segunda-feira, setembro 13, 2004

Hey, você!











Sim, você que está lendo este post agora... diga-me uma coisa:



Por que você não deixa um comentário aqui no blog?



Só um! Que que te custa, tchê? Pô, olha ali embaixo, à direita, no ursinho... várias pessoas visitaram este blog hoje mas ninguém solta o verbo. É a veia voyeur, é isto?



Deixa de bobagem, escreve alguma coisa, faça um comentário, deixe um recado. Manifeste-se, ponha a boca no trombone!



sábado, setembro 11, 2004

Abastecer











Depois do francês fui com a Naiara no Grão de Arroz e comprei meus pãezinhos, queijo, iogurte, manteiga.



O dia foi corrido hoje. Estou morta de cansaço. Acho que vou dormir cedo. Ou vou ficar deitadinha, sussu, vendo televisão? Ai, que saudades de ficar deitada numa certa cama grande vendo filme, desenho ou jogando gamão.



À noitinha passei no Bom Preço e comprei queijo, café e alface. Quero usar toda a leva de comida que ainda tenho em casa antes de fazer compras de fato.



Preciso comprar flores, meus vasos estão vazios e meu quarto sem suas cores.













Uma estrela brilha na brecha da noite

Clareando o calabouço da minh' alma



No escuro e sem você

eu perco a calma



Hora amarga que me encharca

em seu açoite



A paixão me esquartejando com sua foice

E a garganta vomitando um grito rouco



Chamei tanto que eu quase fico louco

Quis mostrar um pouco do meu sentimento



Que uma noite sem você é muito tempo

E uma vida com você é muito pouco





A saudade incendiando a madrugada

No silêncio queima a chama da alegria



Inda lembro de você naquele dia

Me beijando, me dizendo que me amava



Te amei tanto que eu não imaginava

Que sozinho ficaria triste e oco



Quando o mundo me chamava

eu tava mouco

Galopando no vagão do pensamento



Que uma noite sem você

é muito tempo



E uma vida com você é muito pouco



quinta-feira, setembro 09, 2004

Ainda bem que é sem chucrute











Depois de horas trabalhando hoje resolvi descansar um pouco e assistir uma sessão da tarde básica, e comendo negrinho, pra relaxar. Entãaaaaaao a flatmate resolve vir assistir tv também. Ela nunca assiste, mas era mais pra manter um contato amigável e tal, eu tô ligada.



Aí ficamos aqui vendo tv. Lá pelas tantas um som. Inconfundível.



Ela me olha e diz, na maior naturalidade, "ops".



Eu olhei e não disse nada.



Zeca Baleiro











Adivinha qual o cd que meu vizinho comprou???



Sim, sim, sim: Perfil - do Zeca Baleiro.



Na real, quando eu falo "vizinho" refiro-me a gama de gentes que mora aqui nas quebrada, tá ligado?



Tipo assim... quem está ouvindo Zeca Baleiro não é a mesma pessoa que ouve o pagodedosinfernosdocavaquinho que tem um grito "PAGODARTEEEEEEEE" e aquela voz desafinada de pagodeiro.



Claro que "o vizinho" (genérico) continua escutando música alto. E mesmo o Zeca Baleiro me incomoda, sendo muito alto. Aliás, ontem e hoje estava com dor de cabeça direeeeto. Aí a flatmate cogitou que poderia ser por causa do cavaquinho do pagode. Também acho.





De qualquer forma, é uma ampliação das possibilidades musicais, uma luz, de vela, fraquinha, no fim do túnel.



quarta-feira, setembro 08, 2004

Não sai da vitrola, nem da mente, nem da alma...



Como fosse

um par que nessa valsa triste


Se desenvolvesse

ao som dos bandolins


E como não, e por que não dizer


Que o mundo respirava mais se ela apertava assim


Seu colo e como se não fosse um tempo


Em que já fosse impróprio se dançar assim


Ela teimou e enfrentou o mundo


Se rodopiando ao som dos bandolins





Como fosse um lar, seu corpo a valsa triste iluminava


E a noite caminhava assim


E como um par, o vento e a madrugada iluminavam


A fada do meu botequim


Valsando como valsa uma criança


Que entra na roda a noite está no fim


Ela valsando só na madrugada


Se julgando amada ao som dos bandolins





Como fosse um par que nessa valsa triste


Se desenvolvesse ao som dos bandolins


E como não, e por que não dizer


Que o mundo respirava mais se ela apertava assim


Seu colo e como se não fosse um tempo


Em que já fosse impróprio se dançar assim


Ela teimou e enfrentou o mundo


Se rodopiando ao som dos bandolins





Como fosse um lar, seu corpo a valsa triste iluminava


E a noite caminhava assim


E como um par, o vento e a madrugada iluminavam


A fada do meu botequim


Valsando como valsa uma criança


Que entra na roda a noite está no fim


Ela valsando só na madrugada


Se julgando amada ao som dos bandolins


(Oswaldo Montenegro)







Por que o Orkut angustia tanta gente?









Queridos amigos,

depois de alguns meses vivendo esta expência no Orkut, resolví que devo sair. Sinto-me angustiado vendo a minha lista de amigos crescer e acabo me sentindo como se estivesse num imenso album de figurinhas... Gostaria de conhece-los melhor, mas parece-me impossível esta tarefa, por isso resolví sair e para aqueles que realmente querem continuar um contato, aí vai meu telefone e meu e-mail:





Mais uma pessoa que deixa a super rede. Outro dia foi a Cris, a Ale, o Belmiro também (mas voltou), agora o Pedro Paulo.



Contanto que eles saiam do Orkut mas não da minha vida, tudo bem.

terça-feira, setembro 07, 2004

Bons sonhos...











Quem disse que eu conseguia dormir ontem? Meu corpo doía tanto em função da tal aula de natação que eu mal consegui dormir esta noite. Meu pescocinho querido e amado dói (sim, no presente) tanto. E minha mente com pensamentos pra lá e pra cá e nada de eu conseguir dormir, a noite foi um inferno.



Mesmo assistindo um filmezinho na tv - algo com o Stallone - eu não consegui ficar com sono suficiente para sobrepor a dor.



Hoje acordei e fiquei lendo a manhã inteira. Depois fui arrumar meu guarda-roupa, limpar o quarto, fazer almoço. E isto já era a metade da tarde.



Vim pro micro, ver emails, conversei com o Fran, o Thomas tá online e disse que vai pra Gasglow na quinta-feira, pra assistir um jogo de futebol. Poupe-me, né? Falei com o Richard, meu amorzinho fofinho e com a minha mãe.



Segui a dica do Carlos e pedi para a mãe editar o arquivo que eu preciso e mandar aos pedacinhos. Está funcionando. Vou trabalhar nisto amanhã.



Agora vou preparar a apresentação do meu projeto para sexta-feira e depois dar uma caminhada na Barra ou no Jardim de Alah.



A Ana foi para Cachoeira. Eu até liguei para o Damário mas ele não estava lá, e o menino que estava no Pouso disse que já iria fechar e que a cidade estava vazia. Talvez hoje não fosse um bom dia para eles conhecerem Cachoeira.



Sinceramente, eu sei que eu sou uma mal humorada mas não dá para aguentar mais o meu vizinho. Os meus vizinhos. É uma música ruim depois da outra e naquele volume infernal. Eu não sou obrigada a escutar esses pagodes, arrocha e todo o lixo e que ele ouve. Sou? Parece que sim.



É difícil não ficar mal humorada dormindo mal, com dores no corpo, com este vizinho from hell e com a perspectiva de ir caminhar sozinha, abandonada, jogada às traças na praia.



Por outro lado, estou um passo, ou uma braçada, mais próxima de ser uma atleta olímpica, diversificando as músicas que ouço e conhecendo mais o modus vivendi dos nativos de Ssa e tenho a chance de encontrar um nativão, gostosão, sozinho e que me dê mole (na gíria local - se bem que este negócio de 'mole', sei não...).





Tranças









Não aguento mais minhas tranças. Quero ser ruiva denovo.



E que sejam bem feitas, desta vez. Saco.



segunda-feira, setembro 06, 2004

Pequim, lá vou eu!











Hoje tive minha primeira aula de natação. A primeira de toda a minha vidinha inteirinha!!!



Estou toda doída. Um fiasquinho, né?



Mas deixa estar... daqui a quatro anos serei praticamente uma atleta olímpica da natação, tá!



Bem, tá vendo a foto das cria com as pranchinhas aí em cima? E do tiozinho aqui embaixo com o macarrão?







Pois é, agora imagina euzinha, com dois destes 'macarrão' mais a pranchinha. Uma cena dantesca.



Até que foi divertido. O ruim é a dor generalizado pelo corpo. Preciso de uma massagem. A parte boa: o chuveiro. Putz, o diâmetro daquele negócio é gigantesco e jorra água com uma super pressão e altamente aquecida. O céu.



Ah, e cheguei em casa querendo comer um booooi. Nunca usei maconha, mas imagino que a tal larica seja comparada a fome gigante que esta tal de natação me deu. Nunca ficava assim após a academia, nem com a hidro - que envolve água também -, ao contrário, atividade física sempre me deixa sussu no que se refere à fominha. Sei que cheguei e comi um resto do resto de sopa, café com leite e um sandubex básico.



E agora, que estou mortinha, vou-me ao berço. Pior que minhas leituras nem avançaram muito hoje e ainda não consegui o arquivo que está lá em Poa. Putz, preciso muito dele para escrever o artigo para o Rio. Saquinho. Mas a conexão em Poa é uma MEEEEEERRRRRRRRDDDAAAAAAA. Esta porcaria do Terra. Eu deveria processá-los!



Tá, sussu, relax...



Desapego









Quando foi?



Já nem me lembro mais... sei que ele tinha 7 dígitos e era meu. As coisas evoluíram e ele passou a ter 8 dígitos: 9 8 0 7 4 6 3 0. E sempre foi meu. Anos a fio e estes dígitos me identificavam. Não tinha o risco de alguém ter este número por acaso, de alguma outra pessoa. Não, era meu, sempre fora.



E agora não é mais.



Não sou mais a proprietária do número +55 51 98074630 de telefone. Cancelei meu contrato, depois de anos. Uma ruptura com os pampas. Agora não posso mais chegar em terras gaúchas e usar meu telefone normalmente. E terei que adquirir outro número quando estiver por lá. Ou ficar em roaming.



Não pensem que foi fácil. Vou fazer um ano de Salvador e só agora cancelei meu telefone. Até então ficava pagando, mensalmente, a conta do dito cujo. Tudo bem, só resta mais um ano de baianidade mas, convenhamos, é um desperdício de dinheiro. Desperdício de manutenção de vínculo.



E o sangue cigano fica onde?



Vou comprar um celular GSM, creio, quando terminar de pagar as várias contas que tenho. Assim, onde quer que eu esteja, é só trocar o sim card.



Falando em sim card, no sábado, me deu uma saudade da França. Inexplicável. Se eu pudesse me teletransportar estaria lá, naquele bar em Dunkerque, vendo o mar lá longe, e tomando chocolate quente.



Estou aqui, estou acolá. Não posso me apegar a estas coisas, prefiro as pessoas. Bem, mas elas também estão aqui, lá e acolá.



Preciso aprender a lidar com o sangue cigano que corre em minhas veias.



Preciso viajar.



Sabedoria





"Se a graduação é uma grande orgia, mestrado e doutorado são longas punhetas."



By Eduardo

Também quero!

Sambalanço

Carlos Lyra

2004



Distribuidora Independente

Mck

domingo, setembro 05, 2004

Tá, desculpa.











Atire a primeira pedra quem nunca se equivocou!



Seguindo a dica do fofíssimo do Rodrigo, não editarei ou apagarei posts, então, corrijo-me: adoro a Naiara, mas foi bom ter ficado em Salvador.

Pergunta, pergunta!











Pergunta aí se eu não estou morrendo de ódio e arrependida de não ter ido viajar com a Naiara ontem!



Então leio.



Com o galo dos infernos "cantando" de um lado e o filho da puta do vizinho pagodeiro escutando "música" do outro.



sábado, setembro 04, 2004

O tempo, o tempo...











Esta semana passou voando, pra variar.



Aconteceu tanta coisa ao mesmo tempo em que nada aconteceu.

Na segunda-feira eu disse que a Cris veio pra cá, né? Almoçou aqui e tal. O Daniel vinha jantar, mas daí cancelou. Azar o dele, perdeu minha sopinha.



Putz, agora que fui checar o blog e vi que não havia escrito sobre segunda-feira... tudo bem, escrevo agora, então.



Na segunda eu fui fazer uma sopinha básica e a Cris me ligou, perguntou se eu estava em casa e se poderia vir pra cá. Veio. Aí almoçamos e ficamos de papo. Tadinha da guriazinha, estava cansada... dormiu um pouco. Depois foi pra casa. Não estudei nada, mas foi tri bom. Gosto de de receber boas visitas.



À noite, falei com o Pedro Paulo. Conversamos muito. Daí ele foi dar uma entrevista. Na madrugada voltamos a nos falar. Sei que fui dormir quase às 4h e pouco da manhã. Mas, pra variar, a conversa foi boa. Em especial porque tive a chance de consertar certas coisas. Putz, ele veio me falar de coisas que eu disse/fiz há, sei lá, 6 anos atrás! E que foram erroneamente interpretadas. Só fui saber que foram interpretadas de forma equivocada nesta segunda-feira. Dá pra acreditar numa coisa destas? Enfim, passou.



Na terça eu acordei tarde e cansada. A Sarah ligou e fui almoçar na casa dela. Depois fomos para a aula do orientador. Ai, isto me lembra que tenho que preparar a apresentação do meu projeto. Saco. Este negócio de Power Point é muito bom, mas enche o saco, porque todo mundo quer usar isto, o tempo todo. Cores, luz, ação... tudo é um show. Prefiro a simplicidade.



O Eraldo fez vários comentários em relação ao meu projeto, todos pertinentes. Adorei.



Na quarta, quântica, pra variar. E a aula foi até não querer mais. Ele se estendeu o quanto pode. E lá se foi minha tarde todinha. Só que, como eu fui durmir super tarde na terça, estava morta. Na primeira parte da aula, não entendi lhufas. Depois é que meio que me acordei e consegui acompanhar as coisas.



Passei no mercadinho e comprei mais legumes, verduras e carninha, para fazer sopinha.



A quinta eu já contei. Na sexta fiquei em casa.



Sim, miraculosamente fiquei em casa numa sexta feira à noite!!!



Primeiro, como fui dormir tarde na quinta, já que fui encher a cara, acordei tarde na sexta. Daí comi meu iogurtezinho básico com granola e mel (mãe, meu mel está acabando!) e fiz uma sopa. Depois fui na acadimia e fiz minha matricula. Fui com a Cris, aliás. Elas estava saindo do trabalho, aí fomos juntas, caminhando e botando o papo em dia. Depois ela foi pra casa e eu fui comprar pão e minhas naturebices. Ia no Grão de Arroz, mas no meio do caminho entrei numa outra casa naturebex e comprei iogurte, pão, gergelim, umas sopas prontas de pacotinho, e mais sei lá eu o quê. Segui para o Center Lapa e comprei um livro que queria. Depois, vim pra casa. E aqui fiquei. À noite jantei sopinha e fiquei sussu.



Hoje fui para a aula - aliás, tri bom o pão que comprei - e depois vim direto pra casa. Estou adorando minha professora.



A Naiara foi pra Vilas e me convidou pra ir com ela, ficar o findi/feriadão lá. Bem que eu queria, mas já combinei de ir para a Ribeira amanhã. Então vim pra casa, sopinha, soninho básico... depois o Marcos ligou, conversamos, e agora ganharei um super hiper ultra personal web designer para o meu blog (né, Marcos?!)



Tomei um copo de leite com dois cookies e fui estudar. Comecei a escrever o trabalho para o Rio. Espero que eu consiga terminar, que fique decente, e que seja aceito. Tenho uma semana.



Ontem à noite conversei com mãinha pelo telefone... falamos um tempão.



Bem, são mais de 22h. Deixa eu tomar minha sopinha, deitar e ver tv.



E amanhã será o último dia desta semana cheia de boas surpresas. Espero que o domingo seja ensolarado e que a Ribeira esteja alegre e tranquila, para eu transmitir as lembranças que minha mãe mandou.



sexta-feira, setembro 03, 2004

Depois da tempestade, a bonança











Ontem era pra eu ter a última aula (e isto que era extra) de quântica. Tá, tudo bem. E era para ir até 15h30, porque eu teria outra aula às 16h. Só que o prof. das 16h cancelou a aula, porque estaria viajando, então o de quântica extendeu sua aula... até 18h e pouco!!!



Que raiva. Ah, além disto fui penalizada por não ter faltado uma aula sequer. Sabe como? O professor resolveu que eu deveria fazer o trabalho de final de curso mais difícil, já que eu era a única que não havia perdido nem um pedaço da matéria. APA*, né?



Nisto, perdi a apresentação da retomada do Projeto Pixinguinha. Sem contar que não passei no banco nem fui na academia, como havia planejado. Tudo bem, tudo bem. O que eu posso fazer pra melhorar? Cinema, claro.



Nem que o mundo caísse, eu iria fazer minha caminhadinha até o cinema.



Assisti Yossi & Yagger - Delicada Relação. O filme é lindinho e de chorar. Só não me esvaí em lágrimas porque era um filme israelense e logo que os créditos começaram a subir ninguém ficou sentadinho pra ler, né? Então não daria nem pra dar aquela secadinha básica no rosto.



Na saída do cinema acabei encontrando um amigo e acabamos no Rio Vermelho, pra variar. Onde, onde, onde? No Pós-Tudo, claro. Acabei descobrindo que tem música ao vivo às quintas-feiras lá. Estava muito bom e... adivinha quem eu encontrei lá? O professor que cancelou a aula da tarde, porque estaria viajando. Ho HO HO



Tá, tudo bem, vai ver ele quis dizer que estaria voltando da viagem na quinta à tarde e por isto não poderia dar a aula. É, deve ter sido isto. (carinha de anjinho do MSN)



Sei que minha promessa de que eu nunca mais beberia pro resto da minha vida durante uma semana, foi pro espaço, visto que bebi antes da sexta-feira. Tá, tudo bem, foram só uns drinkzinhos básicos, mas é álcool, né?



Mas o Pós-Tudo estava tudo de bom, pra variar, me diverti muito e ficamos de papo até às 3h. Coisa boa não precisar trabalhar, nem ter aula, na sexta.



Bem, resolvi que vou escrever o trabalho pro Rio e irei fazê-lo nesta semana. Aliáaaaas, tenho teminha de casa para a aula de amanhã, né? Farei isto hoje.



Hoje acordei tarde, e felizinha e fiz uma panelona de sopa, denovo, e quero ir lá nos Barris comprar pão, queijo, iogurte e manteiga. Também quero comprar um livro. Preciso passar no BB e pegar dinheiro pra pagar a senhora que pegou minhas roupas pra lavar - ficou de devolver quarta ou quinta e até agora nada, que medo!



Aliás, contei esta parte? Que, finalmente, consegui solucionar o problema de lavar roupas? Providencial, porque já tinha todas as minhas roupas de cama sujas, aliás, tinha até comprado mais fronhas!!! A coisa estava neste nível, eu estava preferindo comprar roupa nova a lavar roupa. Que tristeza!



Só espero que minhas roupitchas voltem sãs, salvas, limpas e cheirosas.



A Chantalle ligou ontem, a esta hora já deve estar no Quênia, ela partia ontem.



Bem, vou dar um jeito na vida: vou passar na acadimia e nos barris. E é agoooora!













*APAPUTAQUEPARIU

quinta-feira, setembro 02, 2004

Quero de presente: CD´s





Nicola Conte Apresenta...Rosalia de Souza

Rosalia de Souza
2003
Leeds Music
Schema







Cibelle

Cibelle Cavalli

2003
Crammed Discs
Ziriguiboom





Bons sonhos...





Estou dormindo... o telefone toca. Atendo.



Ouço a Gal...



Oh, sim, eu estou tão cansado

Mas não pra dizer

Que eu não acredito mais em você

Com minhas calças vermelhas

Meu casaco de general

Cheio de anéis

Vou descendo por todas as ruas

E vou tomar aquele velho navio

Eu não preciso de muito dinheiro

Graças a Deus

E não me importa, honey



Minha honey baby

Baby, honey baby

Oh, minha honey baby

Baby, honey baby



E o Zeca Baleiro...



Oh, sim, eu estou tão cansado

Mas não pra dizer

Que eu tô indo embora

Talvez eu volte

Um dia eu volto

Mas eu quero esquece-la, eu preciso

Oh, minha grande

Ah, minha pequena

Oh, minha grande obsessão



Oh, minha honey baby

Baby, honey baby

Oh, minha honey baby

Honey baby, honey baby, ah





Ando tão à flor da pele

Que qualquer beijo de novela me faz chorar

Ando tão à flor da pele

Que o teu olhar, flor, na janela me faz morrer

Ando tão à flor da pele

Que o meu desejo se confunde

Com a vontade de não ser

Ando tão à flor da pele

Que a minha pele tem o fogo do juízo final

Um barco sem porto, sem rumo, sem vela

Cavalo sem sela

Um bicho solto

Um cão sem dono

Um menino, um bandido

Às vezes me preservo

Noutras suicido