quinta-feira, janeiro 25, 2007

Baba, baby.



Eu vou pra . E depois conto tudinho.

Deixa carregar bem todas as fotos, ok?

E baba.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Vida difícil




Sexta-feira eu fiquei em casa.
Ia sair, tinha marcado, mas levei um bolo, pra variar. Fiquei puta e fui pro berço.

No sábado caminhei na Barra, vi dvd e à noite fui no cinema. Vi o filme Perfume. Muito bom. Recomendo. Adoro essa coisa de cheiros... mas o filme é realmente muito bom, tem cenas fortes, e lindas. E um monte de beldades.

Depois fui pro Rio Vermelho. Pós-tudo. Bah, fazia um tempão que não ia pra lá. Alexander básico. Papos, risos, papos. Táxi, casa.

Domingo acordei tardão, fui dormir quase às 3am na noite anterior. Aí recebi um convite para ir à praia. Topei. Bah, tava tri boa: um céu azul, a água morninha. Foi em Guarajuba, almoçamos numa barraca na praia, ensopado de peixe. Delicioso. E eu sou chata pra peixe, mas estava bom mesmo. Depois caminhamos até Itacimirim, porque Guarajuba estava o próprio piscinão de Ramos. Noooossa, Ita estava tuuuudo. Pouca gente, um bando de surfistas, uma barraca de praia gostosinha, mar perfeito, e a maré subiu, subiu até que fiquei com água sob os pés, sentada na cadeira na areia, e a água passando, como uma piscininha rasa. Tivemos até direito a uma visita de tartaruga marinha!!! Lindona. Bah, é enorme. É que ali é área de desova. Fiquei impressionada com o tamanho do bicho. Ela veio de dentro d´água e foi para a areia, devagarinho, e um bando de gente se amontoou ao redor para olhar. Bem legal.

Bem, aí hoje eu fui pra Feira, né, porque a mega sena acumulada ainda não chegou.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Só no especial



Sexta passada fui no Boteco do França, fazia um tempão que não ia lá, e foi ótimo, me diverti muito. Isso me faz pensar que preciso sair mais. E foi muito bom conhecer pessoas novas, gente bacana.

Estou num período semi-de-férias. Não é férias porque continuo trabalhando - e bastante! - mas é semi porque não estou dando aulas. Apesar de que na semana que vem começa um curso de verão, e darei aula em alguns dias, depois sigo para Fortaleza e São Luis. Na volta, sigo dando aula no curso de verão.

Fortal será apenas por uma noite, porque era mais barato voar via Fortal. E em São Luis, vou participar de um Simpósio. Mas pretendo, após o trabalho, conhecer os lençóis maranhenses. Contudo, acabei de receber um email do coordenador do doutorado, o que talvez me obrigue a trocar minha passagem e voltar antes da data. Veremos o que acontecerá. Quer dizer, na verdade preciso passar na 1a etapa da seleção.

O Pedro chegou no sábado. Ligou-me para me entregar o livro e o pendrive que eu havia pedido. Na segunda falei com ele novamente, foi assaltado. Puta azar. E levaram o celular. Novinho e lindo.

Salvador já está entrando no clima insuportável, cheio de turistas. Eles estão por todos os lados. E eu, soteropolitana desde pequenininha, fico puta com este bando de gente de tudo quanto é lugar, e do shopping Barra abarrotado deles, e dos preços absurdos de tudo. A água de côco inflacionou absurdamente. Com esse povaréu, aumentam também os pequenos furtos na zona "deles". Mas ainda vai piorar, o carnaval vem aí.

Bah, não acredito que ainda faltam longos 12 dias para o estado depositar meu rico dinheirinho. E não acredito que já estou quase zerada nesta altura do mês! E saindo pra viajar. Agora entrei na fase que nem chiclete eu compro. Salve o cartão de crédito!

Falando em crédito, meu novo sonho de consumo Amélia é uma máquina de lavar louça. Quando eu voltar de viagem, vou experimentar a promoção test drive da Brastemp. É de graça. Depois eu conto.

Queria ter ido no cinema esta semana, mas daí pensei... 6 reais. Já dá um lanche em São Luis. Melhor não...

domingo, janeiro 14, 2007

Lost - e não é o seriado

Este Lost aqui não tem nada a ver com a famosa série de TV (ou será que tem?). É um projeto de estudantes que quer mostrar como sete milhões de pessoas se conectam umas às outras, e quebrar o recorde do jogo como o maior número de jogadores de todos os tempos.

Para entrar na brincadeira é preciso receber ou encontrar um convite. O convite é um endereço de internet com o seguinte formato: www.lost.eu/example, onde no lugar da palavra exemplo estão números ou letras randômicas.

Os convites podem ser encontrados na internet e no mundo real.
Segundo os criadores do jogo eles podem estar em qualquer lugar - em sites, dentro de livros, escritos com giz em alguma calçada ou na areia da praia.

Cada pessoa que você convidar e entrar no jogo vale um ponto. Cada pessoa que o seu contato adicionar, vale meio ponto. Ao final, quem tiver o maior número de pontos ganha 500 libras. Do 2º ao 10º lugar também há prêmios, mas eles não foram divulgados.

Gostou e quer participar? Tem um convite meu aqui, é só clicar :))))


Tirado daqui.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Putaria acadêmica ou... quer pagar quanto?



Meu, na boa, eu tô muito puta... e chateada, na verdade.

Recebi um trabalho de um aluno e eu SEI que não foi ele quem fez. Não que um aluno não seja capaz de escrever trabalho com tal qualidade, mas eu conheço pelo menos um pouquinho meus alunos, e tenho noção do que eles tem ou não condições de escrever. Este trabalho, definitivamente, não foi escrito por ele. E não foi um copy and paste da internet. O que me leva a crer que foi um trabalho comprado.

Isso me lembra o livro do Umberto Eco, Como se faz uma tese. Lá ele já relatava estas putarias acadêmicas, na Itália!

Pra que serve mesmo a universidade? E como eu sou palhaça mesmo, eu procuro artigos pros meus alunos, eu leio cada linha de tudo o que eles escrevem, eu procuro acompanhar os trabalhos que eles fazem, eu não publico o mesmo trabalho um monte de vezes em lugares diferentes, só mudando o nome para constar no Lattes, eu trabalho para o governo, eu participo de reuniões, eu respeito a dedicação exclusiva...

The Blowers daughter



Quando a gente conversa, contando casos besteiras, tanta coisa em comum...

Deus deve estar em férias, ou preparando uma das suas: Salvador está uma delícia!

Tenho trabalhado de casa, lendo, lendo, escrevendo, mudando de idéia, navegando, e ouvindo muita música. Não exatamente muita no sentido de várias, mas em muita quantidade. Agora ampliei o repertório, tirei do repeat The Blowers daughter e agora estão Preciso dizer que te amo e The Blowers daughter. Ora, foi uma evolução, já são duas no repeat!

Se abre a acaba comigo!

Na quarta-feira escreveu um amigo que há tempos não nos falávamos. Marcamos um pôr-do-sol no Farol da Barra. Cheguei lá mas nem vimos o pôr-do-sol. Nublou, mas ficamos de papo vendo o mar. Depois a fome bateu e fomos pro Barravento.

Casquinha de siri... e vinho, e pãezinhos, e mais vinho, e bolinho de bacalhau, e mais vinho, e mais pãezinhos, e acarajé (que eu não comi)... ele é uma ótima companhia de copo. Sinto falta de boas companhias para beber em Salvador. Depois caminhamos pelas ruas da Barra, olhando o mar. Eu adoro caminhar à noite pelas ruas de qualquer cidade. Mas com este tempinho assim, ventinho fresco, uma eminência de chuva que nunca vem, ou só vem quando estou dentro de casa.

O resultado da orgia de quarta-feira foi que na quinta, quando fui ver o balanço da semana, havia engordado 1kg. Lembram que eu estava há 3 semanas fazendo de tudo para emagrecer e nada? Pois é, foi dar uma escapada e engordei. Metabolismo filho da puta.

Aí fui passear no shopping - ontem - tentar achar uma calça jeans que coubesse neste corpitcho. Uma supostamente do meu tamanho, não passou pelas coxas. Outra, um número menor, entrou, ficou ótima, ou quase. Teria ficado ótima, se eu fosse baixinha. Por que só fazem calça para mulheres de 1,60?

Mas conseguir achar uma calça que me entrasse, pelo menos, já foi um alívio. De qualquer forma, saí do shopping sem o jeans novo. E com The Blowers daughter repetidamente tocando no iPod. Eu amo meu iPod. [abre parênteses] Ontem pela manhã fui na academia e fiquei lá na esteira, correndo, ouvindo repetidas e repetidas vezes essa música. Sim, eu sou doente. [fecha parênteses] Saí do shopping e: chovia. Olhei, olhei. Esperei um pouco. E decidi sair sob a chuva. Delícia de chuvinha fina, geladinha, vento fresco. Deu até pra sentir um friozinho. E eu de tênis, e calça - ou seja, preparada para a chuva, odeio molhar os pés, estar de sandália ou chinelo na chuva.

Hoje fiz um almoço gostosinho, finalmente terminei a lentilha do reveillon. E fiz um couve que ficou tri boa. Já tirei do freezer um peito de frango para a janta. Franguinho ao curry. Hmmmmm. Ah, eu eu AMO meu mini-processador, é perfeito, a vida de picar cebolas é o céu agora.

Minha casa está suja, precisa de limpeza. Não está exatamente bagunçada, mas suja. Tem muita aranha por aqui, então formam-se teias por todos os lados. Há poeira. Mas a última coisa que eu farei esta semana é limpar casa. :)

Deixa eu aproveitar a vida boa de ler, ouvir música, trabalhar com o ventinho fresco no meu rosto e café quentinho na mesa.

Hmmm vai ver sou mesmo filha do vento...

Did I say that I loathe you? Did I say that I want to leave it all behind?

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Chiclete




Eu sou assim: ouço uma música, gosto. Vou a cata da música. Baixo, ou compro o cd. E ouço. Ouço. Ouço. Repetidas vezes, dezenas e dezenas de vezes. Até todas as moléculas e átomos do meu corpitcho vibrarem na melodia da música. And so it is com esta música. Quando eu vi a cena no filme eu disse: eu quero esta música. Mas passou, eu estava em Porto Alegre. E agora, consegui. Claro que já coloquei toda a discografia o cara pra baixar no Emule. Foi o que fiz com Zero 7 (confira), e com tantos outros. Eu amo o Emule (quando o download completa, evidentemente). Dá pra chorar com esta música. É perfeita. E gruda na alma feito chiclete.



And so it is
Just like you said it would be
Life goes easy on me
Most of the time
And so it is
The shorter story
No love, no glory
No hero in her sky

I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes...

And so it is
Just like you said it should be
We'll both forget the breeze
Most of the time
And so it is
The colder water
The blower's daughter
The pupil in denial

I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes...

Did I say that I loathe you?
Did I say that I want to
Leave it all behind?

I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off you
I can't take my mind...
My mind...my mind...
'Til I find somebody new

Novo (?) governo, velha Globo




Putz, eu não aguentei... estava vendo a posse do Lula pela TVE e passei pelos outros canais pra ver como andava a cobertura. Aí fui na Globo. Putz, é muita cara de pau. Os "comentaristas" se superaram.

Começaram o ano bem, metendo o pau escancarademente em tudo o que fosse possível.

Depois este povo vem falar mal do Chaves. Tem mais é que tirar concessão de rádio e televisão dessa gente.

segunda-feira, janeiro 01, 2007

Encontros e desencontros




ou O amar é um lugar estranho (lá em Portugal), ou simplesmente... Lost in translation (no original).

Finalmente assisti o filme da Sofia Coppola. Do início ao fim. Já havia tentado outras duas vezes, mas acabava dormindo. Não que o filme fosse chato, mas ia assistir já tardão e podre de cansada.

Vi hoje à tarde, no primeiro dia do tal do ano novo. Para mim, como sempre, muito barulho por nada. Com o tal do ano, não com o filme, que foi ótimo.

E o final do filme foi fantástico. Tive medo de um final decepcionante, eu fiquei torcendo para que não acontecesse o que não aconteceu. Vale a pena.

É fácil gostar quando há identificação.

Tenho vindo pouco por aqui. Tanta coisa acontecendo, em todos os sentidos. Ao mesmo tempo que parece que nada acontece na minha vida.

Há 3 semanas voltei para a academia, e voltei a cuidar melhor da alimentação. Há 3 semanas não emagreço 1g sequer. É muito frustrante. Dá vontade de jogar tudo pro ar e comer qualquer coisa que dê vontade, sem pensar na quantidade de gorduras, fibras, calorias... a academia eu gosto, pelo menos isso. Relaxa-me, diverte, distrai. Mas toma tempo.

Há 2 semanas faleceu o companheiro da minha mãe. Foi na quarta-feira, 20. Eu estava numa reunião, em Feira, trocando SMS com ela quando ela recebeu uma ligação de que ele tinha falecido. Ele estava com câncer. Havia sido diagnosticado há 2 meses. Foi tudo muito rápido e muito intenso. Eu comprei uma passagem para ir pra Poa. Organizei umas coisas em Feira e vim pra Salvador. Cheguei em casa, comecei a arrumar as coisas, liguei pra minha mãe, e decidimos que eu não iria. Ela viria depois, passar uns dias e descansar. Cancelei a passagem. Agora ela já diz que não sabe se vem ou não... não sei quando volto a Porto Alegre.

Quem voltará, mas para Salvador, é o Pedro. Nessa mesma semana ele contou-me a "novidade". Não sei quando vem Vem dia 13 de janeiro (!), não sei quando vai.

Estou numa fase em stand by denovo. Parece que estou sempre assim. Agora é o tal do doutorado. Vou fazer o processo seletivo. Há mais chances de eu não passar do que de passar. É horrível esta sensação. Quando fiz vestibular a primeira vez, não sabia se passaria ou não. Na segunda eu sabia que iria passar, meu objetivo não era passar, era passar nas primeiras colocações. O mesmo no mestrado, meu objetivo era passar entre as 5 primeiras, em função da bolsa. Mas com o doutorado é diferente, é grande a sensação de que não vou passar, principalmente porque não é algo que parece depender de mim. Não é questão de estudar muito e fazer uma boa prova, são vários os fatores e tenho pouco ou nenhum controle sobre eles. E ficam todos os planos de vida suspensos. Tudo agora depende de eu entrar no doutorado. Se eu entrar, pronto... por 4 anos a vida fica estável, eu fico sabendo quem eu sou e o que estou fazendo da minha vida. Se eu não passo, tudo desmorona. Vou fazer o quê? Vou pra onde? Por quanto tempo? Quando? Como? E depois? 4 vagas. 4 vagas. E o projeto que não sai. Eu leio, releio, escrevo. E dá um branco e tudo pára. A coisa não flui.

E não tenho paciência para ficar muito tempo no computador. Apesar de passar o dia as voltas com ele.

E tem que se lavar a louça, e a roupa, e varrer a casa, e limpar o chão, e trocar a roupa de cama, e fazer almoço, e janta, e supermercado, e ir no banco, e no outro, e no outro, e pagar conta, e fazer ligações, e visitar um, e outro, e manda feliz natal, e deseja feliz ano novo...

Das novidades? Fui na liquidação da Tok & Stok na quarta-feira, 27, e comprei várias coisas muito baratinhas. Um relógio de parede de R$139,60 por R$35,94!!! Esse foi o melhor negócio. Comprei espelho, porta copos, ímãs e uma almofada. Fiquei feliz com minhas pechinchas.

Ganhei presente de natal e fui na praia terça-feira, 26. Lá no Flamengo, a praia que eu gosto. Na quinta, 28, fiz um milhão de coisas de banco. Aliás, na quarta eu também fiz milhões de coisas de banco, incluindo ligar pra ouvidoria da Caixa Federal, reclamar da agência do Canela, e receber ligação com desculpa esfarrapada da ag à tarde e dizendo que resolveriam o problema no dia seguinte. E resolveram.

Assim... liguei pro 0800-sei-lá-o-que e agendei um horário na CEF. 11h15. 11h10 eu estava lá. E havia fila na agência. E a mocinha que fica lá fora fazendo agendamentos não estava. Entrei na agência e me disseram que não fariam agendamentos naquela semana. Só em 2007. Eu disse que havia agendado por telefone. Ahhh, mas tem que entrar na fila, não estamos atendendo por agendamento esta semana. Tá bom. Sai furioooosa da CEF. Sério, eu chorava. De ódio. Cheguei em casa e liguei pra ouvidoria. À tarde a mocinha da agência liga, pede desculpas e disse que foi um problema de informática mas que amanhã (28) já estaria tudo regularizado. No dia seguinte liguei pela manhã para o 0800-sei-lá-o-que e agendei. Novamente 11h15. Cheguei lá... e estava a mocinha com o computador lá do lado de fora. Humpf, gracinha, não era a semana toda sem agendar. Sei que daí fui atendida rapidinho.

Ainda na sessão bancos, o MEEEEEEEEERDA do Bradesco me enganou bonitinho. Não vou encompridar a história, só vou dizer que este é o pior banco com que eu já trabalhei (que foram: Banco do Brasil, Banco Real, Banespa, Banrisul, Caixa Estadual, Caixa Federal). Eu não tenho a menor dúvida. Primeiro porque é um banco ladrão. Que ROUBA descaradamente. Cobram-me coisas indevidas, eu reclamo, o merdinha do gerente fica de estornar e NÃO ESTORNA. Se isso não é roubo, eu não sei o que é. Assim, eu só posso fazer 4 movimentações por MÊS no caixa automático. Num mês fiz 5. Cobraram-me 4,00 e pouco!!! Ele olhou, disse quera pra ser só 1,20 e que iriam estornar. Estou esperando até hoje. Debitaram da minha conta um valor de seguro contra roubo do cartão - serviço que, vamos combinar, eles são obrigados a oferecer sem eu ter que pagar a mais por isso - e eu não pedi o tal do seguro! Estou esperando o estorno até agora também. Cobram 7 reais de manutenção de conta (no BB eu pago 2,10 e posso fazer 20 saques por mês). Cobram-me por cada extrato mensal que eu tire. No BB eu tenho direito a um de graça por mês. E por aí vai...

Por que eu tenho conta neste banco LADRÃO? Porque o fofíssimo estado da Bahia paga meu salário por esta merda de banco. E agora que o governo federal disse que todo mundo pode receber por onde quiser, e deu autonomia pros estados decidirem quando vão implantar essa nova determinação, este estadinho aqui resolvei que vai ficar ainda mais sei lá, 4, 5 anos com a merdinha do Bradesco. É uma palhaçada.

Enfim, mudando a página bancos... a quinta foi bem boa.

Sexta tranquila. Último dia da academia aberta. Depois fui me encontrar com a Maria no Pelourinho. E lá encontramos, por acaso, a Dami, uma inglesa que está fazendo estágio em Campinas e que estava passeando em Salvador. Acabamos todos em Santo Antônio na casa de um amigo canadense da Maria. Éramos 4 canadenses, uma inglesa, eu, whisky e guaraná. Mais uma para a sessão Mundo Ovo: a Dami, uma negra, inglesa, estudante de medicina, com trancinha de dois iguais as minhas... estuda no Imperial College! Aí ficamos trocando figurinhas. Foi divertido, tanto que resolvemos sair pra jantar, e daí que acabamos no Sto Antonio, onde acabamos encontrando o amigo da Maria e bla bla bla.

Como eu já estava cansada, despedi-me de todos e voltei tuuuudo até a Praça da Sé. Peguei um busum, desci no campo grande, depois fui até a reitoria e esperei pacientemente um busum.

Sábado, domingo e segunda como outros quaisquer. Com a diferença que a academia estava fechada. E que ouvi uns barulhos de fogos de artíficio ontem à noite. No mais, nadinha de diferente.

À exceção de eu não ter dormido no filme da Sofia...

domingo, dezembro 24, 2006

Natal de cu é rola




Eu sei que as pessoas querem ser simpáticas. Mas é um saco as pessoas querendo ser simpáticas um dia no ano. Saco este monte de gente mandando feliz natal.

Vou encher o... de comida hoje à noite, me afundar numa torta búlgara e depois vir pra casa dormir até não aguentar mais. Trabalhar na segunda e ver dvds. E na terça me acabar na liquidação da Tok & Stok, ir no banco, no supermercado. E me matar na academia.

Ai, ai... 15h e pouco, é melhor eu ir pra cozinha e começar a fazer a torta.

Twins




Posso não ser lá muito inteligente, mas sou parecida com a Beyonce! Tá? :-p

http://www.faceanalyzer.com/member.aspx?id=137805



terça-feira, dezembro 05, 2006

uuuuhuuuuuuuuuu, vai chover na minha horta!






Prazer: esta palavra curta e simples sintetiza perfeitamente o momento que vai de 05/12 (hoje) às 18:29h e 24/12 às 21:25h em sua vida, Katemari. Vênus em trânsito pela quinta casa astrológica sugere um período de festividades, de lazer, de romances e de sexo. É claro que não é apenas uma questão de se sentar e ficar esperando que tudo isso venha até você, e sim de aproveitar a maré do momento, que estará predispondo você a situações de prazer e de deleite.

Não perca a oportunidade de ir a festas, shows, eventos sociais. Neste divertido ciclo de Vênus, boas oportunidades podem surgir e você saberá usufruir delas. Tenha apenas atenção a um ponto especial: apaixonar-se por alguém neste momento é bem possível, mas lembre-se que você está numa fase naturalmente predisposta a paixões. Convém ir devagar, não se precipitar, esperar este ciclo passar e ver se o sentimento perdura. Muitas vezes aquilo que nos parece "amor" não passa de uma situação circunstancial, que tem mais a ver com o clima, com o dia...

De todo modo, Katemari, esta é uma fase para você aproveitar os prazeres da vida. Se jogue! Mas aprecie tudo com moderação...


Oh, são os astros dizendo... eu só obedeço.

sábado, dezembro 02, 2006

Oh, my life, is changing everyday, in every possible way...



Cabelos para o verão, voilá!

Agora estou de cabelos bem curtinhos. E amei. Fiz trança de dois (pega-se duas mechas de cabelos, ao invés de 3 da trança tradicional, e vai-se enrolando, enrolando...).

Nossa, é muito mais levinho o cabelo curto assim, e mais fresquinho. E eu fico com o rosto diferente.

Então é isso, da série Mudanças para 2007.


Demorô!





Nesta próxima fase que vai de 02/12 (hoje) às 09:24h a 04/12 às 06:05h, a Lua estará quase cheia, Katemari, e ocupando o nono setor zodiacal. Há aqui uma pequena contradição: sua alma está começando a sentir que precisa expandir-se para novos horizontes, conhecer novas pessoas, fazer novos contatos, aprender coisas novas, ir para lugares não antes navegados. Todavia, o Sol na quarta casa ilumina seu mapa informando-lhe que ainda não é tempo, mas brevemente será. Neste período, é mais do que possível que você venha a perceber uma leve "abertura" de novos canais: pessoas que lhe procuram, promessas de novos estudos ou de passeios e viagens. Tenha atenção, porque esta fase é boa para um planejamento daquela que virá depois, daqui a alguns dias, que envolve muita diversão e folia! Mas você ainda precisa passar pela fase de Lua Cheia, pela desestabilização emocional temporária, para então abraçar o período posterior, mais alegre e luminoso.

sexta-feira, novembro 17, 2006

Lá e cá




17/11/2006 - 12h10
Renda de negros ou pardos é metade da dos brancos, indica IBGE
Da Redação
Em São Paulo


Estudo feito com base na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que os brasileiros que se declaram negros ou pardos têm um rendimento médio equivalente à metade do que é recebido pela população branca, além de possuírem escolaridade inferior aos últimos.

De acordo com o instituto, os negros e pardos recebiam, em média, R$ 660,45 em setembro deste ano. Esse valor representava 51,1% do rendimento médio da população que se declara branca (R$ 1.292,19).

Em todas as regiões pesquisadas, os negros e pardos possuíam rendimentos inferiores aos dos brancos. Mas em Salvador as diferenças foram ainda maiores, já que negros e pardos recebiam pouco mais de um terço do que ganhavam em média os brancos. Porto Alegre registrou a menor diferença nos rendimentos recebidos.

A taxa de desocupação dos negros e pardos (equivalente a 11,8% desses trabalhadores) é superior à dos brancos (8,6%).

Segundo o IBGE, que realiza a PME em seis regiões metropolitanas do país (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), em setembro de 2006, a população negra ou parda representava 42,8% das 39,8 milhões de pessoas com 10 anos ou mais (considerada idade ativa) nestas áreas.

Escolaridade
Segundo o estudo, a população em idade ativa formada por negros e pardos tinha, em média, 7,1 anos de estudo, um ano e meio menos que a população branca (com 8,7 anos de estudo, em média).

Entre os jovens negros ou pardos com 10 a 17 anos, 6,7% não freqüentavam a escola, contra 4,7% dos brancos. Por outro lado, enquanto 25,5% dos brancos com mais de 18 anos freqüentavam ou já haviam freqüentado curso superior, o percentual era de apenas 8,2% entre os negros e pardos. No entanto, o IBGE mostra que houve alguma evolução neste indicador, já que, em setembro de 2002, apenas 6,7% dos negros e pardos freqüentavam ou já haviam freqüentado curso superior.

O IBGE aponta ainda que, embora a soma de negros e pardos representasse menos da metade (42,8%) da população em idade ativa, eles eram maioria (50,8%) entre a população desocupada.

Registro em carteira

De acordo com o levantamento do IBGE, em setembro deste ano, 59,7% dos empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado eram brancos, frente a 39,8% de negros e pardos. O instituto esclarece que a maior participação de brancos nesta categoria se justifica pela sua grande presença nas regiões metropolitanas, com forte participação do emprego formal.

A população branca também era maioria entre os empregados sem carteira assinada (54,5%) e os trabalhadores por conta própria (55,0%), mas os pretos e pardos representavam 57,8% dos trabalhadores domésticos, mostra o IBGE.

Trabalho por setor
O IBGE apurou ainda que, levando-se em consideração o ramo de atividade, no total das seis regiões metropolitanas, os segmentos da construção e dos serviços domésticos foram os que mostraram predominância dos negros e pardos, que eram 55,4% das pessoas ocupadas na construção e 57,8% das pessoas ocupadas nos serviços domésticos.

No outro extremo ficam os serviços prestados às empresas e intermediação financeira, atividades imobiliárias, com 34,6% de profissionais negros e pardos.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/2006/11/17/ult82u6394.jhtm

quarta-feira, novembro 15, 2006

Proclamação da República



Ontem, dia de camela, denovo. Na segunda não fui pra Feira, senão não conseguiria pagar o aluguel. Ai fui na imobiliária, no supermercado e fiz a mão (em casa). Na terça, trabalhei um monte. Hoje, o descanso merecido: dormi muito, acordei tardão como há muito não fazia.

O Alexandre me convidou para almoçar no Barra e eu fui. Comemos lá e batemos papo, depois rodamos um pouco por Salvador, o dia tinha ficado surpreendentemente lindo - só tem chovido aqui. Então passamos num sorveteria e confeitaria ali na Graça e depois ele me deixou no corredor da Vitória.

Finalmente, casa: o cinema do Museu. Tomei um capuccino gostosinho e fiquei lendo a Bravo. E puta, porque parece que todos os eventos interessantes do país acontecem apenas em São Paulo. O cinema estava lotado de forma surpreendente, nunca tinha visto tanta gente assim no Museu.

O filme foi espetacular, como previsto. Só foi estranho ir sozinha no cinema. Desacostumei. E na saída, aquele papinho de gente cult que vai ver Almodóvar e sai discutindo as questões sobre mulher, sobre os laços, sobre do que falava realmente o filme. Nessas horas eu gosto de ir sozinha ao cinema.

(agora está passando Cazuza, o filme na tv, e tão cantando uma música que eu aaaamo... quando a gente conversa, contando casos besteiras... [...] e eu não sei em que hora dizer, me dá um medo, que medo...)

Então, o cinema mega lotado e eu resolvi contar... 8 pessoas negras no cinema. Ficaram apenas 5 lugares vazios na sala. Eu sempre me "surpreendo" com Salvador. Às vezes essa cidade me enoja.

domingo, novembro 12, 2006

Transferências



Semana passada eu vi um cachorrinho em Feira, numa Pet Shop. Não tive dúvida, entrei e pedi informações. É uma cadelinha, o nome é Bolinha. Bem, são duas cachorrinhas, uma de 3 semanas e uma de 3 meses (a Bolinha). Muito, muito, mas muito fofas, as duas. A Bolinha é toda brincalhoa. Fiquei encantada. 70 reais.

Eu querooooooooo!

Ai, se eu tivesse com quem deixar quando eu viajasse. Se eu não passasse o dia inteiro em Feira...

Ia amar ter uma cachorrinha.

Le weekend




O final de semana foi um tédio. A sexta foi boa, trabalhei mas voltei mais cedo pra Salvador. À noite teve churrasco na casa da mãe da Diana, foi bom rever a Marisa, a Ester e a Diana. E conhecer o bebezinho novo da Di. Pena que a Sarah não foi.

Chovei o findi inteiro e não saí de casa. Mas passou voando. Vi dois filmes: The night listener e The butterfly effect 2. Agora estou vendo Tomb Raider no sbt. O bom do horário de verão no "resto do Brasil", é que pego a programação mais cedo aqui.

Tenho dormido tarde e preciso mudar isso. Meus horários estão alterados e tenho estado muito, muito cansada.

Passei o findi a lasanha e vinho. Lasanha de Tapejara (interior do RS).

O domingo começou bem, com uma ligação inesperada. É bom acordar assim.

O povo LNB (real) está pensando em reveillon no Rio. Estou ficando tentada...
O povo LNB (orkut) está um pé no saco. Gente mala sem alça, com tempo sobrando, e que se acham as bolachinhas mais recheadas do pacote.

Tenho tanto trabalho pra fazer que sinto que não vou dar conta. Assistir os estágios está me matando, e me deixando sem tempo para absolutamente nada. Tenho um artigo para terminar, com deadline para o final de novembro. Nem estou na metade ainda.

A Angelina Jolie é uma gostosa, mas esse filme é meio chato.

Estou comendo até papel. Um inferno. Tá tudo bagunçado. Não, a casa está arrumadinha. Externamente tudo vai bem.

Quero ir no cinema: tem Volver, do Almodóvar. E tem minha necessidade de ir ao cinema. Sempre me ajuda a ficar bem.

Tenho que pagar o aluguel, mas tenho que ir todos os dias para Feira. Então amanhã não irei pra Feira, e pagarei o aluguel, farei as unhas, supermercado. Depois, na terça, aí eu vou pra lá.

Ainda bem que só faltam dois meses para terminarem as aulas (vão até 10 de janeiro).

Agora vou lá descongelar o último pedacinho da lasanha gaúcha. E tomar mais um vinho. Aliás, tri bom este vinho.