Mas não adianta nada...
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Um novo concurso deve ser feito com os sete candidatos gordos inscritos. Até 48 horas antes do início da festa, os súditos baianos conhecerão o sucessor de Clarindo no comando da folia.
A promotora Heliete Viana, do Ministério Público da Bahia, entrou anteontem com uma ação civil pública para anular a escolha de um Rei Momo magro para o Carnaval de Salvador.
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Em 11 de janeiro, o dono da Cantina da Lua, Clarindo Silva, foi eleito pela Federação das Entidades Carnavalescas da Bahia. Dono da Cantina da Lua, no Pelourinho, ele vestiu a fantasia e sambou "no miudinho" para comemorar a conquista. Mas o MP considerou a eleição "aleatória e arbitrária".
Segundo a juíza Aidê, a população está acostumada a Rei Momo gordo e "a tradição popular deve ser mantida".
A magistrada acolheu a tese do antropólogo baiano Roberto Albergaria, que, ouvido pela promotora do MP, apontou a eleição de Clarindo como o fortalecimento social da estética da magreza. A Associação dos Gordos e Obesos de Salvador (Asgobs) também se pronunciou contra a escolha.
A decisão cabe recurso. À imprensa, o destronado comentou: "A Justiça precisa ser respeitada". Em Salvador, há quem defenda a entrega de sete chaves da cidade aos gordinhos excluídos na primeira eleição. Por ora, há apenas um magro sem reinado nem coroa.
Sua declaração está na base de dados da Secretaria da Receita Federal do Brasil.
Em Brasília - DF 09/08/2007 14:22
Em assembléia dia 7/08, com 238 presentes, os docentes da UEFS deliberaram pela continuidade da greve por tempo indeterminado. Na avaliação, foi considerado, para esta decisão, o comportamento desrespeitoso do Governo do Estado que desmarcou as três reuniões da Mesa Setorial de Negociação, marcadas para 24 e 31 de julho e também a do dia 6 de agosto, sem, portanto, responder a nehuma das reivindicações dos docentes.
Reforçou a posição dos professores o fato de que, apesar de ter prometido aumentar as verbas para as Universidades estaduais em 0,3%, o governo apresenta, para 2008, um incremento de apenas 0,14%. Quanto às outras reivindicações - incorporação da gratificação de 27.2% ao salário-base, revogação da lei 7176/97 e as alterações do Estatuto -, o governo, nesses cinco meses de negociação, continua tão somente dizendo que vai atendê-las, mas não apresenta concretamente nada.
Foi considerado, ainda, que estamos com dois meses de salários cortados, atitude esta do governo que muito revolta os docentes, por considerá-la uma violência contra o nosso direito de greve. A expectativa da categoria é de que o Governador acate imediatamente a decisão judicial favorável ao pagamento dos salários determinada pela Desembargadora Lícia de Castro Carvalho, que concedeu liminar a um mandado de segurança ( nº 34661-8/2007), impetrado pela ADUFS (Associação dos Docentes da UEFS), em parecer exarado em 3 de agosto p.p.
Em ATO SIMBÓLICO, para manifestarem seu descontentamento e denunciarem à opinião pública o tratamento do governo, para com as Universidades Estaduais e o movimento docente, inclusive tentando confundir o povo baiano, estaremos instalando, em frente à Governadoria, hoje (08/08), às 14 horas, uma "MESA REAL".
Também foram aprovadas duas MOÇÕES DE REPÚDIO: uma para a Assembléia Legislativa que, apesar de nossa solicitação, não se manifestou no sentido de contribuir para a solução do impasse e a retomada das negociações; e outra para o Governo do estado e a Secretaria de Educação que não cumpriram a promessa de aumentar em 0,3% o orçamento para as quatro UEBA.
No momento, apenas a UEFS permanece paralisada - com 70 dias em greve, com a próxima assembléia marcada para 14 de agosto vindouro.
Os professores da UESB resolveram suspender a greve, por causa da grave situação financeira porque passam devido ao corte dos dois meses de salário (junho e julho). Quanto à UNEB e à UESC, mantêem-se mobilizadas e continuam cobrando do governo que apresente respostas à nossa pauta de reivindicações, acima colocada.
Atenciosamente,
COMANDO DE GREVE/DIRETORIA DA ADUFS
VEJA: você já se acostumou a ser chamada de musa da câmara?
Manu: musa é rótulo para desqualificar a mulher. Não nasci pra enfeitar o mundo.
VEJA: beleza é um problema para você?
Manu: se eu achasse que beleza e roupa são assuntos para políticos, hoje eu estaria na VEJA entrevistando uma deputada.