Alas, how chang'd! what sudden horrors rise!
A naked lover bound and bleeding lies!
Where, where was Eloise? her voice, her hand,
Her poniard, had oppos'd the dire command.
Barbarian, stay! that bloody stroke restrain;
The crime was common, common be the pain.
I can no more; by shame, by rage suppress'd,
Let tears, and burning blushes speak the rest.

Canst thou forget that sad, that solemn day,
When victims at yon altar's foot we lay?
Canst thou forget what tears that moment fell,
When, warm in youth, I bade the world farewell?
As with cold lips I kiss'd the sacred veil,
The shrines all trembl'd, and the lamps grew pale:
Heav'n scarce believ'd the conquest it survey'd,
And saints with wonder heard the vows I made.
Yet then, to those dread altars as I drew,
Not on the Cross my eyes were fix'd, but you:
Not grace, or zeal, love only was my call,
And if I lose thy love, I lose my all.
Come! with thy looks, thy words, relieve my woe;
Those still at least are left thee to bestow.
Still on that breast enamour'd let me lie,
Still drink delicious poison from thy eye,
Pant on thy lip, and to thy heart be press'd;
Give all thou canst — and let me dream the rest.
Ah no! instruct me other joys to prize,
With other beauties charm my partial eyes,
Full in my view set all the bright abode,
And make my soul quit Abelard for God.

Ah, think at least thy flock deserves thy care,
Plants of thy hand, and children of thy pray'r.
From the false world in early youth they fled,
By thee to mountains, wilds, and deserts led.
You rais'd these hallow'd walls; the desert smil'd,
And Paradise was open'd in the wild.
No weeping orphan saw his father's stores
Our shrines irradiate, or emblaze the floors;
No silver saints, by dying misers giv'n,
Here brib'd the rage of ill-requited heav'n:
But such plain roofs as piety could raise,
And only vocal with the Maker's praise.
In these lone walls (their days eternal bound)
These moss-grown domes with spiry turrets crown'd,
Where awful arches make a noonday night,
And the dim windows shed a solemn light;
Thy eyes diffus'd a reconciling ray,
And gleams of glory brighten'd all the day.
But now no face divine contentment wears,
'Tis all blank sadness, or continual tears.
See how the force of others' pray'rs I try,
(O pious fraud of am'rous charity!)
But why should I on others' pray'rs depend?
Come thou, my father, brother, husband, friend!
Ah let thy handmaid, sister, daughter move,
And all those tender names in one, thy love!
The darksome pines that o'er yon rocks reclin'd
Wave high, and murmur to the hollow wind,
The wand'ring streams that shine between the hills,
The grots that echo to the tinkling rills,
The dying gales that pant upon the trees,
The lakes that quiver to the curling breeze;
No more these scenes my meditation aid,
Or lull to rest the visionary maid.
But o'er the twilight groves and dusky caves,
Long-sounding aisles, and intermingled graves,
Black Melancholy sits, and round her throws
A death-like silence, and a dread repose:
Her gloomy presence saddens all the scene,
Shades ev'ry flow'r, and darkens ev'ry green,
Deepens the murmur of the falling floods,
And breathes a browner horror on the woods.

Yet here for ever, ever must I stay;
Sad proof how well a lover can obey!
Death, only death, can break the lasting chain;
And here, ev'n then, shall my cold dust remain,
Here all its frailties, all its flames resign,
And wait till 'tis no sin to mix with thine.

Ah wretch! believ'd the spouse of God in vain,
Confess'd within the slave of love and man.
Assist me, Heav'n! but whence arose that pray'r?
Sprung it from piety, or from despair?
Ev'n here, where frozen chastity retires,
Love finds an altar for forbidden fires.
I ought to grieve, but cannot what I ought;
I mourn the lover, not lament the fault;
I view my crime, but kindle at the view,
Repent old pleasures, and solicit new;
Now turn'd to Heav'n, I weep my past offence,
Now think of thee, and curse my innocence.
Of all affliction taught a lover yet,
'Tis sure the hardest science to forget!
How shall I lose the sin, yet keep the sense,
And love th' offender, yet detest th' offence?
How the dear object from the crime remove,
Or how distinguish penitence from love?
Unequal task! a passion to resign,
For hearts so touch'd, so pierc'd, so lost as mine.
Ere such a soul regains its peaceful state,
How often must it love, how often hate!
How often hope, despair, resent, regret,
Conceal, disdain — do all things but forget.
But let Heav'n seize it, all at once 'tis fir'd;
Not touch'd, but rapt; not waken'd, but inspir'd!
Oh come! oh teach me nature to subdue,
Renounce my love, my life, myself — and you.
Fill my fond heart with God alone, for he
Alone can rival, can succeed to thee.

How happy is the blameless vestal's lot!
The world forgetting, by the world forgot.
Eternal sunshine of the spotless mind!
Each pray'r accepted, and each wish resign'd;

Labour and rest, that equal periods keep;
"Obedient slumbers that can wake and weep;"
Desires compos'd, affections ever ev'n,
Tears that delight, and sighs that waft to Heav'n.
Grace shines around her with serenest beams,
And whisp'ring angels prompt her golden dreams.
For her th' unfading rose of Eden blooms,
And wings of seraphs shed divine perfumes,
For her the Spouse prepares the bridal ring,
For her white virgins hymeneals sing,
To sounds of heav'nly harps she dies away,
And melts in visions of eternal day.

Far other dreams my erring soul employ,
Far other raptures, of unholy joy:
When at the close of each sad, sorrowing day,
Fancy restores what vengeance snatch'd away,
Then conscience sleeps, and leaving nature free,
All my loose soul unbounded springs to thee.
Oh curs'd, dear horrors of all-conscious night!
How glowing guilt exalts the keen delight!
Provoking Daemons all restraint remove,
And stir within me every source of love.
I hear thee, view thee, gaze o'er all thy charms,
And round thy phantom glue my clasping arms.
I wake — no more I hear, no more I view,
The phantom flies me, as unkind as you.
I call aloud; it hears not what I say;
I stretch my empty arms; it glides away.
To dream once more I close my willing eyes;
Ye soft illusions, dear deceits, arise!
Alas, no more — methinks we wand'ring go
Through dreary wastes, and weep each other's woe,
Where round some mould'ring tower pale ivy creeps,
And low-brow'd rocks hang nodding o'er the deeps.
Sudden you mount, you beckon from the skies;
Clouds interpose, waves roar, and winds arise.
I shriek, start up, the same sad prospect find,
And wake to all the griefs I left behind.

For thee the fates, severely kind, ordain
A cool suspense from pleasure and from pain;
Thy life a long, dead calm of fix'd repose;
No pulse that riots, and no blood that glows.
Still as the sea, ere winds were taught to blow,
Or moving spirit bade the waters flow;
Soft as the slumbers of a saint forgiv'n,
And mild as opening gleams of promis'd heav'n.

Come, Abelard! for what hast thou to dread?
The torch of Venus burns not for the dead.
Nature stands check'd; Religion disapproves;
Ev'n thou art cold — yet Eloisa loves.
Ah hopeless, lasting flames! like those that burn
To light the dead, and warm th' unfruitful urn.

What scenes appear where'er I turn my view?
The dear ideas, where I fly, pursue,
Rise in the grove, before the altar rise,
Stain all my soul, and wanton in my eyes.
I waste the matin lamp in sighs for thee,
Thy image steals between my God and me,
Thy voice I seem in ev'ry hymn to hear,
With ev'ry bead I drop too soft a tear.
When from the censer clouds of fragrance roll,
And swelling organs lift the rising soul,
One thought of thee puts all the pomp to flight,
Priests, tapers, temples, swim before my sight:
In seas of flame my plunging soul is drown'd,
While altars blaze, and angels tremble round.

While prostrate here in humble grief I lie,
Kind, virtuous drops just gath'ring in my eye,
While praying, trembling, in the dust I roll,
And dawning grace is op'ning on my soul:
Come, if thou dar'st, all charming as thou art!
Oppose thyself to Heav'n; dispute my heart;
Come, with one glance of those deluding eyes
Blot out each bright idea of the skies;
Take back that grace, those sorrows, and those tears;
Take back my fruitless penitence and pray'rs;
Snatch me, just mounting, from the blest abode;
Assist the fiends, and tear me from my God!

No, fly me, fly me, far as pole from pole;
Rise Alps between us! and whole oceans roll!
Ah, come not, write not, think not once of me,
Nor share one pang of all I felt for thee.
Thy oaths I quit, thy memory resign;
Forget, renounce me, hate whate'er was mine.
Fair eyes, and tempting looks (which yet I view!)
Long lov'd, ador'd ideas, all adieu!
Oh Grace serene! oh virtue heav'nly fair!
Divine oblivion of low-thoughted care!
Fresh blooming hope, gay daughter of the sky!
And faith, our early immortality!
Enter, each mild, each amicable guest;
Receive, and wrap me in eternal rest!

See in her cell sad Eloisa spread,
Propp'd on some tomb, a neighbour of the dead.
In each low wind methinks a spirit calls,
And more than echoes talk along the walls.
Here, as I watch'd the dying lamps around,
From yonder shrine I heard a hollow sound.
"Come, sister, come!" (it said, or seem'd to say)
"Thy place is here, sad sister, come away!
Once like thyself, I trembled, wept, and pray'd,
Love's victim then, though now a sainted maid:
But all is calm in this eternal sleep;
Here grief forgets to groan, and love to weep,
Ev'n superstition loses ev'ry fear:
For God, not man, absolves our frailties here."

I come, I come! prepare your roseate bow'rs,
Celestial palms, and ever-blooming flow'rs.
Thither, where sinners may have rest, I go,
Where flames refin'd in breasts seraphic glow:
Thou, Abelard! the last sad office pay,
And smooth my passage to the realms of day;
See my lips tremble, and my eye-balls roll,
Suck my last breath, and catch my flying soul!
Ah no — in sacred vestments may'st thou stand,
The hallow'd taper trembling in thy hand,
Present the cross before my lifted eye,
Teach me at once, and learn of me to die.
Ah then, thy once-lov'd Eloisa see!
It will be then no crime to gaze on me.
See from my cheek the transient roses fly!
See the last sparkle languish in my eye!
Till ev'ry motion, pulse, and breath be o'er;
And ev'n my Abelard be lov'd no more.
O Death all-eloquent! you only prove
What dust we dote on, when 'tis man we love.

Then too, when fate shall thy fair frame destroy,
(That cause of all my guilt, and all my joy)
In trance ecstatic may thy pangs be drown'd,
Bright clouds descend, and angels watch thee round,
From op'ning skies may streaming glories shine,
And saints embrace thee with a love like mine.

May one kind grave unite each hapless name,
And graft my love immortal on thy fame!
Then, ages hence, when all my woes are o'er,
When this rebellious heart shall beat no more;
If ever chance two wand'ring lovers brings
To Paraclete's white walls and silver springs,
O'er the pale marble shall they join their heads,
And drink the falling tears each other sheds;
Then sadly say, with mutual pity mov'd,
"Oh may we never love as these have lov'd!"

From the full choir when loud Hosannas rise,
And swell the pomp of dreadful sacrifice,
Amid that scene if some relenting eye
Glance on the stone where our cold relics lie,
Devotion's self shall steal a thought from Heav'n,
One human tear shall drop and be forgiv'n.
And sure, if fate some future bard shall join
In sad similitude of griefs to mine,
Condemn'd whole years in absence to deplore,
And image charms he must behold no more;
Such if there be, who loves so long, so well;
Let him our sad, our tender story tell;
The well-sung woes will soothe my pensive ghost;
He best can paint 'em, who shall feel 'em most.


Alexander Pope

Eu queria ser nerd




É sério, eu queria. Mas nem para isso eu tenho talento. Ser um daqueles seres que apenas lêem, estudam, escrevem, criam, produzem, digitam, ouvem música, entendem muito sobre muitas coisas. E conseguem passar horas e horas, dias e dias, lendo diversas coisas profundas e inteligentes. Ou seja, revista da Editora Abril não conta. Nem blogs. Nem comunidades do Orkut. Essa gente lê filosofia. Na fonte. Em alemão. Era isso que eu queria.

Assim não me sobrava tempo para mais nada na vida. Acho que seria muito melhor.

Dreams





Oh my life is changing everyday
Every possible way
Though my dreams, it’s never quite as it seems
Never quite as it seems

I know I felt like this before
But now I’m feeling it even more
Because it came from you

Then I open up and see
The person fumbling here is me
A different way to be

I want more, impossible to ignore
Impossible to ignore
They’ll come true, impossible not to do
Impossible not to do


Cramberries

quinta-feira, julho 21, 2005

Para as autoridades locais





Se encontrarem uma mulher, negra, 26 anos, congelada, petrificada, durinha-da-silva, em algum local de Porto Alegre, favor entrar em contato com a família da dona deste blog.

Obrigada.

quarta-feira, julho 20, 2005

Deu pra ti...




Today's fortune:
You will travel to many places


A cigana do orkut não erra. Hoje vou para Porto Alegre, acordei às 6h, para arrumar as coisinhas, mandar arquivos do pc para mim mesma, já que não tenho um pendrive, fazer mala, essas coisas. 9h30 sairei de casa, passo na Ufba, pego trabalho pra levar pra Poa, deixo um texto lá, depois pego o ônibus, uns 15min na parada, mais 50min (arredondemos para 1h) dentro do ônibus, chego no aeroporto. Deixe-me ver, às.. 11h15? Então posso sair de casa às 10h, chegando lá 11h45. Tá bom, né? O vôo sai 12h55. Daí chego em Brasília às 14h46 (não, não é 14h45, nem 14h50, é 14h46). Uma conexãozinha básica. Saio de bsb às 17h46. Aham... isso mesmo, 3 horinhas depois. O que irei eu fazer, doente, com febre, dor, diarréia, por 3 longas horas no aeroporto de brasília? Não faço a menor idéia. Se calhar encontro uma malinha cheia de dinheiro perdida por lá, já que está na moda. Tem um menino do Orkut que mora em bsb, talvez nos vejamos lá pelo aeroporto, se eu puder sair da sala de embarque.

Depois vou pra casinha, chego em poa às 20h45 (não é 20h46!).

Então é isso, vou pra porto alegre, tchau!

segunda-feira, julho 18, 2005

Meu estômago me odeia




Cheguei ao saldo de 5 Buscopans ao final do dia, e a conclusão de que meu estômago me odeia. Ainda estou morrendo de dores. Sinto como se tivesse um alien dentro de mim, e meus musculuzinhos internos se contorcendo.

Além disso, fui assistir a aula de um estagiário, euzinha, cheia de dor, às 21h, o cara com excesso de faltas na disciplina, não mais apareceu nas aulas, e ouço, às 22h e tanto que eu estou pegando no pé dele.

Dai-me forças, ó!

Lost in translation




Perdão, Sofia, eu juro que tentei ver teu filme. Eu até acredito que ele deva ser ótimo, mas após duas tentativas frustradas de vê-lo, desisto. Pelo menos temporariamente. Talvez agora, na casa de mamãe, eu volte a tentar. Mas tenho que confessar: não, não conseguir ficar awake.

Bem, as tentativas sucessivas foram na quarta e na quinta-feira, à noite. Aliás, na quarta-feira à tarde eu fiz a mais irresponsável das coisas: fui à praia. Se fosse ir tomar um banho num dia super quente e ensolarado tudo bem, mas não, estava até meio nublado. Eu. cheia de coisas para fazer durante a tarde, fui para Stella Maris. Ok, conheci mais um pedacinho de Salvador, mas só peguei vento. Tudo bem que foi rapidinho, só tomou duas horas do meu dia, mesmo assim, quando se está cheia de coisas para fazer fica-se com um brutal sentimento de culpa.

No trabalho, quinta-feira, as coisas ficaram pesadas, um aluno reagiu muito mal ao saber que seria reprovado. Lamentável. O menino bradava, ameaçava... à noite jantei numa pizzaria, rodízio, comi até quase explodir. Uma vergonha. Teria sido uma vergonha menor se no dia seguinte eu não tivesse voltado lá, para almoçar. Shame on me, shame on me. Mas estava tri bom.

Sábado e domingo foram de clausura, estudos e limpeza de casa. Lavei chão, banheiro, vaso, cesto de lixo, box... todas essas coisas nojentinhas, roupas, louça... todas essas coisas necessárias.

Consegui terminar a primeira versão do tal artigo para Bauru. Mandei para minha orientadora... nem quero ver todas as mudanças que ela me irá mandar fazer. :-(
Eu não tenho talento pra estas coisas, sinceramente. Eu queria ser destas pessoinhas que sentam a bunda à frente do micro e fazem coisas maravilhosas em algumas horas, ou poucos dias. Eu não. É sofrido. E pra sair alguma coisa mais ou menos.

Ontem me deu uma vontade tremenda de parar tudo e voltar para a graduação. Definitivamente graduação, por mais mala que seja, tem suas vantagens. A gente vai lá, faz umas cadeirinhas, se mata estudando, e pronto. Não tem que ler 5 livros para escrever um parágrafo. Na graduação dá para falar qualquer merda que ninguém te pede a referência. Na graduação podemos ser mais criativos, até. Eu acho. Tudo o que eu penso eu tenho que ficar procurando quem vai me autorizar a dizê-lo. Saco. Não, definitivamente, eu não tenho talento pra isso. Mas tenho talento pra quê?

Será que tenho algum talento? Sério, sem drama.

Acho que vou para o ramo de turismo, eu tenho talento para viajar e me divertir. Será que isso conta?

Tá, deixa eu ir que tenho mundos de coisas para fazer... hoje acordei às 6h30, decidi que tomaria café de hotel, fui na padaria, comprei pão, iogurte, banana, vim, fiz suco, ovos, café... ainda tenho que ir pagar o aluguel, fechar a papelada toda da universidade (dos alunos), ler mais umas monografias (dos alunos), almoçar, reunião às 14h... ai, ai... e já são 9h. O dia voa.


sábado, julho 16, 2005

sexta-feira, julho 15, 2005

Absurdos da vida moderna

orkut: "orkut is under construction.
please check back soon (=


Join orkut to expand the circumference of your social circle"

terça-feira, julho 12, 2005

Notícia aos navegantes




Por aqui, tudo bem.
O final de semana foi lindo. Não fui para Itacaré, mas Barra Grande. Primeiro de carro até o Terminal de São Joaquim. De lá um ferry-boat-que-me-fez-enjoar até Itaparica, e então carro pela estrada até Camamu, ao sul de Salvador. Lá deixou-se o carro e segui de barco pelas águas da Baía de Camamu até a ponta da península de Maraú, na praia de Barra Grande. O lugar é deslumbrante. Escolha rápida de um pouso e almoço num buffet muito xumbrega. Então caminhada até a praia de Taipus de Fora. A caminhada passa por umas 3 praias, se não me falha a memória. Sabe aquelas imagens de praias tropicais paradisiacas? É lá. Não tenha dúvida. Coqueiros, água verde, areia clara e fofa. É lá. Uma caminhada de 8km de beleza e tranquilidade, cruzando com poucos viventes, possíveis de serem contados com os dedos das mãos. É lá. Já ouviu falar do Kiaroa, um dos resorts mais caros do Brasil? É lá. E eu passei pela frente, é na beirinha da praia. Tem pousadas muito fofas por lá, super integradas com o local, usando e abusando de madeira, bom gosto, aparente conforto, tranquilidade e discrição. Nada como aquela construção horrorosa que é tem na Costa do Sauípe. Parada rápida num bar gostoso na praia de Taipus de Fora, um mousse de maracujá e uma viagem de jardineira de volta a Barra Grande. Pousada, banho. E a janta. Um restaurante italiano, Pinocchio, pasta, torradinhas, salada e vinho tinto seco. Delícia. Caminha, e dormir...

... pensa que dormi tranquila? Que nada, uma das piores noites dos últimos tempos!!! Mosquitos, muitos mosquitos. A pousada era fofo, o menino de lá era fofo, mas tinha muuuuuuitos mosquitos. Impossível de dormir. Sério, não é frescura. Puta inferno.

Na manhã seguinte, um café na Padaria da Barra: um iogurte natural com granola e mel muito perfeitos, juntamente com um suco de goiaba + um cacetinho com ovo e queijo, tomando café com leite. Super café, e super delícia.

Adeus, paraíso. Barco de volta a Camamu. Aliás, o passeio de barco é lindo, passa-se por ilhotas, manguezais, e tem-se uma imagem como aquelas do Pantanal, tá ligado?

Pegar o carro que ficou num estacionamentozinho cuidado por uns pirralhos, muito cômico, e seguir pela estrada até Ilhéus, foi o programa de domingo.

Ilhéus não me agradou tanto. Tudo bem, eu estava com a super expectativa para ir até Itacaré, isso pode ter influenciado meu julgamento, mas foi super legal ter conhecido a cidade, comido chocolate (caríssimo, por sinal). Ah, quando se entra na cidade tem um super-hiper-ultra cheiro de chocolate no ar, uma delícia. Dá para imaginar uma cidade com casinhas feitas de chocolate, jardins de bala de goma e janelas de biscoitos. Conheci o bar Vesúvio, o tal do Nacib do Jorge Amado. Tirei fotinho no Cristo, passeei pelas praias, almocei à beira da praia, jantei num restaurante delicioso, lindinho e numa espécie de pier (mas não é pier). E fiquei numa pousadinha muito fofa com lençóis de algodão super cheirosos.

Manhã de segunda-feira, estrada para Salvador. De volta à realidade.

E é isso. Assim foi meu final de semana. Um sonho.


sexta-feira, julho 08, 2005

Off





Volto na segunda-feira. Sim, isto significa fotinhos novas no album.

Vou para Itacaré, ainda que eu esteja morrendo de dor nas costas e até voltei a usar o Tylex. Juro que não estou viciada, morro de medo desse comprimidinho, mas está sendo mais do que necessário. Além da dor estar me incomodando muito, eu estou ficando insuportável. Ficar velha é foda.

Chove na soterópolis. A vida segue bela. Mamãe estava doente, não sei se melhorou. Ligarei hoje à noite, eu acho. Preciso falar com o Maicon também. Eduardo é outro que estava dodói. O fofo do Richard está bem, falei com ele ontem à tarde, depois da manhã de preocupação pós-explosões na terrinha.

Quase em férias do trabalho, partirei para um período de dedicação exclusiva à pesquisa. Sim, vou escrever o trabalho pra Bauru. Sim, vou escrever outro trabalho para Maceió. Espero conseguir terminá-los em tempo hábil, espero que sejam aceitos.

No mais acho que é isso. Beijo e bom final de semana, querido diário.

Baianidades


É dificil eu me conter e não falar que dos 4 sujeitos da entrevista-piloto que eu tinha para ontem e hoje, apenas 1 compareceu na hora mercada. Dois simplesmente não apareceram e um está 1 hora atrasado.

Depois eu sou bairrista, né?

quinta-feira, julho 07, 2005

Eu não como ninguém. Ou como mal.

Click to view my test results

  • you are a realist.
  • you are direct, enjoy playing devil's advocate and neither fear nor avoid discussions.
  • you are analytical, cautious, and distrustful.
  • they are insecure or are living through a period of major change.
  • you are an OK listener
  • The length of ***** indicates the quality of your sex life.
    And again more is better! You drew small *** :-)

    Draw a pig personality test
  • terça-feira, julho 05, 2005

    Jogo da vida





    Estou tão feliz e tão triste ao mesmo tempo.
    Não sei o que escrever, mas estou por aqui, a deliciar-me com a crueldade do universo. Ao mesmo tempo em que passo a acreditar na existência de perfeição, nas potencialidades de felicidade plena, tenho a impressão que as maldades do cosmos não têm fim, e seguem a brincar com minha vidinha-mais-ou-menos.

    Apenas faço-me marionete.

    domingo, julho 03, 2005


    Dá para acreditar nisto??? Está é uma comunidade que achei no Orkut - Trabalhos PRONTOS para facul! E esta é uma menina que faz trabalhos e vende. Posted by Picasa

    Pouca vergonha... e eu aqui tentando escrever alguma coisa.

    Ódio






    Escrevi um baita post. E o computador travou. Agora me calo. Até a raiva passar.

    quinta-feira, junho 30, 2005

    É chato ser gostosa



    Não importa o que venha a acontecer no resto da semana... a minha já está ganha. E hoje foi o ápice! De ontem até hoje à noite recebi o maior número de cantadas no intervalo de 24h da minha vida. Impressionante, né? Motorista de carro buzinando, técnico da companhia telefônica, porteiro... Fala sério, tô podendo, né? O que me lembra a resolução deste ano: Não vou mais tentar ser magra e gostosa, vou continuar só gostosa, mesmo. Se bem que, não ser magra é uma coisa, mas eu estou uma super hiper ultra gorda gigante. E gostosa, claro.

    Bem, já falei que limpei a casa toda e arrumei tudo na semana passada? Não, né? Pois é.

    E que agora entrarei no mundo das pessoas dotadas de paciência, bom gosto e criatividade? Sim, técnicas manuais, vou fazer bijouterias. Hoje fiz um chaveiro e estou me achando uma super designer.

    Nem acredito que já é quinta-feira, ou seja, já "estou de final de semana", como diz um amigo meu. O tempo voa.

    Ontem fui no cinema com a Marisa, Ester e Pedro. Vimos Inconscientes, foi muito engraçado, depois fomos comer pizza. Estava tri boa a pizza. E até encontrei a Shala, por acaso, foi ali na Barra, na esquina da casa da Ester.

    Sim, vou escrever o artigo para o Encontro em Bauru/SP. Pelo menos tentarei escrever algo que preste. Foda, 200 contos a inscrição para a brincadeira.

    Estou me sentindo uma pessoa tão feliz. Nada como passar por um canteiro de obras para elevar a auto-estima, né? Isso que nem passei por um. Maldade [On] Off: Salvador é um canteiro de obras gigante. Maldade On [Off].

    Soube que o Adriano não está bem, fiquei triste por ele, e pelo Maicon. Espero que ele fique bem novamente, e em breve. Eles são tão queridos, não mereciam isso.

    Falei com minha mãe anteontem. Ah, é, também não comentei aqui que no final de semana passado fiquei tri doente, né? Pois é, fiquei malzona. Mal mesmo. Foi na sexta-feira. Finalzinho de tarde, comecei a sentir dores, quando ia fazer xixi, dava uma dorzinha. Mas tá. Fui para o Pelourinho, andei, jantei. Choveu e enquanto esperava a chuva parar comecei a sentir mais e mais dores, fui ao banheiro e a dor havia aumentado, além disso, sinais de sangue na urina. Saí de lá e acabei molhando os pés e tal. Fui pra Ondina. A dor havia aumentado geometricamente e eu não saia do banheiro. Liguei trocentas vezes para a minha mãe, sem saber o que fazer. Fiquei pensando em cistite. Acho que deve ser assim a dor. E comecei a sangrar mais. E eu ia no banheiro e eram apenas pinguinhos, não tinha nem xixi para fazer e doía muito. Pensei em passar a noite no vaso, sentadinha. Super emocionante, né? Tá. Tentei ligar para umas farmácias, mas o guia telefônico de 98 não ajudou: nenhum número funcionava. Tentei dormir, era impossível. Sentia frio, muito frio nos pés. E dor, dor. Depois liguei denovo para a mãe e ela atendeu, falei a história, ela mandou eu ligar para a farmácia, disse que achava que era infecção urinária, e disse para eu beber bastante líquido e pôr os pés na água quente. Como eu não estava em casa, segui apenas a sugestão da farmácia, apelando para o 102. Foi uma peregrinação, porque o imbecil do carinha do 102 não achava uma farmácia na Graça (um bairro aqui) 24h. E eu sei que tem uma, pois é a que eu sempre uso. Como recém troquei de celular, ainda não tenho toda a agenda do anterior no novo, então não tinha telefones de farmácias. Bem, ele me deu o número de uma, que me deu o número de outra, que me deu o telefone duma terceira, que me deu o contato da 4a e minha farmácia. Falei com alguém lá, expliquei o problema e ele me sugeriu um remédio. Quase 30 reais. E eu sem cartão de crédito. E sem dinheiro, óbvio. Maaaas tinha outro - e viva os genéricos! - e saiu por quase 20. Viva, 20 lindos reais era tudo o que eu tinha. O remédio chegou, tomei e fiquei deitada no sofá da sala, tentando dormir. E fazia frio. E eu queria a minha caminha e meus edredons, e o silêncio e a escuridão. Ok, neste momento minha cama de Salvador e o saco de dormir (que uso como edredon) serviriam perfeitamente. Estar doente já é ruim, estar com muita dor é terrível, estar na casa dos outros é ainda pior.

    Finalmente consegui dormir, a dor diminuiu. No dia seguinte eu estava bem melhor. Ainda sentia bastante dor, mas só na hora de urinar (é, é, fazer xixi, dar uma mijadinha). E fiquei realmente impressionada com a evolução dos fármacos. É impressionante como uma química é capaz de alterar fundamentalmente o estado de uma pessoa. Era difícil para mim acreditar que com um comprimidinho eu havia melhorado tão significativamente. Cheguei a pensar será que nem era tanta dor assim ontem e eu estava delirando. Mas não, era muita dor sim, e na manhã boa parte da dor persistia, mas só no momento final da mijadinha. E não mais tinha sangue! Amazing.

    Digam o que quiserem mas não caio no papo de que o passado era melhor. Nem vem, aposto que as pessoas sofriam muito mais com as dores. Os homeopatas que me perdoem, mas halopatia é fundamental.

    Aliás, com licença, deixa eu curtir minha gostosisse do dia.



    segunda-feira, junho 27, 2005

    Reclamação ao fabricante




    O gênero feminino da espécie humana vem com um (sim, um, uma unidade, a single) defeito. Tudo bem que é apenas um, mas é muito grave. O pobre ser feminino além dos vários sofrimentos pelo que passa tem o desprazer de ficar com os olhos super-hiper-mega-ultra inchados quando chora. Pobrezinha.

    Veja só, a coitadinha além de chorar cântaros pela morte da bezerra ainda tem que passar pela humilhação de ser vista com o rosto feito uma bolota e os olhos quase que desaparecendo de tão inchadinhas que ficam as pálpebras - e aquela bolsinha abaixo dos olhos.

    É deprimente. É um duplo sofrimento.

    Acho que o tal Criador deveria repensar o modelo. E fazer um recall.

    Up and down





    Almocei com a Sarah na quarta-feira. Fiquei feliz ao vê-la feliz. Passams o dia juntas e até fomos ao cinema à noite. O filme foi lindo. No começo achei que seria decepcionante, mas foi lindo.

    A quarta-feira foi uma montanha-russa.

    Memória




    Outra noite estava deitada na cama e escrevendo um post. Pensei em cada palavra, cada frase, cada vírgula. Só pensei. Escrevi mentalmente o post inteirinho.

    Agora o perdi.

    Passou.

    quarta-feira, junho 22, 2005

    Tristeza não tem fim, felicidade sim.




    A última semana foi sensacional, corrida e relaxante. Trabalhei, paguei aluguel, fui ao banco, conheci o tal do Aeroclube. Um lugar que eu detestava, sem nunca ter ido. No melhor estilo não comi e não gostei. Ahhh, não, o Aeroclube não tem coisa alguma a ver com aviação, é uma espécia de shopping center com muitos restaurantes e bares e casas noturnas, perto da praia, com espaços a céu aberto. Então, após conhecer, continuo não gostando do lugar. Não que eu não vá pisar lá, não é isso, mas não é um lugar que eu pensaria como primeira hipótese para ir.

    Fui no Jardim de Alah também. Nada como estar motorizada, né?

    Na sexta-feira fui para 'a tal' de Arembepe, pena que não conheci a famosa Aldeia Hippie. Mas isso porque um mala-sem-alça ficou querendo cobrar 6 reais para mostrar a Aldeia. Um bêbado chato e agressivo, o que me fez ir embora. Ah, fotinhos de Arembepe aqui. Mas vi o Projeto Tamar de lá, e uma super sessão de menáge a trois entre tartaruguinhas, confira nas fotos!

    Depois do ataque do bêbado hippie, fui para Guarajuba, praia ainda mais ao norte. E foi tri bom, almoço na praia, castanha, sol, muito sol, mar, e uma tatuagem. Sim, fiz uma tatuagem, de henna, mas tatuagem, ora! É uma rosa no tornozelo direito. Ficou maior do que eu esperava. Que bom que sai em 15 dias, né?

    E no sábado fui para Morro de São Paulo. Descobri que moro há duas horas (de catamarã, que dá enjôo, mas tudo bem) do paraíso. O final de semana foi fantástico. Muito sol, um mar verde, piscinas naturais, caipirinhas perfeitas, queijo, salaminho... eu já falei do sol? E da areia fofa? Banho de mar à noite, céu estrelado, lua (quase) cheia. Capeta. Coqueiros. Vários coqueiros. Morro coberto de vegetação. Mais sol. Mar calminho, calminho. O paraíso, o paraíso.

    Depois, a volta para a realidade, e fui trabalhar na segunda-feira.

    O bom é que estou no nordeste, né bem? Lembra que aqui tem o tal do São João? Pois é, então desde hoje estou em recesso, só volto a trabalhar na 2a feira.

    Tem coisas que só a Bahia faz por você!
    :-p

    Até quando???





    Vou receber emails como este?



    conheçela


    Maisson Jan Lemos to me 1:44 am (7 hours ago)

    oi tudo bem meu nome é Maisson adoraria te conhesser jan_lemos@hotmail.com

    Esta mensagem foi enviada por Maisson Jan Lemos para Katemari. Para ver o perfil de Maisson, clique:

    http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9573923803512447718


    Vou ver blogs como este:
    a menina é gatinha até, mas que dá vontade de encher de porrada e dizer para falar como gente... ah dá!


    www.riannevanessa.blogger.com.br


    Por que tem tanta gente imbecil neste mundinho de meu Deus?!

    sexta-feira, junho 17, 2005

    Perdoai-o, Wittgenstein.

    Estou eu, quietinha, no MSN, com o status de 'ausente', quando, de repente, não mais que de repente, surge a seguinte mensagem:

    tulio_sousa@hotmail.com diz:
    Como assim... mulher sofre?

    Mulher sofre. diz:
    assim mesmo.

    tulio_sousa@hotmail.com diz:
    Deixe de conversa... mulher que reclama da dor no parto, nunca levou bolada no saco!!!
    Mulher sofre. diz:
    não ter 'levado bolada no saco' não invalida a reclamação da dor do parto. Ele (o parto) não fica menos doloroso por isso.
    tulio_sousa@hotmail.com diz:
    Minha filha... falando sério... e quem me disse isso foi uma mulher... tem dor pior que a dor do parto... e eu sinto ela de vez em qaundo por uns dois ou três dias...
    tulio_sousa@hotmail.com diz:
    cólica renal!

    Mulher sofre. diz:
    e daí?
    Mulher sofre. diz:
    continua não invalidando a dor do parto.
    Mulher sofre. diz:
    ou uma dor deixa de ser dolorida só porque outro tem outra dor?

    tulio_sousa@hotmail.com diz:
    Na verdade a frase insinua que tem gente que reclama de uma dor, mas tem dor pior. Não que ela seja invalidada... dói do mesmo jeito... mas que tem pior, tem!

    quarta-feira, junho 15, 2005

    Pequim, me aguarde!




    Ontem ainda passei o dia todo me sentindo mal: o nariz está contra mim, o corpo está contra mim. Não sei porquê tudo isso, eu nem fiz nada de mal pra mim.

    À tarde, em casa, resolvi dar uma deitadinha antes de partir para a ufba, tinha um compromisso às 16h com um professor lá. O despertador dispara às 15h30, soneca, mais 10 min. + 10. E mais 10. 16h eu levanto. Muito a contra gosto, diga-se de passagem. E vou para Ondina. Chego lá e a conversa é super rápida e poderia ter sido feita via email. Que raiva, meu rico soninho. Tudo bem, subo para a Federação e aguardo um aluno, com quem eu tinha atendimento às 17h30.

    Às 18h40 saio de lá e rumo ao Rio Vermelho, lutando com meu corpitcho que insiste em querer me derrubar, e vou checar uma escolitcha de natação. Quer fazer uma aula experimental? Eu quero! Dei umas voltas pelo RV, passei na farmácia, comprei mais Vick Pyrena e retornei às 19h25 para a tal aula. Hmmm aguinha semi-aquecida, piscina cobertinha, instrutor gatinho e bem querido, bem jeitinho de gurizão, baixinho. Engraçado ele. Ponto baixo: piscina cheia (8 pessoas, comigo). Na primeira ida e volta eu quase morri, claro. Mas ao final da aula já estava me sentindo bem melhor.

    Saí de lá às quase 21h. Parada de ônibus. O filha-da-puta-corno-cretino-de-pau-pequeno do motorista não parou, e fiquei esperando até o próximo ônibus, que só passou às 21h30. Que ódio. E ainda por cima era o ônibus que ao invés de seguir reto pela rua e me deixar em casa em literalmente 5min, era um que fazia toooooda a volta e me deixou em casa às 10h pras 22h. Mesmo assim meu corpitcho esta a lutar menos contra a minha pessoinha.

    Fala sério, sou uma super campeã atlética, né?

    terça-feira, junho 14, 2005

    segunda-feira, junho 13, 2005



    Até que a prova de francês não foi tão horrível. Não, não sei muito mais do que sabia ontem, é que a prova não abrangeu todo o conteúdo suposto.

    Por outro lado estou muito gripada. Não me aguento em mim. Ando com um rolo de papel higiênico ao meu lado, e vou formando pilhas de papel utilizado. Uma cena linda. Algo meio Meg Ryan em "You´ve got mail". Meu corpo inteiro dói e creio e estava com febre mais cedo. Aliás o frio que senti ontem à tarde, a moleza e o súbito sono foram agora explicados. Já tomei um Vick Pyrena. E estou me sentindo um pouqinho melhor.

    Foda é que amanhã tenho que estar às 7h30 no trabalho. Estou reconsiderando seriamente voltar para a natação. Entretanto não sei mais onde fazer reduções orçamentárias. De qualquer forma já decidi que não farei francês no semestre que vem, então acho que farei o remanejamento desta não-verba. Mas eu queria uma piscina aquecidinha.
    Conversei com mamãe hoje no MSN. Aliás, hoje descobri que não havia pagado a luz deste mês. Já tinha até vencido! Super tontice.

    Vou-me ao berço agora, sentindo-me a pior das criaturas. Tem gripes que acabam com a gente, né? Pijaminha, mais chazinho com mel e caminha.

    Aaaatchim




    Acho que vou ficar gripada.

    É hoje...




    Santo Antonio é doutor da Igreja. Nasceu na cidade de Lisboa, Portugal, em 1195. Seu nome de batismo era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. Frade franciscano, contemporâneo de São Francisco de Assis. Foi ordenado sacerdote em 1220. No mesmo ano ingressou na Ordem Franciscana, partindo logo depois para Marrocos. Acometido por uma enfermidade durante a viagem viu frustrados os seus planos de missionário no meio dos não-crentes. Foi cozinheiro e levou vida completamente obscura. Percorreu a Europa combatendo os erros doutrinários de sua época. Em 1229 partiu para Pádua, para o convento de Arcella. Morreu em 13 de junho de 1231, aos 36 anos.


    Santo Antonio,
    eu sei que o casamento é uma vocação abençoada por Deus.
    É o sacramento do amor, comparado ao amor que Cristo tem para com a Igreja.
    Eu me sinto chamada para o casamento:
    por isto, Santo Antonio, ajuda-me a encontrar um namorado bom,
    amável, sério e sincero, que tenha os mesmos sentimentos de afeto que eu sinto.

    Faze que nos completemos um ao outro e formemos uma união abençoada por Deus, para que nós dois, juntos, sejamos capazes de vencer possíveis problemas familiares e conservemos sempre vivo o nosso amor, para que nunca falte a compreensão e a harmonia familiar.

    Santo Antonio, abençoa-nos a mim e a meu namorado; acompanha-nos até o altar e conserva-nos unidos pelo resto da nossa vida.

    Santo Antonio, rogai por nós.




    Pedido a Santo Antônio

    No dia de Santo Antônio, olhe para o céu e escolha uma estrela . Fixe nela seu olhar e faça seu desejo com fervor. Abra os braços e agradeça ao Universo a chegada do amor.


    Chame o amor
    Abra a porta da frente da casa para que Santo Antônio permita a entrada de alguém especial na sua vida, dizendo: "Santo Antônio, protetor dos enamorados, faça chegar até a mim aquele que anda sozinho e que em minha companhia será feliz."Você pode ainda acender uma vela rosa de qualquer tamanho em um pires com mel e pedir a Arcanjo Haniel a verdadeira realização afetiva.


    Magia da terra
    Escolha um desejo (namorado, casamento, etc..) de preferência daqueles que você persegue faz tempo, pois este certamente faz parte do seu destino. Faça então um buraco no seu jardim e formule seu desejo em palavras e, para cada palavra pronunciada jogue uma semente de flor no buraco. Pausadamente. Tampe o buraco com terra e aguarde. Se o ritual for feito com fé, você, em breve, terá uma boa surpresa. Este ritual deve ser feito no dia 12 de junho à meia-noite.


    Magia com Cristais
    Colocar um quartzo rosa dentro de um copo transparente com água filtrada e deixar no sereno, na véspera de Santo Antônio, pedindo tudo que almeja para realização afetiva. No dia seguinte, passar a água: nos pulsos, para se articular sempre com equilíbrio; nos joelhos, para ter flexibilidade e respeitar o outro; no coração, para amar com sinceridade, e que o amor seja pleno e digno.

    domingo, junho 12, 2005

    Querido diário...





    Deixa eu começar pela ladainha dos últimos tempos: tenho trabalhado demais, tenho gastado demais, a semana foi cheia e estou indo à falência. Ok, agora passemos ao novo. Na sexta-feira, depois de cumprir as atividades laborais matinais, fui, finalmente, até os Correios buscar a caixinha que mommy mandou com meu açucar. Sim, eu não uso açucar, lembras? Então, mamãe manda um 'açucar' especial lá de Porto, que não é açucar, é um adoçante e que tem sabor de açucar. Custa uma pequena fortuna aqui em Salvador, então é mais barato ela me mandar de lá.

    Depois passei num salão aqui perto de casa e fiz o pé. A tia lá me tirou um ultra bife do dedo, que seguiu doendo durante final de semana. É o preço da beleza. Também, só esse, porque para os que não lembram, serviço de manicure/pedicure é tri barato aqui em Salvador. Quando vier pra cá, deixa para fazer mão e pé após a aterrisagem, é mais econômico (50%).

    Aí tá, segui trabalhando à tarde e à noite. Saí do trabalho, 21h40, e fui para o Rio Vermelho. Adivinha onde? Pós-tudo, claro. Sim, sou muitíssimo original. Ah, eu falei que por fim consegui comprar um sim card pro meu telefone? A mãe havia me dado um cel lá em Floripa, né? GSM. Então trouxe-o para Salvador só que desde março não encontrava chip (sim card) de migração por aqui. Na quarta-feira fui almoçar no Iguatemi e comprei o bagulhinho, estou de cel novo, e com a agenda praticamente vazia, diga-se de passagem. Então, na compra do trocinho, ganhei 15 reais de créditos em ligações, e ainda fiquei com meus 5 reais de créditos do aparelho anterior. Sei que na sexta à noite, no Pós-tudo, o celular toca, é mensagem da TIM dizendo que meus créditos terminaram. 20 reais!!! Eu normalmente gasto 15 por mês! Absurdo, absurdo. Telefonia móvel é absurdamente cara, pré-paga mais ainda.

    Bem, saímos do Pós-tudo e fomos para o cinema no Iguatemi, sessão das 24h. No caminho, passamos num Mc Donalds e peguei um Big Mac, pois era o único sanduíche que tinha pronto no balcão. Eu gosto de Cheddar Mc Melt. Eu não consigo lembrar da última vez que comi um Big Mac. Seguramente foi nos tempos de Escola Técnica. Senão antes. Ou seja, mais de dez anos. Credo. No cinema assistimos Vera Drake. Primeira vez que fui numa sessão a essa hora. Éramos em 5 na sala, tínhamos o espaço inteirinho para nós. Grande vantagem, né? Tá, mas é legal, me deixa ficar emocionada por estar no cine apenas com meus amiguinhos, tá? Tá?

    De lá, para casa.

    No sábado acordei cedinho, morrendo de fome - não comi todo o Big Mac na noite anterior, só o pão e meio hamburguer, e na sexta só havia tomado café da manhã e almoçado. Fiz uma batidinha básica (vitamina, para os não porto-alegrenses) e pus-me a limpar a casa. limpei tuuuudo. Varri a casa inteira (até parece que é grande), varri tapete. Odeio varrer tapete. Lavei o chão, cera. Limpei a área de serviço, limpei azulejos, joguei água para tudo quanto é lado. Enquanto isso, na Sala da Justiça... enchi o box (sim, do banho) de alvejante porque eu não aguentava mais aqueles azulejos com sinais de bolor, eca! Tá, depois de limpar tuuudo fui para o banheiro. Azulejos, pia, vaso... bla bla bla. Até aí, tuuudo bem. Então entrei para o box. Comecei a limpar os azulejos, rejuntes, piso e as lágrimas escorriam. Tinha tanto cloro dentro daquele box, bah. Até meu nariz reagiu. Tive que sair do banheiro um pouquinho e pegar um ar fresco. Ok, de volta ao cárcere, terminei o trabalho escravo com um mega hiper ultra banho mais do que revigorante. E geladinho. Delícia. A melhor parte de lavar o banheiro é tomar banho depois. E a recompensa do cômodo limpinho, limpinho. Assim, não é que fizesse muito tempo que eu não limpava o banheiro, é que meu box é muito mal projetado. Na real, não deve ter sido projetado... sei que o piso é completamente irregular e sempre que tomo banho formam-se poças de água por todos os cantos. Não, o piso não tem um desnível de forma a fazer a água escoar pelo ralo. E isso deixa o box muito úmido proliferando rapidamente o bolor.

    Tá, depois disso fiquei de bobeira em casa, tentei fazer a mão, mas não rolou. Só lixei as unhas e passei uma base.

    Então fui no almoçar com o Pedro e a Darluce, tentamos achar um restaurante vegetariano aberto. Sim, o sr. Pedro está resolveu virar vegetariano. Não encontramos. Acabamos no Shopping Barra. Comi uma comida árabe que não me convenceu, mas tudo bem. Depois um cafezinho e umas roubadas numa fatia de torta. Então seguimos para o Museu de Arte da Bahia, no corredor da Vitória, onde está em exposição um conjunto de artefatos portugueses. Como o Pedro é português a Darluce queria ir no museu acompanhada de um guia nativo. Deve ter sido interessante para ele ver coisas da terra natal. Não sei. Acho que nós, brasileiros, somos mais bairristas nesse sentido. Lembro-me que quando no exterior, sempre via brasileiros ficarem super emocionados, empolgados, orgulhosos, quando viam alguma coisa/referência à terrinha. Tá, fora o Eduardo. Se bem que até o Du cai nas graças duma feijoada.

    Depois vim pra casa e à noite fui jantar com a Marisa e a Ester. A Cris não foi porque ficou gripada. O Pedro não quis ir. O Olavo foi pro cinema, já em ritmo de comemoração do tal do Dia dos Namorados, mas passou lá na pizzaria pra gente se dar um oizinho, uns beijos e matar a saudade. A pizzaria é boazinha, metida a chique, um cardápio caro, uns frequentadores metidos à besta. Mas foi divertido. Sempre é divertido sair com a Marisa e a Ester. Saindo de lá, paramos num buteco, o Habeas Copus, onde tomei uma caipirinha e fiquei ouvindo uns 'tiozinhos' tocando e cantando música brasileira, chorinho e afins. Muito fofo. Tinha um senhor bem velhinho, com um sei-lá-o-quê na mão. Não, eu não entendo de instrumentos musicais. Mas era bonitinho vê-lo tocar.

    O tal do domingo do Dia dos Namorados foi uma maresia total. Fiquei em casa o dia inteiro, fazendo nada, vendo tv, comendo pizza, dormindo. Foi bom. Foi tri bom, na verdade. Apesar de ser o primeiro Dia dos bla bla bla em que não ganho presente. Sim, apesar de nunca ter um namorado pra me dar presentinhos, minha mãe sempre fica penalizada comigo e me dá presente no dia dos namorados. Desta vez não rolou. Tudo bem. É o preço que pagam os eternos solitários (sentiu o drama?).

    E amanhã já é segunda-feira. Tudo recomeça. Tenho montes de roupa para lavar, tenho a prova de francês, tenho reunião à tarde, bla bla bla. E nem falei com o Heiko no final de semana. :-(

    quinta-feira, junho 09, 2005

    Post histórico




    Não é sempre que eu escreverei a esta hora da manhã, ainda mais depois de já ter feito várias coisas. Sim, levantei às 6h30!


    (tudo bem que a foto é de um amanhecer em Poa, mas tá valendo)

    quarta-feira, junho 08, 2005

    Flatmate x Neighbor





    A audição é o único dos sentidos que não podemos bloquear totalmente. Se quisermos não ver, basta fechar os olhos. Não tatear, basta não tocar. Para não sentir o gosto é só não colocar na boca (não, nem a cabecinha). E por aí vai. Mas a audição não. Não adianta. Não podemos evitar a propagação das ondinhas sonorinhas ouvido a dentro.

    E foi por isso, e somente por isso - não, eu ter me esticado na janela não conta - que não pude evitar de ouvir a alta (em termos de volume) atividade sexual do meu vizinho de baixo hoje à tarde. A mulher berraaaaaaava, urrava. Muito. E alto. E tinha tapinhas também. Ele também gemia. Ela gritava tanto que eu até achei que fosse alguém colocando filme pornô-americano-de-mulher-peituda, mas não era real mesmo. Quer dizer... eu não vi, né? Pelo menos ela falava coisas em português. Sim, ela "falava coisas".

    Entretanto, é bem melhor ouvir a performance de um vizinho do que uma colega de casa!

    Resoluções




    Preciso organizar melhor o meu tempo. Eu vim para cá fazer este tal de mestrado ou não? O trabalho tem tomado tempo demais, a dissertação tem ganhado tempo de menos. E eu tenho tido, para mim, o tempo merecido. O problema é que o merecido acaba parecendo demais, acaba me fazendo sentir culpa. E não, não reduzirei meu precioso tempo.

    Tenho que voltar a ser uma pessoa produtiva e com vida social.

    E tenho dito!

    Até que enfim!




    Após passar o dia inteeeeiro na ufba, vim pra casa, tomei banhinho e fui pro cinema com a Naiara, vimos Melinda e Melinda. Ela queria comer alguma coisa, trabalhara o dia inteiro e não tinha lanchado. Então pegou uma fatia da minha torta favorita, o filme já ia começar e a menina do café do cinema disse que poderiamos entrar com a torta. Nós duas entramos, na maior operação camufla de torta, morrendo de vergonha. Mas a fatiazinha até acabou antes do filme começar, e no maior silêncio, e sem lambuzeira.

    Não achei tão bom, também não foi de todo ruim. Depois fomos para o Rio Vermelho e tomamos um vinhozinho no Las Margaritas. Só nós mesmo, para ir tomar vinho em restaurante de culinária mexicana. Conversamos um montão e estava tri bom.

    Se eu continuar neste ritmo, ou eu vou à falência, ou eu vou à falência!!!

    terça-feira, junho 07, 2005

    Pra onde este mundo vai!!!




    Minha mãe saiu no site da Nuances (um grupo gay lá de Porto Alegre).

    Abalou!

    Being Robin Williams




    Salvador, 07 de junho de 2005 (sim, eu sei que já tem a data ali em cima, te acalma!), chove na capital baiana (sentiu o ar poético? Não? Tá, me esquece, então!).

    Eu saio de casa feliz e contente - ok, nem tão feliz e nem tão contente uma vez que estava sim feliz e contente deitadinha na minha caminha quentinha bem dormindinha -, e vou trabalhar. Chove. Chove muito. Decido pegar um ônibus, para não me molhar muito certo? É, mais ou menos.

    Chego na escola, meus pés úmidos. Que ódio. Saio de lá e vou para a ufba, andando, já que não mais chove. Chego na ufba com meus pés encharcados. Entro na sala tiro meus tênis, meias, e assim fico. É o único jeito. Isso me remete a um filme que tem Robin Williams como ator principal.

    Tagline: From the dawn of time man has struggled for just four things: Food. Safety. Someone to love. And a pair of shoes that fit.


    E secos, eu acrescentaria!


    E ai, viu esse filme? Sabe qual é? Eu não sei o nome em português (brasileiro).

    Ninguém merece




    Tem coisa mais ridícula que cara que coloca foto no Orkut posando ao lado do carro. Ou, pior, de um carro, não necessariamente do próprio carro. Tá, tudo bem, isso não é ridículo, é apenas babaca. Ridículo e ver pau pedindo para ser adicionado.

    De hoje não passa!!!





    BAHIANO
    Av. Princesa Leopodina, 398 - Graça (Clube Bahiano de Tênis) - Tel. 331-1279.

    MELINDA E MELINDA (Melinda And Melinda)Direção: Woody Allen Produção: EUA, 2004 Duração: 1h 45min Clas: 12 anosElenco: Will Ferrell, Vinessa Shaw, David Aaron Baker, Chloë Sevigny, Josh Brolin, Radha Mitchell.Sinopse: Tudo começa com quatro pessoas em uma cafeteria, discutindo sobre a diferença entre comédia e tragédia. Uma das integrantes do grupo conta uma história sobre uma mulher que aparece de surpresa em um jantar. A partir daí, dois dramaturgos que participam da conversa começam a desenrolar a história, um de forma cômica, o outro de forma trágica. Então, acompanhamos as duas tramas, protagonizadas pela mesma personagem, Melinda (Radha Mitchell), mas com coadjuvantes diferentes. A atriz australiana Radha Mitchell ("Em Busca da Terra do Nunca") interpreta as duas Melindas, junto com um elenco que inclui Will Ferrell e Amanda Peet na comédia e Chloe Sevigny e Jonny Lee Miller ("Trainspotting") na versão dramática. Aos 69 anos, Allen estréia com "Melinda e Melinda" seu 35.º filme. Crítica1 Crítica2
    Diariamente às 14:30, 16:40, 19:00 e 21:10

    segunda-feira, junho 06, 2005

    Segunda-fucking-feira





    Vou começar a entrar para o clube das pessoas que odeiam segundas-feiras. Sempre chego em casa cansado, sempre fico com coisas por fazer. As segundas-feiras têm sido tão cheias. É estranho que me parece que fico menos cansada nas sextas, dia em que tenho a agenda muito cheia, do que nas segundas.

    Graças a Deus está por acabar o francês e semestre que vem não farei novamente.

    Já falei que estou viciada em massa (não portoalegrenses, leiam macarrão) integral? Sempre que cozinho em casa o almoço, faço massa. Não sei como não enjoei ainda. Uma massinha (é, macarrão!) parafuso e in-te-gral (tá, Flávia?). Tri bom, tri bom!

    Ontem eu falei com minha mãezinha, ao telefone. Aliás, mãe, sim, eu recebi o Aviso, chegou dia 31/05, mas só vi hoje. Perdão. Irei retirar o pacote assim que possível.

    O final de semana? Foi chuvoso e cheio de preguiça: dormi muito, passei boa parte dos dias deitada, vi filmezinho no sábado, almoço no Iguatemi domingo. Flávia, adivinha o que eu comi??? Inevitável comer isso e não lembrar de ti. Claro que não estavam tão bons quanto os que me cansei de tanto comer, contigo, mas estavam bem bons. Sabes o que é? Dica: não é bolo sem ovos, nem beringela!

    Amanhã tenho minha sessão quântica. Não, não é uma sessão do descarrego versão para físicos, é um encontro com meu querido professor de fundamentos da mecânica quântica. E até parece que eu sei alguma coisa da dita cuja. Ai, ai, meus sais. Além disso, tenho que estar às 7h30 da madrugada laaaaaaá numa das escolas, para assistir aula de um estagiário. O universo está se vingando de mim este semestre.

    Aliás, o universo está só a me fuder, isso sim. Deixa estar, deixa estar.

    O Washington ligou no domingo e reclamou que eu não lembrei do aniversário dele na sexta. Veja bem: eu. E desde quando eu lembro aniversário de alguém. Se ele quisesse cobrar da dna Ruth, tudo bem, cada um com seus problemas, mas de mim? Moi??? Outro dia foi a Adri, chegou no MSN e já me xingando porque eu não tinha nem mandado um scrap* para dar os parabéns. Haja paciência, né? Isto que a Adri me conhece há muitos anos e sabe que eu esqueço. O pior de tudo é que o niver dela eu nem me esqueço mais, eu sei que é dia 27/maio, mas disso a ligar à data ao número ao niver a telefonar e tudo no mesmo dia... é uma distância. Estou longe de ter memória de elefante.

    Então tá, tchau, meu querido novo diário.




    * Não sabes o que é um scrap??? Em que mundo vives, cara pálida?
    Haloscan commenting and trackback have been added to this blog.

    Ai, que complicado





    Quando criei este blog hoje, eu tentei primeiro o endereço katemari.blogspot.com, mas recebi uma msg de erro dizendo que o mesmo não estava disponível. Ok. Fiz o diariodakatemari. Agora, chego em casa e vou olhar o brinquedinho novo. Qual minha surpresa quando vejo listados 2 "meu querido diário - new generation", um sem posts, um com 1 post. Vi o endereço do vazio e era katemari.blogspot.com. Bem, então formatei-o todinho como o outro, renomeei um dos dos como old generation e agora o que eu realmente manterei é o katemari.blogspot.com. Faz mais sentido, não faz?

    Então, eu não sou maluca, o blogger que está me boicotando!
    Sim, sim, são sempre os outros. Elementar!

    Ah, não perderei minhas milhares de visitas do contador anterio-oor, lá lá lá lá!
    Só perderei os comentários que foram deixados no, agora, old generation.

    Tá, confusão desfeita, let the show begin!

    Bem-vindo, caro leitor e cara leitora!


    Bem, fui obrigada a mudar de blog. Agora ficarei como a maioria das pessoas, com hospedagem no Blogspot já que o Tripod vie me boicotando. O novo endereço é


    http://katemari.blogspot.com



    Bem, é isso. Ainda não arrumei o negocinho dos comentários, mas o farei em breve. Então, pessoas, comentem. Fico super triste de deixar meu blog anterior e a marcação de mais de 40 mil visitas (sim, faz bem pro ego), mas foi inevitável. É interessante que algumas pessoas fora do Brasil conseguem ver minha página no Tripod, o que me faz pensar que é um problema momentâneo e nacional, mas não posso ficar esperando que se resolva. Além disso, tem o fator tamanho do blog. Os arquivos do anterior já ocupam quase todo meu espaço que tenho no Tripod, o que me obrigou a apagar vários arquivos que eu lá tinha.

    Certo, pára de chorar sobre o blog acabado, Katemari. Afinal, é teu terceiro blog, não faz drama. É bom, para mudar o layout, blog novo, vida nova! (aham, juuura)


    Volte sempre!

    Adieu, Adieu...


    Bem, fui obrigada a mudar de blog. Agora ficarei como a maioria das pessoas, com hospedagem no Blogspot já que o Tripod vie me boicotando. O novo endereço é


    http://katemari.blogspot.com



    Bem, é isso. Ainda não arrumei o negocinho dos comentários, mas o farei em breve. Então, pessoas, comentem. Fico super triste de deixar meu blog anterior e a marcação de mais de 40 mil visitas (sim, faz bem pro ego), mas foi inevitável. É interessante que algumas pessoas fora do Brasil conseguem ver minha página no Tripod, o que me faz pensar que é um problema momentâneo e nacional, mas não posso ficar esperando que se resolva. Além disso, tem o fator tamanho do blog. Os arquivos do anterior já ocupam quase todo meu espaço que tenho no Tripod, o que me obrigou a apagar vários arquivos que eu lá tinha.

    Certo, pára de chorar sobre o blog acabado, Katemari. Afinal, é teu terceiro blog, não faz drama. É bom, para mudar o layout, blog novo, vida nova! (aham, juuura)


    Volte sempre!

    Fundamentalimo X Existencialimo

    Seguindo os passos do Eduardo:





    You scored as Postmodernist. Postmodernism is the belief in complete open interpretation. You see the universe as a collection of information with varying ways of putting it together. There is no absolute truth for you; even the most hardened facts are open to interpretation. Meaning relies on context and even the language you use to describe things should be subject to analysis.

    Postmodernist

    100%

    Materialist

    81%

    Cultural Creative

    56%

    Romanticist

    44%

    Modernist

    38%

    Idealist

    38%

    Existentialist

    31%

    Fundamentalist

    31%

    What is Your World View? (updated)
    created with QuizFarm.com




    Não sei porquê estou me sentindo uma contradição...