quarta-feira, fevereiro 19, 2003
Correria , correria... to aqui no campus pra ver se eu conseguia um livro na bib. Saco, nao consegui... tenho uma lista de excs pra fazer pra terca feira (eh parece um tempao, mas quero terminar ela hoje, pelo menos a metade, e a outra metade no findi). Nao consegui o livro.
Tah armando maior temporal aqui em Porto... consegui um estagio na Alemanha, mas decidi nao ir. Decidi isto anteontem, qdo tava em casa, e a minha mae, pra variar, me estressando... pensei que eh melhor tentar ir pra Salvador... e ficar uns 2 anos por lah. Eh mais tempo fora de casa do que o estagio. Ou seja, mais tempo de paz entre nos duas.
Vou-me, pois tenho que ir lah no servico da mae pegar pao, e almocar, e voltar pra casa pra continuar fazendo a lista de excs. Tinha que pegar o resultado do exame hj, mas soh sai depois das 17h, acho que vou sexta. Tb. tinha que ir no banco e bla bla bla. Mas a lista em primeiro lugar. Tri cdf.... juuuura, neh?
:-)
Tah armando maior temporal aqui em Porto... consegui um estagio na Alemanha, mas decidi nao ir. Decidi isto anteontem, qdo tava em casa, e a minha mae, pra variar, me estressando... pensei que eh melhor tentar ir pra Salvador... e ficar uns 2 anos por lah. Eh mais tempo fora de casa do que o estagio. Ou seja, mais tempo de paz entre nos duas.
Vou-me, pois tenho que ir lah no servico da mae pegar pao, e almocar, e voltar pra casa pra continuar fazendo a lista de excs. Tinha que pegar o resultado do exame hj, mas soh sai depois das 17h, acho que vou sexta. Tb. tinha que ir no banco e bla bla bla. Mas a lista em primeiro lugar. Tri cdf.... juuuura, neh?
:-)
terça-feira, fevereiro 18, 2003
To no campus e to com pressa, mas, so pra registrar... adivinha onde fui ontem?
.........
...........
............
Sim, sim, sim, na academia, finalmente, eu fui, eu fui, eu fui.
Ai, tri bom. Tao bom que hoje vou denovo.
Eu adoro, o problema eh sempre comecar, e, minha agenda suuuuuper atarefada.
eheheh
Entao vou correr agora, para nao perder o horario da aula das 14h30 - hidroginastica, e depois as 16h - Ginastica Postural.
Bem light, jah que ontem fiz step e body pump.
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Sim, sim, sim, na academia, finalmente, eu fui, eu fui, eu fui.
Ai, tri bom. Tao bom que hoje vou denovo.
Eu adoro, o problema eh sempre comecar, e, minha agenda suuuuuper atarefada.
eheheh
Entao vou correr agora, para nao perder o horario da aula das 14h30 - hidroginastica, e depois as 16h - Ginastica Postural.
Bem light, jah que ontem fiz step e body pump.
domingo, fevereiro 16, 2003
Urina de 24 horas
Ainda bem que escolhi hoje o dia para fazer a coleta para meu exame de urina de 24 horas. Tá chovendo lá fora.
O que é este exame? Assim, eu tenho uma enoooorme garrafa plástica, e tenho que, por 24 horas, coletar TODA e qualquer gotinha de urina que eu eliminar. Legal, né? A garrafa fica na geladeira.
Deu vontade de fazer xixi, vou lá eu pegar a garrafona, e fazer tudo ali dentro. Tá tudo bem, eu esqueci hj pela manhã e acabei fazendo um pouquinho, bem pouquinho, fora da garrafa, daí lembrei, parei o processo todo e peguei a garrafa. E recomecei.
Imagina o que era a cena!
Ainda bem que escolhi hoje o dia para fazer a coleta para meu exame de urina de 24 horas. Tá chovendo lá fora.
O que é este exame? Assim, eu tenho uma enoooorme garrafa plástica, e tenho que, por 24 horas, coletar TODA e qualquer gotinha de urina que eu eliminar. Legal, né? A garrafa fica na geladeira.
Deu vontade de fazer xixi, vou lá eu pegar a garrafona, e fazer tudo ali dentro. Tá tudo bem, eu esqueci hj pela manhã e acabei fazendo um pouquinho, bem pouquinho, fora da garrafa, daí lembrei, parei o processo todo e peguei a garrafa. E recomecei.
Imagina o que era a cena!
A arte de preparar o sushi se transforma desde os tempos dos Samurais
Desde o remoto tempo dos Samurais até os dias de hoje, a culinária japonesa revolucionou o modo de se preparar e comer o sushi.
No século III, quando não havia sal nem refrigeração, os nativos que habitavam a costa prensavam o peixe em arroz molhado, preparando fardos dessa mistura. A função do arroz era liberar o ácido láctico e acético, que assim azedava o peixe, evitando sua putrefação. A mistura era depois enviada para o interior das ilhas, com a finalidade de alimentar os camponeses. Essa técnica foi importada da Tailândia.
Mais tarde, com a descoberta do sakê e de seu sub-produto (o vinagre), os japoneses passaram a rechear o peixe com arroz pré-cozido e avinagrado. Essa receita passava por um processo de três meses de conservação, para depois ser consumida em rodelas de peixe recheado com arroz.
Naquela época, porém, já existia uma grande preocupação da contaminação do alimento na hora do corte. Em 1746, o médico Matsumoto Yoshiiti, ministro da saúde de Ietsuna Tokugawa (o 4º Xogum da dinastia Togukawa), inventou o soro Amazu, composto da mistura de vinagre, sal e açúcar.
O preparo do sushi começaria, de fato, a mudar um século mais tarde. Em 1826, um florista chamado Yohei descobriu como fazer o atual sushi (peixe com arroz avinagrado), depois que teve acesso à documentação do médico Matsumoto. Aprendera que o wasabi, o gengibre e o vinagre de arroz, então utilizados em outros pratos, tinham fortes poderes antibacterianos. Isso ajudaria na manipulação do peixe cru junto com o arroz avinagrado, agora sem o risco de contaminação, originando assim o prato que ficou conhecido até hoje: o nigirizushi (bolinho de arroz moldado à mão, coberto com uma fatia de pescado cru).
A floricultura de Yohei, instalada no bairro de Ryogoku (em Edo, atual Tokyo), deu origem a uma proliferação de quiosques de sushis pelo bairro. O edoíta (então habitante de Edo), sentia-se divinamente privilegiado por ter acesso a essa comida, trocando-a por poucas moedas. A proliferação desses estabelecimentos precários, construídos na frente da casa dos respectivos proprietários, gerou o surgimento de locais para se comer o sushi.
Em 1923, um violento terremoto atingiu a cidade e muitos desses quiosques, construídos com madeira, pano e papel, disseminando um incêndio avassalador pela cidade. Em decorrência dessa catástrofe, fora proibida a instalação de novos quiosques, e os sushibares ganharam o interior dos imóveis.
Com o advento desses novos estabelecimentos o povo japonês, milenarmente afeito a rituais, criava um novo estilo à degustação do sushi. Foi introduzido o costume de pegá-los com os hashis (palitos de comer), levando o sushi delicadamente à boca. Afinal, abria-se a própria casa para alimentar a população, e dentro de um lar os bons costumes de higiene deveriam ser cuidadosamente preservados.
Nos pratos de sushi encontram-se, invariavelmente, uma porção de fatias de gengibre em conserva (gari) que tem como primeira função limpar a boca do sabor anterior, preparando-a para o próximo sushi. Outra importante função do gari é antibacteriana, enquanto supri o organismo com uma boa dose de vitamina C.
O sushi também se come com shoyu, que é servido numa pequena travessa. Nesse recipiente, mergulha-se com delicadeza só uma de suas extremidades, evitando sobrecarregá-lo com o gosto do molho de soja.
O sushi, a princípio, era degustado junto com chá verde (Ban-chá). Mas bebidas como sakê, vinho branco seco e cerveja hoje em dia são bem aceitas como acompanhamentos, não havendo regras quanto aisso. Em seus primórdios, o sushi era considerado uma simples entrada. Aos poucos, e sobretudo devido ao seu valor altamente nutritivo, conquistou espaço como prato principal.
Desde o remoto tempo dos Samurais até os dias de hoje, a culinária japonesa revolucionou o modo de se preparar e comer o sushi.
No século III, quando não havia sal nem refrigeração, os nativos que habitavam a costa prensavam o peixe em arroz molhado, preparando fardos dessa mistura. A função do arroz era liberar o ácido láctico e acético, que assim azedava o peixe, evitando sua putrefação. A mistura era depois enviada para o interior das ilhas, com a finalidade de alimentar os camponeses. Essa técnica foi importada da Tailândia.
Mais tarde, com a descoberta do sakê e de seu sub-produto (o vinagre), os japoneses passaram a rechear o peixe com arroz pré-cozido e avinagrado. Essa receita passava por um processo de três meses de conservação, para depois ser consumida em rodelas de peixe recheado com arroz.
Naquela época, porém, já existia uma grande preocupação da contaminação do alimento na hora do corte. Em 1746, o médico Matsumoto Yoshiiti, ministro da saúde de Ietsuna Tokugawa (o 4º Xogum da dinastia Togukawa), inventou o soro Amazu, composto da mistura de vinagre, sal e açúcar.
O preparo do sushi começaria, de fato, a mudar um século mais tarde. Em 1826, um florista chamado Yohei descobriu como fazer o atual sushi (peixe com arroz avinagrado), depois que teve acesso à documentação do médico Matsumoto. Aprendera que o wasabi, o gengibre e o vinagre de arroz, então utilizados em outros pratos, tinham fortes poderes antibacterianos. Isso ajudaria na manipulação do peixe cru junto com o arroz avinagrado, agora sem o risco de contaminação, originando assim o prato que ficou conhecido até hoje: o nigirizushi (bolinho de arroz moldado à mão, coberto com uma fatia de pescado cru).
A floricultura de Yohei, instalada no bairro de Ryogoku (em Edo, atual Tokyo), deu origem a uma proliferação de quiosques de sushis pelo bairro. O edoíta (então habitante de Edo), sentia-se divinamente privilegiado por ter acesso a essa comida, trocando-a por poucas moedas. A proliferação desses estabelecimentos precários, construídos na frente da casa dos respectivos proprietários, gerou o surgimento de locais para se comer o sushi.
Em 1923, um violento terremoto atingiu a cidade e muitos desses quiosques, construídos com madeira, pano e papel, disseminando um incêndio avassalador pela cidade. Em decorrência dessa catástrofe, fora proibida a instalação de novos quiosques, e os sushibares ganharam o interior dos imóveis.
Com o advento desses novos estabelecimentos o povo japonês, milenarmente afeito a rituais, criava um novo estilo à degustação do sushi. Foi introduzido o costume de pegá-los com os hashis (palitos de comer), levando o sushi delicadamente à boca. Afinal, abria-se a própria casa para alimentar a população, e dentro de um lar os bons costumes de higiene deveriam ser cuidadosamente preservados.
Nos pratos de sushi encontram-se, invariavelmente, uma porção de fatias de gengibre em conserva (gari) que tem como primeira função limpar a boca do sabor anterior, preparando-a para o próximo sushi. Outra importante função do gari é antibacteriana, enquanto supri o organismo com uma boa dose de vitamina C.
O sushi também se come com shoyu, que é servido numa pequena travessa. Nesse recipiente, mergulha-se com delicadeza só uma de suas extremidades, evitando sobrecarregá-lo com o gosto do molho de soja.
O sushi, a princípio, era degustado junto com chá verde (Ban-chá). Mas bebidas como sakê, vinho branco seco e cerveja hoje em dia são bem aceitas como acompanhamentos, não havendo regras quanto aisso. Em seus primórdios, o sushi era considerado uma simples entrada. Aos poucos, e sobretudo devido ao seu valor altamente nutritivo, conquistou espaço como prato principal.
sábado, fevereiro 15, 2003
Noite japonesa

Estou organizando um jantarzinho aqui em casa, menu: sushi.
Pois é, será uma noite japonesa, pelo menos no que se refere ao cardápio. Espero que funcione... se meu sushi não desmanchar todo. Na pior das hipóteses os convidados comerão um monte de arro, shoyo e biscoitinhos japoneses.. Ah, terá chá verde, é claro.
Bem que eu queria um saquezinho... mas tudo já é muito caro! Seria tão de bom tom que alguém trouxesse um saquê, né?
Saquê, sacou? (bah, que terrível esta!)

Estou organizando um jantarzinho aqui em casa, menu: sushi.
Pois é, será uma noite japonesa, pelo menos no que se refere ao cardápio. Espero que funcione... se meu sushi não desmanchar todo. Na pior das hipóteses os convidados comerão um monte de arro, shoyo e biscoitinhos japoneses.. Ah, terá chá verde, é claro.
Bem que eu queria um saquezinho... mas tudo já é muito caro! Seria tão de bom tom que alguém trouxesse um saquê, né?
Saquê, sacou? (bah, que terrível esta!)
Carrefour x Bourbon
Outro dia fui no Carrefour, passei por um caixa, Everson, caixa 44. Sai dali e perguntei para uma mocinha no Caixa Central onde tinha aqueles formulários para se fazer uma reclamação, ela perguntou de que setor, eu disse, do caixa. Ela me indicou um lugar para ir. Eu fui, perguntei novamente, a outra mocinha perguntou se eu queria que chamasse alguém para a reclamação, eu disse que não era uma reclamação, era um elogio. Ela me indicou onde ficava o balcão com os formulários. Então eu fui lá e escrevi que o atendimento do caixa Everson tinha sido muito bom e simpático.
Outro dia recebi uma ligação do Carrefour, agradecendo pelo comentário que eu havia deixado. Eu disse que realmente o caixa tinha sido super gentil e que eu acreditava que quando uma coisa é ruim a gente tem que reclamar, e quando é boa, prestigiar.
Hoje fui no Bourbon, para variar, a mocinha do caixa foi uma vaquinha. Os preços do Bourbon são exorbitantes, o Carrefour é mais barato, tem melhor atendimento... pq. eu vou no Bourbon, hein?
Daí saí do Bourbon e fui no Carrefour, comprar iogurte lá pq. era mais barato. Fui novamente bem atendida no caixa. Uma menina. Começo a achar que bom atendimento é padrão no Carrefour.
Já no Bourbon... a má vontade impera. Que vá trabalhar em outra coisa, então, ao invés de lidar com o público. ô gentinha enjoada e mal humorada aquela do Bourbon. E metida a besta!
Outro dia fui no Carrefour, passei por um caixa, Everson, caixa 44. Sai dali e perguntei para uma mocinha no Caixa Central onde tinha aqueles formulários para se fazer uma reclamação, ela perguntou de que setor, eu disse, do caixa. Ela me indicou um lugar para ir. Eu fui, perguntei novamente, a outra mocinha perguntou se eu queria que chamasse alguém para a reclamação, eu disse que não era uma reclamação, era um elogio. Ela me indicou onde ficava o balcão com os formulários. Então eu fui lá e escrevi que o atendimento do caixa Everson tinha sido muito bom e simpático.
Outro dia recebi uma ligação do Carrefour, agradecendo pelo comentário que eu havia deixado. Eu disse que realmente o caixa tinha sido super gentil e que eu acreditava que quando uma coisa é ruim a gente tem que reclamar, e quando é boa, prestigiar.
Hoje fui no Bourbon, para variar, a mocinha do caixa foi uma vaquinha. Os preços do Bourbon são exorbitantes, o Carrefour é mais barato, tem melhor atendimento... pq. eu vou no Bourbon, hein?
Daí saí do Bourbon e fui no Carrefour, comprar iogurte lá pq. era mais barato. Fui novamente bem atendida no caixa. Uma menina. Começo a achar que bom atendimento é padrão no Carrefour.
Já no Bourbon... a má vontade impera. Que vá trabalhar em outra coisa, então, ao invés de lidar com o público. ô gentinha enjoada e mal humorada aquela do Bourbon. E metida a besta!
Papai do céu, me dá um namorado...
Noite de sábado. E eu aqui, sozinha, abandonada, jogada às traças... ninguém me ama, ninguém me quer.
:-(
Tem o níver dum amigo numa galeteria mas, sinceramente, eu não estou afim de ir. Talvez ele vão para um bar depois... daí eu iria. Mas a galeteria não me atrai nenhum pouco. Vou ligar para o pessoal depois.
Tem a proposta de passar a noite fora de casa também. Mas esta é tão previsível... não quero não.
Eu queria um namoradinho bem bacaninha hoje. Onde é que se arranja um, hein?
Como é que todo mundo tem e eu não? Eu nem peço demais, só uma pessoa divertida, inteligente, tranquila, carinhosa. É pedir demais?????
Noite de sábado. E eu aqui, sozinha, abandonada, jogada às traças... ninguém me ama, ninguém me quer.
:-(
Tem o níver dum amigo numa galeteria mas, sinceramente, eu não estou afim de ir. Talvez ele vão para um bar depois... daí eu iria. Mas a galeteria não me atrai nenhum pouco. Vou ligar para o pessoal depois.
Tem a proposta de passar a noite fora de casa também. Mas esta é tão previsível... não quero não.
Eu queria um namoradinho bem bacaninha hoje. Onde é que se arranja um, hein?
Como é que todo mundo tem e eu não? Eu nem peço demais, só uma pessoa divertida, inteligente, tranquila, carinhosa. É pedir demais?????
Acho que este negócio de escrever bem depois das coisas acontecerem, não funcioa. Nem consigo escrever sobre São Paulo, e hoje tenho tempo. :-/
Enfim, resumidamente...
Domingo, cheguei lá à tardinha, me acomodei, encontrei o Diego, e fomos para a Paulista, porque ele queria trocar um tênis que havia comprado pela manhã - sim, imagina se o compulsivo já não teria feito compras!
Liguei para o Luciano e para o Tiago. Não encontrei nenhum dos dois. Liguei para a Rosane e a Moema, não consegui falar com elas. :-(
Deixamos um bilhete para o Maicon, para que ligasse qdo chegasse e fosse nos encontrar. Ele ligou da rodoviária. Chegou no alojamento, não leu o bilhete e não foi nos encontrar. Eu e o Diego voltamos para o alojamento.
Resolvemos ir para o Rei das Batidas, que é ali pertinho da USP.
Na segunda, início das aulas... bacaninha... ahhhh tivemos que trocar de quarto no domingo, uns malinhas pegaram nosso quarto - com ar-condicionado - e nos expulsaram de lá. À noite, fomos para o Rei das Batidas denovo, só que com uma galerinha do curso. Liguei pro Luciano, e ele apareceu lá também, sem cavanhaque!
Terça, fomos para a Vila Madalena. A pé. Ah, é.... esqueci o detalhe... na segunda-feira os ônibus entraram em greve, e os pobre tudo trancado na usp, né? Tá, daí fomos (eu, o Diego, Maicon e um menino de Salvador) para a tal Vila Madalena, seguindo os conselhos de um local - bem gatinho, por sinal, lá da usp. Paramos no Habibs para comer, eu tava louca de fome. Qdo estávamos lá, desabou a maior chuva. Depois, parou. Seguimos em direção aso bares. Acabamos indo para um barzinho muuuuuuuuuito legal, Farol da Madalena. Tomei um suco de abacaxi com hortelã e uma Margarita. Quase comi um sanduiche com queijo de búfala, tomates secos e rúcula. Mas o pessoal tava com vontade de ir embora, para ir para outro lugar. Acamos em lugar algum, apenas caminhamos, caminhamos... e voltamos pro alojamento.
Na quarta, eu e o Maicon fomos ao centro, subimos no prédio do Banespa, tivemos uma visão shooooow de são paulo, andamos bastante, exposição de arte, tiramos fotos, e almoçamos na liberdade... nunca comi tanto sushi na vida, nem lá em Londres com o Thomas. À noite fomos para a Consolação, "show de bola" a noite. Fomos num bar que nao lembro o nome, super bom. Tomei uma cuba tri boa num buteco de esquina e fomos para o Ultralounge. Lugarzinho muuuuito bacaninha.
Na quinta, encontramos com o Flávio, fomos comer o pastel que o diego tanto gosta. Depois o Flávio nos deixou ali na consolação. Eu tava querendo conhecer A Lôca, mas também não queria cortar o barato de ninguém... daí fomos para o Massivo. Tava muito ruim. E resolvemos ir para o Ultralounge denovo. Não tava tão bom como na noite anterior. A música não era das melhores, apesar de não ser ruim. Estava muuuuito cheio e tinha um povo mais chinelo. De toda sorte, eu me diverti muito, em todas as noites e tb. bebi muito em todas as noite - não que uma coisa esteja relacionada diretamente com a outra (?!).
Na sexta, fiquei em "casa", o Diego pediu uma pizza, comi uns pedaços, mais dormindo do que comendo. O Maicon foi embora à tarde. A escola terminou ao final da manhã.
No sábado fomos para a 25 de março, fiz minhas comprinhas básicas. À noite, a Rosane e a Moema passaram lá no Cepeusp e nos levaram para jantar. Fomos numa pizzaria no Shopping Morumbi. Comi muuuuuuuuuuuuuuuuito. Uma loucura. A pizza de chocolate não tem explicação. Depois elas nos levaram para tomar um café num lugar todo fofo... tomei um café tri gostosinho. Chovia cântaros.
Ah, nesta noite o chefe da Arianna - sim, minha irmã mexicana - me ligou e tentamos um encontro frustrado lá no morumbi. Eu nao sabia quem ele era, e vice-versa. Sim, lá em Portugal eles tb. fazem assim. Que pena.
Domingo, voltei para Porto Alegre.
É, basicamente, foi isto.
Enfim, resumidamente...
Domingo, cheguei lá à tardinha, me acomodei, encontrei o Diego, e fomos para a Paulista, porque ele queria trocar um tênis que havia comprado pela manhã - sim, imagina se o compulsivo já não teria feito compras!
Liguei para o Luciano e para o Tiago. Não encontrei nenhum dos dois. Liguei para a Rosane e a Moema, não consegui falar com elas. :-(
Deixamos um bilhete para o Maicon, para que ligasse qdo chegasse e fosse nos encontrar. Ele ligou da rodoviária. Chegou no alojamento, não leu o bilhete e não foi nos encontrar. Eu e o Diego voltamos para o alojamento.
Resolvemos ir para o Rei das Batidas, que é ali pertinho da USP.
Na segunda, início das aulas... bacaninha... ahhhh tivemos que trocar de quarto no domingo, uns malinhas pegaram nosso quarto - com ar-condicionado - e nos expulsaram de lá. À noite, fomos para o Rei das Batidas denovo, só que com uma galerinha do curso. Liguei pro Luciano, e ele apareceu lá também, sem cavanhaque!
Terça, fomos para a Vila Madalena. A pé. Ah, é.... esqueci o detalhe... na segunda-feira os ônibus entraram em greve, e os pobre tudo trancado na usp, né? Tá, daí fomos (eu, o Diego, Maicon e um menino de Salvador) para a tal Vila Madalena, seguindo os conselhos de um local - bem gatinho, por sinal, lá da usp. Paramos no Habibs para comer, eu tava louca de fome. Qdo estávamos lá, desabou a maior chuva. Depois, parou. Seguimos em direção aso bares. Acabamos indo para um barzinho muuuuuuuuuito legal, Farol da Madalena. Tomei um suco de abacaxi com hortelã e uma Margarita. Quase comi um sanduiche com queijo de búfala, tomates secos e rúcula. Mas o pessoal tava com vontade de ir embora, para ir para outro lugar. Acamos em lugar algum, apenas caminhamos, caminhamos... e voltamos pro alojamento.
Na quarta, eu e o Maicon fomos ao centro, subimos no prédio do Banespa, tivemos uma visão shooooow de são paulo, andamos bastante, exposição de arte, tiramos fotos, e almoçamos na liberdade... nunca comi tanto sushi na vida, nem lá em Londres com o Thomas. À noite fomos para a Consolação, "show de bola" a noite. Fomos num bar que nao lembro o nome, super bom. Tomei uma cuba tri boa num buteco de esquina e fomos para o Ultralounge. Lugarzinho muuuuito bacaninha.
Na quinta, encontramos com o Flávio, fomos comer o pastel que o diego tanto gosta. Depois o Flávio nos deixou ali na consolação. Eu tava querendo conhecer A Lôca, mas também não queria cortar o barato de ninguém... daí fomos para o Massivo. Tava muito ruim. E resolvemos ir para o Ultralounge denovo. Não tava tão bom como na noite anterior. A música não era das melhores, apesar de não ser ruim. Estava muuuuito cheio e tinha um povo mais chinelo. De toda sorte, eu me diverti muito, em todas as noites e tb. bebi muito em todas as noite - não que uma coisa esteja relacionada diretamente com a outra (?!).
Na sexta, fiquei em "casa", o Diego pediu uma pizza, comi uns pedaços, mais dormindo do que comendo. O Maicon foi embora à tarde. A escola terminou ao final da manhã.
No sábado fomos para a 25 de março, fiz minhas comprinhas básicas. À noite, a Rosane e a Moema passaram lá no Cepeusp e nos levaram para jantar. Fomos numa pizzaria no Shopping Morumbi. Comi muuuuuuuuuuuuuuuuito. Uma loucura. A pizza de chocolate não tem explicação. Depois elas nos levaram para tomar um café num lugar todo fofo... tomei um café tri gostosinho. Chovia cântaros.
Ah, nesta noite o chefe da Arianna - sim, minha irmã mexicana - me ligou e tentamos um encontro frustrado lá no morumbi. Eu nao sabia quem ele era, e vice-versa. Sim, lá em Portugal eles tb. fazem assim. Que pena.
Domingo, voltei para Porto Alegre.
É, basicamente, foi isto.
sexta-feira, fevereiro 14, 2003
Mãe com braço enfaixado, carro pra oficina (lembra dos mais de 800 pila?), carro pra oficina (geometria, balanceamento... claro que descobriram que tinha que fazer cambagem, na frente e atrás!!!), mais 160 reais; acordo, abro o freezer e tá tudo degelado, tô sem tv pq. a minha caiu das alturas e quebrou, impressora tá em pedacinho pq. a tv caiu e levou a impr. junto.
Não seria esta a hora de um marido rico ou uma mega sena acumulada aparecer na minha vida?
Não seria esta a hora de um marido rico ou uma mega sena acumulada aparecer na minha vida?
quinta-feira, fevereiro 13, 2003
meio dia e meia, to no campus, preciso almocar, depois ir pro centro, rodoviaria, bla bla bla. vou ver se consigo um trabalho lah em Santo Antonio da Patrulha, tenho que pegar o onibus na rod. Espero que consiga... me ocuparah duas manhas, e serah um dinheirinho... jah que to totalmente quebrada e sem uma fonte de renda qualquer. :-(
Deseja sorte pra mim, tah?
Deseja sorte pra mim, tah?
quarta-feira, fevereiro 12, 2003
sem tempo, sem tempo.
só pra constar, tô puta da cara com aquela lá sem noção de pontas, lembra??? Pois é...
Deixa assim.
Ah, rombo básico, revisãozinha do carro... 800 e poucos reais. Tá né, tão achando que a gente é rica.
Chegaram as camisetas comemorativas do Londres na Boa... é foda ser podre de chique, né?
só pra constar, tô puta da cara com aquela lá sem noção de pontas, lembra??? Pois é...
Deixa assim.
Ah, rombo básico, revisãozinha do carro... 800 e poucos reais. Tá né, tão achando que a gente é rica.
Chegaram as camisetas comemorativas do Londres na Boa... é foda ser podre de chique, né?
terça-feira, fevereiro 11, 2003
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