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sábado, junho 26, 2010

Mulherzinha



Um projeto interessante que tem aqui na cidade é o Women's Project. Descobri o teatro quando passei pela frente uma vez, voltando do show do Colbert Report.

Ai, cheguei em casa, procurei pelo website e me cadastrei no mailing list delas. Quase um ano se passou a nunca ouvi falar das mulherzinhas, ateh que recebi um email pedindo para atualizar meus dados no website. Atualizei (com a mesma informacao, diga-se de passagem) e um dia depois recebi um email com ingresso gratis para assistir a peca Lascivious Something
.

O, beleza... fui com minha amiga Mandy e tivemos uma noite bem agradavel. Gostei da peca. Bastante. No final, passei numa lojinha de vinhos que tem lah pertinho e comprei um vinho verde por 5 pilas. Barbadex. Tenho que lembrar de passar por lah mais vezes. Adoro vinho verde no verao. Especialmente com umas frutas vermelhas na taca (copo sem cedilha).

Esta foi uma da serie teatro de graca em Nova York. Agora jah estou me sentindo em Porto Alegre. Sim, estou comparando teatro de camara com Broadway, por que, vai encarar?

quarta-feira, maio 26, 2010

Teatro, musicais, Broadway (ou, vidinha mais ou menos)



Tudo começou com um email que minha amiga I-Ching, uma Taiwanesa fofa que eu adoro, me encaminhou um email que oferecia ingresso para assistir a um musical que começaria sua pré-estreia na Broadway. Claaaaro que eu respondi ao email, e depois encaminhei para outras amigas.

Daí que recebi a resposta e ganhei um par de convites. Outras amigas também ganharam.

Foi meu segundo musical na cidade, o primeiro na Broadway. Eu não gosto de musicais, mas gostei desse porque era precisamente sobre um dia num estúdio de gravação da Sony Records, numa noite de um lendário encontro de Elvis Presley, Johnny Cash, Jerry Lee Lewis e Carl Perkins. Encontro que ocorreu uma única vez na história, bla bla bla. Então foi bacana porque o povo não ficava cantando, dançando e interpretando (essa é minha "coisa" com musicais, prefiro tudo separado, a não ser que seja ópera).

Enfim, The Million Dollar Quartet foi bacana e, de graça, até injeção na testa.

sábado, março 20, 2010

Ah, a primavera...


Finalmente tempo agradável nesta cidade. O dia está lindo lá fora. Tem sol, faz 20C, acredita?

Lá fora... sim, e eu aqui dentro, sim.
Saí ontem, saí anteontem. Não preciso sair todos os dias das minhas mini-férias, né?

As férias começaram na sexta-feira passada, mas daí choveu, choveu, choveu, teve vendaval e o escambau. Na casa da mãe do Dee eles ficaram sem energia elétrica até terça-feira! Meus planos eram de curtir Nova York no findi passado e daí viajar neste findi para Maryland, visitar a Jackie e a Karen (seu marido e a filhinha deles, a Isabela, recém nascida), mas aí dormi, dormi e dormi no findi da chuva e temporal. Dormi, cozinhei e malhei. Só.

Pobre que se preza não pode ter muitas férias, né? Então apesar de estar em férias das aulas, eu tive que trabalhar. Trabalhei segunda, terça e quarta. Por isso minhas férias começaram, de verdade, na quinta-feira. Aí tirei o atraso!

Quinta fez um dia lindo, temperatura agradável... para comemorar o início da primaver por vir, pintei o cabelo de vermelho e fiz as unhas com uma combinação de esmaltes que ficou um espetaaaaculo! Fui no meu quiroprata, caminhei, caminhei, caminhei pela cidade, fui no Trader Joes comprar coisinhas baratas e saudáveis e terminei a noite no Nevada Smiths, onde fui encontrar amigas e amigos queridos, bater papo, ver gente e me divertir bastante.

Na sexta, outro dia lindo na cidade. Coisa boa uma sonequinha no meio da tarde quando tá quentinho, né? Sim, é bom dormir quando chove e é bom dormir quando faz sol. Oh, vida. Sei que passei o dia pensando se ia ou não numa super festa que aconteceria à noite. No final decidi ir.

Agradeço ao bom Senhor que nos protege por ter colocado bons pensamentos na minha mente e me feito decidir por ir a tal da festa, porque estava triiiii boa. Melhor festinha que já fui aqui em Nova York. Monte de gente querida, velhos e novos amigos, caipirinhas, música, temperatura perfeita... ai, ai. Coisa boa.

Aí hoje, fui dormir às 5 da manhã, acordei às 11h30. Agora são 4h30 e eu, uma preguiçosa, estou aqui dentro de casa, atualizando o blog e pensando nas leituras que tenho que fazer e nas coisas que tenho que escrever com prazo para segunda-feira. Sim, férias naquelas, né? Com o mundo de trabalho que a gente tem pra fazer com prazo já para o primeiro dia pós-férias, é claro que se terá que usar tempo das tais férias.

Enfim, o importante é que é primavera e que minhas unhas estão impecáveis. Morra de inveja.

sábado, janeiro 09, 2010

Fotos de Madrid



Depois de pouco mais de um mês, finalmente coloquei fotos da viagem para Madrid online. Elas estão disponíveis no Facebook. São três álbuns: Madrid!, La madrileña! e Spanish-German-(English)-Brazilian meeting. As fotos capturam um pouco da minha experiência nessa cidade espanhola.

A estada foi excelente, foi ótimo reencontrar o Richard e contar com a hospitalidade dele. Foi bom encontrar o Heiko; foi ótimo caminhar pelas ruas de uma nova cidade.

Um dia eu volto.



sexta-feira, dezembro 25, 2009

Tudojuntomisturado



Hoje recebi um comentário da Su aqui no blog e lembrei que não atualizo este espaço há algum tempo.
Sim, sim, faz tempo...


Depois do enlouquecedor final de semestre, entrei em férias no dia 24 de dezembro. Fiz coisinhas de aula até o dia 22, quando entreguei meus últimos trabalhos e depois trabalhei o dia inteiro no dia 23. Dia 24 eu só queria dormir e descansar. E ficar em casa sozinha. Como todas as meninas aqui do apê são dos Estados Unidos (sim, fora a flor de formosura - que já se mudou, aliás), eu imaginei que teria a casa só pra mim e poderia curtir uma tranquilidade, finalmente. Grande ilusão...

Até a noite do dia 24, uma da meninas - a que mora mais próximo, diga-se de passagem, e que costuma passar os finais de semana em casa durante o semestre - resolveu ficar por aqui. Todoas as outras já tinham ido embora no início da semana, mas ela continuava - e com ela, suas louça na pia, claro.

Na manhã do dia 24, depois de dormir até cansar, resolvi limpar e arrumar meu quarto. Com prazer, joguei toda a papelada de física no lixo. (eu comentei da disciplina de física que fiz neste semestre? e que me fez odiar física?) Para o lixo foram muitos papéis e revistas. À tarde recebi uma caixa de presentes da minha mãezinha - ah, o natal! Ganhei dois cachecóis LINDOS DE MORRER que fora feitos pela Gleci. Além disso, a caixa veio recheada de várias coisinhas fofinhas-da-mãezinha. Recebi também uma outra caixa, com um armário que eu havia comprado para colocar coisas de cozinha. A maior parte das coisas de cozinha estava no meu quarto, num armário, daí resolvi colocar mais um armário no corredor e colocar tudo de cozinha lá. Quer dizer, "tudo" naquelas, né? Basicamente comidas, porque não deixarei minhas panelas e afins ao alcance das porquinhas.

Montei o armário, transferi as comidinhas e todo o resto, limpei tudo, guardei cachcóis e blusões no espaço que abriu no armário que estava no meu quarto, tirei pó, passei aspirador, queimei incenso, ouvi música... Ai, que delícia!!!

Recebi a visita da minha amiga I-Ching, que trabalha na biblioteca também. Ela é um amor de pessoa; ela havia preparado uns biscoitos tradicionais chineses e veio me trazer de presente de natal. Tão fofinha!

À noite, a menina que é de Jersey (a cidade/estado aqui do lado) finalmente foi passar o natal com a família. Ah, sim, ela resolveu, estranhamente, ficar por aqui, porque agora está com um namorado novo, então os dois passaram estes dias por aqui. Claaaaaaro. Antes de ir embora ela finalmente lavou a louça: uh-huuu!

A noite do dia 24 foi então tranquila, vendo filminhos, na paz da minha casinha. Foi também de muita alegria, ao receber a notícia de que a mãe do Adiso está respondendo positivamente ao tratamento e que o tumor parou de crescer. Pareceu coisa de filme, com milagre natalino.

Dia 25 fiquei em casa, fiz comida: arroz, feijão, couve, farofa (mamãe mandou minha farofa à base de soja favorita!) e limpei a geladeira. Joguei um monte de lixo fora (porque a fofoluxa de Jersey deixou o cesto de lixo CHEIO de garrafas de cerveja. ô povo sem noção!) e tive mais um dia tranquilinho e de paz.

Eu queria muito ter ido passar no natal com a Jackie, em Bethesda. Eu adoro aquela guria e gosto muito da família dela. É sempre agradável ir pra lá, mas eu estava tão cansada do final do semestre e do trabalho que não tinha energia para, no dia 24, arrumar malas, pegar busum e viajar, eu precisava de um pouquinho de descanso.

Pela necessidade de baixar o ritmo também acabei declinando as propostas de ir para Amherst e passar o natal com a Ana e o Bruno, ou mesmo aqui em Nova York, com a Naiara e o Koonj. O descanso foi bom, e merecido.

No dia 26 eu tentei lavar a roupa, mas ainda estava difícil... a montanha de roupa suja crescia e crescia. O trato na casa sofreu um intervalo e fui cuidar das minhas unhas, cabelos, pele... e ainda bem que fiz isso, porque ao finalzinho da tarde apareceu um convite pra ir no MoMA, ver filminho do Tim Burton. Irrecusável! Que bom que eu já estava prontinha. Então assistimos A fábrica de chocolate; na seqüência (porque eu sou da velha geração, sim, eu uso trema) comemos muito chocolate na Casa do chocolate, no Brooklyn.

A noite estava terrível: chovia, ventava, fazia frio. Mas eu estava em férias mesmo, ora bolas... então acabei a noite no East Village, numa festa de músicas de diferentes partes da África. Foi interessante.

No domingo pela manhã fui encontrar com "meu tutor no Brasil", o prof. Olival, que está por um período em Boston (no MIT, porque ele é chique, benhê) e esteve em Nova York no final de semana. Então fizemos um brunch e depois fomos na Century 21, meu paraíso de compras, para encontrar algumas roupas de inverno para a Indianara. Eu falei pelos cotovelos, pra variar. Foi um domingo bem bacana e o dia estava lindo! É impressionante: a noite anterior estava um nojo, o dia seguinte, uma beleza... vá entender!

Segunda, dia 28, eu fiquei na minha casinha e finalmente lavei a roupa. Montes de roupa. E assisti filminhos na tv. Foi um dia de preguiça. Um bom dia de preguiça.




Na terça eu tinha consulta com minha nutricionista, quer dizer, não a minha, mas uma outra, porque a minha não estaria disponível nesta semana. Adorei esta outra nutri! Acho que vou trocar várias das minhas consultas (que já estão marcadas para o semestre inteiro) por consultas com esta outra, ela é ÓTIMA!

Então fui cedinho na consulta depois me encontrei com a I-Ching e outra amiga dela + irmã e fomos para Chinatown, para um dia de Dim Sum (minha comida favorita). Foi muito divertido passar o dia em Chinatown com a I-Ching, agora eu só quero ir praquelas bandas com ela. É muito mais negócio estar em Chinatown com alguém que fala mandarim...

Meu, tava frio, frio, friiiiiiiiiiiiiioooo!!!

Daí no final da tarde o Adiso veio aqui pra casa, jantamos e vimos DVD. Pobre da criatura. Ele estava mal, mal, muito mal. Ficou com febre, tomou remédio, suou litros... passou uma noite do cão, o coitado. Eu fiz uns chazinho (cheio de várias-coisas-tudo-junto-misturado-muito-mel-gengibre-e-limão) e ficava como a minha mãe faz comigo: "toma enquanto tá quente, tem que estar quente!", a fruta nunca cai longe do pé...

No reveilão eu tinha decidido que ficaria em casa. Não queria ir pra nenhuma das festas possíveis. Uma das meninas voltou pra cá no final da manhã do dia 31, para passar a virada com o namorado, que também chegaria algumas horas depois. A I-Ching veio almoçar aqui em casa, então convidamos a outra menina para comer conosco. Findo o almoço, findou-se também a uma semana em que coloquei uma toalha de mesa que resistiu a refeições numa boa. É claro que minha colega de casa tinha que derramar algo na toalha. E já que é para derramar, que seja shoyo, né?

À noite ela e o namorado jantaram na cozinha. Ao final da janta, a toalha ganhara marcas da garrafa de vinagre balsâmico e mais uma outra grande mancha escura de não sei-o-quê, que foi derramado na mesa. Hoje, dia 03 de janeiro, ainda tem louça na pia que ela deixou no dia 31. E tem lixo até no chão, por causa dos montes de garrafas de cerveja. No banheiro, há dois dias acordo e a descarga não foi dada; perto da banheira, tem pacote de camisinha aberta jogado no chão. Não, não vou tirar o lixo, nem juntar pacote de caminha, tampouco reclamar da louça, mas já tirei a toalha da mesa. O ano recomeça e a paz de estar sozinha em casa - ou simplesmente ter a casa limpa - já se foi. É um pouco triste quando penso que minha maior alegria de morar aqui é aguardar ansiosamente por pequenos dias quando todas estão fora.



De volta à virada... acabei sendo convencida a ir numa das festas, na casa de pessoas que eu nem conhecia. Foi em Park Slope, no Brooklyn. Pelo menos neste reveillon eu vesti roupinhas claras para tentar fugir do pretinho basico de inverno. Eu fiquei muito feliz de ido porque conheci um monte de gente interessante e finalmente estive numa festa aqui nos Estados Unidos que me lembrava mais o tipo de reuniões que tinha no Brasil, com minhas amigas e amigos. Tudo bem, sem a caipirinha, sem o churrasco (no RS), sem o mar (na BA). Acho que a melhor descrição pra minha festa de reveillon seria dizer que eu me senti como num filme do Woody Allen. Com tudo de bom, ruim, maluco, profundo, desconcertante etc que possa ter, com diálogos fantáticos, sinceros e surreais. E com neve.

terça-feira, outubro 20, 2009

Rio2 - o final da saga de verão(US)/inverno(BR)

Ou senta, que lá vem a história...


Cheguei no Rio e peguei um busum direto pra Niteroi. O onibus chegou rapidinho no aeroporto mas demorou um seculo num engarrafamento. Entretanto foi bacana andar pelo Rio de onibus; passei pelo campus da universidade federal, pela Fiocruz (eu acho tao fofo ver aquele predinho lah no alto), pelos pilares com as mensagens do Gentileza... foi bacana.

Fui ateh o fim da linha do onibus e liguei pra Ana, que foi me buscar de carro. Cheia das mordomias, fala serio!

Fomos pra casa e almocamos uma comida tri boa. Hmmmm arroz e feijao... hmmm salada de cenoura com queijo... tri bom, tri bom.

Depois fomos tirar foto para o visto e passear no shopping. No dia seguinte a Ana foi comigo, tadinha, ateh o consulado. Levantamos cedo e, pela primeira vez, peguei a barca de Niteroi para o Rio. Nossa, eh tao rapidinha a travessia.

No consulado foi tranquilo, como se esperava. Ah, vi uma famosa por lah, a Cristiana Oliveira, com o baby namorado. O menino com cara de bebe, um gurizinho. Parece que ele nao ganhou o visto...

O que doeu na alma foi pagar 240 reais para o meu passaporte ser enviado como encomenda expressa. Se eu esperasse o tempo normal a previsao de entrega seria para 15 de setembro. Palhacada, neh.

No consulado do Rio eles nao utilizam o servico dos Correios mas da TNT. Po, 240 reais para mandar meu passaporte pra Poa! Eu paguei 140 reais a passagem pra Poa.

Ao sairmos do consulado passamos numa feirinha que acontece no inicio do mes, terca, quarta e quinta, ali quase na frente da estacao das barcas. Nooooossa, tudo de bom. A gente ficou um tempao lah, olhando as coisinhas mas, acima de tudo, batendo papo. Conversamos horrores com as expositores. Super queridas. E eu cai em tentacao, eh claro, e comprei mais penduricalhos. Po, mas meu anel novo eh lindo de morrer. E minha bolsa eh super fofa. Sim, o colar e os brinquinhos tambem...

Fomos pra casa, almocamos e dai fomos num dos lugares com a vista mais bonita que eu ja vi no Rio: o parque da cidade. Eh indescritivel, belo, fenomenal. Vale a visita.

Lah em cima fomos atacadas por saguis. Po, os macaquinhos sao "sinistros". Muito divertido. Ah, e a Ana e a Carol foram comidas por mosquitos, tadinhas. Depois passamos numa das sedes do BB e de lah fomos pra casa. Ganhei caroninha denovo pro aeroporto e nao tinha qualquer congestionamento dessa vez. Chegamos cedinho, fiz meu check-in na maquininha - pra evitar que as vaquinhas da TAM inventassem de despachar minha mala e fomos pra praca de alimentacao.

O Dani ficou de ir no aeroporto para eu entregar o iPod. Ele chegou nos 45 do segundo tempo.

Quando eu embarquei jah estavam chamando meu nome no alto-falante. Gente apressada!

Cheguei em Porto e minha tia estava me esperando. Chegamos em casa e eu resolvi bater na porta, ao inves de entrar. Eu nao queria que minha maezinha infartasse. Ah, sim, ela nao sabia que eu ia pra Porto.

Dai meus dias em Porto Alegre foram soh alegria: comer, beber e dormir. Com enfase no dormir.

Foi tao bom passar uns diazinhos em casa com minha maezinha. Ir nos restaurantezinhos naturebas de Porto. Ai que saudades de comida gostosa, saudável e barata.

Na quinta-feira a noite chegou meu passaporte. Alivio, missão cumprida. Ah, e na quinta fomos num super show do Lenine, foi oooootimo! Lenine eh barbaro. Uma mina gritou da platéia: gostoso!!! Ok, Lenine é bárbaro, mas gostoso...


Encontrei com a Eliane no aniversário da Mari, numa pizzaria na Cristóvão. Ê, tradição. Vi minha afilhada linda e fofa. Nossa, ela está tão gigante e enorme e querida. Se isso não é sinal de que eu estou ficando velha, eu não sei o que é!

No sabado fomos na Feira Nacional do Calcado, em Novo Hamburgo. Nossa, Novo Hamburgo. Essa cidade sempre me faz lembrar do Nelson, da Deise, da Mariana (que está um mulherão), do Gaspar. Novo Hamburgo, Novo Hamburgo... caminhamos horrores pelos pavilhões e só encontrei dois lugares com calçados que me serviam. Absurdo, né? Isso é uma coisa boa dos istêites, tem calçados para meus pezinhos (mesmo que tenham sido fabricado no Brasil! Sério.). Mas sei que comprei uma bota pela qual estou apaixonada. Ela é linda e ótima e ultra confortável. Melhor compra dos últimos tempos!

Falando em compras, o espírito consumista baixou nesta pessoa aqui durante a estada no Brasil, né? Diferença cambial é uma merda. Enfim, comprei mais penduricalhos. Agora sem ser na versão semente, folhinhas, mamãe-eu-sou-exótica, mas na versão pérolas, brilhinhos e eu-sou-chique-benhê.

Demos voltinhas no Brique de sábado e, na maior das casualidades, encontrei com o Maicon e com o Adriano. Foi tão bom revê-los. Imagina: eles moram em Pelotas e foram só passar sexta e sábado em Poa! Ah, as coincidências da vida...

Ao final da minha segunda viagem a terrinha, enchi a mala de feijão, café, pão de queijo, proteína de soja texturizada (acredita que é difícil encontrar aqui??? Aliás, pode me mandar pelo correio, tô aceitando). Como praticamente não levei roupas dessa vez, já que ia pra casa, eu fiz a festa. Só não coloquei mais coisa porque não tinha como carregar. Não precisei fazer supermercado sério por um mês. Ainda tenho comidinhas brasileiras. Ao entrar nos Estados Unidos da América, na maior cara de pau, quando perguntada se tinha algum alimento na mala eu disse que não. Sou besta, por acaso?

Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Perdi uma semana de aula, mas não foi nada demais. Demorou um tempo até que eu colocasse a casa em ordem (uns dois meses), fui a falência por causa da grana inesperada que tive que gastar, mas não fiquei super triste. Eu sabia que seria apenas uma questão burocrática e financeira, que tenho amigos com quem posso contar (não tenho como agradecer a Ana, no Rio) e que a emergência não era por nenhuma questão de saúde.

Ah, sim, pára tudo. Volta um pouco. Agora lembrei. Nesta brincadeira toda é claro que eu arranjei alguma pereba, né? Nem foi pereba, mas arranjei uma inflamação num tendão aí no ombro. Reza a lenda que foi por causa da natação diária combinada com os longos vôos seguidos e pouco descanso. Então fui no médico no Brasil, no SUS, e tomei remedinhos por 10 dias. Eu mal podia vestir minhas calças sozinha. A dor era tal que eu cheguei às lágrimas num dos dias. Sinistro. Mas melhorei. Depois fui na médica aqui também, ela revisou, e agora estou melhor. Sim, continuo nadando. Não diariamente, porque não tenho tempo, mas três ou quatro vezes por semana.

Voltando... então, eu estava tranquila porque a emergência da viagem não era por motivo de saúde. Algo que sempre me preocupa é que algo aconteça com minha mãe enquanto eu esteja longe, nos Estados Unidos, na Bahia, ou na pqp. Se minha mãezinha está bem, então está tudo bem.

E esta foi minha saga consular para encerrar meu primeiro verão estadunidense.

sábado, outubro 17, 2009

Obrigada, obrigada!




Deprimente, deprimente... pelo menos ganhei 25% pra usar num dos sites. Bacana, não?

Para minhas amigas e meus amigos, obrigada. Obrigada pelos recadinhos fofos no orkut, no facebok, pelos emails, telefonemas, recado desaforado na secretária eletrônica, cartões, beijinhos, abraços, risadas e pela elevação da concentração de etanol no meu sangue. Obrigada. Vocês fizeram meu dia!

Para quem esqueceu meu aniversário: não esquente, eu nunca lembro de aniversários, eu entendo perfeitamente! Mas ainda está em tempo para massagear meu ego e me deixar ainda mais enjoadinha. ;-)

quinta-feira, agosto 20, 2009

NYC? Si, como no!





O Martin veio para cá em Agosto e passou uns diazinhos comigo. Logo quando chegou fomos fazer um tour aqui pelo bairro, reconhecimento da área, ir ao supermercados - para ele saber onde comprar coisinhas durante a semana. Passamos num super aqui perto e ganhamos provinha de Strawberry shortbread que é uma torta de morango bem tradicional aqui.



Fomos no Fairway - meu supermercado favorito para comprar legumes, verduras e carnes - e ganhamos provinhas de café gelado (ao leite, capuccino e puro).

De lá subimos pela Broadway e passamos num outro supermercado onde ganhamos provinhas de frango fatiado. Depois andamos, andamos e na volta passamos pelo West Side Market - meu supermercado favorito para comprar queijos - e comemos provinhas de queijos e bolachinhas de arroz com molhinhos variados.

Passamos também pela Ricky's, minha loja favorita de produtos de beleza, higiene, fantasias etc.




O plano era ir para um brunch num lugarzinho bacana que eu tinha ido com a Brenna, mas não tínhamos comido nada. O lugar é famoso pelo brunch. Mas cadê a fome? Enfim, chegamos em casa e liguei para o lugar para ver até que horas era servido o brunch, tarde demais.

Pegamos o trem e fomos para downtown, ainda em busca do brunch sagrado. Quando saímos da estação do trem e começamos a andar, avistamos uma feirinha... e lá fomos nós. Andamos pra lá e pra cá. O Martin comprou um chapéu, eu comprei uma tajine - já que a minha, que comprei no Marrocos, ficou em Porto Alegre.



Na feira também acabamos comendo coisinhas de graça: granola, arroz, sopa... andamos um montão e passamos por mais outra feirinha e o dia - lindo, por sinal - passou. Não rolou o brunch mas nem tínhamos fome.

No domingo fomos para Chinatown para o brunch chinês: o dim sum. Acho que já falei que dim sum é uma das minhas comidas favoritas aqui, né? O Martin foi super corajoso e até comeu os temidos pés de galinha!



O dia foi longo... andamos, andamos e andamos por Chinatown, com direito a se perder um pouco, claro. Afinal, é Chinatown!

Fomos até o pier, descansamos, admiramos a Brooklyn Bridge e andamos pelo distrito financeiro, a famosa Wall Street e chegamos, claro, na meca do consumo (para mãos-de-vaca): a Century 21. O Martin ficou impressionado com os preços na loja. Fizemos umas comprinhas básicas e ele ficou de voltar antes de partir para Buenos Aires.

No meio da semana eu trabalhei e o Martin vôou as tranças pela cidade. Numa das noites fomos a um coquetel por causa da Fulbright. Era uma recepção na casa da família Gandhi. A casa que um dia foi a residência, em Nova York, da Eleanor Roosevelt. Chique do úrtimo. Depois de muitos vinhozinhos, voltamos pra casa



No final de semana seguinte nós fomos visitar a Jackie, minha eterna roommate e uma das pessoas mais queridas que eu conheci nos Estados Unidos. Pegamos um ônibus até Washington, D.C., o que levou uma viiiiida. Chegamos lá e a Jackie nos pegou e fomos encontrar a Karuna e um amigo delas em um restaurante em Georgetown, uma cidadezinha fofa que fica pertinho de Washington.



Fomos então para a casa da Jackie, em Bethesda - Maryland, e caímos num sono profundo. Na manhã seguinte tomamos café da manhã na Madeleine (meu lugarzinho favorito naquela região). Pegamos a estrada com destino a uma praia, a tal da Virgina Beach. Era longe. Este povo aqui acha que tudo é perto. Para eles, pegar a estrada e dirigir 6 horas para ir até a pria e voltar, no mesmo dia, é beleza. Gente sem noção, né? Como pegamos um trânsito dos infernos, mudamos os planos, paramos numa cidadezinha no meio do caminho e pedimos informações num posto para turistas. Acamos indo para um piscinão de ramos versão estadunidense. Ou seja: chique, mas com farofa. No caminho para o piscinão (que é um lago bem bacana, com ondas, num lugar super bonitinho). Paramos numa vinícula e experimentamos vários vinhozinhos. Uh, delicia: farofa turbinada!



No dia seguinte os latino-americanos foram finalmente tomar café da manhã tipicamente estadunidense. Sim, panqueca, café, ovos... só faltou o bacon, porque ninguém pediu. E para completar a festa, fomos às compras... em loja de 1,99 (que aqui é 1 dólar)! Pobre é um espetáculo, né? Não resiste a uma lojinha de quinquilharia. Mas nada como quinquilharia de primeiro mundo, não? Comprei uns livros bacaninhas, dicionários e badulaques mil por um precinho camarada.



De Bethesda pegamos o metrô para Washington e fomos bater perna na capital do país. Detalhe: sob um sol dozinferno (sic) e cheios de sacolas. O Martin, com peso na consciência ou cavalheirismo, resolveu carregar todas as minhas quinquilharias - que pesaram horrores - durante a bateção de parna na cidade. Ele fez isso porque eu já bati perna por lá em outros carnavais e então estaria indo 'só por causa dele', o que não é totalmente uma inverdade, mas tampouco me importo de revisitar lugares por onde passei. Fizemos o circuito básico dos prédios públicos e monumentos e depois pegamos o busum de volta pra Nova York.

Na semana seguinte meu portenho favorito foi embora e deixou ótimas lembranças para meu primeiro verão como "moradora" em terras Yankes.



quarta-feira, junho 17, 2009

Mi Argentino Querido



Na linha adivinha... adivinha quem vem me visitar, quem, quem, quem???
Meu argentino favorito!!!

Sim!!! O Martín vem passar uns dias na grande mação no verão. Estou louca que ele chegue logo. Vai ser tão bom andar pra cima e pra baixo com ele.

Tá, não vai dar pra encher a cara de roska, mas a gente pode encher a cara de mojitos e afins.

Oh, pode trazer dulce de leche, bocaditos, casaco de couro, crema tremontana, bife de chorizo...

segunda-feira, junho 15, 2009

Greer, Carolina do Sul.



No feriadão do Memorial Day (última segunda-feira de maio, 25 de maio, em 2009) eu fui pruma super viagem de carro pelas estradas dos Estados Unidos. O destino: Carolina do Sul.

Um amigo estava de aniversário. Os pais dele mora na Carolina do Sul e queriam que ele fosse para lá. Ele disse que iria, mas levaria uns amigos... no total fomos quatro num carro, quatro noutro carro, um menino numa moto e mais quatro pessoas num avião. Sim, num avião, já que um dos meninos é piloto e o negócio da família é voar para todos os lados. Eu estava num dos carros.

Na ida paramos numa cidade no estado de Virginia, onde passamos a noite e saímos cedinho pela manhã. Nossa anfitriã, couchsurfer, hospedou todo mundo (menos as quatro pessoas do outro carro, que dirigiram diretaço). Era uma mina muito louca, gente boa, toda ligada em arte. Sabe, né? Essa coisa artista-porra-louca-natureba-que-enche-a-cara. Pois. A casa era uma história à parte: uma bagunça, uma sujeira, nossa! E havia apenas uma regra: descarga no banheiro era permitida apenas para sólidos. Argh! Foi divertido. Eu me diverti, pelo menos.

Na manhã seguinte continuamos na estrada e chegamos ao destino final no meio da tarde. São umas 13 horas de viagem de Nova York até Greer, a cidade dos pais do Jay. Cruzamos diversos estados na ida e na volta (voltamos por um caminho diferente da ida). Foi uma viagem super cansativa, mas que valeu a pena cada minuto.

Saímos no final da tarde de sexta-feira. Na manhã de sábado tomamos café da manhã num lugar todo estiloso e natureba, onde o cardápio permitia transformar pratos vegetarianos estritos em ovolactovegetarianos. Sim, sim... não o contrário. O padrão é ser tudo vegano. Minha amiga Carol iria amar. Depois disso: estrada. Chegamos nos pais do Jay: paraíso. Uma linda casa, à beira de um lindo lago e uns anfitriões super fofos.

Fomos dar uma volta de barco para conhecer o lago. Ah, sim, eles têm um barco no quintal. Ah, sim, o quintal é literalmente à beira do lago. Depois do passeio, uma janta com prato típico sulita: low country boil, uma receita com batata, camarão, salsichão e milho verde. Delícia! Ah, detalhe, servidos sobre folhas de jornal. (Já tô vendo o povo se revirando no Brasil e falando que é anti-higiênico.)

Barriga cheia, lagartear um pouco. Ok, sem sol, apenas mosquitos, e preparar-se para a noite: line dancing!

Ah, meu filho, em Roma, haja como os Romanos! E lá fomos nós para a pista de dança e lá fui eu tentar fazer os passinhos. Foi muito divertido. E o preço das coisas??? Eu quero me mudar pro sul! Encher a cara lá deve ser um espetáculo, é muito barato, em comparação com Nova York.

Na manhã seguinte fomos à igreja. Assistimos uma cerimônia Batista não-tradicional. Rola uma cerimônia tradicional (para os mais velhos, dizem eles) num outro horário. Bacana que rolava comida. Tinha uma mesa no fundo, com cafés, chás, bagels, cereais... e a cerimônia foi na quadra de esportes da igreja. Detalhe: com power point! Perdoai-os, Senhor.

De lá, seguimos para um café da manhã. Espetáaaaaaaaaculo! Depois voltamos pra casa e ficamos jogando vôlei no lago, andando de barco e curtindo esportes aquáticos. Não, eu não fiz nenhum dos esportes/brinquedinhos (esqui aquático e outros dois que não lembro o nome), só fiquei dentro d´água, jogando bolinha pra lá e pra cá. Aí, todo mundo cansado, já fora d´água, a Silvinha pergunta o que era aquilo nos pés dela. O Amit olha e diz... ah, são sanguessugas. Hein? Todo mundo olha pros pés. Estávamos cheios de minúsculas sanguessugas. Argh que nooooooooooooojo!!! Nunca tinha visto uma sanguessuga na vida. Eu achei que fosse morrer. Tá, menos. Mas achei muito nojento.

Nem preciso dizer que ninguém mais brincou no lago, né?

Banhinho bom. Filminho no DVD. E churrasco estadunidense na janta. Foi meu primeiro churrasco. É bonitinho, como nos filmes. Mas meu churrasco teve um tempero especial: chimichurri. É que os pais do Jay têm amigos uruguaios e eles gostaram de chimichurri, então esses amigos sempre dão pra eles. Tri, né? Êta, mundo pequeno.

O final de domingo foi regado à jogos de tabuleiro, conversas e afins.

Na segunda-feira saímos cedinho pela manhã, pegamos a estrada e cheguei na minha casinha 14 horas depois. Dia longo.

Alguns dias depois os pais do Jay mandaram um email para todos nós, agradecendo o presente (nós compramos flores, cartão e um vale-presente), convidando para voltarmos e pedindo para enviarmos fotos. Muito fofos.

E essa foi minha primeira experiência pelo sul deste grande país.

domingo, dezembro 28, 2008

Baladeenha*




Ontem fui numa festinha num clube chamado Pink Elephant. O evento era o encontro do grupo de jovens profissionais de Nova Iorque que curtem vinho. Sim, eu faço parte desse tal grupo. Daí uma amiga minha, francesa, que também curte vinhos e queijos, por acaso também faz parte desse grupo - e a gente nem sabia. Eu convidei umas amigas pra ir, mas elas se fresquearam e resolveram não ir. E a Marie, a francesa, me convidou pra ir, ela disse que queria ir mas não tinha companhia. Pronto, juntou a fome com a vontade de comer. Fomos.

Aí primeiro entramos num lugar, subimos um monte de escadas e descobrimos que estávamos num lugar para meditação. Ops, lugar errado. O Pink Elephant era do outro lado da rua. Tá. Entramos.

Ah, sim, esqueci de comentar a parte mais importante: entrada de graça, claro. Mas não é só isso: open bar por duas horas. Mas não é só isso!! Queijos e pãezinhos de graça. Um moooooooonte de queijo.

Meu, é claro que eu bebi várias vodka com cranberry (aliás, o open bar era só de vodka) e comi toneladas (menos, menos) de queijinhos tri bons.

Ainda acabei encontrando uma pessoa que eu conhecia 'virtualmente' por lá, no maior acaso. Explico: uma menina do Couchsurfing me escreveu perguntando informações sobre o Brazil e eu dei. Como eu tenho este nome sui generis (que só o meu colega brasieliro acha que deve ter um montão), ela acabou me encontrando na festa, porque viu meu nome (eu sei que é neste momento que minha amiga Flávia vai parar e pedir pra explicar direito, e eu vou me fazer de louca).

Mas o lugar era bem bacaninha e a festa tinha gente de todos os tipos e idades (acima de 21, né baby). Isso foi muito bacana, nunca tinha visto uma festinha tão diversificada.

Enquanto minha amiga Flávia não vem me visitar, pra gente ir nessas baladinhas 0800, minha sugestão é para ficarem atentos à inauguração do Pink Elephant Sao Paolo (sic)!

Dá pra ir em Sampa e depois em NYC, e comparar.


* Texto dedicado a minha amiga Flávia

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Ah, a juventude...



"One of my Facebook friends" my paper is due in 36hours.i still hve to read 2books and to write the intro and the conclusion.its 5am and im back from...3 parties:S. 3 hours ago - Comment*


Tenho energia pr'essas coisas não, meu rei.




* "um dos meus amigos no Facebook" o meu artigo é para daqui a 36 horas. Eu ainda tenho dois livros para ler e tenho que escrever a introdução e a conclusão. São 5 da manhã e eu recém cheguei de... 3 festas.

terça-feira, dezembro 16, 2008

Quase em férias!



Falta pouquinho. Mais dois dias e serei livre. Mas perderei minha coleguinha de casa favorita. Esta semana fizemos bolinhos; eu fiz um bolo integral e ela fez um cheescake (na verdade era um flan, mas deu errado e o sabor ficou de um cheescake maravilhoso).

Uma lembrancinha desta semana.

Falta pouco, falta pouco.

quarta-feira, novembro 05, 2008

Intervalo



Nem dá para acreditar, minhas últimas semanas têm sido de uma pessoa normal. Ou vadia, mesmo. Antes eu tinha tanta coisa pra fazer, taaaaaaaanta, eram tantos os 'temas de casa' e volume de leitura, e tudo, e agora a coisa simplesmente diminuiu. Pós mid-terms as coisas ficaram bem melhores.

Agora (10 de novembro, quando escrevo este texto) é que as coisas ficarão corridas novamente, mas as duas últimas semanas foram bem tranquilinhas. Foi bom.

Participei de um coquetel super bacanex na New-York Historical Society. O coquetel foi em homenagem a nós, bolsistas Fulbright. Vários dos meus colegas foram e esta na foto aí em cima é a filhinha de um amigo meu, ela é muito fofa.

Além disso, tive minhas duas primeiras saídas noturnas na terrinha. Agora meu drink favorito é vodka com cranberry. Foi bacana. Também dormi um montão e fiz comprinhas.

Merecido, merecido.

terça-feira, novembro 04, 2008

Amigos e bolinho e presentinhos



Comemorei meu aniversário em conjunto com outros amigos, que aniversariaram nos dias 11, 12 e 20 de outubro. Comemoramos no dia 12 num bar aqui próximo. Foi bem bacana e a Ana (que agora mora no Brooklyn, e que eu conheci em Salvador, e que estadunidense), veio me visitar.

No bar eu tomei uma caipirinha bem boazinha e de surpressa ganhamos um bolo de presente de aniversário, decorado com felicitações e nossos nomes. Foi bem bacana das pessoas terem organizado isso.

Depois eu e a Ana caminhamos pelo bairro e paramos num Starbuck e ficamos batendo papo e tomando chazinho.

Deixei-a na estação do trem pouco depois da meia-noite e vim pra casa. Curioso foi receber um email no dia seguinte, da segurança do campus, falando sobre sete ataques que aconteceram na noite anterior, ou seja, na noite em que eu estava na rua com a Ana, sendo que um dos ataques foi exatamente na esquina da minha casa, por onde passei e na janela de horário em que eu passei. Assustador. Uma semana depois recebi outro email, dizendo que 5 dos 6, ou número similar a esse, assaltantes já haviam sido presos.

No dia seguinte ao meu aniversário chegou uma caixa de Porto Alegre, com várias coisinhas que minha mãe mandou pra mim. Se a gente tivesse combinado não chegaria tão em tempo. Foi bem bacana.

Algum tempo depois chegou uma caixa do Samuel, com vários presentinhos, e tudo embaladinho com papel de presente, e fitinhas prateadas. E cada papel de uma cor. Tão lindo. Ganhei um dvd do Gostoso Mor, um cd autografado (chiquérrimo) do Zeca Baleiro, cartão, fotos... a coisa mais fofinha da face da Terra.

Recebi vários recadinhos no Orkut, é foi bacana falar com várias pessoas. Recebi ligação de pessoas queridas no dia do meu aniversário também. Isso foi bem, bem legal.

Foi bem bacana meu primeiro aniversário na terra do Tio Sam.

É esquisito fazer 30 anos. Agora não estou mais nos 20. E nem cheguei a ler meu livro do Balzac que comprei no ano passado. Não deu tempo. O tempo voa.


sexta-feira, setembro 12, 2008

Agosto ou Making a long story short



Na verdade começarei por julho, pelo final de julho e os dias corridos. Mudanças. Mudar de casa, de cidade, organizar transportadora, pedir demissão, despedir-me dos amigos.

A mudança Salvador-Porto Alegre (e a transportadora) foi uma novela à parte que vou pular os capítulos, passando diretamente para o final feliz e da chegada sã e salva das minhas coisinhas na capital gaúcha. Também teve a parte do bazar. Vendi praticamente todos os meus móveis, muitos objetos pessoais, eletrodomésticos etc.

Duas semanas antes de partir da soterópolis, organizei um pequeno almoço com pessoas queridas para dar o tchauzinho, para as pessoas e para o meu bairro preferido na cidade. Foi um dia lindo de sol, numa semana cheia de chuvas. E foi muito bom estar entre pessoas que gosto muito e que tive a sorte de conhecer durante minha estada de quatro (wow!) anos na Bahia.




Na semana seguinte foi a vez do tchau para meus alunos e apresentar a nova professora ao Departamento. Num desses "acasos" do destino, a nova professora, que foi escolhida através de processo seletivo com anúncio veiculado na Sociedade Brasileira de Física, já era minha conhecida, e eu nem sabia! Num Simpósio no Maranhão ficamos no mesmo hotel, quando fomos até os Lençóis Maranhenses. Eu não lembrava dela, só fiquei sabendo quem era quando a seleção já havia terminado e conversamos ao telefone após sua mudança para Salvador - ela é de Minas, estava morando no Rio e mudou-se para a soterópolis. Mundo (de físicas) pequeno.

Eu certamente sentirei saudadades da U efs, e dos alunos, das disciplinas, dos meus colegas. Não, não sentirei saudades de acordar às 4h30 da madrugada. Nem um pouquinho, mas da comidinha do Seu Maia...




Últimos dias em Salvador, mudança feita, apartamento esvaziado. Pintar apê, desligar telefone, fui dormir na Luzia no sábado à noite, domingo voltei pro apartamento: faxinar. Na segunda-feira: imobiliária, documentos na Ufba, burocracias finais e... aeroporto. Fui para Recife na madrugada de segunda para terça-feira. Na terça pela manhã fui para o Consulado. Visto autorizado. Pago Sedex. E mais despedidas. Na quarta-feira pela manhã voltei para Salvador. E o avião atrasou. Despedidas infinitas no aeroporto. Quinta-feira, 31 de julho, manhã de tempo bom, e eu finalmente me despedi de Salvador. No táxi, pelo caminho, um olhar diferente para as ruas da cidade.



Ai, voltar para casa. Eu sempre gostei de aterrisar em Porto Alegre, sempre gostei da sensação de sobrevoar a cidade, sempre procuando pelo meu prédio, procurando identificar o Morro Santana, a Manoel Elias, olhando as ruas, lembranças, memórias. E sempre que eu saio do desembarque, ela está lá, no saguão do aeroporto, toda fofinha me esperando. Sempre. Não importa a hora que eu chegue, o dia, se faz frio ou calor, se tem trânsito ou não, ela nunca se atrasa, parece até que nunca se cansa. Minha mãezinha está sempre lá.

Passei três excelentes semanas em Porto Alegre. Três semanas de paparicos e mimos. Fiquei doente, pra variar - haja saúde para aguentar a variação térmica daquela cidade! Nossa, como é bom ficar doente em casa! Mamãe fez chazinho e levou para mim na cama. Esquentou bolsa de água quente e colocou sob meus pés. Mais paparico, impossível!

Saí com meus amigos Raquel e Cássio e foi tão bom. A Raquel também, sempre está lá. E sempre disposta para ir a qualquer canto, a qualquer hora. Haja disposição!

Foram semanas de muitas lembranças, recordações, descansos e muito trabalho. Desencaixotei a mudança de Salvador, organizei tudo no meu antigo/eterno quarto. Fiz uma limpeza geral no quarto, joguei muita coisa fora: provas de química orgânica, listas de exercício de quântica, cadernos, folhas, experimentos para alunos... lixo, lixo, lixo.

E nas organizações encontrei muitas coisas bacanas, e me deparei com fotos gostosas. E foi tão bom...




E neste período em casa aconteceu a coisa mais legal da minha vida: uma festa surpresa de despedida! Foi uma "surpreendente festa surpresa". Minha mãe organizou uma festa desde quando eu estava ainda em Salvador. Contatou amigos, familiares, colegas que eu não via há anos, ensino fundamental, médio, superior. Foi muito bacana, rever pessoas que eu amo muito, pessoas que eu sinto falta, pessoas de quem eu gosto, pessoas que gostam de mim. Foi profundamente emocionante e me fez muitíssimo feliz. Eu jamais imaginaria uma festa surpresa, e nem me passaria pela cabeça conseguir rever todas as pessoas que revi.




Teve uma "ala" de amigos que não pode ir no churrasco - e teve o Eduardo, que foi mas não conseguir encontrar a churrasqueira certa no salão -, é o povo de Pelotas. Então minha mãe sugeriu que fossemos até lá. E a Raquel, que é pau pra toda hora, topou ir junto. E fomos as três para o sul do estado e lá encontramos outra fração de amigos maravilhosos, de pessoas que eu gosto muito e que eu tenho o privilégio de ter na minha vida. Passamos momentos fantásticos e nos divertimos muito na casa do Adriano e do Maicon, com direito a lareira e um monte de comida. Apesar de cansativa e rápida, a viagem foi "fabulosa".


As mudanças, os investimentos, os sacrifícios, as ausências, os apertos, os cansaços, os obstáculos, as privações, preocupações e anseios, só são suportáveis porque existem pessoas na minha vida que estão sempre presentes, independentemente das distâncias, dos contatos. Eu não tenho irmãs nem irmãos, mas minha família é enorme, meus amigos são minha família e são as pessoas que merecem "um mundo melhor" (é clichê, eu sei), eu já tenho o melhor delas.





E no mês de agosto também aconteceu a comemoração do aniversário da minha mãezinha, com direito a bolo com velhinhas, amigas, vinho e carreteiro, tchê!

No mesmo dia do niver da mãe, chegou em Porto Alegre um casal de amigos, que veio do Rio para, entre outras coisas, se despedir de mim, a Ana e o Marco. Também acabei visitando minha amiga Simone, colega do Ensino Fundamental. Aliás, restabeleci, de forma mais efetiva, certos contatos com amigas daquela época e foi ótimo!

Mas não pense que foi só isso não, além de todas essas despedidas, ainda rolou uma saideira no sábado, às vésperas da minha partida, na tradicional confeitaria Maomé. Ainda aproveitei um pouquinho do nem tão tradicional "brique do sábado" - mas que está bem bacana, vale a visita. E foi assim, na saideira, que ainda tive a chance rever a Rosane e a Cris. Nossa, fazia muitos anos que eu não via a Cris e foi tão bom, ela é uma pessoa muito bacana e de quem eu gosto.






No domingo, tudo foi uma maravilha. Acordei, fiz as unhas - a manicure foi lá em casa -, me arrumei e fomos para o aeroporto. Meu vôo era bem mais tarde, mas a janela da conexão ficaria muito apertada, então fui cedo para tentar embarcar em outro vôo e deu tudo certo! Embarquei no primeiro vôo que tinha e foi tudo perfeitinho, e fiquei horas e horas em Guarulhos, mas que passaram voando, foram horas e horas conversando com o Samuel no telefone, até a hora do embarque.

E desse mês, e dessas mudanças , dessas alegrias, dos mimos, de tudo, eu só posso agradecer mais uma vez, e denovo, e sempre, a minha mãezinha fofa.

domingo, maio 04, 2008

Feriadão de pobre




Domingo, finalzinho de feriadão e eu em Porto Alegre. Curtindo minha mãezinha, o frio, a Sky e o ciclone. E, claro, uma enfermidadezinha básica, porque pobre tem que ficar doente quando viaja, né?

Esta semana em Porto, pra variar, foi de muita correria. O bom é que os dias estavam lindos durante a semana. E nem acredito que fiz o um milhão de coisas que fiz: eletrocardiograma, ginecologista, dois hemogramas (jejum de 12h e jejum de 8h - não pergunte porque coletei duas vezes!), radiografia panorâmica odontológica (duas vezes. Não pergunte), procurações em cartório (fui quatro vezes), carteira internacional de habilitação, exame de urina, oftalmologista, nutricionista, dentista.

Pois é, o ápice da minha fase 'mamãe eu juro que não sou hipocondríaca' foi com uma cirurgia odontológica: extração de dois cisos sisos superiores de raízes gigantes. Com um pós-operatório bem bacana, com direito a insônia, dores no corpo inteiro e febre. A única parte boa foi o sorvetinho. Sim, ainda estou a me alimentar de líquidos, coisas pastosas, frias e geladas. Só na sopinha, caldinho de feijão, sucos, doce de leite, sorvete... não é tão horrível a parte alimentar, confesso.

Hoje passou a febre, a dor no corpo... e por isso saí da cama e vim no computador, mas começou a dor nos lugares onde antes tinham dois lindos dentinhos. Antes não estava doendo. Sei lá, vai ver era o corpo ignorando tão sutil dor face às outras dores. (A dramática - pelo sim, pelo não, acabei de pegar mais 750mg de paracetamol)

Eu tinha pré-combinado com uns amigos de ir no cinema e ir comer japonês depois, lá no Arteplex, mas tive que cancelar. Tinha pré-combinado almoçar na casa de outros amigos, tive que cancelar (e eles até estavam sem luz, coitados, por causa do ciclone). Outro evento cancelado foi o de levar minha afilhada no planetário. Seria hoje. Ela adora o planetário. Eu adoro o planetário. Aliás, conversei com ela ontem ao telefone - sim, a minha afilhada -, e ela me disse que a matéria preferida dela na escola é ciências. Fala sério, só pra puxar o saco da dinda, né? Claro que eu amei.

Eu queria ir ao brique hoje, outra pré-combinação, mas não vai rolar. Churrasquinho básico de domingo? Nem pensar!


Ninguém merece isso prum feriadão em Porto Alegre, né?

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Eu tenho tanto, pra lhe falar...




Tenho uma viagem linda pelo Mercosul para contar. Mas também tenho que falar dos preparativos para uma viagem linda que virá. Passei 30 dias com minha mãe, tentei aproveitar o máximo de tempo com ela, ficar com ela. Viajamos. Fizemos todo litoral uruguaio de carro, cruzamos o rio da prata num mini-cruzeiro e colocamos a cerejinha no bolo em três noites na capital argentina.

Agora, preparo-me para passar uns dias em Pernambuco, conhecendo o carnaval de Recife e Olinda. E a cada dia que passa fico sabendo de mais amigos que encontrarei lá: a Luzia vai, o João vai, o Leo - de João Pessoa - vai... vou conhecer, finalmente, a Maíra e o Pedro. Ai, que medo!

No mais, esta semana de retorno em Salvador foi maravilhosa. Reencontrei gente querida, queridíssima; coloquei meu ap em ordem (está tudo tão limpinho e arrumadinho); a Oi Fotos resolveu me darDiBrindi as 136 fotos que mandei imprimir e o correio extraviu (nem foi responsabilidade deles, mas eles me ligaram e disseram que iriam reimprimir, e mandaram, e já recebi!); saí com o Cássio, meu colega de Escola Técnica que não via há anos, e a Mariana, sua esposa, e também os recebi em casa; almocei e jantei com o fofo do Dani; saí com a fofíssima da Luzia, e botamos papos em dia; fui no aniversário da Ester e atualizei as conversas com a Diana e a Marisa, colegas do mestrado; jantei com a Anna, uma estadunidense bacanérrima que conheci graças ao CoushSurfing; dormi, dormi, dormi; vi filminhos na tv e ouvi música; fui na Uefs, trabalhei, tratei dos relatórios de IC das bolsistas... ai, ai... que posso dizer, está tudo ótimo!

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Ché, boludo*



Sol na casa 5, lua na casa 3
02/01 (hoje) às 11h a 04/01 às 17h


No período que vai de 02/01 (hoje) às 11h até 04/01 às 17h, Katemari, o Sol estará passando pelo seu setor do prazer, em harmonia à Lua na Casa 3, sendo este um momento especial para tudo o que diz respeito ao lazer, às diversões, à satisfação da sua "criança interior", os movimentos, as viagens [eu vou, eu vou, pros pampas agora eu vou...], os namoros e o sexo. Nesta fase, seu magnetismo sexual fica mais forte, as pessoas lhe notarão mais [Oba!]. Que tal aproveitar pra dar aquele trato no visual, dar um tempo pros pudores [biquinis, lá vou eu!] e se exibir um pouquinho [os hermanos que se cuidem!]? Que tal fazer um divertido passeio com o intuito de lazer [Hmm, já que os astros sugerem... SIM, SIM, SIM!]? Surpresas muito positivas podem advir se você resolver mudar um pouquinho a sua rotina: que tal ir a lugares onde você não costuma ir [serve um país novo?]? É muito provável que você venha a fazer novas e importantes amizades por estes dias, se ousar sair da rotina. Sua comunicação emocional [que ótimo, fico mais tranquilo, assim não preciso me preocupar com meu espanhol] estará muito melhor por estes dias, aproveite para expressar seus sentimentos sem medo de ser feliz!


Como sou uma pessoa que respeita muito as indicações dos astros, vou dar uma viajadinha, então, no melhor estilo família buscapé: eu, minha mãe e minha amiga fofa Raquel.

Roteiro de 11 dias
Dia 01 - Porto Alegre, Pelotas, Chuí
Dia 02 - Chuí, Punta del Diablo, La Paloma
Dia 03 - La Paloma, Cabo Polonio, La Paloma
Dia 04 - La Paloma, Punta del Este, Pirápolis
Dia 05 - Piriápolis, Montevideo
Dia 06 - Montevideo
Dia 07 - Montevideo, Colonia del Sacramento, Buenos Aires
Dia 08 - Buenos Aires
Dia 09 - Buenos Aires
Dia 10 - Buenos Aires, Riveira
Dia 11 - Riveira, São Gabriel, Porto Alegre.

Sublinhadas são as cidades onde dormiremos. E abaixo o plano inicial dos passeios (para ver fotos, clique nos links).

Dia 01 - Porto Alegre, Pelotas, Chuí
Saída de Poa ali pelas 8h. Almoço em Pelotas, passeio na cidade, Museu da Baronesa, compra de doces. Segue até o Chuí, passando pela Reserva Ecológica do Taim à tarde, chega no Chuí à noite. Dorme no Chuí. Compras no Free-shop.

Dia 02 - Chuí, Punta del Diablo, La Paloma
Café da manhã no Chuí, alguma compra, saída ali pelas 9h. Passa o dia na praia de Punta del Diablo, onde se almoça. À tardinha seguimos para La Paloma, onde jantamos e dormimos.

Dia 03 - La Paloma, Cabo Polonio, La Paloma
Deixamos bagagem no hotel e procuramos por passeio para Cabo Polonio (mais fotos aqui), saindo de La Paloma. Talvez custe uns 15 reais por pessoa para entrar lá, o que se faz com jeep. As dicas, além da praia deserta, lobos marinhos e descanso, são os frutos do mar. Na volta, passeamos um pouco em La Paloma, onde dormiremos.

Dia 04 - La Paloma, Punta del Este, Pirápolis
Tomamos café da manhã e seguimos para Punta del Este, onde passamos o dia, passeamos, almoçamos e todos os amos. Depois seguimos para Piriápolis, onde arrumamos um berço pra dormir.

Dia 05 - Piriápolis, Montevideo
Passeamos um pouco em Piriápolis e saímos após o almoço, rumo à Montevideo. São apenas 100Km de uma cidade a outra, então em 1h chegamos na capital uruguaia. Entramos no hotel, podemos descansar um pouco e sair pra bater perna.

Dia 06 - Montevideo
Tudo o que você sempre quis fazer em Montevideo e nunca teve chance. Hoje é o dia!
Aguardando roteiro by Martín.

Dia 07 - Montevideo, Colonia del Sacramento, Buenos Aires
Como nosso crucero só saí às 20h30 de Colonia, e levaremos umas duas horas de Montevideo até lá, podemos passar a manhã na capital e passar a tarde passeando nas ruazinhas de pedra de Colonia del Sacramento, tomar o sorvete e bater um ranguinho cedo, semi-janta, antes de embarcar, já que a comida dentro do crucero deve ser mais cara.

Dia 08 - Buenos Aires
Aguardando roteiro by Martín, que deve incluir, entre outras coisas: café tortoni, uma peça de teatro, um espetáculo de tango, muitas caminhadas, comprinhas, casa rosada, livrarias, janta na casa do Martín.

Dia 09 - Buenos Aires
Aguardando roteiro by Martín.

Dia 10 - Buenos Aires, Riveira
Adíos mi buenos aires querido... e vamos direto pra Riveira. Levemos lanchinho para o trajeto, não haverá parada para almoço, só para xixi. Dormimos em Riveira (ou em Santana do Livramento, pode-se escolher).

Dia 11 - Riveira, São Gabriel, Porto Alegre.
Saímos de Riveira, após conferir que todas os sonhos de consumo foram satisfeitos e pegamos a estrada. Paramos em São Gabriel (que não tem fotos decentes na internet, mas este resultado na busca chamou-me a atenção) para almoço. Depois é direto até a terrinha. Tá, daí acabou.

Ainda estamos abertas à sugestões que se encaixem no roteiro!




* Estou treinando meu espanhol. O Martín disse que isso é feio, mas eu aprendi nos filmes, lo juro!

segunda-feira, dezembro 31, 2007

E ainda tem quem não acredita!




Harmonizando o lar
30/12 (ontem) às 21h a 18/01 às 17h
Vênus na casa 4

Entre os dias 30/12 (ontem) às 21h e 18/01 às 17h, o planeta Vênus estará transitando pela sua quarta casa astrológica, Katemari. Este é o momento certo para harmonizar seu lar, e a coisa toda começa com você tornando sua casa um lugar mais bonito, pacífico [mandei consertar a fechadura da grade, fazer cópias de chaves...] , tranqüilo. É bastante provável que você queira dar um pouco de beleza ao ambiente, seja fazendo pequenas reformas, seja comprando algo novo para sua casa (ou quarto) [comprei umas garrafinhas fofas na Imaginarium, e uns copos bacanetes na Tok & Stok], ou simplesmente mudando a disposição dos móveis. Grande satisfação e realização pessoal podem ser encontradas na medida em que você se dedica à sua própria casa ou quarto [tenho me dedicado a ficar deitada no quarto vendo tv].

Este é um período em que os prazeres da vida são encontrados nas pequenas coisas. Ficar em casa assistindo a um bom filme [serve seriadinhos da sony, warner, axn, etc?], lendo um bom livro [trouxe dois pra ler, um eu já consegui começar a leitura], ou reunindo os amigos para um jantar [comer - e beber - com os amigos é o que mais tenho feito aqui, tá pau a pau com os seriadinhos de investigações criminais da tv] ou uma noite regada a música tende a ser muito mais agradável nesta fase do que cair em farras e noitadas.

Para quem deseja adquirir bens imóveis ou terras, este é o momento certo [eu quero, mas ainda falta muita bala na agulha]. Para quem deseja cultivar um melhor relacionamento com os parentes [estou um doce com a minha mãe], não existe momento melhor! Você perceberá uma boa vontade mútua que favorecerá tal movimento [é, ela tá bem legal comigo também], Katemari.