domingo, outubro 16, 2005

Wallpaper blog


Do pânico dissertativo do Simpson, para a desilusão comigo mesma.


Inconseqüências




O dia poderia ter terminado simplesmente como mais um dia mais ou menos. Mas não, eu resolvi tentar conhecer o pessoal da comunidade Mochileiros na Bahia. Foi ridículo, eu fui, não vi ninguém. Digo, vi muita gente e não fazia idéia de quem fosse quem. Meu nariz continua contra mim, continuo lacrimejando e me sentindo doente. E fui para algo que eu já sabia que seria uma indiada (programa de índio). Até vi o pôr-do-sol, com um lencinho na mão. E caminhei de volta pra casa. A caminhada estava boa, fui pensando na vida e em como tenho amigos legais, como minha mãe é fofa, como eu estou fazendo tudo o que eu queria para mim e fui ficando alegre, até que comecei a espirrar, e só parei quando estava quase chegando em casa. O que me deixou desanimada novamente. Até aí tudo bem, o dia mais ou menos seguia. Felicitações amigas no orkut, telefonemas inesperados, o dia estava bonzinho. Fiz um almoço gostosinho, uma janta gostosinha. Mas não, não poderia terminar assim, né? Eu tinha que inventar de bater papo. E estava tudo legalzinho até. Mas eu não me aguento, eu tenho que buscar algo que eu sei que eu não vou gostar, que vai me levar para um caminho que sei que me fará mal. E ai eu fico assim, just feeling miserable. E pensando e pensando. E entro na fatídica montanha-russa de sentimentos que eu sou. E me faço promessas. E o telefone toca, e toca denovo. E não sei porque todos esperam que eu esteja alegre, feliz e contente e fazendo vários festejos na data de hoje. Ou em qualquer data. E me enche o saco que de mim esperem o bom o humor, o hálito fresco, a compreensão suprema. Hoje eu cheguei a conclusão que tenho a vida que eu queria e que sou muito feliz. Hoje eu cheguei a conclusão de que minha vida é uma merda e, pior, nunca poderá não sê-lo, que eu não tenho perspectivas de ser feliz. Haverá quem venha bem-humoradamente e diga que é crise de idade, rirei e farei pilhérias. Como sempre. Tentei assistir Adeus Lenin hoje à tarde, mas a gravação do Francis tem problemas. Assisti Harry Potter e a Pedra Filosofal à noite. Finalmente. Ontem bebi Martini para acompanhar a Luana, anteontem bebi Smirnoff Ice para acompanhar a Vera. Se não engordasse tanto, eu seria alcoolatra, de certeza. Se eu não fosse asmática, nem tivesse amigdalite crônica, tampouco detestasse fumaça, eu seria fumante.

sábado, outubro 15, 2005

Inferno astral chegando ao fim





Meu ouvido dói, meu nariz está congestionado, tenho coriza, dormi mal pra caralho esta noite (sim, sou desbocada. Me deixa, eu tô doente).

Aí passei o dia entre tentar dormir alguma coisa pela manhã e tentar arrumar um artigo pro Enpec durante parte da manhã e da tarde. Coloquei o celular para despertar às 17h: eu tinha que limpar a casa. Às 18h o Fábio, a Vera e a Roberta viriam aqui em casa. Acho que ali pelas 18h30, 19h, chegaram o Fábio, a Vera, e a irmã do Fábio, Luana. A Vera fez um rocambole pra mim. Lindo, não? Pô, agora que lembrei que não tirei fotos. Eu estava tão áerea, na verdade. Meu olho não deu trégua. Tampouco o nariz. Ah, sim, da garganta até estou melhor.

Na Delicatessen (é como o pessoal aqui em Salvador chama padaria aqui) que tem quase aqui na frente de casa tem uma baiana de acarajé, então a Vera e o Fábio foram lá e trouxeram acarajés e abará, vatapá, salada. Comemos. Depois o rocambole. E descobrimos que não é uma baianA de acarajé e sim um baianO.

Depois fomos assistir um DVD do Chico, abri meu segundo DVD do box (de 3). Não, Eduardo, não é Chico Anysio, é Chico Buarque: o gostoso, lindo, maravilhoso. Meu caro amigo, foi o DVD. O outro, já aberto, é À flor da pele. Agora falta só o Vai passar.

Apesar da minha indisposição o dia inteiro, a noite foi boa e acabei rindo muito. Pena que a Roberta não veio. Roberta é uma colega fofa do mestrado.

Tenho boas notícias, talvez a Raquel vá comigo para Maceió!!! Estou torcento muito para ela ir.

Ah, importante, lembrem-se que aqui na Bahia não tem horário de verão.

É, é, amanhã, supostamente, termina meu inferno astral.

sexta-feira, outubro 14, 2005

quinta-feira, outubro 13, 2005

Aniversários modernos...



Dia 30 de setembro - Dia da Secretária
Sim, eu sou secretária de formação, com registro e tudo.

Dia 12 de outubro - Dia da Criança
Sou eu, sou eu!!!

Dia 15 de outubro - Dia do Professor
Sinhêeee, professorinha Kate, e Física é o que há!

Dia 16 de outubro - Meu aniversário
Sim, sou libriana 'da gema'.

Não achas que são datas oficiais o bastante para eu ganhar presentinhos?

Por isso eu criei uma listinha básica de presentes, é só escolher um, clicar, comprar, e eu recebo na minha casinha, com um cartãozinho teu. Adoro a modernidade. Tem opções para todos os bolsos. Considerando que eu só tenho amigo pobre, eu tive que pensar em possibilidades "modestas". Entretanto, caros amigos, favor arranjar um trabalho que pague melhor, uma mega sena acumulada, ou cônjuge rico(a) para o próximo ano, tá?

Além disso, claro, minha casinha estará aberta no sábado e domingo com comes e bebes para quem quiser vir me trazer presentinhos ao vivo. Sim, se for só pra comer, nem vem. Tá, pode vir também pra me dar uns bêjo.

terça-feira, outubro 11, 2005

sábado, outubro 08, 2005

Sorria, você está na Bahia



Today's fortune:
You are kind-Hearted and hospitable cheerful and well liked



A cigana acertou!
Hoje acordei tarde, tomei café com o meu super bolinho, lavei roupa, limpei a carne, coloquei o feijão no fogo. Sei que resolvi ir buscar a Diaja no aeroporto. Aí saí correndo e fui. Ah, sim, quem é Diaja, né? É a menina dinamarquesa, de 19 anos, que chegou hoje em Salvador e está hospedada aqui em casa. Ela é do Hospitality Club e pretende ficar em ssa por 1 ano. Não, não 1 ano aqui em casa, né? Aqui, só alguns dias, na chegada, e até procurar um lugar pra ficar.

Eu saí e deixei um bilhete com o porteiro e uma cópia da chave, como eu não tinha ficado de buscá-la ela poderia chegar e eu ainda estar na rua, ou seja, haver desencontro. Peguei o busum e segui, contemplando uma vista maravilhosa da orla de Salvador. O dia estava lindo, um sol, uma brisa. Cheguei no aeroporto, 1h depois, e falei com o taxista para, se uma menina loirinha viesse com um bilhete para ir para a Federação, era para ela esperar ali mesmo, e fui para o desembarque. Tudo o que eu sabia é que ela chegaria às 11h45. 11h45 eu cheguei no aeroporto.

Saiu uma menina da sala de desembarque e achei que fosse ela, mas estava acompanhada. Aí eles sairam e abraçaram uma outra mulher, que os esperava. Achei que não era ela, então, mas ainda assim fiquei cuidando. Olhei que tiraram um papel de dentro da mochila e a mulher que esperava ficou olhando. São minhas instruções, pensei eu. Intervi e perguntei se ela era a Diaja. E era. Bem, o carinha ela conheceu no avião, do Rio pra Salvador, e já conseguiu uma carona com ele. Aproveitamos a carona.

Aproveitando que eu estava no aeroporto, fui pegar minha passagem na TAP. Ah, sim, eu não comentei que vou pra Portugal, né? Pois, irei. Cheguei no balcão da TAP e... ninguém. Nem uma viva alma. Fui no quiosque da Infraero e descobri que só tem gente lá na hora do vôo. Barbada, não?

Viemos de carona e os donos do carro resolveram parar no Rio Vermelho para um acarajé. A dinamarquesa foi então introduzida à culinária local. Depois de um bom tempo, deixaram-nos em casa. Então terminei de cozinhar meu feijão e conversamos um pouco, e olhamos fotos, e almoçamos... e o Fábio ligou às 17h: o lançamento do livro da Roberta, uma amiga nossa. Então fomos. Chegamos lá às 17h40 e estava quase começando.

Eu havia contatado uma menina do Hostpitality Club aqui de ssa para passear com a Diaja, uma vez que eu não teria tempo para fazê-lo, em função da dissertação. Então a menina foi e nos encontrou lá no lançamento do livro. As duas sairam para passear.

Fiquei lá batendo papo com os coleguinhas de Mestrado e depois a Vera e o Fábio me escoltaram até o BB: eu não tinha um puto tostão, senão um real, no bolso. Depois eles foram para a casa dos pais do Fábio e eu vim pra minha casinha.

E foi isso meu sábado. Amanhã, imersão na dissertação. A dinamarquesa provavelmente irá para a praia com a mulher que estava esperando o menino no aeroporto. Aliás, super queridos eles, uns amores. Sério.

sexta-feira, outubro 07, 2005

Open day




2 xícaras de açúcar mascavo
200 gramas de manteiga
1 e ½ xícaras de leite
2 xícaras de farinha
2 xícaras de gérmem de trigo
1 xícara de granola
2 bananas picadas
2 colheres de mel
1 colher bem cheia de fermento

Fiz esse bolinho e ficou tri bom. O Fábio e a Veram vieram aqui em casa e tomamos chazinho, café e comemos. Ah, sim, vimos o dvd do gostoso do Chico. Sim o dvd, porque ainda não abri os outros dois, apesar da insistência da Vera.

Definitivamente, uma noite de sexta-feira um pouco diferente.

domingo, outubro 02, 2005

I feel good!





Ontem demorei um pouco pra dormir, minha cabeça num turbilhão de idéias. Consegui terminar mais um pedaço da minha dissertação. Hoje começo outro. Aliás, sonhei a noite inteira com a tal da dissertação.

Tá, não quero falar muito, só queria registar que estou feliz.

sábado, outubro 01, 2005

Da série: a cigana leu o meu destino




Today's fortune:
You are soon going to change your present line of work


Eu não quero change, eu quero finish! E duma vez!!!

sexta-feira, setembro 30, 2005

O gás duuuura...




O dia foi bom hoje. Definitivamente acho que os dias estão ficando melhores. Fui almoçar na casa da minha amiga Sarah, depois ficamos conversando assuntos de dissertação. Então fui para uma reunião na ufba, mas cheguei tão atrasada que já não tinha mais ninguém. É que eu já tinha marcado o almoço antes de marcarem a reunião, que foi de última hora, e fazia muito tempo que eu não via a Sarah e precisava vê-la, foi tão bom. Ela me deu até remedinho pra afta, aliviou bastante. E ganhei chuchu também. Acho tão lindinho esses pequenos mimos e que são tão essenciais na vida da gente, ao menos para mim. É uma pessoa muito querida, eu gosto muito dela.

Depois tomei um suco com o Fábio e conversei com o Olival rapidamente.

Em seguida vim pra casa, fiz umas coisas, deixei encaminhadas, comi um miojo estilizado e fui pro Pós-tudo, niver do Alberto. Cheguei lá 20h50. A primeira alma dos convidados/anfitriões chegou às 22h20 ou mais. E eu lá... sozinha no bar. Às 22h eu resolvi pedir um Alexander. Até que não foi tão ruim estar lá sozinha, não fiquei com a sensação de que todos estavam me olhando, ao contrário, parecia que eu nem estava lá, fiquei perdida nos meus pensamentos.

Vim para casa cedo, 23h e pouquinho eu já estava aqui. Resolvi umas coisinhas que tinha deixado encaminhadas, online, e que tinham prazo para 30 de setembro. Agora vou deitar.

Hoje fiz as 'contas do mês', creio que nem o tal do 13o vá me tirar da pindaíba, e vou entrando cada vez mais para o mundo dos pobres (literalmente) mortais. Acho que meu gás vai acabar. É, o botijão, do fogão e tal. Comprei em março, chegou outubro, e ele ainda aquece minha comidinha. Mas uma hora acaba.

E deu-se início a reclusão do final de semana.

quinta-feira, setembro 29, 2005

Tudo o que você disser poderá ser usado contra você...




Estou com uma afta gigante na boca*, num lugar altamente incômodo**. Passei o dia mal falando e dói para comer. Um saco. Mas meu dia hoje foi bom. É estranho. A Lê tinha razão. Eu acho até que eu estou feliz. É, hoje meu dia foi bom.

Vejamos... pela manhã eu fui colocar o meu cel antigo no correio. Eu falei que vendi pelo mercado livre? É que como eu ganhei um celular da minha mãe quando fui a Porto, eu vendi o meu antigo. Tá, daí coloquei no Correio, depois fui na Caixa Federal pagar a inscrição dum negócio lá de Alagoas, depois fui na ufba, falei com minha orientadora, depois fui no Itaú com o Fábio, depois a gente veio aqui pra casa, fiz almoço e ficamos de papo e fofoca a tarde toda, até umas 16h e pouco. Ele foi embora, eu fiz umas coisas que tinha que fazer, depois fui trabalhar, na ufba.

E foi isso. Nada de emocionante, né? Mas foi bom.

Ah, sabiam que lá em Portugal o motorista pergunta pros passageiros qual é o trajeto que o ônibus tem que fazer???***

Beijinhos e espero que minha sexta seja igualmente boa.



* podemos ter afta em outro lugar?
** tem algum lugar em que seja confortável?
*** depois quando a gente faz piada eles reclamam!

terça-feira, setembro 27, 2005

A ignorância é uma dádiva.




Hoje fui trabalhar, como normalmente vou. Cheguei mais cedo, como normalmente faço. Fui para a sala de aula e coloquei-me a arrumar as cadeirinhas num grande U, ou quase-círculo, whatever, como sempre. Aí, estou eu lá, arrumando cadeirinhas... e vem uma corrente de vento e bate a porta. Tá, eu nem ligo. Sigo arrumando cadeirinhas. Sento e fico fazendo umas coisas, lendo uns materiais... daqui a pouco alguém bate na porta, eu digo, é só empurrar... tentam abrir, pelo menos é o que o som parece, e nada. Aí levanto e vou para perto da porta e falo, é só empurrar, uma voz lá de fora:

- viu, ela tá aí dentro.
- sim, estou aqui, mas não dá para abrir a porta por dentro (aí que eu vi que não dava, mas não me preocupei, porque eles abririam)
- é, mas também não dá para abrir por fora!

Hein? Como é que é?
Então eu estava trancada dentro da sala de aula, com as cadeirinhas arrumadinhas. Caralho. Bem, eram quase 18h30, tudo bem, tranquilo. Rapidamente alguém arranjou uma chave de fenda e abriram a porta. E eu nem passei por pânico e tal, isso porque eu ignorava a 'gravidade' da situação. Ainda bem que tinha um professor no Instituto que tinha uma chave de fenda! Senão demoraria mais um pouco... a vida é mais bela quando a gente ignora certas coisas.



Fernando, em Pessoa.




Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...


Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.


Álvaro de Campos


Dizem as más línguas que quando um blog tá uma merda, o autor começa a colocar frasesinhas, poeminhas, letrinhas de música... é a decadência no mundo bloguístico. Desculpa, mas eu me identifiquei, tá?

As novidades





"Se pelo menos não vivêssemos tentando ser felizes, até que poderíamos nos divertir bastante..."
Edith Warthon



A novidade é que vou para Maceió. Está confirmadíssimo, passagem comprada, hotel reservado. Chego lá dia 28 de outubro, retorno dia 07 de novembro. Pretendo conhecer o Rio São Francisco, o que der do litoral sul, o que der do litoral norte. Varrer num final de semana o sul de Alagoas, e no outro, o norte. Espero que dê tudo certo.

Fora isso, minha rotininha. A cada dia que passa eu fico melhor e fico pior. Ontem conversei com a Letícia, e foi bem legal... alguém que me entende!!! Se eu ficar endividada pro resto da vida (A exagerada), a Lê vai me apoiar psicologicamente. Minha orientadora é quem não vai gostar...

Ontem lembrei da Greice. Nenhuma razão em especial, só lembrei e resolvi falar, pra ela saber. Quer dizer, até teve uma razão... é que meu amigo Richard foi aceito numa universidade, lá em Londres, começou a estudar semana passada, e eu fiquei muito feliz por ele. Daí eu me lembrei como fico feliz por alguns amigos, e suas felicidades, suas conquistas, então lembrei da Greice. É, foi por isso.

Minha dissertação está de mal comigo. Não anda. A cada dia que passa eu penso que ela deva ficar pronta em dezembro. Mas ela parece pensar o contrário. Faltam poucos dias para eu ficar mais velha, talvez isso faça com que a talzinha me respeite.

Ando cada dia mais musical. Tenho dormido mais. Ontem fiz aula de Body Pump. É meio chato, mas até foi legal. Mas o legaaaaal mesmo é jump e step. E o professor é muito melhor do que a professora. Ela é legal, tudo bem, mas ele põe mais braços na coisa, a aula dela é mais fraquita. Não curto. Mas aqui eles têm um sistema que muda toda hora as aulas, os professores, é meio sacal isso. De qualquer forma, tá bom.

Fiz bolo integral no domingo. Fiz picanha na chapa semana passada. Fiz guisado de berinjela, abobrinha e proteína de soja no findi.

A tendinite tem incomodado menos... é, claro, a tal dissertação tem estado mais paradinha. Ontem vi uns episódios de Wonder Years, que o Francisco gravou pra mim em dvd, foi bom. Bem bom.

Sexta tem comemoração do niver do Alberto. Eu vou. Espero que seja no Pós-tudo. Qualquer coisa, posso voltar a pé. Domingo me deu vontade de ir ao cinema, à noite, sabe, pra salvar o final de semana? Mas acabei ficando em casa e vendo o filme da Record. Pra variar. Eu juro que estou tentando, eu juro.

The show must go on...

domingo, setembro 25, 2005

Não se fazem mais mães como antigamente

(19:45:53) Ruth fechou a janela de conversa.
(19:48:12) Ruth: cansei da internet, vou ver TV, bjos e uma ótima semana - talvez volte mais tarde
(19:48:22) Eu.: beijo
(19:48:31) Ruth fechou a janela de conversa.
(19:48:39) Ruth desconectou.

É assim. Ela nem me dá bola.

sexta-feira, setembro 23, 2005

Cotidiano II






Minha vida segue a mesma. Tudo bem que esta semana acabei passando mais tempo na ufba do que de costume. Sigo indo na academia segundas, quartas e sextas. Sigo com tendinite, tenho feito gelo (ficado com bolsa de gelo no braço, intercalando digitação e descanso/gelo). Estou organizando minha viagem para alagoas, ao que tudo indica ficarei lá de 28 de outubro a 07 de novembro. Depois disso, de 9 a 12 de novembro participo do Seminário de Pesquisa aqui da UFBA. Sugeri um nome para minha banca e minha orientadora concordou, que bom! Tenho dormido tarde. O final de semana promete tranquilidade e mesmice.

terça-feira, setembro 20, 2005


Erro
Pedimos desculpas pela inconveni�ncia, mas n�o � poss�vel processar seu pedido no momento. Nossos engenheiros foram notificados deste problema e trabalhar�o para resolv�-lo.


Essa � a mensagem que o blogger est� a exibir, na noite de ter�a-feira.


E para ajudar, o orkut me vem com essa! Posted by Picasa

Les chansons de ma vie



O meu amor me deixou
Levou minha identidade
Não sei mais bem onde estou
Nem onde a realidade

Ah, se eu fosse marinheiro
Era eu quem tinha partido
Mas meu coração ligeiro
Não se teria partido

Ou se partisse colava
Com cola de maresia
Eu amava e desamava
Sem peso e com poesia

Ah, se eu fosse marinheiro
Seria doce meu lar
Não só o Rio de Janeiro
A imensidão e o mar

Leste oeste norte e sul
Onde um homem se situa
Quando o sol sobre o azul
Ou quando no mar a lua

Não buscaria conforto nem juntaria dinheiro
Um amor em cada porto
Ah, se eu fosse marinheiro...


Composição: Marina Lima - Antonio Cícero

domingo, setembro 18, 2005

Relatividade da Mulher Amada



Eu gosto de você
com uma força bruta que não entendo bem
Gosto quase tanto como de mim
Mas que pena você não ser também minha filha
Que pena você não ser minha filha, minha irmã e minha mãe.
Tudo ao mesmo tempo
Eu gosto de você
Com uma força bruta que não entendo bem


Hoje resolvi escutar meu cd novo do Zeca Baleiro, aí em cima é um poema de Murilo Mendes e está musicado na faixa 8 de Baladas do Asfalto & outros blues.

Hoje passei o dia revezando entre a cama e o computador, com incursões na cozinha e na área de serviço. Ah, sim, e no banheiro. Sigo trabalhando, sigo com dor no braço direito. Ergonomia é um conceito que passou longe da minha cadeira e mesa para o computador. Vi Smallville na tv e acho que só. Ah, e o final de um filme em sei lá eu que canal. Tradicionalmente, às 20h30, verei um filme na Record. Lavei roupa, troquei roupa de cama, chequei a agenda de amanhã, desisti de almoçar no CTG. Não estou com humor pra sair de casa.

Falando em humor, lembrei que tinha um chocolate em casa, que havia comprado outro dia... um da Hershey com biscoito e morango. Comprei pela novidade do morango. Resolvi abrir e comi um pedaço. É incrível como chocolate faz bem pra alma. Aliás, pós chocolate meu trabalho rendeu mais e fiquei bem mais animada. Só percebi bem depois. Se pra escrever a tal da dissertação eu tiver que comer chocolate... vou ter que fazer muita aula de jump!