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domingo, setembro 20, 2009

Shana Tova!*




Ontem participei de uma ceia da celebração do ano-novo judaico. Pois, estou virando praticamente uma judia, não? Foi muito bacana. Eu fico impressionada com a quantidade de rituais que o povo judaico tem. Acho bonito. A ceia foi na casa de uns amigos de um amigo meu, o Dror. O Dror é de Israel e estuda no TC também, no programa de filosofia. Então alguns casais amigos dele reuniram-se para a celebração. Os dois casais, todos judeus, também moram aqui na residência universitária, mas no prédio de famílias e são os maridos, claro, que são estudantes no TC. (o "claro" é um comentário meu cheio de juízos, eu sei.)

Foi super legal ouvir todo mundo falando em hebraico. Tão bonitinho!
Algumas coisas até consegui entender. Não, não que eu entenda hebraico, longe disso, mas dá para entender algumas coisas em alguns assuntos.

A comida, como sempre, estava deliciosa e a família que me recebeu foi muito hospitaleira, mesmo ninguém me conhecendo antes, eu não falando hebraico, tampouco sendo judia. Elas e eles me explicavam as coisas, os rituais, as comidas, os simbolismos. Todo mundo vinha de regiões, grupos diferentes e tiveram experiências diferentes em relação ao judaísmo. Foi bacana ouvir as opiniões e discussões a respeito da questão entre israelitas e palestinos. Vai-se entendendo a questão por diversas perspectivas. Fantástico!

Ah, Nova York, Nova York...



*Bom ano, em hebraico.

domingo, dezembro 28, 2008

Baladeenha*




Ontem fui numa festinha num clube chamado Pink Elephant. O evento era o encontro do grupo de jovens profissionais de Nova Iorque que curtem vinho. Sim, eu faço parte desse tal grupo. Daí uma amiga minha, francesa, que também curte vinhos e queijos, por acaso também faz parte desse grupo - e a gente nem sabia. Eu convidei umas amigas pra ir, mas elas se fresquearam e resolveram não ir. E a Marie, a francesa, me convidou pra ir, ela disse que queria ir mas não tinha companhia. Pronto, juntou a fome com a vontade de comer. Fomos.

Aí primeiro entramos num lugar, subimos um monte de escadas e descobrimos que estávamos num lugar para meditação. Ops, lugar errado. O Pink Elephant era do outro lado da rua. Tá. Entramos.

Ah, sim, esqueci de comentar a parte mais importante: entrada de graça, claro. Mas não é só isso: open bar por duas horas. Mas não é só isso!! Queijos e pãezinhos de graça. Um moooooooonte de queijo.

Meu, é claro que eu bebi várias vodka com cranberry (aliás, o open bar era só de vodka) e comi toneladas (menos, menos) de queijinhos tri bons.

Ainda acabei encontrando uma pessoa que eu conhecia 'virtualmente' por lá, no maior acaso. Explico: uma menina do Couchsurfing me escreveu perguntando informações sobre o Brazil e eu dei. Como eu tenho este nome sui generis (que só o meu colega brasieliro acha que deve ter um montão), ela acabou me encontrando na festa, porque viu meu nome (eu sei que é neste momento que minha amiga Flávia vai parar e pedir pra explicar direito, e eu vou me fazer de louca).

Mas o lugar era bem bacaninha e a festa tinha gente de todos os tipos e idades (acima de 21, né baby). Isso foi muito bacana, nunca tinha visto uma festinha tão diversificada.

Enquanto minha amiga Flávia não vem me visitar, pra gente ir nessas baladinhas 0800, minha sugestão é para ficarem atentos à inauguração do Pink Elephant Sao Paolo (sic)!

Dá pra ir em Sampa e depois em NYC, e comparar.


* Texto dedicado a minha amiga Flávia